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Curso de Violão e Guitarra - O instrumento certo

terça-feira, 5 de novembro de 2013


Compre o instrumento certo para o estilo de música que pretende tocar. Os tipos de guitarras e violões usados com mais frequência em cada gênero musical são:

  • Rock, pop, metal: guitarra elétrica.
  • Rock acústico: violão de cordas de aço.
  • Blues: guitarras semi-acústica e elétrica.
  • Country: guitarra, violão de cordas de aço.
  • Folk: violão com cordas de nylon ou aço.
  • Jazz: violão de cordas de aço e guitarra semi-acústica.
  • MPB e Bossa Nova: violão com cordas de nylon.

Curso de Violão e Guitarra - Técnicas: Ligados, Hammer On e Pull Off

quarta-feira, 18 de setembro de 2013


Essa é uma das técnicas mais características da guitarra. Ela é fácil de aprender e pode se tornar viciante!

Os Ligados unem as notas, fazendo-as fluir ao longo da música.

O que são Ligados?

Ligados são formados por hammer-ons e pull-offs. O hammer-on consiste em "martelar" uma nota no braço da guitarra com os dedos da mão esquerda. O pull-off consiste em puxar e soltar a nota que se está tocando. Em geral, essas duas técnicas são utilizadas em conjunto.

Qual a diferença entre Ligados e Legato?

Legato é um termo que vale para todos os instrumentos musicais e significa tocar uma nota após a outra sem silêncio entre elas.

O contrário de Legato é Staccato, que significa tocar uma nota após a outra com um silêncio (intervalo) entre elas.

Para entender melhor a diferença entre Legato e Staccato, imagine as seguintes frases sendo cantaroladas:

1 - Legato: "Aeaeaeaeaeaeaeaeaeaeaeá."

2 - Staccato: "Tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá."

Os Ligados nada mais são uma forma de tocar Legatos na guitarra. Existem também outras técnicas para se tocar Legatos, como slides, tappings, bends e técnicas de alavanca.

Como tocar Ligados?

Os Ligados são executados pela mão esquerda (ou direita para canhotos). A mão direita apenas tem o trabalho de tocar a corda com a palheta.

Existem várias formas de tocar ligados, apenas combinando os dedos da mão esquerda de formas diferentes. Recomendamos começar pela forma mais fácil, que é usando os dedos indicador e anelar (ou 1 e 3).

Por exemplo:
- segure o Lá da 6ª corda (5º traste) com o dedo indicador;
- com a mão direita, toque a 6ª corda;
- enquanto a nota soa, com o dedo anelar aperte o Si da 6ª corda (7ª traste);
- mantendo sempre fixo o dedo indicador, puxe a 6ª corda ligeiramente para baixo com o anelar e solte-a, fazendo a nota Lá soar novamente;
- você pode fazer isso continuamente, martelando e puxando a corda com o anelar, enquanto o indicador fica fixo.

No início, pode parecer difícil, porque é um movimento totalmente novo para quem está começando a tocar. Mas conforme você for treinando, em pouco tempo seus dedos "aprenderão" a técnica. Na guitarra é um pouco mais fácil de tocar que no violão, pois suas cordas são mais "moles".

Por que usar Ligados?

Os Ligados, além de tornarem o som da guitarra mais interessante através de passagens naturais, são uma excelente forma de tocar com velocidade. Os Ligados proporcionam agilidade aos solos com tanta facilidade que eles se encaixam naturalmente em qualquer tipo de solo, desde jazz até metal.

Outra razão para treinar Ligados é que eles são a base para se aprender uma outra técnica, o Tapping. Quanto melhor você for em Ligados, melhor será em Tappings.

Quem usa?

Jimi Hendrix, Allan Holdsworth e Joe Satriani são apenas alguns dos muitos guitarristas que fizeram dos Ligados uma parte essencial de seus estilos. Experimente escutar músicas desses três guitarristas para observar como os Ligados podem ser utilizados de formas bem distintas.


Fonte Original dessa matéria: GuitarCoast.




Dicas e Aulas de Violão e Guitarra - Curiosidade Musical

segunda-feira, 2 de setembro de 2013


          O que muitos músicos não sabem é que os melhores guitarristas do mundo praticam seus exercícios de velocidade em um violão comum, acústico, sem amplificadores. Isso porque o peso das cordas é perfeito para um rápido desenvolvimento muscular dos dedos. Em uma guitarra elétrica, por causa das cordas macias e da amplificação, leva-se mais tempo até se atingir o mesmo progresso. Porque os músculos não são forçados, não se exercitame não se desenvolvem tão bem.


