Rock'n roll amanha ! 22- 12-10 compareçam !
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Curso de Violão e Guitarra - Tomando cuidado com as mãos
domingo, 19 de dezembro de 2010
Amplificadores queimados e guitarras com braços danificados são (apesar de causarem pesadelos na maioria dos mortais) situações que podem ser facilmente remediadas. Ao passo que o veículo máximo de sua expressão ( suas mãos ) pode sofrer danos causados por exageros e mal uso, o que lhe trará "pesadelos" ainda maiores.
Os tendões e ligamentos das mãos que são submetidos a movimentos regulares e contínuos podem sofrer problemas denominados como Síndromes de Movimentos Repetitivos. Na realidade, tais problemas são causados por uma somatória de fatores : esforço contínuo num mesmo movimento, má postura, tensão nervosa, entre outros.
O ato de estudar diariamente seu instrumento exige também uma postura e preparação corretas, tanto no intuito de obter melhor desempenho como também pensando em prevenir os problemas acima citados. Para tal, leve em conta a regulagem de sua guitarra ou do seu violão no que diz respeito à ação ( altura ) das cordas pois estas, estando mais próximas da escala, demandam menos pressão dos dedos ( embora percam bastante a sustentação do som ). Além disso pense em pequenos exercícios que irão ativar sua circulação sangüínea e " pré aquecer " seus músculos e tendões:
Estenda seu braço direito como se os seus dedos estivessem sendo empurrados contra uma parede. Então, puxe os dedos com sua mão esquerda gentilmente para trás. Pare ao sentir seus tendões forçados. Depois repita o processo com sua mão e braço virados ao contrário. Você deve fazer isso por no mínimo de 20 a 30 segundos 3 vezes em cada forma.
Os tendões e ligamentos das mãos que são submetidos a movimentos regulares e contínuos podem sofrer problemas denominados como Síndromes de Movimentos Repetitivos. Na realidade, tais problemas são causados por uma somatória de fatores : esforço contínuo num mesmo movimento, má postura, tensão nervosa, entre outros.
O ato de estudar diariamente seu instrumento exige também uma postura e preparação corretas, tanto no intuito de obter melhor desempenho como também pensando em prevenir os problemas acima citados. Para tal, leve em conta a regulagem de sua guitarra ou do seu violão no que diz respeito à ação ( altura ) das cordas pois estas, estando mais próximas da escala, demandam menos pressão dos dedos ( embora percam bastante a sustentação do som ). Além disso pense em pequenos exercícios que irão ativar sua circulação sangüínea e " pré aquecer " seus músculos e tendões:
Estenda seu braço direito como se os seus dedos estivessem sendo empurrados contra uma parede. Então, puxe os dedos com sua mão esquerda gentilmente para trás. Pare ao sentir seus tendões forçados. Depois repita o processo com sua mão e braço virados ao contrário. Você deve fazer isso por no mínimo de 20 a 30 segundos 3 vezes em cada forma.
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Mateus , Giovana e prof. Prof Fabio Alencar - Especial de Natal
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Curso de Violão e Guitarra - O Violão
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
O violão adquiriu a fama no século vinte de ser o instrumento musical mais popular do mundo. Dos instrumentos de corda é o mais fácil de juntar melodia e harmonia numa música por ser de fácil adaptação, portátil, versátil, atraente e que nos propiciam uma enorme gama de possibilidades. Ele pode ser ouvido em todo o globo, em todo tipo de composição, das mais eruditas às mais populares, em diversos modos. Foram nos últimos 150 anos que o violão sofreu as maiores mudanças, partindo de um instrumento pequeno e delicado, de baixo volume, para o que conhecemos hoje.Tornou-se um ícone na música atual, e com a aparição de novas marcas, modelos, e sua extensão, a guitarra, só ajudaram a aumentar sua fama.
