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Faça você mesmo as suas palhetas

sexta-feira, 15 de março de 2013



Para fazer as suas palhetas, siga as dicas abaixo:

Materiais necessários:

  • Uma palheta de guitarra, para marcar o contorno.
  • Um marcador. A ponta da faca ou tesoura pode ser usada, se você tiver a coordenação para fazer isto sem se ferir.
  • Faca ou tesoura
  • Uma material plástico 

Dicas de materiais plásticos que podem ser usados:
  • Cartões de clube, hotéis
  • Cartões de desconto
  • Cartões de presente
  • Cartões de crédito ou de banco velhos
  • Fundo de recipiente de margarina ou manteiga
  • garrafas pets 

Fazendo Palhetas

Passo 01 

Encontre um pedaço de plástico que possa ser utilizado para palhetas, lembrando que é importante observar a qualidade do material, para que a sua palheta não se quebre facilmente e nem fique dura demais.

Passo 02 

Usando um marcador, trace o contorno de uma palheta no plástico.

Passo 03

Usando um cortador, ou uma boa tesoura ou faca afiada corte com cuidado a nova palheta de acordo com o formato marcado.


Passo 04

Para alisar as bordas da sua nova palheta, utilize uma lixa comum.


Agora basta pegar a sua guitarra ou seu violão e estudar e praticar bastante!



Curso Prático de Violão - Método passo a passo para aprender violão

segunda-feira, 27 de junho de 2011

   O novo livro de Raphael Maia "Curso Prático de Violão" 2a. Edição, já está nas melhores livrarias e bancas de revistas do Brasil. O livro é um lançamento da editora Universo dos Livros e é um método passo a passo para aprender a tocar violão.  Nesta versão atualizada do livro que é sucesso de vendas em todo Brasil, entre outros assuntos, são explicados em detalhes os macetes de afinação, aprendizado de acordes, exercícios para as mãos esquerda e direita, ritmos, técnicas de solo, tablaturas, exercícios com escalas e muito mais.
       Os livros de Raphael Maia estão disponíveis para a venda em diversos sites, entre eles, destacamos:
       
        Para conhecer outros cursos de Raphael Maia e do Grupo ArtMaia Music clique aqui


domingo, 13 de março de 2011


 Curso de Violão e Guitarra
 Curiosidades sobre o Violão

    Em outros países que não falam a língua portuguesa, o nome do Violão é guitarra, em inglês diz-se Guitar, em francês Guitare, em alemão Gitarre, em italiano Chitarra e, em espanhol Guitarra.
No Brasil, quando fala a palavra guitarra, estamos nos referindo a um instrumento elétrico chamado guitarra elétrica, isto porque os portugueses que introduziram esse instrumento no Brasil possuem um instrumento que se assemelha muito ao violão e que  equivale á nossa “Viola Caipira”.
Os portugueses possuem um instrumento que possui as mesmas formas e características do Violão, sendo apenas pouco menor, denominado  de viola portuguesa, quando os portugueses viram a guitarra espanhola, que era igual a sua viola (apenas um pouco maior), colocaram o nome do instrumento no aumentativo, de viola para violão.

Fonte: violao.net.br

domingo, 20 de fevereiro de 2011

 
 Curso de Violão e Guitarra  
Tomando cuidado com as mãos
Amplificadores queimados e guitarras com braços danificados são (apesar de causarem pesadelos na maioria dos mortais) situações que podem ser facilmente remediadas. Ao passo que o veículo máximo de sua expressão ( suas mãos ) pode sofrer danos causados por exageros e mal uso, o que lhe trará "pesadelos" ainda maiores.

  Os tendões e ligamentos das mãos que são submetidos a movimentos regulares e contínuos podem sofrer problemas denominados como Síndromes de Movimentos Repetitivos. Na realidade, tais problemas são causados por uma somatória de fatores : esforço contínuo num mesmo movimento, má postura, tensão nervosa, entre outros.

   O ato de estudar diariamente seu instrumento exige também uma postura e preparação corretas, tanto no intuito de obter melhor desempenho como também pensando em prevenir os problemas acima citados. Para tal, leve em conta a regulagem de sua guitarra ou do seu violão no que diz respeito à ação ( altura ) das cordas pois estas, estando mais próximas da escala, demandam menos pressão dos dedos ( embora percam bastante a sustentação do som ). Além disso pense em pequenos exercícios que irão ativar sua circulação sangüínea e " pré aquecer " seus músculos e tendões:

  Estenda seu braço direito como se os seus dedos estivessem sendo empurrados contra uma parede. Então, puxe os dedos com sua mão esquerda gentilmente para trás. Pare ao sentir seus tendões forçados. Depois repita o processo com sua mão e braço virados ao contrário. Você deve fazer isso por no mínimo de 20 a 30 segundos 3 vezes em cada forma.