Curso de violão e guitarra - Acústico versus elétrico

segunda-feira, 22 de julho de 2013


A guitarra elétrica é bem diferente de um violão ou guitarra acústica. Com uma variedade mais ampla de sons possíveis, ela é muito mais versátil. Contudo passar de um instrumento a outro não será muito difícil. Os maiores problemas são físicos. Por exemplo, a guitarra elétrica pode ser muito pesada e desconfortável para os ombros e pescoço.
Embora os dois tipos de instrumento tenham tamanhos aproximados, a largura da escala da guitarra é bem mais estreita: as cordas ficam mais próximas. Se você está habituado a apertar as cordas de um violão, será necessário unir mais os dedos na guitarra. A menos que tenha as mãos muito grandes, todavia, logo se acostumará com a adaptação. 

Curso de Violão e Guitarra - As escalas mais usadas (Parte 01)

segunda-feira, 15 de julho de 2013


A Escala Maior

A Escala Maior é a mais importante de todas, pois a partir dela, obtemos todas as outras escalas. A fórmula para obtermos essa escala é:

Tônica - 2ª - 3ª - 4ª - 5ª - 6ª - 7ª - Oitava

Os intervalos são: 
Tônica --1 tom--> 2ª --1 tom--> 3ª --1/2 tom--> 4ª --1 tom--> 5ª --1 tom--> 6ª --1 tom--> 7ª --1/2 tom--> 8ª

Exemplos:
1 - se a tônica for C (Dó), temos: C D E F G A B C (Escala Maior de Dó).
2 - se a tônica for A (Lá), temos: A B C# D E F# G# A (Escala Maior de Lá).

Aplicando na guitarra:

1- Escala Maior de Dó:

e-----------------------------------------
B-----------------------------------------
G-----------2-4-5-------------------------
D-----2-3-5-------------------------------
A-3-5-------------------------------------
E------------------8-10-12-13-15-17-19-20-
1 3 1 2 4 1 2 4 1 2 4 1 2 4 1 2

ou

2- Escala Maior de Lá:

e-----------------
B-----------------
G-----------------
D-------------6-7-
A-------5-7-9-----
E-5-7-9-----------
1 2 4 1 2 4 1 2


Estes são apenas alguns exemplos de possibilidade de patterns (seqüências prontas) para a Escala Maior. Note que você pode aplicá-la em qualquer lugar do braço do violão ou guitarra, colocando a tônica em posições diferentes (ex: C no 8º traste da E grave ou 1º traste da B). 

É importante não ficar viciado em padrões "sobe-e-desce" da escala, pois isso limita sua criatividade na hora de escrever os licks. Tente improvisar sobre a escala de diferentes formas. Esta escala soa bem sobre os acordes maiores e tem uma sonoridade "alegre". É muito utilizada em rock, country, jazz e fusion.

 A Escala Menor

A Escala Menor é a Escala Maior com bemóis na 3ª, 6ª e 7ª. Logo, a sua fórmula é:

Tônica - 2ª - 3ª b - 4ª - 5ª - 6ª b - 7ª b - Oitava

Os intervalos são:

Tônica --1 tom--> 2ª --1/2 tom--> 3ª b --1 tom--> 4ª --1 tom--> 5ª --1/2 tom--> 6ª b --1 tom--> 7ª b --1 tom--> Oitava
Exemplo:

Escala Menor de Fá: F G Ab Bb C Db Eb F

Aplicando na guitarra ou violão: Fá Menor

e--------------------
B--------------------
G-------------6-8-10-
D------6-8-10--------
A-8-10---------------
E--------------------
1 3 1 2 4 1 2 4

Novamente (aliás, sempre), você pode criar quantos patterns quiser sobre a escala: basta tocar em lugares diferentes do braço. Quanto a sonoridade, essa escala soa mais melancólica, é muito utilizada nos mais diferentes estilos (pop, blues, rock, fusion, country e heavy metal) e é tocada sobre acordes menores.

Uma nota importante a se fazer é o fato de toda Escala Maior ter uma relativa Menor e vice-versa. Para descobrir qual é a relativa Menor, observe a 6ª nota da Escala Maior (ex: relativa menor de C é A); para a relativa Maior, veja a 3ª da Escala Menor (ex: relativa maior de D é F).

Escala Pentatônica Menor

Junto com a Pentatônica Maior, é a escala mais simples que você pode aprender. São apenas cinco notas . mas que soam muito bem e, pelo que me consta, é a escala mais utilizada em toda a história da guitarra elétrica. Alguns mestres nessa escala: Stevie Ray Vaughan, Eric Clapton, Jimmy Page e, claro, B.B. King e Jimi Hendrix.