Desde sua aparicão na Renascença, ele se tornou cada vez mais usado na Europa. A Espanha foi o berço do violão moderno no século 19, e nesse meio tempo foram desenvolvidos os de corda de aço, os flap-top e archtop nos Estados Unidos. Os modelos elétricos surgiram por volta dos anos 30, como resultado de experiências de amplificação do som. Hoje o violão pode e é usado em inúmeros estilos musicais, desde eruditos até pop, rock. Contudo alguns estilos já estão diretamente relacionados ao violão, como a música flamenca, a caipira (country), o blues tradicional, a bossa nova e o rock, utilizando a guitarra. O violão é dos instrumentos o que mais exprime o sentimento do músico.
Desde sua aparicão na Renascença, ele se tornou cada vez mais usado na Europa. A Espanha foi o berço do violão moderno no século 19, e nesse meio tempo foram desenvolvidos os de corda de aço, os flap-top e archtop nos Estados Unidos. Os modelos elétricos surgiram por volta dos anos 30, como resultado de experiências de amplificação do som. Hoje o violão pode e é usado em inúmeros estilos musicais, desde eruditos até pop, rock. Contudo alguns estilos já estão diretamente relacionados ao violão, como a música flamenca, a caipira (country), o blues tradicional, a bossa nova e o rock, utilizando a guitarra. O violão é dos instrumentos o que mais exprime o sentimento do músico.
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Guilherme - musica Parabéns - prof . Weslley Marques .wmv
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
SEM ESTRIBEIRAS (MARCIO & THYAGO LOPES)
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Dr.Sin e Banda Sinfônica de São Paulo - "Changes"
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Curso de Violão e Guitarra - Os Tetracordes da Escala Maior
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Tetracorde é uma escala de quatro notas contidas no limite do quarto grau. Os tetracordes eram usados para construir melodias na música grega antiga. Existiam três tipos de tetracordes gregos:
O tetracorde da escala maior é diferente daqueles usados na Grécia antiga e consiste nos seguintes intervalos:
Tetracorde de Fá:
Fá - Sol - Lá - Sib
Tetracorde de Dó:
Do - Ré - Mi - Fá
Tetracorde de Sol:
Sol - Lá - Si - Dó
Tetracorde de Ré:
Ré - Mi - Fá - Sol
Tetracorde de Lá:
Lá - Si - Dó# - Ré
A escala maior é formada por dois tetracordes separados entre si por um tom, sendo o primeiro tetracorde da nota de I grau e o segundo tetracorde da nota de V grau.
Exemplos: Escala de Dó Maior
Para a construção do tetracorde seguimos as mesmas regras utilizadas na construção das escalas diatônicas, não havendo repetição do nome da nota e nem saltos para outra nota que seja a próxima da ordem gradual (exemplo: dó ré mi fá sol lá si dó ...)
Veja abaixo o quadro com os tetracordes:
Tetracorde de Dó Do Ré Mi Fá
Tetracorde de Sol Sol Lá Si Dó
Tetracorde de Ré Ré Mi Fá# Sol
Tetracorde de Lá Lá Si Dó# Ré
Tetracorde de Mi Mi Fá# Sol# Lá
Tetracorde de Si Si Dó# Ré# Mi
Tetracorde de Fá # Fá# Sol# Lá# Si
Tetracorde de Dó # Dó# Ré# Mi# Fá#
Tetracorde de Sol # Sol# Lá# Si# Dó#
Tetracorde de Ré # Ré# Mi# Fá # Sol#
Tetracorde de Fá Fá Sol Lá Sib
Tetracorde de Si b Sib Dó Ré Mib
Tetracorde de Mi b Mib Fá Sol Láb
Tetracorde de Lá b Láb Sib Dó Réb
Tetracorde de Ré b Réb Mib Fá Solb
Tetracorde de Sol b Solb Láb Sib Dób
Tetracorde de Dó b Dób Réb Mib Fáb
Tetracorde de Fá b Fáb Solb Láb Sibb
Tetracorde de Si bb Sibb Dób Réb Mibb
É importante a compreensão dos tetracordes, que consistem em um fragmento da escala maior, para que possamos entender as relações entre as tonalidades e as progressões interválicas que veremos em breve.
