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Curso de Violão e Guitarra - Técnicas

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

 Ligaduras (Legato)

É a ligação de som que aparece entre uma nota fixa e uma nota solta. Também conhecida como legato, é uma técnica amplamente empregada em aranjos e solos. Existem basicamente dois tipos de ligaduras: uma ascendente e outra descendente, conhecidas respectivamente como Hammer-on e Pull-of.

Hammer-on (h)

Consiste basicamente em tocar uma nota e fazer a outra soar sem auxílio da mão direita. A nota ligada será martelada com um dedo da mão esquerda. Esta nota que vai soar depois da primeira, vai estar sempre na mesma corda é em qualquer uma casa acima (ligadura ascendente).

Abaixo temos um exemplo de aplicação de hammer-ons feito sobre uma escala pentatônica.
   e:|--------------------8h10--12----------------|
   B:|--------------8h10---------------------------|
   G:|---------7h9---------------------------------|
   D:|---7h10--------------------------------------|
   A:|-----------------------------------------------|
   E:|-----------------------------------------------|
 
   Di:   1 4   1 3  2  4  2  4   4

Execução
Para executar o trecho acima, siga a digitação da mão esquerda representada por "Di". Toque a nota da corda (D) 7ª casa com o dedo 1, a nota da 10ª casa será obtida através de uma martelada com o dedo 4. A martelada deve ser feita sem soltar o dedo 1 da 7ª casa. Depois temos uma ligadura na corda (G) 7ª casa ligada com a 9ª casa, a martelada agora é feita com
o dedo 3. As outras ligaduras serão executadas da mesma forma.


Representação
Na tablatura acima temos quatro ligaduras do tipo "Hammer-on", representadas pela letra "h". Note que o primeiro número antes do "h" é sempre inferior ao segundo (ligadura para cima).
Em outras formas de representação em tablaturas, encontraremos as ligaduras representadas pelo símbolo (_) entre dois ou mais números. Neste formato não temos indicado o tipo de ligadura (hammer-on ou pull-of).

Abaixo temos outro exemplo de aplicação de hammer-ons feito sobre a escala maior de G.
   e:|--10_12--8_10--7_8--5_7--3_5--2_3_2_0--|
   B:|-------------------------------------------------|
   G:|-------------------------------------------------|
   D:|-------------------------------------------------|
   A:|-------------------------------------------------|
   E:|-------------------------------------------------|
   
   Di:   1  3  1  3  1 2  1 3  1 3  1 2 1 

Analisando o exemplo acima, nota-se no trecho final (2_3_2_0) um conjunto de ligaduras, onde (3_2_0) são descendentes (Pull-of).


Pull-of (p)
Pull-off é de certa forma o inverso de um hammer-on, consistem em soltar rapidamente uma nota fazendo com que a mesma soe solta ou apertada em um traste anterior, sem auxílio da mão direita. Esta nota que vai soar solta, vai estar sempre na mesma corda é em qualquer uma casa abaixo (ligadura descendente).

Neste exemplo temos a aplicação de pull-ofs feito sobre uma escala pentatônica.
   e:|---10p8--------------------------------------|
   B:|--------10p8---------------------------------|
   G:|-------------9p7------7----------------------|
   D:|------------------10--------------------------|
   A:|-----------------------------------------------|
   E:|-----------------------------------------------|
 
   Di:   4 2  4 2  3 1  4   1



Para executar o trecho acima siga a digitação da mão esquerda representada por "Di". Para executar (10p8) o dedo 2 da mão esquerda deve estar posicionado na 8ª casa, toque a nota da corda (e) 10ª casa (pressionada pelo dedo 4) é puxe soltando a nota com o mesmo dedo. O importante é sempre estar com o dedo da nota anterior posicionado.


Representação
Na tablatura acima temos três ligaduras do tipo "Pull-of", representadas pela letra "p". Note que o número antes do "p" é sempre superior (ligadura para baixo).

No ritmo da qualidade de vida

terça-feira, 30 de agosto de 2011



Enquanto as baquetas sobem e descem sem parar e as pernas sincronizadamente se movimentam, o som dos tons, bumbos e pratos vão embalando ritmos e transmitindo, em alto e bom som (bem alto, aliás), o sentimento do baterista.



No entanto, mais do que simplesmente um instrumento musical de percussão, estudos apontam que a bateria também é responsável por contribuir para o bom desenvolvimento da criança.

Dá-se o nome para o tratamento terapêutico que tem como principal agente a utilização da bateria o nome de ‘Drum Terapia’, uma técnica que através do ritmo da percussão promete equilibrar os aspctos físicos, mentais e espirituais.

De acordo Fábio Alencar, professor de música e proprietário de uma escola musical em Maringá, um dos principais beneficiados com o estudo da bateria é a criança, uma vez que a prática estimula plenamente a coordenação motora.



"Tocar bateria exige que o corpo se movimente como se um esporte estivesse sendo realizado, e faz com que a criança ganhe maior resistência física", elenca.



Se por um lado há o desenvolvimento motor, outro aspecto importante proporcionado é que seu exercício faz com que a criança fique mais concentrada, entre em contato com regras e limites e se torne mais sociável.

"Graças ao acompanhamento da bateria com os outros instrumentos e às apresentações que são preparadas na escola, para que essas crianças mostrem ao público a sua performance, sem dúvida, quem toca desde cedo abandona a timidez, fica mais atento e fica menos agitado", explica Alencar.

No entanto, além da prática, a parte teórica é outro ponto de destaque, que faz com que a criança seja introduzida em um universo de figuras e símbolos, o que ajuda no seu desenvolvimento cognitivo.