É uma escala fácil de se tocar porque, como o número de notas é menor, a margem de erro no improviso também é menor. A fórmula é:

Tônica - 3ª b - 4ª - 5ª - 7ª b – Oitava

Exemplo: Penta Menor de E

e------------------------------------
B----------12-15b17--b17r15-12-------
G----12-14---------------------14----
D-14------------------------------14-
A------------------------------------
E------------------------------------
3 1 3 1 2 2 1 2 2


A escala é aplicável em quase todos os estilos musicais e soa bem sobre acordes Menores, Menores com 7ª ou com 7ª Dominante


Escala De Blues

Como o próprio nome já diz, é muito usada em blues. Trata-se de uma Pentatônica Menor com uma 5ª Menor incluída. Logo:

Tônica - 3ª b - 4ª - 5ª b - 5ª - 7ª b – Oitava

Exemplo -- Blues em E: E G A Bb B -D E

Na guitarra, temos, em E:

e-17-15----------------------------------
B-------17-15----------------------------
G-------------16-15-14-12-14b16-14-12----
D-------------------------------------14-
A----------------------------------------
E----------------------------------------

Tocamos essa escala sobre acordes Menores, Menores com 7ª, Menores com 9ª, 7ª Dominante e 9ª Dominante. 

Escala Pentatônica Maior

Essa escala é muito usada em country devido a sua sonoridade característica. Para obtê-la, utilizamos a mesma fórmula de construção do acorde Maj6/9:

Tônica - 3ª - 5ª - 6ª - 9ª - Oitava ou, se você preferir (é a mesma coisa): Tônica - 2ª - 3ª - 5ª - 6ª - Oitava

Exemplo -- Penta Maior de F: F G A C D F

Aplicando na guitarra, em F:

e----------------------------
B----------------------------
G----------------------------
D---------8-10b12-12---------
A-8-10-12------------12-10-8-
E----------------------------
1 2 4 1 2 4 4 2 1

É tocada sobre os acordes Maiores, Maiores com 7ª e com 7ª Dominante

Escala Menor Harmônica

É uma escala derivada da Escala Menor Natural. Apenas adicione um sustenido na 7ª:

Tônica - 2ª - 3ª b - 4ª - 5ª - 6ª b - 7ª - Oitava

Exemplo -- Menor Harmônica em A: A B C D E F G# A

Aplicando no braço:

e---------------------
B---------------------
G---------------------
D-----------------6-7-
A-------5-7-8-7-8-----
E-5-7-8---------------
1 2 4 1 2 4 2 4 1 2

Sua sonoridade é bem próxima a da Escala Menor Natural. Cai muito bem em solos rápidos estilo Yngwie Malmsteen (ouça esse cara tocar se você não o conhece ainda!).


Aulas de Violão e Guitarra - Escalas e Modos Gregos

quarta-feira, 8 de maio de 2013


Introdução

Para completo entendimento desse assunto é necessário que os desenhos dos Modos Gregos e Pentatônicas, estejam bem decorados, por isso, treine bastante as escalas até que estejam perfeitamente memorizadas. Nessa seção iremos abordar sobre vários assuntos relacionados às escalas, tentarei descomplicar o estudo, você aprenderá a entender as escalas e aplica-las baseando-se no campo harmônico. Darei varias dicas importantes, assim como explicações esclarecedoras, mas vale salientar que é muito importante a completa memorização dos desenhos, pois agora estamos entrando em um estudo mais avançado.

Explicação

É muito importante, antes de nos aprofundarmos no assunto, esclarecermos certos pontos relacionados às escalas. Os Modos Gregos são compostos de 5 desenhos,mas na verdade são 7 escalas, pois Lôcrio/Jônio e Frígio/Lídio na verdade são 2 escalas "embutidas" em 1 desenho.

As escalas estão escritas no que eu chamo de posição natural, onde você estará tocando somente notas naturais, ou seja, sem “Sustenidos’ e “Bemóis”, essa vai ser nossa área de estudo”. Cada escala corresponde a uma nota tônica, vamos a elas:

MIXOLÍDIO: G
EÓLIA: A
LÔCRIO: B
JÔNIO: C
DÓRICO: D
FRÍGIO: E
LÍDIO: F

Veja porquê Lôcrio/Jônio e Frígio/Lídio são formados por um desenho mas na verdade são, na teoria, escalas diferentes, Lôcrio/Jônio são correspondentes as escalas de B/C, notas que você anda ½ tom, assim como o FrÍgio/Lídio correspondem a E/F notas que também andam ½ tom. Agora vamos descomplicar o pensamento em relação as escalas! Todos os modos são formados pelas mesmas notas, sendo, por exemplo, a escala Mixolidio formada pelas notas:

G/A/B/C/D/E/F/G/ETC

E a Eólia formada pelas notas:

A/B/C/D/E/F/G/ETC

E assim por diante, as únicas coisas que mudam de uma escala para outra são: o desenho, e a nota de saída da escala, sendo o desenvolvimento dela igual em todas as outras escalas. Se todas as escalas têm as mesmas notas, elas seriam iguais então? Na teoria não, mas na pratica sim! Todas elas têm a mesma importância, em um solo todas elas podem ser encaixadas perfeitamente, porque como vimos, em matéria de notas, não há diferença entre elas.