Curso de Violão e Guitarra - Acordes Dissonantes

sábado, 27 de novembro de 2010

Um acorde dissonante seria, como o próprio nome diz, um acorde que dissona ou não soa bem. Acontece que muitas vezes acontece o contrario, ele soa extremamente bem.
Formação e notação de acordes dissonantes.
  Quando falamos de notação de acordes, dissemos que uma acorde maior é formado por 3 notas, 1a., 3a e 5a e os menores com a 3b .Os acordes dissonantes são formados de 4 ou mais notas. Tomamos as notas normais do acorde, maior ou menor e adicionamos uma nota da escala cromática. Assim, existe por exemplo, um acorde de G com as notas normais mais um A. Ou um C com A#. Existem milhares de acordes dissonantes e se formos contar todas as inversões ainda mais. Para identificar um acorde dissonante, usamos a mesma notação dos acordes convencionais, mas adicionando à frente o número da nota da escala diatônica desse acorde. Um G com A escreveríamos G9 e leríamos sol com nona. Podemos também adicionar mais de um nota dissonante em um acorde, nesse caso separamos os números por uma barra. 
Ex.: Am com G e B à Am7/9. 
Se o acorde original for do tipo com arranjo no baixo escrevemos o acorde dissonante seguido de outra barra e o baixo. 
Ex.: Am7/9/G. (pouquíssimo uso)
Quando queremos usar notas acidentadas fora da escala diatônica do acorde usamos na cifra os sinais de + e - para indicar que devemos aumentar (+) ou abaixar (-) meio tom na nota dissonante.
Ex.: C/-5 lemos C com 5a menor. A 5a de C seria G menos 1/2 tom temos F#.
Ex.: Bm5-/7, C7+
Podemos colocar os sinais à frente ou atrás do número. Atenção para um detalhe importante. Não existem os acordes dissonantes com 1a 3a e 5a já que eles formam o acorde normal.
OBS. Como a barra (/) é usado tanto no arranjo no baixo como em dissonantes o que diferencia o acorde é uso de número ou letra após a barra.
 

Curso de Violão e Guitarra - Dicas e Truques

quarta-feira, 31 de março de 2010

A música é um processo principalmente mental, usamos os músculos para produzir os sons que queremos apreciar. É importante ter músculos bem treinados na arte musical para que obedeçam docilmente aos mais sutis comandos da mente, mas também é essencial que se tenha uma mente bem treinada nesse universo sonoro que nos rodeia. A grande vantagem é que a mente se desenvolve muito mais depressa do que os músculos e, como não tem limites físicos, pode crescer infinitamente.

A mente, a imaginação e a fantasia fazem parte do lado mais bonito da música. Podemos "ouvir" mentalmente qualquer som ou canção que conheçamos, mas podemos também imaginar, criar mentalmente qualquer som ou canção que nunca ouvimos antes. É assim que muitos compositores trabalham para fazer as suas músicas. Conheça duas aplicações práticas de como usar isso a seu favor , desenvolvendo sua "MENTE MUSICAL " :

1) - Durante o treino de uma nova peça, um estudo ou uma apresentação ao vivo deve-se passar e repassar cada detalhe, cada movimento cada execução cada nota só com a mente, só depois que não há mais dúvidas na cabeça é que os músculos do corpo obedecem precisamente. Como resultado, o tempo de treino diminui e aumenta muito a qualidade eliminam-se os erros, sem falar que aumentamos muito a segurança de nossa performance.

2) - Quando se afina um instrumento de cordas, normalmente se aperta uma corda em determinada casa do instrumento, então, toca-se a outra corda solta e fazemos os ajustes, após ouvir as duas cordas tocando simultaneamente.

TENTE O SEGUINTE :

A) Aperte na casa que tem que apertar

B) Toque o primeiro som

C) Repita esse som mentalmente, até decorar

D) Afine a outra corda " DE MEMÓRIA " .

OS RESULTADOS SÃO SURPREENDENTES! ESSE É UM EXCELENTE EXERCÍCIO PARA DESENVOLVER O OUVIDO. ALIÁS, TER BOM OUVIDO SIGNIFICA TER A MENTE AFINADA.

Obs: Os trechos acima foram extraidos da apostila "Dicas, Truques e exercícios' de Walter Rocha marques.

CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Como Construir Escalas

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010


Escala Musical: Ordenação sucessiva de sons a intervalos não maiores que uma segunda.
Existem diversos tipos de escala, cada uma se prestando a um determinado estilo musical, assim temos escalas de Jazz, deBlues, de música barroca, etc. Mas o nosso interesse aqui não são estas escalas citadas acima e sim a Escala Natural a partir da qual são construídos os acordes.
A Escala Natural é formada de dois tetracordes (acordes de 4 notas) separados por um intervalo de um tom. Cada tetracorde possui os intervalos tom, tom, semiton.
Usaremos a escala de C (lê-se dó). Assim temos C D E F G A B C (lê-se dó ré mi fa sol la si do) que é a escala natural de C. Vejamos porque.
I II III IV V VI VII VIII --> graus
C D E F G A B C --> notas
1 1 1/2 1 1 1 1/2 --> intervalos
obs: as cifras acima não representam acordes e sim notas.
Assim temos o C (lê-se dó) como o primeiro grau da escala e entre C e D (lê-se dó e ré) temos um intervalo de 1 tom (C C# D). Entre D e E, segundo e terceiro graus da escala, temos um intervalo de 1 tom (D D# E). Entre E e F, terceiro e quarto graus da escala temos um intervalo de 1/2 tom (1 semiton) (E F), pois E não possui # (sustenido)
Entre o quarto e quinto graus da escala, de F para G, temos um intervalo de 1 tom separando o primeiro tetracorde do segundo. Entre o quinto e sexto graus temos um intervalo de 1 tom (G G# A). Entre o sexto e sétimo grau temos um intervalo de 1 tom (A A# B). E finalmente entre o sétimo e o oitavo graus temos o intervalo de 1/2 tom (1 semiton) (B C) pois o B não possui sustenido.
Com isto temos que a formula para se construir uma Escala Natural é dois tetracordes de tom, tom, semiton separadospor um intervalo de 1 tom. É por isto que a escala de C não possui acidentes (sustenidos ou bemois), o que não acontece com outras escalas, que possuem os seus acidentes específicos.
Vejamos a escala de D:
I II III IV V VI VII VIII
D E F# G A B C# D
1 1 1/2 1 1 1 1/2

Entre E e F existe apenas 1 semiton, já que E não possui sustenido, por isso foi necessário acrescentar um sustenido em F para que a nossa fórmula se cumpra, ou seja o intervalo deve ser de 1 tom entre o segundo e terceiro graus da escala natural, portanto no caso desta escala específica temos ( E F F#) entre o segundo e terceiro graus da escala.
Entre o terceiro e quarto graus temos um intervalo de 1 semiton, (F# G). Entre o sexto e sétimo graus da escala temos um intervalo de 1 tom, por isto fomos obrigados a acrescentar um sustenido em
C, assim temos (B C C#) entre o sexto e sétimo graus da escala de D.
Entre o sétimo grau e o oitavo temos apenas um semiton, ou seja, (C# D). Nota-se que o primeiro e o oitavo graus são a mesma nota, a diferença entre elas dá-se na altura do som, o oitavo grau está uma oitava acima do primeiro grau portanto mais aguda.
Descobrimos que a escala de D possui dois acidentes, um em F e outro em C e neste caso espcífico ambos são sustenidos. Com estas informações você será capaz de construir todas as escalas naturais dos respectivos tons, prossiga, como exercício
construindo as escalas de E F G A e B (e não se esqueça, lê-se, mi fa sol lá e sí). Descubra por você mesmo quantos acidentes existem em cada tonalidade, quais são (se bemois ou sustenidos), etc. Lembre-se que os acidentes são característicos das suas respectivas tonalidades, pode-se reconhecer uma escala pelo seu número de acidentes e quais são.
É importante destacar também que o primeiro grau é que dá nome a escala.

CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - A Postura do instrumentista

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Para o violão popular não há uma posição padrão como há no violão clássico. Sentado o violonista apóia o violão sobre a perna esquerda, que devera estar apoiada em banquinho de mais ou menos vinte centímetros. O dedo polegar da mão esquerda deve permanecer sempre que possivel no centro posterior do braço do violão.
Mas devemos observar algumas coisas necessárias a um melhor desempenho futuro. Se por acaso você quiser tocar de pé, será necessário que você adquira uma correia, que você poderá comprar em qualquer casa de venda de instrumentos musicais, esta correia deve ser bem larga para evitar que tenhamos dificuldades em permanecer durante um tempo muito longo com o instrumento pendurado devido a dores no ombro.
Segure o instrumento de forma que sua coluna permaneça reta, ou seja, evite curvar-se para ver as casas no braço do violão, e se você ainda vai realizar compra de um violão, observe que em alguns violões os botões ficam na parte superior do braço justamente para que você localize as casas sem ter que olhar diretamente para as casas. Quando tocar sentado evite se apoiar sob o violão, permaneça com a coluna reta sempre evitando olhar para o braço do violão.

CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Técnicas

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Slide
O slide consiste em tocar uma nota e imediatamente após "escorregar" o dedo para outra casa. O som das notas de transição de uma casa para outra serão quase inaudíveis, a não ser que seja proposital fazer soá-los.

Exemplo

E--------------------
B--------------------
G----------2s5-------
D--5s7--7-------5s7--
A--------------------
E--------------------



Bend
Consiste em tocar uma nota e move-la junto ao braço fazendo com soe com o som mais agudo, caracterizando o som de outra nota. O bend pode ser de 1/4 de tom, 1/2 tom, 1 tom, 1 tom e 1/2, 2 tons, 2 tons e 1/2 ou 3 tons.
Nas cordas agudas puxa-se a corda pra cima, nas graves para baixo.

Exemplo

E--------------------
B--------------------
G-----5b----5b-------
D--5b----5b----7-----
A--------------------
E--------------------

Neste caso o "b" representa um bend de 1/2 tom, a nota dó da casa 5 ao sofrer o bend soou como um dó sustenido.



Pré-Bend
Consiste em puxar uma nota para alcançar o som que se queira e após isso executar a nota, a diferença do pré-bend pro bend é que no bend primeiro você toca a nota do traste que está marcando e depois ergue a corda e no pré-bend você primeiro ergue a corda e depois toca, omitindo a nota de origem. Também vai de 1/4 de tom à 3 tons.

Exemplo

E--------------------
B--------------------
G-----b5----b5-------
D--b5----b5----7-----
A--------------------
E--------------------

Neste caso, um pré-bend de 1/2 tom, a nota de origem, o dó, não soa, apenas o dó sustenido.



Release
Consiste em "baixar" a corda após um bend ou de um pré-bend.

Exemplo

E--------------------
B--------------------
G--------5br5--------
D--5br5--------7-----
A--------------------
E--------------------



Ligado
O ligado nada mais é do que tocar uma e "martelar" uma casa mais aguda, ou "desmarcar" a nota que foi tocada para uma outra casa mais grave soar. Esse recurso é muito utilizado para licks velozes, pois dispensa o uso de palheta.

O ligado ascendente quando você "martela" uma casa mais aguda também é chamado de hammer on.
O liga descendente quando você "desmarca" a nota atual para soar uma mais grave também é chamado de pull off.

Exemplo

E--------------------
B--------------------
G--------5h7p5-------
D--5h7p5-------7-----
A--------------------
E--------------------



Vibrato
Consiste em fazer leves bends para baixo e para cima seqüencialmente.

Exemplo

E--------------------
B--------------------
G--------5~~~~-------
D--5~~~~-------7-----
A--------------------
E--------------------



Tapping
É usar a mão da palheta para "martelar" uma casa. Esse recurso é usado para alcançar rapidamente regiões mais agudas do braço do instrumento.

Exemplo

E--------------------
B--------------------
G--------5-t17-------
D--5-t17------7------
A--------------------
E--------------------



CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Tríades e Tétrades (acordes de 4 vozes)

terça-feira, 24 de novembro de 2009

As Tríades

Chamamos de Tríade as notas 1, 3 e 5 de uma escala. Estas notas quando tocadas em conjunto formam os Acordes Básicos (Acordes formados com tríades).

Chamamos de acorde quando tocamos 2,3 ou mais notas simultâneamente (ao mesmo tempo). Sendo assim , se ilustrarmos esta idéia com a escala de dó maior teríamos:

C D E F G A B
Notas da escala: 1 2 3 4 5 6 7

Tríade.........C E G

Que tocadas ao mesmo tempo formam o Acorde de Dó Maior.

Se fossemos expressar com as "cifras" vistas anteriormente , usaríamos a letra "C" que conforme já vimos significa "Dó" ( Neste caso Dó Maior)
Todos os acorde de três vozes (é assim que São chamados os acordes baseados em tríades) são formados desta mesma maneira.

Acordes De 4 Vozes

Já os acordes de 4 vozes, são formados pela tríade + Uma nota ( ou seja as tres notas da tríade + uma nota).
Acordes de 4 vozes - ( com a sétima )

Como exemplo vejamos o acorde de "dó Maior c/ sétima maior" que expresso em cifras é representado assim: "C7M".

