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CURSO BÁSICO DE VIOLÃO E GUITARRA - Acordes ( Parte 3 ) - A Simbologia dos acordes

sexta-feira, 24 de março de 2006

Cifra é o termo mais comum da simbologia internacionalmente usada que representa a nomenclatura dos acordes. Esta simbologia é feita através de letras números e sinais.
O Processo de Cifragem dos Acordes

O processo de cifragem dos acordes é baseado nas letras maiúsculas que representa o nome das notas em inglês (A=Lá, B=Si, C=Dó, D=Ré, E=Mi, F=Fá e G=Sol), seguido de um complemento representado por sinais, letras ou números, que indicará a estrutura do acorde como: intervalos formado entre a nota fundamental e cada uma das outras notas e se o acorde é fundamental ou invertido.
A letra maiúcula inicial indica a nota fundamental, a partir de onde o acorde será construído, ou seja, a sua nota tônica, que também será a nota mais grave. Quando esta nota for alterada, o sinal de alteração deve aparecer logo ao seu lado direito (Ex.: A#, Bb).
O processo inicial de cifragem é baseado nas estruturas das tríades.
- A letra maiúscula sozinha, ou seja, sem o complemento representa a tríade maior (T 3M 5j).
Ex.: A => Lá Maior / F# => Fá Sustenido Maior
- A letra maiúscula seguida do complemento m (minúsculo), representa a tríade menor (T 3m 5j).
Ex.: Am => Lá Menor / Bbm => Si Bemol Menor
- A Letra maiúscula seguida dos sinais dim ou °, representa a tríade diminuta (T 3m 5dim). Ex.: Cdim ou C° => Dó Diminuta / Dbdim ou Db° => Ré Bemol Diminuta
- A Letra maiúscula seguida do sinal + , aum, ou #5, representa a tríade aumentada (T 3M #5).
Ex.: E+ ou Eaum ou E(#5) => Mi Aumentado / C#+ ou C#aum ou C#(#5) => Dó Sustenido Aumentado

Os exemplos que vimos acima é a representação das tríades em sua formação fundamental, ou seja, com a sua tônica no baixo. Para representarmos que a nota mais grave não será a tônica usamos colocar uma barra após a cifra do acorde e indicamos que nota será o baixo do acorde.
Exemplos:
C/E => Dó Maior com baixo e Mi F#m/C# => Fá Sustenido Menor com baixo e Dó sustenido G+/D# => Sol Aumentada com baixo em Ré Sustenido

CURSO BÁSICO DE VIOLÃO E GUITARRA - Acordes ( Parte 2 ) - Classificação dos acordes

terça-feira, 14 de março de 2006


Classificação do Acorde Quanto a Sua Formação Interválica
como vimos na aula anterior podemos classificar os acordes de acordo com sua formação interválica:
- De acordo com o intervalo de terça ele pode ser maior (3M) ou menor(3m). - De acordo com o intervalo de quinta ele pode ser diminuto (5dim) , perfeito (5j) ou aumentado (5aum).
Classificação do Acorde Quanto o seu Baixo
Chamamos de baixo a nota mais grave do acorde. Podemos montar o acorde não apenas partindo de sua nota tônica mas também a partir de qualquer outro intervalo. De acordo de com o seu baixo, ou seja, sua nota mais grave o acorde pode ser classificado como fundamental ou invertido.
Acorde fundamental é aquele em que o seu baixo é a nota fundamental, ou seja, a tônica será a nota mais grave.
Exemplo l - Acordes Fundamentais - Tônica no Baixo
C – E -G, T=CD – F# - A, T=DE – G# - B, T=E
Acorde Invertido é aquele em que o baixo não é a nota fundamental. Quando a terça está no baixo dizemos que o acorde está na 1a. inversão.
Exemplo 2 - Acordes Invertidos - 1ª Inversão - Terça no Baixo
E – G – C, T=EF# - A – D, T=F#G# - B – E, T=G#
DÓ Maior com MI no baixoDÓ Maior na 1ª Inversão

