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Violão e Guitarra - O que é campo harmônico?

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

 Toda música possui um tom. Isto quer dizer, que toda música ao ser executada, deve obedecer a certo campo harmônico, para que a sonoridade da música seja agradável. Cada estilo musical possui uma maneira de tratar seu campo harmônico, por exemplo, na Bossa Nova, as dissonantes (alterações de acordes) mais utilizadas são as sétimas maiores, nonas e nonas diminutas. Não que a bossa não utilize outros acordes, porém são estas alterações que caracterizam o estilo, enquanto no blues, a utilização de sétimas menores é indispensável.
  O Campo harmônico é formado por aqueles acordes que naturalmente aplicamos na música de acordo com sua tonalidade. Este campo obedece a uma regra de percepção, cujos acordes recebem nomes para que possamos tocar uma mesma música em qualquer tom.

Um campo harmônico natural possui:
Tônica(T), Dominante(D), Sub Dominante(S), Relativa da Tônica (RT), Relativa da Dominante (RD) e Relativa da Sub Dominante(RS).

 Imagine por exemplo, a tonalidade de Dó Maior, e faça sua escala harmônica:
 Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá, Si, Dó, Ré. 
Conte a partir da primeira nota os graus, como: 1o, 2o, 3a, 4a, 5a, 6a, 7a, ... (Lê-se primeira, segunda, terça, quarta...) A partir destas duas colocações, monte os acordes possíveis dentro da tonalidade que abaixo segue, contendo o campo harmônico de Dó Maior.

Dó Maior:

C, Dm, Em, F, G, Am

Temos então :
Tônica : C - A partir do 1o Grau
Dominante : G - A partir do 5o Grau
Sub Dominante : F - A partir do 4o Grau
Relativa da Tônica: Am - A partir do 6o Grau
Relativa da Sub Dominante: Dm - A partir do 2o Grau
Relativa da Dominante: Em - A partir do 3o Grau


Veja também algumas outras tonalidades:

Si bemol Maior:

Escala: Sib, Do, Re, Mib, Fa, Sol, Lab

Campo: Bb, Cm, Dm, Eb, F, Gm


La Maior:

Escala: La, Si, Do#, Re, Mi, Fa#, Sol#

Campo: A, Bm, C#m, D, E, F#m


Sol Maior:

Escala: Sol, La, Si, Do, Re, Mi, Fa#

Campo: G, Am, Bm, C, D, Em


Tente agora montar o campo harmônico das seguintes tonalidades: 

Mi Maior:

Escala: Mi, Fa#, Sol#, La, Si, Do#, Re#

Mi Bemol Maior:

Escala: Mib, Fa, Sol, Lab, Sib, Do, Re

Bons estudos !


Dicas e Aulas de Violão e Guitarra - Curiosidade Musical

segunda-feira, 2 de setembro de 2013


          O que muitos músicos não sabem é que os melhores guitarristas do mundo praticam seus exercícios de velocidade em um violão comum, acústico, sem amplificadores. Isso porque o peso das cordas é perfeito para um rápido desenvolvimento muscular dos dedos. Em uma guitarra elétrica, por causa das cordas macias e da amplificação, leva-se mais tempo até se atingir o mesmo progresso. Porque os músculos não são forçados, não se exercitame não se desenvolvem tão bem.


Curso de Violão - O Fingerpicking

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013


   Quem deseja se aprofundar no estudo do violão folk americano deve se dedicar a uma análise mais detalhada do fingerpicking. Este estilo nasceu e se desenvolveu com o blues. Entre as décadas de 20 e 30 o fingerpickingfoi adotado por músicos brancos e se tornou, uma das técnicas fundamentais do violão country americano.
Fingerpicking, literalmente significa “beliscar com os dedos”, entendendo-se, com esta expressão, a técnica de dedilhar cada corda com determinados dedos da mão direita; ele se contrapõe ao strumming, em que as cordas são tocadas todas juntas, com movimentos do alto para baixo (ou vice-versa) de toda a mão, e com eventual auxílio de uma palheta comum. Com o fingerpicking, o violão pode desempenhar ao mesmo tempo a parte de instrumento solista e a de acompanhamento. As notas graves, tocadas com o polegar, constituem, de fato, uma sólida base rítmica sobre a qual é possível desenvolver a melodia, que se desenrola sobre as cordas dedilhadas. 

CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Como Construir Escalas

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010


Escala Musical: Ordenação sucessiva de sons a intervalos não maiores que uma segunda.
Existem diversos tipos de escala, cada uma se prestando a um determinado estilo musical, assim temos escalas de Jazz, deBlues, de música barroca, etc. Mas o nosso interesse aqui não são estas escalas citadas acima e sim a Escala Natural a partir da qual são construídos os acordes.
A Escala Natural é formada de dois tetracordes (acordes de 4 notas) separados por um intervalo de um tom. Cada tetracorde possui os intervalos tom, tom, semiton.
Usaremos a escala de C (lê-se dó). Assim temos C D E F G A B C (lê-se dó ré mi fa sol la si do) que é a escala natural de C. Vejamos porque.
I II III IV V VI VII VIII --> graus
C D E F G A B C --> notas
1 1 1/2 1 1 1 1/2 --> intervalos
obs: as cifras acima não representam acordes e sim notas.
Assim temos o C (lê-se dó) como o primeiro grau da escala e entre C e D (lê-se dó e ré) temos um intervalo de 1 tom (C C# D). Entre D e E, segundo e terceiro graus da escala, temos um intervalo de 1 tom (D D# E). Entre E e F, terceiro e quarto graus da escala temos um intervalo de 1/2 tom (1 semiton) (E F), pois E não possui # (sustenido)
Entre o quarto e quinto graus da escala, de F para G, temos um intervalo de 1 tom separando o primeiro tetracorde do segundo. Entre o quinto e sexto graus temos um intervalo de 1 tom (G G# A). Entre o sexto e sétimo grau temos um intervalo de 1 tom (A A# B). E finalmente entre o sétimo e o oitavo graus temos o intervalo de 1/2 tom (1 semiton) (B C) pois o B não possui sustenido.
Com isto temos que a formula para se construir uma Escala Natural é dois tetracordes de tom, tom, semiton separadospor um intervalo de 1 tom. É por isto que a escala de C não possui acidentes (sustenidos ou bemois), o que não acontece com outras escalas, que possuem os seus acidentes específicos.
Vejamos a escala de D:
I II III IV V VI VII VIII
D E F# G A B C# D
1 1 1/2 1 1 1 1/2

Entre E e F existe apenas 1 semiton, já que E não possui sustenido, por isso foi necessário acrescentar um sustenido em F para que a nossa fórmula se cumpra, ou seja o intervalo deve ser de 1 tom entre o segundo e terceiro graus da escala natural, portanto no caso desta escala específica temos ( E F F#) entre o segundo e terceiro graus da escala.
Entre o terceiro e quarto graus temos um intervalo de 1 semiton, (F# G). Entre o sexto e sétimo graus da escala temos um intervalo de 1 tom, por isto fomos obrigados a acrescentar um sustenido em
C, assim temos (B C C#) entre o sexto e sétimo graus da escala de D.
Entre o sétimo grau e o oitavo temos apenas um semiton, ou seja, (C# D). Nota-se que o primeiro e o oitavo graus são a mesma nota, a diferença entre elas dá-se na altura do som, o oitavo grau está uma oitava acima do primeiro grau portanto mais aguda.
Descobrimos que a escala de D possui dois acidentes, um em F e outro em C e neste caso espcífico ambos são sustenidos. Com estas informações você será capaz de construir todas as escalas naturais dos respectivos tons, prossiga, como exercício
construindo as escalas de E F G A e B (e não se esqueça, lê-se, mi fa sol lá e sí). Descubra por você mesmo quantos acidentes existem em cada tonalidade, quais são (se bemois ou sustenidos), etc. Lembre-se que os acidentes são característicos das suas respectivas tonalidades, pode-se reconhecer uma escala pelo seu número de acidentes e quais são.
É importante destacar também que o primeiro grau é que dá nome a escala.

CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Entendendo o sistema de cifragem

sábado, 20 de fevereiro de 2010

A Cifra Alfabética é a escrita simbólica das notas musicais e dos acordes. As sete letras do alfabeto representam as sete notas musicais.

*A = Lá
*B = Si
*C = Dó
*D = Ré
*E = Mi
*F = Fá
*G = Sol

Exemplos:

A = Lá
A7 = Lá com 7ª
Am = Lá menor

Tratando-se de notas, o processo é simples: cada letra é uma nota. No caso de acordes, quando uma letra vier sozinha o acorde sempre será maior. Quando vier acompanhada receberá o nome do símbolo que vem junto de si.

A Cifra Numérica também é uma escrita simbólica das notas musicais, sendo que usada mais especificamente para solos instrumentais. Vejamos:
A cada nota do braço do violão faremos representar por um número.