Ele é construído com as notas na tríade + a sétima nota da escala.

Veja exemplo:

Escala de dó maior - Do re mi fa sol la si
Em cifras - C D E F G A B
Notas as Tríade- 1 3 5

Notas da tríade + 7.a nota da escala - 1 3 5 7

Notas que estão no acorde de Dó Maior
Com sétima Maior (C7M)- Do mi sol si

Podemos tocar estas notas como acorde ou como arpejo.

Qual a diferença entre Acorde e Arpejo?
Chamamos de acorde quando tocamos as notas "ao mesmo tempo" e chamamos de arpejo quando as tocamos uma por uma.

Quando é acorde e quando é arpejo?
A diferença entre acorde e arpejo não está portanto nas notas, mas na maneira como as tocamos em nosso instrumento.

www.artmaia.com

CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Escalas Pentatônicas (Parte 3)

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Vamos começar a chamar as escalas pentatônicas de "pentas", pois é um termo abreviado e bastante usado. Para começarmos é necessário saber que existem penta menor e penta maior, porém a mais conhecida é a menor.
Isso já é o necessário para que você comece a estudar a escala pentatônica. É importante salientar que para que esse estudo comece, o ideal é o praticante já ter alguma iniciação no instrumento.

Pentatônica Menor

-> Escalas Pentatônicas Menores
Formação das Pentatônicas Menores:
Tonica, 3ªm, 4ªjusta, 5ª e 7ªm.

Vejamos o exemplo da Penta Menor de A(lá):
Tonica: A(lá)
3ªm: C(dó)
4ªjusta: D(ré)
5ª: E(mí)
7ªm: G(sol)
Ficando no braço do instrumento da seguinte forma:
e--------------------------5-8-
B---------------------5-8------
G----------------5-7-----------
D-----------5-7----------------
A------5-7---------------------
E-5-8--------------------------
A C D E G A C D E G A C
OBS: Repare que as notas se repetem até acabar as cordas.

Para achar a penta de outra nota basta repetir o processo.
Vejamos o exemplo da pentatônica de E{mí):
Tonica: E(mí)
3ªm: G(sol)
4ªjusta: A(lá)
5ª: B(sí)
7ªm: D(ré)
Ficando no braço do instrumento da seguinte forma:
e--------------------------0-3-
B---------------------0-2------
G----------------0-2-----------
D-----------0-2----------------
A------0-2---------------------
E-0-3--------------------------
E G A B D E G A B D E G
OBS: Repare que, novamente, as notas se repetem até acabar as cordas.

CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Escalas Pentatônicas (Parte 1)

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

As escalas pentatônicas são formadas por cinco notas. Há dois modos mais utilizados: um que suprime o 2º grau e o 6º grau da escala (lá – dó – ré – mi – sol) que corresponde ao modo menor; e outro que suprime o 4º grau e o 7º grau da escala (lá – si – dó# - mi – fá#) que corresponde ao modo maior. Existem ainda outras formas de escalas pentatônicas que serão vistas em outros estudos.


Pentatônica de dó:

dó - ré# - fá - sol - lá# - dó (s) (menor)

dó – ré – mi – sol – lá – dó (maior)

dó - mi - fá - sol - lá# -dó (maior com 7)


Pentatônica de ré:

ré - fá - sol - lá - dó - ré (menor)

ré – mi – fá# - lá – si – ré ( maior)

ré - fá# - sol - lá - dó - ré (maior com 7)


Pentatônica de mi:

mi - sol - lá - si - ré - mi (menor)

mi – fá# - sol# - si – dó# - mi (maior)

mi - sol# - lá - si - ré - mi (maior com 7)


Pentatônica de fá:

fá - sol# - lá# - dó - ré# - fá (menor)

fá – sol – lá – dó – ré – fá (maior)

fá - lá - lá# - dó - ré# - fá (maior com 7)


Pentatônica de sol:

sol - lá# - dó - ré - fá - sol (menor)

sol – lá – si – ré – mi – sol (maior)

sol - si - dó - ré -fá - sol (maior)


Pentatônica de lá:

lá - dó - ré - mi - sol - lá (menor)

lá – si – dó# - mi – fá# - lá (maior)

lá - dó# - ré - mi - sol - lá (maior)


Pentatônica de si:

si - ré - mi - fá# - lá - si (menor)

si - ré# -mi - fá# - lá - si (maior)


Pentatônica de fá#:

fá# - lá - si - dó# - mi - fá# - lá (menor)

fá# - lá# - si - dó# - mi - fá# (maior)