É muito importante deixar isso bem claro, porque muitos alunos tinham uma visão burocrática da escala, por exemplo, sobre escala maior e escala menor. Na verdade, na pratica não existe escala maior ou menor, ora todas as escalas são iguais, porque haveria de existir escala maior ou menor, o quê na verdade seria correto dizer é que existe escala com desenho maior e desenho menor.
Note que todas os desenhos se encaixam entre si, a ideia seria; onde termina uma escala já é o começo da outra, então elas têm uma sequencia lógica, o que é claro, facilita o estudo de visualização. No assunto campo harmônico foi dito que escalas e acordes estão juntos, embutidos em uma coisa só, por exemplo, a escala Eólia começa em A; que acorde, maior ou menor casaria com a escala?

A ou Am? Visualizando, você verá que é o Am porque não há "sustenidos" nesse acorde, portanto a Eólia têm um desenho menor, mas isso não quer dizer que é uma escala menor porque na Jônio por exemplo, se encaixa um acorde de C, então ela seria uma escala com desenho maior, mas na Eólia, assim como na Jônio, nós temos as mesmas notas, então não há diferença em nenhuma das duas, você poderá usar qualquer escala, em qualquer base, é claro com certos critérios que serão citados aqui. No campo harmônico os graus são relacionados às escalas sendo:

Primeiro grau: Jônio
Segundo grau: Dórico
Terceiro grau: Frígio
Quarto grau: Lídio
Quinto grau: Mixolidio
Sexto grau: Eólia
Sétimo grau: Lôcrio

Para que você possa entender melhor o assunto explicado procure estudar mais sobre Campo Harmônico. Agora você tem que sempre pensar nas escalas como uma unidade, temos os desenhos, mas todo o bloco é importante. O que vai acontecer muito com escalas é a mudança de região, mas tudo é feito matematicamente. Temos o campo harmônico original, onde seria a área de estudo e onde você não encontrará sustenidos, mas veja por exemplo, o campo harmônico de G.

G é claro está no primeiro grau que é da escala Jônio, então faça a escala Jônio sair da nota G na 6ª corda, e pronto você fez a transposição correta! E as outras escalas vão andar proporcionalmente. No campo já estarão escritas as posições, mas você pode fazer isso usando a lógica, onde termina uma, começa a outra e assim por diante! As escalas não mudam de ordem, elas mudam de região, tudo matematicamente. Sempre depois da Jônio virá a Dórico e depois da Dórico, Frígio e assim por diante! Por isso é muito importante decorar as escalas muito bem, para ter opções de vários desenhos. As trilhas, por exemplo, são nada mais nada menos que formas prontas de duas ou mais escalas juntas e são importantes para conhecer novas formas.

As Pentatônicas são um resumo dos Modos Gregos, "Penta" significa 5, elas são as 5 tônicas dos Modos Gregos, e cada Modo Grego têm a sua Pentatônica correspondente, e só dar uma olhada nos desenhos, e para usá-las é a mesma coisa, elas acompanham os Modos. Existe um truque para solar em "Blues", que seria o seguinte: o "Blues" tem uma sonoridade muito característica, para seguir adiante temos que entender a sonoridade, o quê torna o "Blues" tão peculiar.

O "Blues" basicamente é construído por acordes maiores, mais especificamente é só pegar os acordes do Primeiro/Quarto/Quinto graus, esses graus são todos maiores, e em qualquer campo harmônico tocando essa sequencia você terá uma "cadência Blues"!

A particularidade do "Blues" vem de um efeito harmônico muito interessante, o "Blues" então é criado basicamente por acordes maiores, o quê caracteriza se um acorde é maior ou menor (consulte formação de acordes) seria o intervalo de terça, e temos a terça maior para acordes maiores e a terça menor para acordes menores, para ter um efeito "Blues", é tocado junto com o acorde maior a terça menor desse acorde, por exemplo, vamos pegar a tônica de um "Blues" em um campo harmônico natural, o de estudo, a tônica do "Blues" estaria no primeiro grau, C, o acorde de C (Dó maior) é formado pela terça maior que é a nota E, toque junto a nota Eb, que é a terça menor, pronto esse é o efeito "Blues"( Blue Note). Note que na Penta Blues, a nota a mais que ela tem é exatamente o Eb!!

Mas ainda não é só isso, o que os guitarristas de "Blues" fazem é mais radical; por exemplo: um "Blues" no campo harmônico natural seria basicamente C/F/G, você de cara pode solar em, Modos gregos, Pentatônicas e Penta blues na posição original sem problemas, vai ficar bem legal.

Mas para ter o efeito "Blues" realmente, pegue somente a Pentâtonica e a Penta blues e faça andarem 1 tom e ½ à frente da posição original! Agora sim você estará solando com a sonoridade "Blues"! Mas o quê foi feito na verdade?