Diatônico, com intervalos de:
Semitom - Tom - Tom
Cromático, com intervalos de:
Semitom - Semitom - Tom e meio
Enarmônico, com intervalos de:
Quarto de tom - Quarto de Tom - 2 tons
Semitom - Tom - Tom
Cromático, com intervalos de:
Semitom - Semitom - Tom e meio
Enarmônico, com intervalos de:
Quarto de tom - Quarto de Tom - 2 tons
TOM - TOM - SEMITOM
Exemplos: Tetracorde de Fá:
Fá - Sol - Lá - Sib
Tetracorde de Dó:
Do - Ré - Mi - Fá
Tetracorde de Sol:
Sol - Lá - Si - Dó
Tetracorde de Ré:
Ré - Mi - Fá - Sol
Tetracorde de Lá:
Lá - Si - Dó# - Ré
A escala maior é formada por dois tetracordes separados entre si por um tom, sendo o primeiro tetracorde da nota de I grau e o segundo tetracorde da nota de V grau.
Exemplos: Escala de Dó Maior
Para a construção do tetracorde seguimos as mesmas regras utilizadas na construção das escalas diatônicas, não havendo repetição do nome da nota e nem saltos para outra nota que seja a próxima da ordem gradual (exemplo: dó ré mi fá sol lá si dó ...)
Veja abaixo o quadro com os tetracordes:
Tetracorde de Dó Do Ré Mi Fá
Tetracorde de Sol Sol Lá Si Dó
Tetracorde de Ré Ré Mi Fá# Sol
Tetracorde de Lá Lá Si Dó# Ré
Tetracorde de Mi Mi Fá# Sol# Lá
Tetracorde de Si Si Dó# Ré# Mi
Tetracorde de Fá # Fá# Sol# Lá# Si
Tetracorde de Dó # Dó# Ré# Mi# Fá#
Tetracorde de Sol # Sol# Lá# Si# Dó#
Tetracorde de Ré # Ré# Mi# Fá # Sol#
Tetracorde de Fá Fá Sol Lá Sib
Tetracorde de Si b Sib Dó Ré Mib
Tetracorde de Mi b Mib Fá Sol Láb
Tetracorde de Lá b Láb Sib Dó Réb
Tetracorde de Ré b Réb Mib Fá Solb
Tetracorde de Sol b Solb Láb Sib Dób
Tetracorde de Dó b Dób Réb Mib Fáb
Tetracorde de Fá b Fáb Solb Láb Sibb
Tetracorde de Si bb Sibb Dób Réb Mibb
É importante a compreensão dos tetracordes, que consistem em um fragmento da escala maior, para que possamos entender as relações entre as tonalidades e as progressões interválicas que veremos em breve.
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Curso de Violão e Guitarra - Como Construir Escalas
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Escala Musical: Ordenação sucessiva de sons a intervalos não maiores que uma segunda. Existem diversos tipos de escala, cada uma se prestando a um determinado estilo musical, assim temos escalas de Jazz, de Blues, de música barroca, etc.
Mas o nosso interesse aqui não são estas escalas citadas acima e sim a Escala Natural a partir da qual são construídos os acordes.
A Escala Natural é formada de dois tetracordes (acordes de 4 notas) separados por um intervalo de um tom. Cada tetracorde possui os intervalos tom, tom, semiton.
Exemplo:
Usaremos a escala de C (lê-se dó). Assim temos C D E F G A B C (lê-se dó ré mi fa sol la si do) que é a escala natural de C. Vejamos porque.
I II III IV V VI VII VIII --> graus
C D E F G A B C --> notas
1 1 1/2 1 1 1 1/2 --> intervalos
obs: as cifras acima não representam acordes e sim notas.