Pentatônica de dó#:

dó# - mi - fá# - sol# - si - dó# (menor)

dó# - fá - fá# - sol# - si - dó# (maior)



Pentatônica de ré#:

ré# - fá# - sol# - lá# - dó# - ré# (menor)

ré# - sol - sol# - lá# - dó# - ré# (maior)


Pentatônica de sol#:

sol# - si - dó# - ré# - fá# - sol# (menor)

sol# - dó - dó# - ré# - fá# - sol# (maior)


Pentatônica de lá#:

lá# - dó# - ré# - fá - sol# - lá# (menor)

lá# - ré - ré# - fá - sol# - lá# (maior)

APRENDA A TOCAR VIOLÃO E GUITARRA A DISTÂNCIA!

segunda-feira, 26 de outubro de 2009



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O Principiante / O violão / A Guitarra / As cordas / O agudo e o grave / A mão direita / A mão esquerda / Exercícios / Escalas e notas musicais / Acordes / Cifras / O tom maior e o tom menor / Anatomia do Violão / Cuidados com o instrumento/ A postura / Técnicas da mão esquerda/ A palheta/ Como usar a palheta / Os acordes básicos / Tipos de palhetas/ Exercícios para a mão direita / Exercícios com palheta/ Exercícios para a mão esquerda/ Ritmos/ A Pestana/ Acordes com pestana /Efeitos eletrônicos / Anatomia da guitarra / Os captadores / Afinação / Solos práticos / Os tons e os semitons / localização das notas no braço do instrumento / Conceitos básicos sobre a música/ O acompanhamento/ O sustenido/ O bemol/ A escala diatônica/ A escala cromática/ Os ritmos mais usados/ Seqüências rítmicas/ Os graus da escala/ A teoria dos três acordes/ Tablaturas/ Os acordes na tablatura/ O dedilhado na tablatura/ As dúvidas mais comuns/ Como trocar as cordas/ Como melhorar a ação das cordas/ Escalas/ Entendendo as escalas maiores/ Construindo as escalas maiores/ Cromatismo/ Exercícios de cromagem / O mapa das notas/ Como obter notas oitavadas/ Transportando acordes com pestana/ Exercícios de prática de escalas/ A teoria da construção dos acordes/ Músicas cifradas/ Transporte de tonalidade/ Progressão de acordes/ Intervalos/ Classificação e análise dos intervalos/ Intervalos compostos/ Escala menor natural/ Tríades/ estudando a construção de tríades/ Padrões de dedilhados/ Seqüências dedilhadas/ Acordes relativos/ Notas enarmônicas/ Ritmos Brasileiros/ Trocando as cordas da Guitarra/ Técnicas de Solo/ Hammer-on/ Pull off/ Bend/ Slide/ Dicas, exercícios e tablaturas/ Curiosidades musicais/ O tom de uma música/ Os acordes principais de um tom/ Pequeno dicionário de acordes/ Padrões rítmicos/ Dedilhados e levadas/Tríades / Escalas / Campo Harmônico / Harmonização / Inversões / Digitações / Padrões Melódicos / Padrões rítmicos / Princípios de harmonia / Formação de Acordes / Acordes Dissonantes / Estilos musicais / Como tocar Intervalos / Como ler e entender as partituras / Exercícios e Dicas / Variações do bordão / Ritmos e acompanhamento / Técnicas instrumentais / Escalas Pentatônicas / Músicas e Tablaturas / Substituição de Acordes, Improvisos, etc...

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CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Breve História da Guitarra

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

A guitarra elétrica é bem mais antiga do que muitos pensam, nasceu em 1930, uma velhinha charmosa de 77 anos (em 2007)! Historicamente é difícil precisar as origens deste instrumento que fascina multidões desde seu surgimento. Para quem pensa que a guitarra é uma simples evolução ou adaptação do violão, engana-se.

Nada muito exato, mas a teoria mais aceita é que a guitarra seja mesmo uma evolução de um instrumento espanhol de nome vihuela que também é evolução de outros instrumentos. Em outras línguas, como o inglês, não há distinção entre violão e guitarra. (Acoustic GUITAR, electric GUITAR) A nossa língua é uma das poucas que os distinguem.