Quando a Quinta está no baixo dizemos que o acorde está na 2a. inversão.
Exemplo 3 - Acordes Invertidos - 2ª Inversão - Quinta no Baixo
DÓ Maior com SOL no baixoDÓ Maior na 2ª Inversão

quarta-feira, 8 de março de 2006

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CURSO BÁSICO DE VIOLÃO E GUITARRA - Tríades

segunda-feira, 6 de março de 2006

A tríade se mantém até hoje como o acorde primário da harmonia da música ocidental, mesmo com acordes formados com quatro ou mais sons, que são a extensão a partir da tríade, adicionando outras notas consonantes ou mesmo dissonantes. A regra de nomenclatura dos acordes ou cifragem também é baseado na formação a partir da tríade.
A tríade é o acorde formado pelo agrupamento de três notas em intervalos de terças (maior ou menor) entre elas.

Obs.: Terça Maior (3M) = 2 tonsTerça Menor (3m) = 1 tom e meio

De acordo com os inrtervalos na sua formação as tríades podem ser:
Maior ou Menor =>De acordo com a presença dos intervalos de terça maior (Maior) ou terça menor (Menor). Perfeita, Aumentada ou diminuta =>De acordo com a presença dos intervalos de quinta justa (peifeita), quinta aumentada (aumentada) e quinta diminuta (diminuta).

Basicamente as tríades são formadas pelos intervalos de:
Tônica - Terça (M ou m) e Quinta (j, aum ou dim)
A superposição de duas terças equivale ao intervalo de quinta.
Exemplo:
3M+3M= 5aum (4 tons) 3M+3m=5j (3 tons e meio) 3m+3M=5j (3 tons e meio) 3m+3m=5dim (3 tons)

Baseado no exemplo acima podemos, de acordo com as combinações de terças superpostas, que é a regra da formação das tríades, obter quatro tipos de formação:

Tríade Perfeita MaiorT...3M...5j => Dó...Mi...Sol => acorde Dó Maior
Tríade Perfeita MenorT...3m...5j => Dó... Mib...Sol => acorde Dó Menor
Tríade AumentadaT...3M...5aum => Dó...MI...Sol# => acorde Dó Aumentado
Tríade DiminutaT...3m...5dim => Dó...Mi...Solb => acorde Dó Diminuto

CURSO BÁSICO DE VIOLÃO E GUITARRA - Acordes ( Parte 1 )


Acorde é a combinação de sons tocados simultaneamente de acordo com algumas regras que veremos a seguir.
Quando falamos de acordes estamos falando de harmonia. Harmonia é o estudo dos acordes, tanto para produzir as suas combinações de sons quanto para criar progressões de acordes.
Na Idade média os acordes eram formados por combinações de apenas dois sons, mas já no Renascimento a forma dos acordes passaram a ser de três sons, chamados de tríades (acordes de três notas) que se tornou a principal unidade da harmonia. Até o século XX a tríade foi o elemento básico da harmonia ocidental. A partir do século XIX e início do século XX a dissonância ja era mais aceita por alguns compositores (Stravinsky) e os principios da harmonia triádica já eram questinados, criando outras formas de acordes, por exemplo, baseados em intervalos de quartas (Bartók), métodos atonais e dodecafônico (Schoenberg), entre outros.

A GUITARRA FENDER




Olá, hoje eu quero falar um pouco sobre essas extraordinárias guitarras de marca Fender e contar um pouco da sua história!