A idéia "Blues" é você tocar em cima de acordes maiores a terça menor da tônica do "Blues" certo? Agora vejamos, o tom do "Blues" natural é C, que escala faz parte desse tom? A escala Jônio, que é claro uma escala com desenho maior, andando todos os desenhos 1 tom e ½ a frente, que escala está agora em C? Seria a Eólia que é uma escala com desenho menor.Ou seja a idéia básica, que era tocar em cima de um acorde maior a terça menor, se estendeu para onde havia uma escala com desenho maior para agora uma com desenho menor,  não é demais?

O quê é muito importante dizer é que quando você desloca as escalas 1 tom e ½ à frente, só use Pentas e Penta blues e esse efeito é só para "Blues", ou para músicas que usem o primeiro, quarto e quinto graus do campo harmônico. Então veja que linha de raciocínio simples que você pode seguir agora! Imagine um "Blues" em E. A tônica de um "Blues" é sempre um acorde do primeiro grau. ENTÃO ESTE SERIA O CAMPO HARMÔNICO DE E. Um Blues nessa tonalidade seria formado basicamente por, E/A/B, (primeiro grau/quarto e quinto) a tônica do "Blues" é sempre o acorde do primeiro grau.

Você poderia usar a Jônio saindo de E, Modos gregos /Pentatônicas, e poderia também usar a Penta da Eólia em E, o que daria o efeito "Blues"! É o mesmo raciocínio para todos os campos. LEMBRANDO QUE, QUANDO VOCÊ PEGA A PENTA DA EÓLIA E ANDA 1TOM E ½ A FRENTE, TODOS OS OUTROS DESENHOS ANDARAM PROPORCIONALMENTE.  A IDEIA DE PEGAR A EÓLIA E SÓ PARA FACILITAR O RACIOCINIO.

Conclusão

Todos os desenhos de escalas são importantes. As escalas são formadas pelas mesmas notas, sendo a Jônio, Lídio e Mixolídio, desenhos "maiores" e, a Eólia, Dórico, Frígio, desenhos "menores". Lócrio desenho meio diminuto ou 5+. Efeito "Blues" é conseguido pelo deslocamento das Pentatônicas, Penta blues 1 tom e ½ a frente. Faça um estudo para decorar seqüências de acordes de diversos campos harmônicos, assim você poderá identificar mais rapidamente que campo está sendo usado por determinada musica.

Curso de violão e guitarra - As unhas no estudo do instrumento

terça-feira, 7 de maio de 2013


Apertar uma nota corretamente próxima do traste do violão ou da guitarra, será mais difícil se as unhas da mão esquerda estiverem muito longas. Um bom teste é esticar a ponta dos dedos e apertá-las para baixo sobre uma superfície horizontal. Se alguma das unhas atingir a superfície antes da polpa do dedo, com certeza a unha precisa ser aparada. Violonistas e guitarristas que fazem dedilhados costumam ter as unhas da mão direita compridas o suficiente para tocar.

Curso de Violão - Saiba um pouco mais sobre o violão

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Um dos instrumentos musicais mais populares do mundo, o violão é uma excelente forma de se iniciar na música. Existem violões feitos especialmente para os mais diversos estilos, do rock ao clássico. Na hora de escolher é bom estar atento à madeira utilizada e ao acabamento do instrumento, pois eles são fundamentais para definir a qualidade sonora do violão. No caso do violão elétrico, um bom captador, com opções de ajustes de som, como agudos, médios graves, é imprescindível.Conheça melhor alguns termos utilizados na descrição do instrumento:  
Captação
Instrumentos de captação passiva são aqueles em que a vibração captada das cordas pelos captadores é enviada diretamente ao amplificador praticamente sem tratamento eletrônico.
Instrumentos de captação ativa possuem um circuito (alimentado por uma bateria de 9 volts colocada geralmente na parte posterior do instrumento) que submete o som a tratamento antes de o enviar para o amplificador. Desta forma instrumentos com captação ativa possuem mais possibilidades de tratamento e variação dos timbres. O som resultante é mais limpo.
Embora haja hoje uma preferência por instrumentos de captação ativa, existem ainda correntes de músicos que preferem o som mais natural da captação passiva.


Equalizador
O equalizador permite a regulagem do som nos violões elétricos ou eletros-acústicos. Quanto mais bandas ou opções de equalização de agudos, médios e graves, melhor.

Violão Clássico
O violão clássico é feito de madeiras mais nobres e possui excelente sonoridade, normalmente é feito por luthiers.

Violão Acústico
O violão acústico ou "tradicional" é o modelo de violão simples, sem nenhum tipo de captação interna.

Violão Elétrico
Este modelo possui um captador e uma saída onde é encaixado um cabo que conduz o som ao amplificador, mesa ou caixa de som. O violão elétrico dispensa o uso de microfones.

Eletro-acústico
Este modelo possui captador e caixa acústica, ou seja, produz som tanto em seu estado natural quanto ligado à um amplificador.