A guitarra, a nascida em 1930, era obviamente muito diferente do que é hoje em dia, seu som não tinha muita expressão, era ruim e baixo... Foi aí que surgiram os captadores eletrônicos. Mas eram rudimentares e produzia um feedback infernal, em grande parte por causa do corpo acústico do instrumento, então entra em cena o grande Les Paul (sim, sua guitarra favorita tem esse nome por causa desse sujeito!) que simplesmente mudou para sempre os rumos da guitarra elétrica introduzindo o corpo maciço de madeira, que é como ela é conhecida até hoje. (Salvo, obviamente os instrumentos específicos construídos em corpo semi-acústico)

Em 1932 a Rickenbacker começa a produção de guitarras, sendo oficialmente a primeira guitarra elétrica comercializada. O nome do modelo era Electro Spanish. Quem nunca sonhou em ter uma Rickenbacker de som cristalino e brilhante?

Claro que não podemos esquecer de mencionar o senhor Clarence Leo Fender, responsável por criações memoráveis e eternas como a legendária Fender Stratocaster. Ícone absoluto. Talvez o modelo mais adotado por todos os guitar heros de várias gerações, de Jimi Hendrix a Eric Clapton, de Jeff Beck a Yngwie Malmsteen. Quem aqui não tem na cabeça com todos os detalhes a famosíssima cena de Hendrix ateando fogo em sua Strato?

Nosso instrumento ficou mais popular depois da segunda guerra e depois disso caiu na graça do povo nos anos 50 e 60. Hoje em dia, como disse um músico: “A guitarra é um acessório de moda.” Será?

Não sei, mas o clichê de dizer que guitarra é sinônimo de rebeldia, atitude e força musical são é pura verdade. Não tem outra não! Ou você acha que um DJ impressiona mais que um guitarrista debulhando uma simples pentatônica?.

CURSO GUITAR BASIC

domingo, 27 de setembro de 2009

APRENDA DEFINITIVAMENTE A TOCAR VIOLÃO E GUITARRA!
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CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Mão Direita e Mão Esquerda

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

A Mão Direita
O dedo polegar. Quase sempre tocará as cordas 6 (mi), 5(la) e 4 (re). Para uma melhor reprodução do som podemos utilizar uma dedeira, que pode ser adquirida em qualquer casa do ramo.
Devemos lembrar que o uso de palhetas evita que tenhamos que deixar as unhas da mão crescer, mas ao mesmo tempo pode-se dizer que a reprodução dos sons que os dedos indicador, médio, anular e mínimo poderá ser melhorada com o uso das unhas compridas.
A mão esquerda
Nesta mão o polegar só trabalha como apoio, o que como o dedo mínimo da mão direita não quer dizer que seja proibido utiliza-lo. Temos conhecimento que alguns guitarristas utilizam este dedo para pressionar as cordas por cima do braço. Já no violão clássico este dedo permanece como apoio e se possivel sempre no centro posterior do braço do violão.

1 Corresponde ao dedo Indicador
2 Corresponde ao dedo Médio
3 Corresponde ao dedo Anular
4 Corresponde ao dedo Mínimo

No início de nossos estudos, pelo fato destes dedos ainda não estarem acostumados , poderemos recorrer as cordas de náilon, para facilitar a reprodução dos sons sem fazer esforços demasiados, mas com o tempo veremos que todas as dificuldades iniciais serão superadas.

CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Temperamento

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Em quantas partes se pode dividir uma oitava? Ou quantas notas se pode ter num intervalo de uma oitava? Historicamente, diversas culturas desenvolveram os seus próprios conceitos e regras para a organização dos sons e a escala sempre esteve presente como a organização das alturas. Na cultura ocidental, o ponto de partida para o desenvolvimento das escalas e para a base teórica foi dado na Grécia Antiga. Pitágoras estudou os modos de vibração de uma corda estendida (instrumento: monocordio) e descobriu a relação matemática entre os harmônicos. Os primeiros sistemas de afinação foram baseados nos fenômenos relacionados com a série harmônica. Eles baseavam a relação das alturas nas razões dos diversos intervalos obtidos na série harmônica.

A cultura ocidental acabou por dividir uma oitava em 12 partes iguais (sistema de temperamento igual), como nos instrumentos digitais. É importante salientar que, na prática, dependendo do instrumento e da técnica instrumental utilizada, não se tem a precisão de dividir minuciosamente a oitava em 12 partes (notas) de igual tamanho, portanto, jogamos sempre com uma “precisão relativa” no que diz respeito ao temperamento.

Instrumentos de afinação fixa ou “temperados” são aqueles em que o menor intervalo é o de 01 semitom. Alguns exemplos: violão, guitarra, cavaquinho, piano, teclado, viola caipira, contrabaixo (com trastes), acordeon, ...

Instrumentos “não temperados” são aqueles que não tem uma afinação fixa e os seus intervalos podem ser menores que 01 semitom. Alguns exemplos: violino, violoncelo, contrabaixo (fretless), flautas doces, cítara (indiana), ...