Em 1944, Leo Fender, que tinha uma oficina de consertos de rádio, associou-se a Doc Kauffman, ex-empregado de Rickenbacker, para criar a companhia K&F. Produziram uma série de amplificadores e steel guitars (instrumento semelhante a guitarra Havaiana).
Leo Fender julgava, acertadamente, que os pesados ímãs dos captadores usados então não precisavam ser tão grandes. Para experimentar um novo captador que projetou, montou-o numa guitarra maciça, cuja forma se baseava na guitarra havaiana, mas que tinha escala com trastes, como numa guitarra normal. O instrumento deveria servir apenas como demonstração para a eficiência do captador, mas logo passou a ser procurado por músicos country locais. Na verdade, tornou-se tão popular que havia uma lista de espera de pessoas que desejavam alugá-lo. Logo em seguida, Leo Fender rompeu a sociedade com Doc Kauffman e estabeleceu-se por conta própria; passou, imediatamente a trabalhar no projeto de um novo instrumento.
Ele se preocupava com a utilidade e a praticidade, não com a estética. Queria fazer um violão normal, com um som claro como o da guitarra elétrica havaiana, mas sem os problemas de ressonância e feedback associados à caixa acústica tradicional. O resultado de seu trabalho foi a Broadcaster, que passou a ser fabricada a partir de 1948. A Broadcaster tinha braço desmontável, semelhante ao dos banjos da época. Isso era apenas uma questão de conveniência, pois Fender sabia que o braço é a peça do instrumento que tem maior probabilidade de causar problemas, e seu desenho "modular" permitia a substituição em apenas alguns minutos. Quanto ao corpo, quando o acabamento era natural a madeira usada era o freixo; quando pintado, o amieiro. A paleta tinha todas as tarraxas de um lado só, o que facilitava a afinação e evitava ter que dispor as cordas em leque. A Broadcaster tinha dois captadores de bobina simples, conectados a um botão seletor de três posições; uma posição correspondia ao captador traseiro, outra ao dianteiro e a terceira ao dianteiro e mais um captador especial. A guitarra original tinha o mesmo cavalete ajustável das Telecaster atuais: três parafusos ajustam a altura e o comprimento de escala de pares das cordas. A Broadcaster tinha também uma placa de proteção removível, que cobria o cavalete e o captador traseiro. As Telecaster ainda contam com essa placa que, no entanto, é raramente vista nas guitarras em uso, porque a maioria dos guitarristas acha que atrapalha sua técnica. Em 1954, Fender começou a produção da Stratocaster. Essa guitarra (e mais a Telecaster e os instrumentos que Les Paul fazia então para a Gibson), determinou os padrões de projetos de guitarras maciças desde então. No decorrer de 1955, Leo Fender contraiu uma infecção estereptocócica que lhe traria problemas durante dez anos. Em meados dos anos 60, ele estava convencido de que teria pouco tempo de vida e assim decidiu liquidar seus negócios. Em 1965, vendeu toda a companhia Fender à CBS, por 13 milhões de dólares. Pouco depois, trocou de médico e se curou. Em dois meses, voltou a atividade, agora como consultor de projetos para a CBS Fender, trabalhando em seu próprio laboratório de pesquisas. Esse acordo durou cinco anos. A partir de então, com sua própria companhia de pesquisas, a CLF Research Company, Leo Fender trabalhou nos instrumentos Music Man (com exceção dos amplificadores) e nas guitarras G&L.

ARTMAIA CURSOS ON-LINE - Aprenda a tocar sem sair de casa!

domingo, 26 de fevereiro de 2006

Se você quer aprender a tocar Violão e Guitarra, e não tem tempo para frequentar uma escola de música, não se preocupe! Agora você pode estudar em casa, no horário que quiser com apoio do Professor On-line e com um material exclusivo de estudo.
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CURSO BÁSICO DE VIOLÃO E GUITARRA - Exercícios para mãos e punhos


Nesse capítulo faremos uma abordagem sobre um assunto bastante importante para dar elasticidade as suas mãos e ao mesmo tempo fazer com que elas fiquem relaxadas e não force tanto os nervos a fim de que possa vir futuramente a ter problemas musculares.
Muitas vezes, quem está começando agora e não tem experiência necessária pra dosar, acaba desistindo devido as fortes dores que as mãos e punhos sofrem com as pestanas e solos.
Então, fique ligado nessas dicas. Vamos a elas:
1. Abra as mãos e encoste as palmas em "posição de orar". Com os dedos juntos, flexione os punhos e comprima uma mão contra a outra (frente do peito).
2. Aperte dedo contra dedo, alongando-os
- polegar contra polegar- indicador contra indicador- médio contra médio- anular contra anular- mínimo contra mínimo.
Obs: este exercício pode ser feito com todos os dedos ao mesmo tempo.
3. Aperte o dedo polegar cotra o indicador e estique (mesma mão). Ainda com o polegar, faça o mesmo contra os dedos: médio, anular e mínimo.
4. Cruze dedo com dedo e puxe (gancho)
- polegar com polegar- indicador com indicador- médio com médio- anular com anular- mínimo com mínimo.
5. Cruze dedo com dedo em gancho, alternando-os.
Ex: polegar com médio, anular com mínimo
Obs: A variedade fica por conta de cada um
6. Feche bem a mão, como se estivesse segurando algo com força. Estique bem os dedos. (lembre-se: para um melhor resultado, cada exercício deve ser treinado rigorosamente.
7. Abra bem os dedos, afastando-os o máximo possível. Feche os dedos, apertando-os com a mão esticada (ligeiro apoi na mesa).
8. Faça "ondas" com os dedos.
9. Gire os punhos em círculo, com as mão soltas no sentido horário e anti-horário.
10. Balance as mãos.