Assim temos o C (lê-se dó) como o primeiro grau da escala e entre C e D (lê-se dó e ré) temos um intervalo de 1 tom (C C# D). Entre D e E, segundo e terceiro graus da escala, temos um intervalo de 1 tom (D D# E). Entre E e F, terceiro e quarto graus da escala temos um intervalo de 1/2 tom (1 semiton) (E F), pois E não possui # (sustenido)
Entre o quarto e quinto graus da escala, de F para G, temos um intervalo de 1 tom separando o primeiro tetracorde do segundo.
Entre o quinto e sexto graus temos um intervalo de 1 tom (G G# A). Entre o sexto e sétimo grau temos um intervalo de 1 tom (A A# B).
E finalmente entre o sétimo e o oitavo graus temos o intervalo de 1/2 tom (1 semiton) (B C) pois o B não possui sustenido. Obs: Mi (E) e Si (B), ou seja, as notas terminadas em "i" não possuem sustenido.
Com isto temos que a formula para se construir uma Escala Natural é dois tetracordes de tom, tom, semiton separados por um intervalo de 1 tom.
É por isto que a escala de C não possui acidentes (sustenidos ou bemois), o que não acontece com outras escalas, que possuem os seus acidentes específicos.
Vejamos a escala de D:
I II III IV V VI VII VIII
D E F# G A B C# D
1 1 1/2 1 1 1 1/2
Entre E e F existe apenas 1 semiton, já que E não possui sustenido, por isso foi necessário acrescentar um sustenido em F para que a nossa fórmula se cumpra, ou seja o intervalo deve ser de 1 tom entre o segundo e terceiro graus da escala natural, portanto no caso desta escala específica temos ( E F F#) entre o segundo e terceiro graus da escala.
Entre o terceiro e quarto graus temos um intervalo de 1 semiton, (F# G).
Entre o sexto e sétimo graus da escala temos um intervalo de 1 tom, por isto fomos obrigados a acrescentar um sustenido em C, assim temos (B C C#) entre o sexto e sétimo graus da escala de D.
Entre o sétimo grau e o oitavo temos apenas um semiton, ou seja, (C# D). Nota-se que o primeiro e o oitavo graus são a mesma nota, a diferença entre elas dá-se na altura do som, o oitavo grau está uma oitava acima do primeiro grau portanto mais aguda.
Descobrimos que a escala de D possui dois acidentes, um em F e outro em C e neste caso específico ambos são sustenidos.
Com estas informações você será capaz de construir todas as escalas naturais dos respectivos tons, prossiga, como exercício construindo as escalas de E F G A e B (e não se esqueça, lê-se, mi fa sol lá e sí). Descubra por você mesmo quantos acidentes existem em cada tonalidade, quais são (se bemois ou sustenidos), etc. Lembre-se que os acidentes são característicos das suas respectivas tonalidades, pode-se reconhecer uma escala pelo seu número de acidentes e quais são.
É importante frisar também que o primeiro grau é que dá nome a escala.
Mas o nosso interesse aqui não são estas escalas citadas acima e sim a Escala Natural a partir da qual são construídos os acordes.
A Escala Natural é formada de dois tetracordes (acordes de 4 notas) separados por um intervalo de um tom. Cada tetracorde possui os intervalos tom, tom, semiton.
Exemplo:
Usaremos a escala de C (lê-se dó). Assim temos C D E F G A B C (lê-se dó ré mi fa sol la si do) que é a escala natural de C. Vejamos porque.
I II III IV V VI VII VIII --> graus
C D E F G A B C --> notas
1 1 1/2 1 1 1 1/2 --> intervalos
obs: as cifras acima não representam acordes e sim notas.
Assim temos o C (lê-se dó) como o primeiro grau da escala e entre C e D (lê-se dó e ré) temos um intervalo de 1 tom (C C# D). Entre D e E, segundo e terceiro graus da escala, temos um intervalo de 1 tom (D D# E). Entre E e F, terceiro e quarto graus da escala temos um intervalo de 1/2 tom (1 semiton) (E F), pois E não possui # (sustenido)
Entre o quarto e quinto graus da escala, de F para G, temos um intervalo de 1 tom separando o primeiro tetracorde do segundo.