Cordas Nylon / Aço
O encordoamento, como é chamado o conjunto de cordas do violão, também merece destaque. Pode ser de dois tipos: Nylon ou Aço. A sua escolha depende basicamente do estilo de música que você irá tocar em seu violão. Para MPB ou pagode, por exemplo, muitos músicos preferem o encordoamento de nylon, já para o Rock o mais comum é utilizar cordas de aço. Um jogo de cordas de guitarra ou violão, seja de aço ou nylon, tem sua durabilidade proporcional à qualidade, ao tempo de uso e a manutenção destas cordas. Limpar as cordas com um pano de algodão sempre que você acabar de tocar ajuda, pois evita o acúmulo de sujeira, suor e gordura que, com o tempo, danifica as cordas e, conseqüentemente, o timbre e a afinação de seu instrumento.

Cutaway
Diz respeito ao formato do violão. O formato Cutaway facilita o acesso às notas mais agudas do violão porque possui um pequeno corte. O contraponto é que existe uma pequena perda de volume, e na resposta dos graves.
Acabamento envernizado
O acabamento envernizado garante a proteção da madeira do violão, mantendo a qualidade sonora do instrumento.

Tampo / Lado / Braço
São as partes que compõem o violão. Deve-se ficar atento à madeira utilizada, pois ela é importante na definição das características e da qualidade do instrumento.

Formato
Existem diversos formatos diferentes; o violão flat possui caixa fina, têm menos volume desplugado, mas são mais leves e confortáveis de se usar, principalmente de pé. O violão folk, também conhecido como dreadnought possui um som mais versátil, pesado e metálico. Ele é muito utilizado nas baladas pop/rock, na música folk em si, e no rock em geral (como as canções de Neil Young, por exemplo). Esses violões possuem mais peso, mais médios e agudos. Os violões jumbo são grandões, largos e arredondados. Possuem um grave poderosíssimo, e uma boa separação entre médios e agudos, ideal para baladas blues, dedilhados e canções no estilo James Taylor, por exemplo, pois sua definição de timbre é bem presente.

Melhores Fabricantes
Procurem sempre adquirir violões de boa qualidade; listarei abaixo alguns fabricantes que recomendo e que você pode confiar:
Phoenix, Takamine, Fender, Crafter, Gibson, Tagima, Eagle, Yamaha, Condor, Marquês, Ibanez, Di Giorgio e Giannini.


IMPORTANTE

Nunca se esqueça de alongar bem antes de tocar para evitar lesões. Não estale os dedos; apenas alongue.


Trabalho e pesquisa realizados por Ludilan Tavares Marzano com o objetivo de orientar os iniciantes na música e os que estão interessados em adquirir um violão.

Nunca é tarde para se dedicar à música, nunca é tarde para sentir inigualável emoção! Música é arte, é vida!
Marzano, Ludilan.

Aprenda de modo rápido e sem complicações!

terça-feira, 12 de março de 2013


Todos os cursos de violão e guitarra do Grupo ArtMaia Music são acompanhados de Módulos de estudos teóricos e práticos coloridos, CDs didáticos, Vídeo aulas selecionadas na área vip, Suporte do professor on-line, 2 afinadores virtuais, programas exclusivos e completos (Dicionário de acordes, Editor de tablaturas, metrônomo, etc…), Exercícios musicais cifrados, páginas para exercícios e anotações musicais (tablaturas, acordes e partituras), Repertório selecionado; mais de 2000 tablaturas para exercicios, Senha personalizada de acesso a  exclusiva área Vip ArtMaia, onde disponibilizamos um grande material de apoio aos estudos (vídeos, exercicios, etc…), Carteira de estudante e Certificado de Conclusão.
  Para aprender a tocar com os cursos do Grupo ArtMaia Music, basta apenas ter um instrumento musical seja ele violão ou guitarra e dispor ao menos de 4 horas semanais para praticar no instrumento e estudar as lições que são explicadas passo a passo. Conheça todos os cursos a distância oferecidos pelo Grupo ArtMaia Music clicando aqui.

Curso de Violão - O Fingerpicking

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013


   Quem deseja se aprofundar no estudo do violão folk americano deve se dedicar a uma análise mais detalhada do fingerpicking. Este estilo nasceu e se desenvolveu com o blues. Entre as décadas de 20 e 30 o fingerpickingfoi adotado por músicos brancos e se tornou, uma das técnicas fundamentais do violão country americano.
Fingerpicking, literalmente significa “beliscar com os dedos”, entendendo-se, com esta expressão, a técnica de dedilhar cada corda com determinados dedos da mão direita; ele se contrapõe ao strumming, em que as cordas são tocadas todas juntas, com movimentos do alto para baixo (ou vice-versa) de toda a mão, e com eventual auxílio de uma palheta comum. Com o fingerpicking, o violão pode desempenhar ao mesmo tempo a parte de instrumento solista e a de acompanhamento. As notas graves, tocadas com o polegar, constituem, de fato, uma sólida base rítmica sobre a qual é possível desenvolver a melodia, que se desenrola sobre as cordas dedilhadas. 