CURSO BÁSICO DE VIOLÃO E GUITARRA - A Escala Natural

sábado, 25 de fevereiro de 2006


A escala natural é a base usada para a formação de qualquer acorde, por isso devemos entende-las e saber usa-las.
A Escala Natural é formada de dois tetracordes (acordes de 4 notas) separados por um intervalo de um tom. Cada tetracorde possui os intervalos tom, tom, semiton.
Exemplo:
Usaremos a escala de C (Cifra de dó). Assim temos C - D E - F G – A - B C (lê-se dó ré mi fá sol lá si dó) que é a escala natural de C. Vejamos porque:

I___II ___III___IV___V___VI___VII___VIII --> grausC__D____E ___F____G___A ____B_____C --> notas __1___1___1/2 ___1____1____1_____1/2 --> intervalos
Assim temos o C, como o primeiro grau da escala e entre C e D (lê-se dó e ré) temos um intervalo de 1 tom (C C# D). Entre D e E, segundo e terceiro graus da escala, temos um intervalo de 1 tom (D D# E). Entre E e F, terceiro e quarto graus da escala temos um intervalo de 1/2 tom (1 semiton) (E F), pois E não possui # (sustenido). Entre o quarto e quinto graus da escala, de F para G, temos um intervalo de 1 tom separando o primeiro tetracorde do segundo.
Entre o quinto e sexto graus temos um intervalo de 1 tom (G G# A). Entre o sexto e sétimo grau temos um intervalo de 1 tom (A A# B).
E finalmente entre o sétimo e o oitavo graus temos o intervalo de 1/2 tom (1 semiton) (B C) pois o B não possui sustenido. Obs: Mi (E) e Si (B), ou seja, as notas terminadas em "i" não possuem sustenido.
Com isto temos que a fórmula para se construir uma Escala Natural é dois tetracordes de tom, tom, semiton separados por um intervalo de 1 tom.
É por isto que a escala de C não possui acidentes (sustenidos ou bemois), o que não acontece com outras escalas, que possuem os seus acidentes específicos.
Vejamos a escala de D:
I___II__III__IV___V__V__VII__ VIIID__E __F#__G___A__B__C# ___D__1___1__1/2__1___1___1___1/2
Entre E e F existe apenas 1 semiton, já que E não possui sustenido, por isso foi necessário acrescentar um sustenido em F para que a nossa fórmula se cumpra, ou seja o intervalo deve ser de 1 tom entre o segundo e terceiro graus da escala natural, portanto no caso desta escala específica temos ( E F F#) entre o segundo e terceiro graus da escala. Entre o terceiro e quarto graus temos um intervalo de 1 semiton, (F# G).
Entre o sexto e sétimo graus da escala temos um intervalo de 1 tom, por isto fomos obrigados a acrescentar um sustenido em C, assim temos (B C C#) entre o sexto e sétimo graus da escala de D.
Entre o sétimo grau e o oitavo temos apenas um semiton, ou seja, (C# D). Nota-se que o primeiro e o oitavo graus são a mesma nota, a diferença entre elas dá-se na altura do som, o oitavo grau está uma oitava acima do primeiro grau portanto mais aguda.
Descobrimos que a escala de D possui dois acidentes, um em F e outro em C e neste caso espcífico ambos são sustenidos.
Com estas informações você será capaz de construir todas as escalas naturais dos respectivos tons, prossiga, como exercício construindo as escalas de E F G A e B (e não se esqueça, lê-se, mi fa sol lá e sí). Descubra por você mesmo quantos acidentes existem em cada tonalidade, quais são (se bemois ou sustenidos), etc. Lembre-se que os acidentes são característicos das suas respectivas tonalidades, pode-se reconhecer uma escala pelo seu número de acidentes e quais são.
É importante frisar também que o primeiro grau é que dá nome a escala.