Entre o quinto e sexto graus temos um intervalo de 1 tom (G G# A). Entre o sexto e sétimo grau temos um intervalo de 1 tom (A A# B).
E finalmente entre o sétimo e o oitavo graus temos o intervalo de 1/2 tom (1 semiton) (B C) pois o B não possui sustenido. Obs: Mi (E) e Si (B), ou seja, as notas terminadas em "i" não possuem sustenido.
Com isto temos que a formula para se construir uma Escala Natural é dois tetracordes de tom, tom, semiton separados por um intervalo de 1 tom.
É por isto que a escala de C não possui acidentes (sustenidos ou bemois), o que não acontece com outras escalas, que possuem os seus acidentes específicos.
Vejamos a escala de D:
I II III IV V VI VII VIII
D E F# G A B C# D
1 1 1/2 1 1 1 1/2
Entre E e F existe apenas 1 semiton, já que E não possui sustenido, por isso foi necessário acrescentar um sustenido em F para que a nossa fórmula se cumpra, ou seja o intervalo deve ser de 1 tom entre o segundo e terceiro graus da escala natural, portanto no caso desta escala específica temos ( E F F#) entre o segundo e terceiro graus da escala.
Entre o terceiro e quarto graus temos um intervalo de 1 semiton, (F# G).
Entre o sexto e sétimo graus da escala temos um intervalo de 1 tom, por isto fomos obrigados a acrescentar um sustenido em C, assim temos (B C C#) entre o sexto e sétimo graus da escala de D.
Entre o sétimo grau e o oitavo temos apenas um semiton, ou seja, (C# D). Nota-se que o primeiro e o oitavo graus são a mesma nota, a diferença entre elas dá-se na altura do som, o oitavo grau está uma oitava acima do primeiro grau portanto mais aguda.
Descobrimos que a escala de D possui dois acidentes, um em F e outro em C e neste caso específico ambos são sustenidos.
Com estas informações você será capaz de construir todas as escalas naturais dos respectivos tons, prossiga, como exercício construindo as escalas de E F G A e B (e não se esqueça, lê-se, mi fa sol lá e sí). Descubra por você mesmo quantos acidentes existem em cada tonalidade, quais são (se bemois ou sustenidos), etc. Lembre-se que os acidentes são característicos das suas respectivas tonalidades, pode-se reconhecer uma escala pelo seu número de acidentes e quais são.
É importante frisar também que o primeiro grau é que dá nome a escala.
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André , Bruna e prof Fabio Alencar - musica Amigo Apaixonado - maringa
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Curso de Violão - Dicas para conservar o seu violão
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Veja abaixo algumas dicas para conservar o seu violão em perfeito estado:
* Não derramar líquidos em cima do violão
* Não molhar o violão
* Não bater o violão ou deixá-lo cair
* Não deixar o violão à exposição do sol ou umidade
* Proteger o violão de temperaturas muito altas ou muito baixas
* Manter o violão dentro de um estojo ou em uma capa
* Transporte-o sempre com bastante cuidado
* Guarde-o deitado e com as cordas para cima e em local seguro
Para limpar o seu violão, tenha os seguintes cuidados:
* Utilize uma flanela seca e limpa.
* Ao trocar as cordas, a limpeza pode ser realizada com uma quantidade pequena de lustra móveis.
Seguindo estas recomendações você será capaz de manter o seu violão em ótimo estado por muito tempo.
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Curso de Violão - O Violão no Brasil
domingo, 28 de novembro de 2010

Origem
As origens do violão são incertas e desconhecidas no Brasil, mas acredita-se que veio pelas mãos dos europeus e foi, durante todo o período colonial, marginalizado pelas elites e adorado pelo povo.