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terça-feira, 8 de setembro de 2009

CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA
INVERSÃO DE ACORDES
"...a nota que vai no baixo...”

Posição Fundamental = T 3ª 5ª 7ª Tônica vai no baixo.
1ª inversão = 3ª 5ª 7ª T . 3ª vai no baixo
2ª inversão = 5ª 7ª T 3ª 5ª vai no baixo.
3ª inversão = 7ª T 3ª 5ª 7ª vai no baixo.

Acorde com baixo alterado = é quando a nota do baixo não é a tônica(fundamental) do acorde. As inversões mais comuns são essas acima mas, na verdade, qualquer nota pode ir no baixo de um acorde(use o bom senso...). Quanto mais notas tiver um acorde, mais possibilidades de inversões ele terá. A cifra do baixo alterado é:

D/F# : é o acorde de RE Maior com a nota FA# no baixo, ou seja, a 3ª maior do acorde está no baixo(1ª inversão). Observe que a fundamental(tônica) do acorde continua sendo a nota RE, porém, com a nota mais grave(o baixo) sendo a do acorde.

CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Teoria Básica

terça-feira, 1 de setembro de 2009

ESCALA = é uma série de sons ascendentes ou descendentes na qual o último som será a repetição do primeiro.
INTERVALO = é a distância entre dois sons.
SEMITOM (ou 1/2 tom)= é o menor intervalo entre dois sons
TOM = é o intervalo formado por dois semitons.
SUSTENIDO (#) = eleva o som em um semitom.
BEMOL (b) = abaixa o som em um semitom.
MÚSICA = é uma arte cuja a matéria fundamental é o som, que através dele formamos a melodia, harmonia e o ritmo.
SOM = é o choque entre dois objetos sonoros, possui quatro qualidade básicas: altura, intensidade, timbre e duração.
ALTURA = é a propriedade que podemos distinguir os sons graves, médios e agudos.
INTENSIDADE = é a força empregada na execução dos sons. As músicas poderão ser tocadas forte, fraco etc.
TIMBRE = é a qualidade pela qual podemos distinguir o corpo sonoro (instrumentos).
DURAÇÃO = é a qualidade pela qual podemos distinguir o prolongamento das notas.

CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Tablaturas

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Tablatura é uma representação gráfica do braço do instrumento (violão, guitarra e baixo além de outro tipo diferente para bateria e outro ainda mais diferente e muito mais pobre para gaita) que indica todas as notas e acordes que devem ser efetuados durante a música. Uma partitura é o método mais completo para se escrever e tocar música porque possui a marcação do tempo da música e através de uma partitura é possível tocar-se uma música mesmo sem conhecê-la, o que já não acontece com a tablatura (apesar de algumas também apresentarem marcação de tempo) onde você precisa conhecer o tempo da música para tocá-la, mas a tablatura é uma saída muito eficiente, pois é muito simples e objetiva. Veja a seguir as explicações:
As cordas representadas na tablatura correspondem de cima para baixo às cordas do violão (ou guitarra) da mais fina para a mais grossa, ou seja, a corda mais fina Mi (misinha) é a corda que é representada primeiro na tablatura (no caso do baixo a tablatura começa na corda G).
Já sabemos que cada linha corresponde a uma corda do instrumento, os números que são colocados correspondem à casa que será tocada, como no exemplo abaixo, no acorde Am, toca-se a 1ª corda solta, a 2ª corda na 1ª casa, a 3ª corda na 2ª casa e assim por diante.
Quando as notas (os números) são representadas uma embaixo da outra, significa que devem ser tocadas simultaneamente como no caso dos acordes exemplificados abaixo:
Am E G F C
e-------------0-------0-------3-------1-------0----------------
B-------------1-------0-------3-------1-------1----------------
G-------------2-------1-------0-------2-------0----------------
D-------------2-------2-------0-------3-------2----------------
A-------------0-------2-------2-------3-------3----------------
E-------------X-------0-------3-------1-------X----------------
Note no caso abaixo a representação do movimento alternado (^v ^v ), para cima e para baixo, das palhetadas, onde cada nota é tocada isoladamente, pela ordem de leitura, a 6ª
^ v ^ v ^ v ^ v ^ v ^ v ^ v
e-------------------------------------------------5---8--------
B-----------------------------------------5---8----------------
G-----------------------------5---7---8------------------------
D---------------------5---7------------------------------------
A---------5---6---7--------------------------------------------
E-5---8--------------------------------------------------------