Fábio Castaldelli

Sugestão de leitura sobre Método Suzuki

sábado, 27 de agosto de 2011

Lançado em 2011 o livro PEDAGOGIAS EM EDUCAÇÃO MUSICAL - Beatriz Ilari e Teresa Mateiro (organizadoras).
O livro apresenta didaticamente artigos sobre dez métodos de educação musical de importância no mundo e no Brasil. Dentre esses métodos a professora Beatriz Ilari fala sobre o Método Suzuki. Uma importante referência para quem vai trabalhar com esse Método ou gostaria de conhecer seus princípios e sua história (de Shinichi Suzuki).
Em linguagem simples, numa pesquisa minuciosa - o livro também é indicado a professores, pais e alunos que querem saber mais sobre esse método.


BEATRIZ ILARI: "é Ph. D em música (McGill University - Canadá), mestre e especialista em educação musical. Iniciou estudos de violino com Shinobu Saito em Campinas /SP e mais tarde foi professora de violino pelo Método Suzuki. (...) Tornou-se pesquisadora em educação musical mas nunca abandonou as idéias filosóficas como aluna e professora do Método Suzuki. Atualmente é professora da Universidade Federal do Paraná (UFPR)".


A EDUCAÇÃO DO TALENTO - O MÉTODO SUZUKI


Segundo Ilari: " mais do que um simples método instrumental a Educação do talento é uma verdadeira filosofia educacional que propõe uma nova leitura da criança instrumentista, do talento, do papel da socialização na aprendizagem instrumental e do potencial musical na vida humana."
A autora fala da importância da contribuição de Suzuki sobre talento musical: "não é fruto do acaso, e nem é uma forma de herança genética, mas sim consequência do estudo sistemático" Ilari (2011).
Suzuki fala que "todas as crianças tem potencial para aprender e tal potencial pode ser desenvolvido desde que o ambiente ao redor da criança seja estimulante e a instrução apropriada" (SUZUKI apud. ILARI, 2011, P. 188) . No Método Suzuki é reforçada a ideia de que "a aprendizagem instrumental não é privilégio de indivíduos especiais, mas pode ser para todas as crianças" Ilari (2011).


Ao longo do texto Ilari apresenta os princípios do método, a história de Suzuki, a vinda do método para o Brasil (através de Irmã Wilfred) e os primeiros professores que começaram no Brasil.


Também a autora demonstra como o desenvolvimento musical ocorre no Método Suzuki, sua proposta pedagógica, origens culturais e filosóficas, a relação triádica - aluno - pais - professor.


Interessante também o estudo sobre a importância da memória, as repetições e influências do zem-budismo dentro do Método Suzuki na prática musical e desenvolvimento do aluno como pessoa.
A autora também fala do material didático - os métodos organizados pedagogicamente e as principais críticas que o método tem. Essas críticas são relacionadas a maneiras diferentes de se aplicar o Método, as vezes sem o conhecimento dos princípios filosóficos e falta de preparo de alguns professores que tentam utilizar o Método.
Outro aspecto enfatizado por Ilari é a importância que o Método Suzuki dá à motivação, prática em grupo e socialização dentro do desenvolvimento musical do aluno. "Além de prazerosas, as aulas e apresentações dão oportunidades para que as crianças troquem idéias e aprendam umas com as outras, por meio da observação, audição e, é claro, imitação, porém de forma não competitiva" (ILARI, 2011, P. 202).
Vale a pena a leitura desse capítulo, assim como de todo o livro que fala de dez métodos diferentes de educação musical.


referência:
ILARI, Beatriz, Shinichi Suzuki - a educação do talento in Pedagogias em Educação Musical, Curitiba, Ed. IBPEX, 2011.


abraço
Katarina
kataviola@hotmail.com










Curso de Violão e Guitarra - Cordas do instrumento

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Corda velha não soa legal, quebra fácil, começa a ficar pegajosa e pode ser até, dependendo do nível de corrosão, fatal para os trastes do instrumento, que vão sendo laminados muito mais facilmente. Use sempre cordas novas, de uma boa marca, troque-as regularmente, e você verá o som de sua guitarra ou de seu violão sempre com mais vida e brilho.
 Lembre-se que cordas sujas, desgastadas com suor das mãos, soam mal ao seu ouvido e dessa maneira podem fazer com que você ache que não esteja tocando a música certa ou que o seu instrumento esteja desafinado. Você já deve ter perguntado pra você mesmo: Porque o som do meu instrumento não é igual ao som do violão ou da guitarra dos artistas que aparecem tocando na TV? Muito simples. Não que os instrumentos deles sejam melhores, mas principalmente porque eles trocam as cordas sempre que percebem que o som não é mais o mesmo !

evandro sontag marcha turca

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

AULAS DE VIOLÃO

segunda-feira, 1 de agosto de 2011




AULAS DE VIOLÃO PARA:

- ALUNOS INICIANTES ( ACORDES TRIADES RITMOS E CANTO ......... ) ,

- ALUNOS INTERMEDIÁRIOS ( CAMPO HARMONICO , RITMOS , SOLOS ..........) ,

- ALUNOS AVANÇADOS ( 4 CAMPO HARMONICOS , INVERSOES , ARRANJOS , PARTITURAS E REPERTORIO ............ ) .
AULAS DE SEGUNDA A SABADO ,

ÓTIMA ESTRUTURA E PROFESSORES CAPACITADOS ,

AULAS DE VIOLÃO POPULAR E " CLÁSSICO" ,

AGENDE SUA AULA EXPERIMENTAL !

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