Início
Em meados do século XIX o violão acompanha os instrumentistas nas rodas de choro e os cantores nas serestas, que se estendiam por toda a noite.De história recente, seus primeiros personagens conhecidos são de inícios do século XX: Sátiro Bilhar, Quincas Laranjeiras, João Pernambuco, Canhoto, Heitor Villa-Lobos, autores das primeiras obras do repertório brasileiro.
Em 1938 Attilio Bernardini publica Lições Preparatórias, baseado na escola desenvolvida por Tarrega e até hoje utilizado como importante método de iniciação para o instrumento.
Em 1938 Attilio Bernardini publica Lições Preparatórias, baseado na escola desenvolvida por Tarrega e até hoje utilizado como importante método de iniciação para o instrumento.
Desenvolvimento
Na era do rádio, destacam-se as atuações de Garoto, virtuose que integrava a orquestra da Rádio Nacional, dirigida pelo maestro Radamés Gnatalli – que compôs muitas obras importantes para o violão –; e Dilermando Reis, o famoso violonista, que acompanhava o cantor Francisco Alves e deu aula de violão para o Presidente da República.
Em inícios dos anos de 1940, Ronoel Simões começa seu trabalho de coleta, divulgação e pesquisa de material sobre o violão, que tornou-se com o passar dos tempos um dos mais importantes e completos acervos do mundo.
Tendo sua importância cada vez mais reconhecida na vida brasileira, em 1947 é fundada a primeira cadeira de violão num conservatório do Brasil, a cargo de Isaías Sávio, o uruguaio que se tornou figura central nessa história, de onde derivam as gerações seguintes de grandes violonistas brasileiros.
Em inícios dos anos de 1940, Ronoel Simões começa seu trabalho de coleta, divulgação e pesquisa de material sobre o violão, que tornou-se com o passar dos tempos um dos mais importantes e completos acervos do mundo.
Tendo sua importância cada vez mais reconhecida na vida brasileira, em 1947 é fundada a primeira cadeira de violão num conservatório do Brasil, a cargo de Isaías Sávio, o uruguaio que se tornou figura central nessa história, de onde derivam as gerações seguintes de grandes violonistas brasileiros.
Consolidação
Logo aparecem virtuoses adaptando e ampliando a técnica do instrumento para retratar as sonoridades do país: o universo rural revelado por Paulinho Nogueira, o vigor da música negra em Baden Powell.
Na geração seguinte surge o incrível Raphael Rabello, destacando-se tanto como solista quanto como acompanhante.
Importante também lembrar a atuação feminina nos meios violonísticos: Josefina Robledo, Maria Lívia São Marcos, concertistas de carreira internacional, ou a compositora Lina Pires de Campos, que dedicou ao violão o premiado “Ponteio e Tocatina”. Rosinha de Valença destaca-se com uma produção mais voltada à música popular.
Em constante crescimento, o violão passa a ser ensinado nas universidades, surgem os primeiros trabalhos científicos dedicados ao instrumento. Giacomo Bartoloni, professor de violão da Unesp, vira doutor em história com tese sobre o violão na cidade de São Paulo.
Na geração seguinte surge o incrível Raphael Rabello, destacando-se tanto como solista quanto como acompanhante.
Importante também lembrar a atuação feminina nos meios violonísticos: Josefina Robledo, Maria Lívia São Marcos, concertistas de carreira internacional, ou a compositora Lina Pires de Campos, que dedicou ao violão o premiado “Ponteio e Tocatina”. Rosinha de Valença destaca-se com uma produção mais voltada à música popular.
Em constante crescimento, o violão passa a ser ensinado nas universidades, surgem os primeiros trabalhos científicos dedicados ao instrumento. Giacomo Bartoloni, professor de violão da Unesp, vira doutor em história com tese sobre o violão na cidade de São Paulo.