CURSO BÁSICO DE VIOLÃO E GUITARRA - A arte de solar

Ao contrário do que muitos pensam, solar exige muita técnica e um conhecimento profundo de escalas musicais, A maioria dos solos são compostos baseados em escalas musicais, fazendo as adaptações adequadas, por isso, nesta quero deixar a sua disposição as escalas mais conhecidas para lhe auxiliarem a melhor desenvolver um solo, e que além da guitarra é muito usado no violão e ainda pode ser feito no baixo, dependendo do modelo.
Obs.: A escala é executada da seguinte forma:

1. De baixo do braço para cima. 2. Da sexta corda para primeira. 3. Ou seja, faça todas as notas de uma corda de cada vez, assim: faça todas as notas da Sexta corda, depois da Quinta e assim por diante! No sentido de baixo para cima e volte pelo mesmo caminho !

Obs.: Você não é obrigado a seguir rigorosamente a escala, pode também tocar somente as notas que lhe convém e até pular de uma corda para outra, conforme você achar melhor !
Existem técnicas que quando executadas nos dão uma similação de efeitos sonoros, que podem ser usados para dar mais brilho e vida na música, os mais conhecidos são:

1. LICK quando se tira 2 ou mais notas de uma única palhetada. 2. BAND quando se faz uma nota em uma casa e puxa uma nota um tom mais alto puxando a corda. 3. BAND INVERSO quando se faz uma nota em uma casa com a corda já puxada, depois você deixará de esticá-la. 4. TWO-HAND deixar o indicador pressionando uma casa e fazer um revezamento com o anular da mesma mão e o dedo médio da mão direita, esse método é usado na guitarra e no baixo. 5. HARMÔNICO é executado nas 5a, 7a e 12a casas, encostando de leve o dedo na corda, nas casas já mencionadas. 6. SOLO é executado tocando apenas uma corda de cada vez, como na guitarra. 7. PIZZICATTO é muito semelhante ao harmônico, só que é feito em qualquer casa, encostando a mão direita de leve nas cordas, mas o som não é tão claro, OBS: esse é um arranjo de guitarra! 8. FEED BACK é um arranjo usado em guitarras, mas pode ser usado em alguns modelos de violão, segure a palheta de forma que quando você tocar o polegar direito toque de leve na corda para causar o efeito de grito! 9. SLIDE é feito a nota em uma casa e puxamos uma outra nota na mesma corda em uma casa diferente arrastando o dedo para cima. 10. SLIDE INVERSO é feito a nota em uma casa e puxamos uma outra nota na mesma corda em uma casa diferente arrastando o dedo para baixo. 11. LIGADO é feito em uma das cordas tocando uma nota qualquer, depois você irá tirar duas ou mais notas alternando os dedos sem palhetar o instrumento.

APRENDA A TOCAR SEM SAIR DE CASA!

terça-feira, 21 de fevereiro de 2006

Olá Pessoal, Esta é uma dica para quem quer aprender a tocar, mas não tem tempo de frequentar uma escola de música convencional:
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CURSO BÁSICO DE VIOLÃO E GUITARRA - Escalas