Cordas Soltas

1º corda -- 10
2º corda -- 20
3º corda -- 30
4º corda -- 40
5º corda -- 50
6º corda -- 60

Cordas Presas

Neste caso, contam-se as notas de acordo com a corda e a casa em que se está tocando:
Exemplos:

corda 1,casa 1 = 11
corda 2,casa 3 = 23
corda 5,casa 8 = 58
corda 1,casa 5 = 15
corda 6,casa 4 = 64
ETC...

CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Técnicas

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Slide
O slide consiste em tocar uma nota e imediatamente após "escorregar" o dedo para outra casa. O som das notas de transição de uma casa para outra serão quase inaudíveis, a não ser que seja proposital fazer soá-los.

Exemplo

E--------------------
B--------------------
G----------2s5-------
D--5s7--7-------5s7--
A--------------------
E--------------------



Bend
Consiste em tocar uma nota e move-la junto ao braço fazendo com soe com o som mais agudo, caracterizando o som de outra nota. O bend pode ser de 1/4 de tom, 1/2 tom, 1 tom, 1 tom e 1/2, 2 tons, 2 tons e 1/2 ou 3 tons.
Nas cordas agudas puxa-se a corda pra cima, nas graves para baixo.

Exemplo

E--------------------
B--------------------
G-----5b----5b-------
D--5b----5b----7-----
A--------------------
E--------------------

Neste caso o "b" representa um bend de 1/2 tom, a nota dó da casa 5 ao sofrer o bend soou como um dó sustenido.



Pré-Bend
Consiste em puxar uma nota para alcançar o som que se queira e após isso executar a nota, a diferença do pré-bend pro bend é que no bend primeiro você toca a nota do traste que está marcando e depois ergue a corda e no pré-bend você primeiro ergue a corda e depois toca, omitindo a nota de origem. Também vai de 1/4 de tom à 3 tons.

Exemplo

E--------------------
B--------------------
G-----b5----b5-------
D--b5----b5----7-----
A--------------------
E--------------------

Neste caso, um pré-bend de 1/2 tom, a nota de origem, o dó, não soa, apenas o dó sustenido.



Release
Consiste em "baixar" a corda após um bend ou de um pré-bend.

Exemplo

E--------------------
B--------------------
G--------5br5--------
D--5br5--------7-----
A--------------------
E--------------------



Ligado
O ligado nada mais é do que tocar uma e "martelar" uma casa mais aguda, ou "desmarcar" a nota que foi tocada para uma outra casa mais grave soar. Esse recurso é muito utilizado para licks velozes, pois dispensa o uso de palheta.

O ligado ascendente quando você "martela" uma casa mais aguda também é chamado de hammer on.
O liga descendente quando você "desmarca" a nota atual para soar uma mais grave também é chamado de pull off.

Exemplo

E--------------------
B--------------------
G--------5h7p5-------
D--5h7p5-------7-----
A--------------------
E--------------------



Vibrato
Consiste em fazer leves bends para baixo e para cima seqüencialmente.

Exemplo

E--------------------
B--------------------
G--------5~~~~-------
D--5~~~~-------7-----
A--------------------
E--------------------



Tapping
É usar a mão da palheta para "martelar" uma casa. Esse recurso é usado para alcançar rapidamente regiões mais agudas do braço do instrumento.

Exemplo

E--------------------
B--------------------
G--------5-t17-------
D--5-t17------7------
A--------------------
E--------------------



CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Inversão de Acordes

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

"...a nota que vai no baixo...”

Posição Fundamental = T 3ª 5ª 7ª Tônica vai no baixo.
1ª inversão = 3ª 5ª 7ª T . 3ª vai no baixo
2ª inversão = 5ª 7ª T 3ª 5ª vai no baixo.
3ª inversão = 7ª T 3ª 5ª 7ª vai no baixo.

Acorde com baixo alterado = é quando a nota do baixo não é a tônica(fundamental) do acorde. As inversões mais comuns são essas acima mas, na verdade, qualquer nota pode ir no baixo de um acorde(use o bom senso...). Quanto mais notas tiver um acorde, mais possibilidades de inversões ele terá. A cifra do baixo alterado é:

D/F# : é o acorde de RE Maior com a nota FA# no baixo, ou seja, a 3ª maior do acorde está no baixo(1ª inversão). Observe que a fundamental(tônica) do acorde continua sendo a nota RE, porém, com a nota mais grave(o baixo) sendo a do acorde.

CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Teoria Básica

terça-feira, 1 de setembro de 2009

ESCALA = é uma série de sons ascendentes ou descendentes na qual o último som será a repetição do primeiro.
INTERVALO = é a distância entre dois sons.
SEMITOM (ou 1/2 tom)= é o menor intervalo entre dois sons
TOM = é o intervalo formado por dois semitons.
SUSTENIDO (#) = eleva o som em um semitom.
BEMOL (b) = abaixa o som em um semitom.
MÚSICA = é uma arte cuja a matéria fundamental é o som, que através dele formamos a melodia, harmonia e o ritmo.
SOM = é o choque entre dois objetos sonoros, possui quatro qualidade básicas: altura, intensidade, timbre e duração.
ALTURA = é a propriedade que podemos distinguir os sons graves, médios e agudos.
INTENSIDADE = é a força empregada na execução dos sons. As músicas poderão ser tocadas forte, fraco etc.
TIMBRE = é a qualidade pela qual podemos distinguir o corpo sonoro (instrumentos).
DURAÇÃO = é a qualidade pela qual podemos distinguir o prolongamento das notas.

CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Tablaturas

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Tablatura é uma representação gráfica do braço do instrumento (violão, guitarra e baixo além de outro tipo diferente para bateria e outro ainda mais diferente e muito mais pobre para gaita) que indica todas as notas e acordes que devem ser efetuados durante a música. Uma partitura é o método mais completo para se escrever e tocar música porque possui a marcação do tempo da música e através de uma partitura é possível tocar-se uma música mesmo sem conhecê-la, o que já não acontece com a tablatura (apesar de algumas também apresentarem marcação de tempo) onde você precisa conhecer o tempo da música para tocá-la, mas a tablatura é uma saída muito eficiente, pois é muito simples e objetiva. Veja a seguir as explicações:
As cordas representadas na tablatura correspondem de cima para baixo às cordas do violão (ou guitarra) da mais fina para a mais grossa, ou seja, a corda mais fina Mi (misinha) é a corda que é representada primeiro na tablatura (no caso do baixo a tablatura começa na corda G).
Já sabemos que cada linha corresponde a uma corda do instrumento, os números que são colocados correspondem à casa que será tocada, como no exemplo abaixo, no acorde Am, toca-se a 1ª corda solta, a 2ª corda na 1ª casa, a 3ª corda na 2ª casa e assim por diante.
Quando as notas (os números) são representadas uma embaixo da outra, significa que devem ser tocadas simultaneamente como no caso dos acordes exemplificados abaixo:
Am E G F C
e-------------0-------0-------3-------1-------0----------------
B-------------1-------0-------3-------1-------1----------------
G-------------2-------1-------0-------2-------0----------------
D-------------2-------2-------0-------3-------2----------------
A-------------0-------2-------2-------3-------3----------------
E-------------X-------0-------3-------1-------X----------------
Note no caso abaixo a representação do movimento alternado (^v ^v ), para cima e para baixo, das palhetadas, onde cada nota é tocada isoladamente, pela ordem de leitura, a 6ª
^ v ^ v ^ v ^ v ^ v ^ v ^ v
e-------------------------------------------------5---8--------
B-----------------------------------------5---8----------------
G-----------------------------5---7---8------------------------
D---------------------5---7------------------------------------
A---------5---6---7--------------------------------------------
E-5---8--------------------------------------------------------

CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Desenhos da escala pentatônica

domingo, 2 de agosto de 2009

A escala pentatônica não retém-se apenas a 1 desenho no braço do instrumento, você pode obter ainda mais quatro formações da mesma penta, basta alterar a sequência das notas de sua formação, vamos tomar por exemplo novamente a pentatônica de Am(lá), cuja a formação é A(lá), C(dó), D(ré), E(mí), G(sol),para obter o segundo desenho basta alterar a sequência das notas, dessa maneira: C(dó), D(ré), E(mí), G(sol), A(lá), fazendo isso você alterá a posição da escala, porém, continuará exercendo a escala de lá só que em outro desenho, vejamos no braço do instrumento:
PS: Para tirar outros desenhos da Penta Maior faça da mesma forma!
-> Segundo desenho Penta Menor de A(lá)
e------------------------------8-10-
B------------------------8-10-------
G-------------------7-9-------------
D-------------7-10------------------
A-------7-10------------------------
E-8-10------------------------------
C D E G A C D E G A C D
repare que onde começa o segundo desenho é exatamente onde acaba o primeiro.