Curso de violão e guitarra - Estudando com o metrônomo

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

O andamento de uma música é a velocidade com a qual a mesma deve ser tocada. A indicação do andamento pode ser feita, na partitura, com sinais – geralmente escritos em italiano – que se referem à graduação existente na haste do metrônomo. Atualmente existem vários tipos de aparelhos que auxiliam o músico, não só para determinar a pulsação correta de uma música, mas também para ajudar na manutenção do ritmo constante necessário em gravações, estudos e apresentações.

Algumas das indicações de andamentos são:

Largo e Adágio – Andamentos lentos
Andante e Moderato – Andamentos moderados 
Vivace e Presto - Andamentos rápidos

Observação: as indicações aparecem na parte superior esquerda da partitura. 


Curso de violão e guitarra - Enarmonía e acordes consonantes

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Os acordes consonantes são formados pelo primeiro, terceiro e quinto graus da escala do próprio acorde. No violão ou na guitarra, cada traste que voce caminha para frente, em direção a boca do violão, estará acrescentando ou subindo meio tom. A mesma coisa acontece no sentido contrário. Cada traste que caminha para baixo, em direção as tarraxas do violão ou da guitarra, estará diminuindo ou descendo meio tom. Esses meios tons, que estão entre os tons, as vezes são chamados de sustenidos (meio tom acima) e outras vezes de bemóis (meio tom abaixo).  Sendo assim, verificamos que meio tom acima de uma tonalidade e o mesmo que meio tom abaixo da tonalidade seguinte. Por exemplo: Fá sustenido e o mesmo que Sol bemol. Quando notas ou acordes com nomes diferentes possuem o mesmo som, isto é chamado de enarmonia. 
Existem dois casos  que temos o nome de tons inteiros, mas que na prática possuem a distância de meio tom. São de Mi para Fá e de Sí para Dó. Dependendo da tonalidade, utilizamos um ou outro.

Curso de Violão - Um bom local para estudar violão

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

   O local para o estudo do violão, deve ter, antes de tudo, privacidade. E não só para o estudante, pois as outras pessoas na sua casa não precisam ficar escutando o mesmo repetir de notas, escalas, arpejos, acordes...
   Pode-se considerar um bom local de estudos para violão, um quarto ou sala, onde tudo que o estudante precisa esteja bem a mão: uma boa cadeira, uma estante de partituras e lições, metrônomo, diapasão, enfim, tudo! Sem esquecer do violão, é claro!
      É bom que não haja muito barulho em volta, pois não há nada como estudar com paz e sossego, livre de interrupções e ruídos indesejáveis.

Aprenda violão e guitarra - Dicas para escalas

terça-feira, 11 de dezembro de 2012


Cada casa no violão representa meio tom, ou um semitom. A escala diatônica maior possui, em todos os tons, invariavelmente, os mesmos intervalos:

C (+2) D (+2) E (+1) F (+2) G (+2) A (+2) B (+1) C

No esquema acima, "+1" significa "sobe 1 semitom" (1 casa no violão). Essa escala é a de dó maior. Pra montar a escala de ré maior, por exemplo, siga o mesmo esquema, mas usando o ré como a primeira nota. Você vai se deparar com alguns sustenidos no meio do caminho.

Já a escala menor, usa os seguintes intervalos:

C (+2) D (+1) Eb (+2) F (+2) G (+1) Ab (+2) Bb (+2) C

Agora tente montar as outras escalas...

Uma maneira muito prática de construir escalas maiores sem ter de usar a fórmula T, T, St, T, T, T, St, é usando o círculo das quintas

.                                    

Vamos ver na pratica como funciona, pegando como referência a escala de Dó maior:

C - D - E - F - G - A - B - C

Tomaremos para a construção de uma outra escala maior, o Vº grau (5ª nota) da escala de Dó maior:

C - D - E - F - G - A - B - C

G - A - B - C


Agora vamos completar as notas que faltam e sustenizar o sétimo grau (7ª nota)

G - A - B - C - D - E - F# - G

Temos então a escala de Sol maior: G - A - B - C - D - E - F# - G

Repetimos o processo com a escala de Sol maior:

G - A - B - C - D - E - F# - G

D - E - F# - G - A - B - C# - D


Temos aí a escala de Ré maior: D - E - F# - G - A - B - C# - D

Repita a mesma idéia usando o mesmo processo. Observe que começa sem nenhum sustenido e depois vai aumentando a quantidade de 1 em 1, até chegar a uma escala com 7 sustenidos.

Pratique isso no papel. Uma vez que se pegou a idéia, não se esquece mais.