Esse é o capítulo que muitas pessoas, principalmente as mais experientes, aguardavam. Você pode achar estranho irmos entrando logo nesse assunto no início do curso, mas é que todo o bê-a-bá sobre Guitarra como posição das mãos, definições, postura, são semelhantes ao Violão. Portanto a dica que eu dou para aprendizagem da guitarra é que você faça também um estudo do Violão. E em nosso curso de Violão colocamos todo esse bê-a-bá detalhado.
Hoje em dia a maioria das pessoas que toca violão com certeza toca guitarra, principalmente aquelas que tocam violão elétrico e estão mais acostumadas com o som produzido. Portanto mãos à obra!
Escala nada mais é que uma seqüência de notas sucessivas, separadas por tons e semitons. Dependendo da forma que estão organizados estes intervalos, nós obteremos um modo maior ou menor.
Em geral precisamos das escalas para fazer um solo enquanto alguém em outro violão ou teclado ou qualquer instrumento harmônico faz ao mesmo tempo uma base, a harmonia.
É possível ainda solar fazendo junto a harmonia, o que dificulta um pouco mais a execução. É possível também solar e sugerir a harmonia apenas através do solo o que já é bem mais avançado. Mas o início de tudo é o estudo das escalas das quais a inicial tomaremos com dó maior. Lembra daquele som: do, ré, mi, fá, sol, lá, si, dó. Pois é, essa aí é a escala que vamos começar a treinar. Existem duas questões básicas neste estudo que são:
1) a execução da escala, ou seja saber o desenho dos dedos no braço do violão (que é um exercício físico, exige muita repetição)
2) o uso da escala, ou seja saber em que casos ou circunstâncias aquela escala deve ser usada (que é um exercício mental, precisa ser decifrado pelo menos uma vez).
Muito bem antes de mostrar o primeiro desenho da escala de dó maior, é importante que você saiba que vamos inicia-la na corda mais grave do violão que é o mi(6a corda) e não no dó, o que vai alterar o som da escala. Como assim? Se iniciassemos no dó o som seria esse que você já conhece, mas começando no mi a ordem está alterada apesar das notas serem as mesmas.
A Escala Maior é uma escala heptadiatônica.
· Hepta - Pois possui 7 notas
· Diatônica - Pois é uma sucessão de semitons.
· Portanto os intervalos da escala maior são:
Tônica 2° maior 3° maior 4° justa 5° justa 6° maior 7° maior
É comum também o uso da 8° justa, que nada mais é a repetição da tônica.
Entre os graus III e IV, VII e VIII (3°M e 4°J / 7°M e 8°J respectivamente) o intervalo é de um semitom. Entre os demais graus (ou notas) o intervalo é de um tom.
Ex.: Escala Maior C (dó)
DO – RE – MI – FA – SOL – LA – SI – DOT___2M_3M__4J___5J__6M__7M__8JI___II__III__IV___V___VI__VII__VIII
Reparem nos semitons entre III/IV e VII/VIII. (MI e FÁ - SI e DÓ)
Para entender melhor...
Tônica é a nota que dá tom à escala.
Tons: Os tons são as próprias notas musicais. Para facilitar quando, falarmos em acordes ou tons, usaremos o modo de grafia de notas dos países anglo-germânicas, onde são utilizadas letras do alfabeto:
C - Dó D - Ré E - Mi F - Fá G - Sol A - Lá B - Si
Então Escala de C = Escala Maior de Dó ou Escala de Dó Maior
Outras notações;
T - Tônica 2°M - segunda maior 4°J - quarta justa
Um outro exemplo: Escala Maior de Sol (G)
SOL – LA – SI – DO – RE – MI – FA# - SOL
T___2M_3M__4J___5J__6M__7M__8J
Dicas:
· Diga sempre os nomes das notas e o seu intervalo enquanto você digita a escala · Faça essas digitações em todos os outros tons, posi o "desenho" da escala é o mesmo, assim como os intervalos. · Inicie as duas primeiras digitações com o dedo 2, pois isso facilitará sua execução Lembre-se que na mão direita o movimento é alternado em cada nota tocada (indicador, médio, indicador, médio).
Escalas Maiores:
A- lá si dó# re mi fá# sol# láB- si dó# ré# mi fá# sol# lá# siD- ré mi fá# sol lá si dó# réE- mi fá# sol# lá si dó# ré# miF- fá sol lá sib dó ré mi fá