Para obter o 3º, 4º e 5º desenhos basta continuar alterando a formação das notas, vejamos:
OBS: Repare que em todos eles onde acaba um começa o outro.
-> Terceiro desenho Penta Menor de A(lá)
D(ré), E(mí), G(sol), A(lá) e C(dó)
e-----------------------------------10-12-
B----------------------------10-13--------
G----------------------9-12---------------
D---------------10-12---------------------
A--------10-12----------------------------
E-10-12-----------------------------------

-> Quarto desenho Penta Menor de A(lá)
E(mí), G(sol), A(lá) e C(dó) e D(ré)
e------------------------------------12-15-
B-----------------------------13-15--------
G----------------------12-14---------------
D---------------12-14----------------------
A--------12-15-----------------------------
E-12-15------------------------------------

-> Quinto desenho Penta Menor de A(lá)
G(sol), A(lál), C(dó), D(ré) e E(mí)
e------------------------------------15-17-
B-----------------------------15-17--------
G----------------------14-17---------------
D---------------14-17----------------------
A--------15-17----------------------------
E-15-17------------------------------------

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CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA

terça-feira, 21 de julho de 2009



Campo Harmônico é um conjunto de acordes que forma uma harmonia. Esses acordes são extraídos de uma só escala estrutural, geralmente a escala tônica ou maior. Também pode ser chamado de estrutura tonal visto que o desenvolvimento da harmonia está inteiramente ligado ao aparecimento e desenvolvimento do conceito de tonalidade.

Campo Harmônico Maior

As melodias geralmente são feitas dentro de um contexto em que existe um Centro Tonal indicando uma harmonia e uma escala. Para montar o campo harmônico da escala maior é necessário conhecermos os intervalos e notas pertercentes a ela e depois montamos os acordes em cada intervalo de acordo sobrepondo as terças. O resultado serão 7 acordes, sendo que cada um poderá ser classificado de acordo com os conceitos daharmonia funcional:1º Grau (tônica), 2º Grau (supertônica), 3º Grau (mediante), 4º Grau (subdominante), 5º Grau (dominante), 6º Grau (superdominante) e o 7º Grau (sensível). Os acordes perfeitos (maiores ou menores, consoante a tonalidade em que se inscreve a melodia) que se formam sobre estes graus da escala (que é o fundamento da tonalidade) é que vão definir a estrutura do acompanhamento harmônico que está subjacente à melodia.

Intervalos da escala maior

I - 1 tom - II - 1 tom - III - 1/2 tom - IV - 1 tom - V - 1 tom - VI - 1 tom - VII - 1/2 tom - VIII

Notas da escala Dó maior (C)

C -1 tom- D -1 tom- E -1/2 tom- F -1 tom- G -1 tom- A -1 tom- B -1/2 tom- C

Exemplo de Campo Harmônico de C (dó)

Para formar um acorde com terças inicie com a nota do grau desejado, pule o grau seguinte e adicione a próxima nota sucessivamente até formar um acorde de 3, 4 ou 5 notas:

C => (C, E, G) ou CMaj7 => (C, E, G, B)

Para se formar um acorde maior, como vimos acima, segue também os intervalos entre as notas dos acordes:

2 tons da tônica para a terça (de C para E) 1 tom e meio da terça para a quinta (de E para G) 2 tons da quinta para a sétima (de G para B)

obs:Todos os acordes MAIORES com sétima MAIOR, irão ter os mesmos intervalos.

Dm => (D, F, A) ou Dm7 => (D, F, A, C)

Veja o Campo Harmônico de C MAIOR:

C Dm Em F G Am Bm7(b5) ou BØ

Os acordes formados no campo harmônico maior sempre seguirão uma regra, que é a seguinte:

1º grau: sempre maior. ex: C

2º grau: sempre menor. ex: Dm

3º grau: sempre menor. ex: Em

4º grau: sempre maior. ex: F

5º grau: sempre maior com sétima. ex: G7 ou G

6º grau: sempre menor. ex: Am

7º grau: sempre meio diminuto. ex: Bm7(b5) ou BØ ou Bdim


CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Escala Diatônica

sábado, 4 de julho de 2009

ESCALA DIATÔNICA - É uma escala em que as notas sucedem-se por tons e semitons.

Devemos considerar dois tipos de escalas Diatônicas: Diatônica Maior e Diatônica menor. Estas escalas possuirão sempre 8 (oito) notas onde a oitava é a repetição da 1ª nota.