Contemporâneo
O país conta hoje com um grande número de violonistas importantes no cenário mundial do instrumento. Dois nomes que se destacam pela amplitude de seus trabalhos são os do Fábio Zanon, intérprete premiado de obra de Villa-Lobos e do repertório contemporâneo, que realizou uma série de importantes programas sobre violão veiculados pela rádio Cultura FM de São Paulo, e Paulo Bellinati, que tem uma extensa obra composicional publicada e gravou e transcreveu em partituras a obra do violonista Garoto, num trabalho de muita repercussão.
Três grandes expoentes do violão brasileiro têm se destacado como virtuoses do instrumento: Alessandro Penezzi, Marcel Powell e Yamandu Costa.
Hoje, violonistas brasileiros são reconhecidos em todo o mundo: atuam nas salas de concerto tradicionais da música erudita, na música popular e nas antigas festas e ritos do folclore. A escola de violão brasileira é considerada já uma das mais ricas do mundo.
Fonte: http://www.violao.mus.br
Três grandes expoentes do violão brasileiro têm se destacado como virtuoses do instrumento: Alessandro Penezzi, Marcel Powell e Yamandu Costa.
Hoje, violonistas brasileiros são reconhecidos em todo o mundo: atuam nas salas de concerto tradicionais da música erudita, na música popular e nas antigas festas e ritos do folclore. A escola de violão brasileira é considerada já uma das mais ricas do mundo.
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Curso de Violão e Guitarra - Acordes Dissonantes
sábado, 27 de novembro de 2010
Um acorde dissonante seria, como o próprio nome diz, um acorde que dissona ou não soa bem. Acontece que muitas vezes acontece o contrario, ele soa extremamente bem.
Formação e notação de acordes dissonantes.
Quando falamos de notação de acordes, dissemos que uma acorde maior é formado por 3 notas, 1a., 3a e 5a e os menores com a 3b .Os acordes dissonantes são formados de 4 ou mais notas. Tomamos as notas normais do acorde, maior ou menor e adicionamos uma nota da escala cromática. Assim, existe por exemplo, um acorde de G com as notas normais mais um A. Ou um C com A#. Existem milhares de acordes dissonantes e se formos contar todas as inversões ainda mais. Para identificar um acorde dissonante, usamos a mesma notação dos acordes convencionais, mas adicionando à frente o número da nota da escala diatônica desse acorde. Um G com A escreveríamos G9 e leríamos sol com nona. Podemos também adicionar mais de um nota dissonante em um acorde, nesse caso separamos os números por uma barra.
Formação e notação de acordes dissonantes.
Quando falamos de notação de acordes, dissemos que uma acorde maior é formado por 3 notas, 1a., 3a e 5a e os menores com a 3b .Os acordes dissonantes são formados de 4 ou mais notas. Tomamos as notas normais do acorde, maior ou menor e adicionamos uma nota da escala cromática. Assim, existe por exemplo, um acorde de G com as notas normais mais um A. Ou um C com A#. Existem milhares de acordes dissonantes e se formos contar todas as inversões ainda mais. Para identificar um acorde dissonante, usamos a mesma notação dos acordes convencionais, mas adicionando à frente o número da nota da escala diatônica desse acorde. Um G com A escreveríamos G9 e leríamos sol com nona. Podemos também adicionar mais de um nota dissonante em um acorde, nesse caso separamos os números por uma barra.
Ex.: Am com G e B à Am7/9.
Se o acorde original for do tipo com arranjo no baixo escrevemos o acorde dissonante seguido de outra barra e o baixo.
Ex.: Am7/9/G. (pouquíssimo uso)
Quando queremos usar notas acidentadas fora da escala diatônica do acorde usamos na cifra os sinais de + e - para indicar que devemos aumentar (+) ou abaixar (-) meio tom na nota dissonante.
Ex.: C/-5 lemos C com 5a menor. A 5a de C seria G menos 1/2 tom temos F#.
Ex.: Bm5-/7, C7+
Podemos colocar os sinais à frente ou atrás do número. Atenção para um detalhe importante. Não existem os acordes dissonantes com 1a 3a e 5a já que eles formam o acorde normal.