Desta forma, vamos ter as respectivas escalas:

C - D - E - F - G - A - B - C (nenhum #)

G - A - B - C - D - E - F# - G (1 #)

D - E - F# - G - A - B - C# - D (2 #)

A - B - C# - D - E - F# - G# - A (3 #)

E - F# - G# - A - B - C# - D# - E (4#)

B - C# - D# - E - F# - G# - A# - B (5 #)

F# - G# - A# - B - C# - D# - E# - F# (6 #)

C# - D# - E# - F# - G# - A# - B# - C# (7#)


Com o círculos das 4as a coisa é um pouco diferente. Neste caso o que vamos utilizar são os bemóis. Tomaremos como a escala inicial também a escala de Dó maior:

C - D - E - F - G - A - B - C

Pegaremos agora o trecho da escala a partir do 4º grau (4ª nota):

C - D - E - F - G - A - B - C

F - G - A - B - C


Depois vamos "bemolizar a quarta nota desta escala, no caso a nota B se tornará Bb

F - G - A - Bb - C

e completaremos o resto da escala naturalmente:

F - G - A - Bb - C - D - E - F

Neste processo conseguimos a escala de Fá maior, que tem apenas um acidente (Bb).

Vamos repetir o processo partindo agora desta escala:

F - G - A - Bb - C - D - E - F

Bb - C - D - E - F


bemolizamos a 4ª nota:

Bb - C - D - Eb - F

e completamos a escala:

Bb - C - D - Eb - F - G - A - Bb

Temos então a escala de Bb, com 2 acidentes (o Bb e o Eb)

Pratique no papel também.

As escalas que são do círculo das quartas (formada por bemóis) são estas:

C - D - E - F - G - A - B - C (nenhum b)

F - G - A - Bb - C - D - E - F (1 b)

Bb - C - D - Eb - F - G - A - Bb (2 b)

Eb - F - G - Ab - Bb - C - D - Eb (3 b)

Ab - Bb - C - Db - Eb - F - G - Ab (4 b)


Bons estudos!


Grupo ArtMaia Music - Aprenda a tocar sem sair de casa!

terça-feira, 25 de setembro de 2012

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Curso de Violão e Guitarra - Exercícios para deixar os dedos com mais agilidade

terça-feira, 4 de setembro de 2012




Para esta aula preparamos vários exercícios para deixar os dedos mais ágeis e a musculatura da mão mais preparada para o violão. Aproveite e treine bastante, pois a medida que os dedos ficam mais fortes e resistentes melhor será sua performance ao praticar pestanas, solar e tocar acordes difíceis.

Então aí estão :

Este 1° exercício é puramente de digitação.
Use os dedos 1, 2, 3 e 4 (mão esquerda) alternando a ordem em que eles são tocados. Na mão direita, use os dedos I , M e A.

Exemplo:


------------------------------------------------------------------
------------------------------------------------------------------
------------------------------------------------------------------
----------------------------------------(1)--(4)--(2)--(3)-------
--------------------(2)--(3)--(4)--(1)---------------------------
(1)--(3)--(2)--(4)-----------------------------------------------



Continue o exercício trocando a ordem dos dedos.
Tente as seguintes combinações:

        
         1 2 4 3      2 1 3 4      3 1 2 4      4 1 2 3    
         1 3 4 2      2 1 4 3      3 1 4 2      4 1 3 2
         1 4 3 2      2 3 1 4      3 2 1 4      4 2 1 3



Dica: Faça uma série da 6ª corda até a 1ª indo do começo ao fim do braço do violão. Comece lentamente e vá aumentando gradativamente a velocidade à medida que não haja erros.

Voltando agora para a mão direita, faça o seguinte:
Deixe as cordas soltas e toque dessa maneira


----------A----
-------M-------
-----I---------
---------------
---------------
-P-------------


Toque o polegar na 6° corda e depois seguidamente os dedos I, M, e A nas 3°, 2° e 1° cordas respectivamente.

O Polegar é tocado de cima para baixo e o restante dos dedos de baixo para cima, "puxando" as cordas.


Dica:

Quando tocar o Polegar faça como se estivesse "empurrando" a corda para frente e não apertando-a para baixo.
Toque primeiro o polegar na 6° corda mas depois faça o exercício usando a 5° e 4° cordas.

Comece lentamente e aumente a velocidade quando estiver seguro. Tente manter um ritmo ao fazer esse exercício. Faça também desta maneira:

P   I   M   A   M   I

Partiremos então para a escala maior:

Outras digitações: Em E (Mi Maior)


----------------------------------------------------2--4--5-----
-------------------------------------------2--4--5--------------
----------------------------------1--2--4-----------------------
-------------------------1--2--4--------------------------------
----------------0--2--4-----------------------------------------
-------0--2--4--------------------------------------------------



Este próximo é em C(dó Maior) e está dividido em terças, toque uma nota e a próxima será uma terça acima dela. 

 -----------------------------------------------------------------
---------------------------------------------------------3-----5-
---------------------------------2------4----2----5----4-----5---
----------2------3---2---5---3-------5---------------------------
---3---------5---------------------------------------------------
-----------------------------------------------------------------


Faça esses dois últimos exercícios em todos os tons indo e voltando.