Exemplo: Escala Diatônica Maior de Dó - DÓ, RÉ, MI, FÁ, SOL, LÁ, SI, DÓ

Escala Diatônica menor de Lá - LÁ, SI, DÓ, RÉ, MI, FÁ, SOL, LÁ.

· Obs: A escala diatônica menor sofre duas variações. Além da vista acima, as variações ocorrem da seguinte forma:

Escala menor harmônica - tem o sétimo grau ascendente

Escala menor melódica - tem o sexto e o sétimo grau ascendentes.

VIOLÃO E GUITARRA - A Evolução

terça-feira, 28 de abril de 2009

É difícil traçar as origens da guitarra - ou violão (o português é talvez a única língua com duas formas, violão e guitarra, usadas como conceitos distintos de instrumentos). Um instrumento em forma de 8 já era utilizado no século XIII, mas supões-se que precursores da guitarra já existiam na Babilônia e no antigo Egito. As primeiras guitarras desse nome surgiram no Renascimento, mas eram consideradas inferiores a outros instrumentos de cordas como o alaúde. Embora parecidas com as de hoje, essas primeiras guitarras eram bem menores e tinham quatro "cursos" - jogos de cordas duplas - de tripas de carneiro.

CURSO DE VIOLÃO - Tríades e Tétrades

segunda-feira, 27 de abril de 2009


As Tríades

Chamamos de Tríade as notas 1, 3 e 5 de uma escala. Estas notas quando tocadas em conjunto formam os Acordes Básicos (Acordes formados com tríades).
Chamamos de acorde quando tocamos 2,3 ou mais notas simultâneamente (ao mesmo tempo).
Sendo assim , se ilustrarmos esta idéia com a escala de dó maior teríamos:

C D E F G A B
Notas da escala: 1 2 3 4 5 6 7

Tríade.........C E G

Que tocadas ao mesmo tempo: C E G (formam o Acorde C de Dó Maior).

Se fossemos expressar com as "cifras" vistas anteriormente , usaríamos a letra "C" que conforme já vimos significa "Dó" ( Neste caso Dó Maior).
Todos os acorde de três vozes (é assim que São chamados os acordes baseados em tríades) são formados desta mesma maneira.

Acordes De 4 Vozes (Tétrades)

Já os acordes de 4 vozes, são formados pela tríade + uma nota ( ou seja as tres notas da tríade + uma nota).
Acordes de 4 vozes - ( com a sétima )

Como exemplo vejamos o acorde de "dó Maior c/ sétima maior" que expresso em cifras é representado assim: "C7M".

Ele é construído com as notas na tríade + a sétima nota da escala.

Veja exemplo:

Escala de dó maior - Do Re Mi Fa Sol La Si
Em cifras - C D E F G A B
Notas da Tríade- 1 3 5

Notas da tríade + 7.a nota da escala - 1 3 5 7

Notas que estão no acorde de Dó Maior
SCom sétima Maior (C7M)- Do Mi Sol Si

Podemos tocar estas notas como acorde ou como arpejo. E qual a diferença entre acorde e arpejo? Chamamos de acorde quando tocamos as notas "ao mesmo tempo" e chamamos de arpejo quando as tocamos uma por uma.

Quando é acorde e quando é arpejo?
A diferença entre acorde e arpejo não está portanto nas notas, mas na maneira como as tocamos em nosso instrumento.

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Curso de Violão e Guitarra - Modos Gregos

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009


Nessa sessão eu irei abordar a construção dos modos gregos. Existem 7 tipos de modos:
1) Jônico
2) Dórico
3) Frígio
4) Lídio
5) Mixolídio
6) Eólio
7) Lócrio
Acima, eu coloquei os graus que voce irá colocar no início da escala. Cada modo grego corresponde a uma escala alterada. Para você construir um modo grego você deve fazer o seguinte:
Pegue a escala de Dó:
C D E F G A B C
Troque o inicio da escala pela nota da frente, exemplo:
D E F G A B C D
Pronto! Você descobriu como construir o modo dórico D. (Olhe na tabela acima os graus das trocas das tônicas e seus respectivos nomes).
Outro exemplo:
Eu quero descobrir o modo mixolídio de A.
Pego sua escala natural:
A B C# D E F# G# A
Como eu sei que o modo mixólidio começa a partir do 5º grau da escala, eu vou colocar na tônica a nota E:
E F# G# A B C# D E
Pronto, repita os procedimentos nos outros modos e você estará praticamente pronto para improvisar!