OBS. Como a barra (/) é usado tanto no arranjo no baixo como em dissonantes o que diferencia o acorde é uso de número ou letra após a barra.
Quando queremos usar notas acidentadas fora da escala diatônica do acorde usamos na cifra os sinais de + e - para indicar que devemos aumentar (+) ou abaixar (-) meio tom na nota dissonante.
Ex.: C/-5 lemos C com 5a menor. A 5a de C seria G menos 1/2 tom temos F#.
Ex.: Bm5-/7, C7+
Podemos colocar os sinais à frente ou atrás do número. Atenção para um detalhe importante. Não existem os acordes dissonantes com 1a 3a e 5a já que eles formam o acorde normal.
OBS. Como a barra (/) é usado tanto no arranjo no baixo como em dissonantes o que diferencia o acorde é uso de número ou letra após a barra.
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GUITAR BASIC - Curso de Violão e Guitarra em CDs Didáticos
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
APRENDA DEFINITIVAMENTE A TOCAR VIOLÃO E GUITARRA!
CURSO TESTADO E APROVADO NA EUROPA E EUA, SUCESSO DE VENDAS! AGORA FINALMENTE NO BRASIL, TRADUZIDO E GRAVADO EM PORTUGUÊS!
Preço Promocional Válido até 30/12/2010
Versão Atualizada 2010
O Curso de Violão e Guitarra GUITAR BASIC em Cds didáticos com aulas gravadas contendo explicações passo a passo e módulos de estudos em formato E-books (Livros Digitais) e Vídeo Aulas Selecionadas (Área Vip), foi elaborado por professores de música altamente capacitados ,visando permitir ao aluno um aprendizado rápido e sem complicações. Esse curso é indicado para quem quer aprender a tocar sem aquelas teorias cansativas, que muitas vezes fazem o aluno desistir logo no início. Com o GUITAR BASIC, você irá aprender de modo divertido, com explicações detalhadas através de livros digitais coloridos, com textos descomplicados, exemplos com fotos, desenhos e gráficos e aulas gravadas com explicações minuciosas do Professor.
Você irá aprender tudo que é necessário para tocar Violão e Guitarra rapidamente! o curso foi desenvolvido exclusivamente para os iniciantes, com uma abordagem simples e direta , você irá aprender a desenvolver todo o seu potencial musical.
O Curso GUITAR BASIC é extremamente prático, e mesmo que você nunca tenha estudado e não saiba nada, irá tocar a partir das aulas iniciais.
O GUITAR BASIC é formado por 10 Cds Didáticos contendo módulos de estudos em sequência, diversos programas, todas as aulas gravadas e também mais de 60 vídeo aulas selecionadas disponibilizadas na área Vip, sendo 8 Cds de aulas, 1 Cd com 8 Livros digitais coloridos, em formato E-books ,que você poderá imprimir quantas vezes quiser, totalizando mais de 450 páginas de aulas teóricas e práticas, com ritmos, exercícios, testes, dicas, curiosidades etc..., e 1 Cd com diversos programas para você estudar e aprender com segurança. Além de tudo isso, adquirindo o GUITAR BASIC você conta com o suporte do PROFESSOR ON-LINE, para esclarecer todas as suas dúvidas, e também recebe uma senha exclusiva de acesso ao FÓRUM VIP ARTMAIA, onde irá encontrar um grande material de apoio aos seus estudos ( mais de 300 arquivos) como Vídeo-aulas, Exercícios, etc...
O Curso Básico de Violão e Guitarra GUITAR BASIC é um lançamento exclusivo do GRUPO ARTMAIA MUSIC, e está com um preço promocional por poucos dias!
Você receberá também a CARTEIRA DE ESTUDANTE ARTMAIA, e ao final do curso após o teste de avaliação enviaremos o seu CERTIFICADO DE CONCLUSÃO atestando que você concluiu com êxito o Curso GUITAR BASIC.
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