CURSO BÁSICO DE VIOLÃO E GUITARRA -Guia de Introdução ao estudo da guitarra


Introdução: O objetivo deste curso é fornecer aos iniciantes algumas dicas fundamentais para um bom começo com o instrumento. Se você já tem certa intimidade com a guitarra, por favor, tenha paciência que aos poucos vamos colocando aqui coisas mais aprofundadas. Iremos passar conteúdos para iniciantes até profissionais da área, portanto, paciência aos mais avançados quando for tratado assuntos básicos é fundamental!
Capítulo 1: Introdução à Música aplicada à guitarra Elétrica
I. Cordas da Guitarra
Conta-se as cordas da Guitarra de baixo para cima nesta ordem:
1ª - Mi
2ª - Si
3ª - Sol
4ª - Ré
5ª - Lá
6ª - Mi
II. Simbologia dos dedos da mão direita
p – Polegar
i– Indicador
m – Médio
a – Anular
Além dos dedos da mão direita, usamos a palheta (Com mais freqüência).
Inicialmente, o movimento da palheta tem de ser alternado, isto é, atacando a corda de baixo para cima e depois de cima para baixo.
Existem outros movimentos de palheta, tanto alternado quanto "Sweep", mas trataremos deste assunto mais adiante.
III. Simbologia dos dedos da mão esquerda
1 – Indicador
2 – Médio
3 – Anular
4 – Mínimo
O polegar da mão esquerda deve situar atrás do braço da guitarra como função apoio, mais ou menos a noventa graus em relação à base do braço, evitando aparecer em relação à pessoa que está assistindo à sua frente.

DICAS DE ESTUDO


Lembre-se sempre de que todo e qualquer contato que possa ter com o instrumento será válido, a intimidade que se ganha a cada dia é fundamental para um bom desenvolvimento. o Escolha um dia para dar uma geral em grande parte do que apren- deram. Como numa sequência, revise escalas, arpejos, acordes, padrões, etc...
o Estude sempre com o metrônomo, para ter a segurança do tempo de forma linear, trabalhando intensidade, duração, dinâmica, etc... Dessa forma, será mais fácil avaliar a evolução no instrumento e, com isso, reconhecer os pontos que precisam ser fortalecidos.
Duração
Quando houver um novo assunto, deve ser dada uma maior atenção para ele. Meia hora por dia com concentração será mais rico e proveitoso do que duas ou três horas dispersas. Como e quanto será absorvido do assunto vai sempre variar de pessoa para pessoa, mas a questão é a forma como é feito o estudo. É interessante dizer que todos os bons músicos que conheço estudaram assistindo à televisão. Como esclarecer isso?
Outro ponto importante a citar é a história de que "fulano estuda oito horas por dia!" Esse tipo de estudo, de longa duração, deve ser muito bem organizado. O cuidado com o corpo humano, a nossa máquina, é de suma importância. A atividade repetitiva pode gerar lesões graves, como a tão famosa inflamação nos tendões (tendinite).
Portanto:
1) Alongamentos nos braços e nos dedos antes, durante e depois dos estudos, são essenciais para o condicionamento e, assim, para um melhor aproveitamento do tempo. Caso contrário, você terá de interromper o aprendizado por causa do cansaço. Lembre-se: você é um atleta dos braços e dos dedos.
2) Planejar é importante. Alterne seus objetivos: rapidez, agilidade, tudo o que se refere a solos (escalas, arpejos, técnicas em geral), parte harmônica (acordes), ritmo e teoria.
3) Ouça de tudo. Escute tudo aquilo que possa contribuir para a sua formação como músico. É uma das melhores coisas a se fazer! Com esses cuidados, você irá planejar seu tempo e criar um ritmo próprio de estudo.
Amadurecimento
Acredito que no equilíbrio entre os objetivos por você desejado e o tempo dedicado para a conquista deles está a maturidade. Cada nota dada deve refletir a mais pura expressão da nossa vida, não apenas o resultado final de uma escala, mas sim ela toda em construção, da primeira à última nota. Por isso, o convívio diário com a música é fundamental.
"Você nunca recebe um desejo sem também receber a capacidade de torná-lo realidade" R. Bach

DICAS E AULAS DE VIOLÃO E GUITARRA


Olá meu nome é RAPHAEL MAIA, sou Cantor, Compositor, Músico, e Professor de Violão e Guitarra. Tenho mais de 20 anos de experiencia e prática musical. Sou o diretor do site www.artmaia.com que oferece cursos musicais on-line, para quem quer aprender a tocar mas não tem tempo para frequentar uma escola de música. No site www.artmaia.com você encontra diversos cursos de Violão e Guitarra á distancia; todos com o suporte do Professor On-line.
Nesse Blog pretendo oferecer dicas e aulas de Violão e Guitarra para todos aqueles que querem aprender a tocar esses maravilhosos instrumentos.
Um grande abraço a todos
RAPHAEL MAIA