Escola de Música Fabio Alencar Convida:
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Como se Tornar um Aluno Vip do Baixista André Sarmanho
Bom Dia, estarei falando um pouco de como funciona as aulas em dvds e o conteúdo.
O curso tem duração de 7 meses e nesses sete meses você vai aprender sobre:
Conhecer o contrabaixo
Alongamentos
Tirando um bom Timbre do Baixo
Afinação
Exercícios da mão esquerda e direita
Formação de Acordes
Tríades e Tetrádes
Arpejos
Escalas Pentatônicas
Escalas Modos Gregos
Campo Harmônico maior e menor
Acordes com Sétima
Como Improvisar uma escala
Acordes Diminutos
Técnicas de Slap
Exercício com o Slap (Thumb e Pluck)
Criação de Grooves
Ritmos (Swingueira,Samba, Reggae, Axé, Forró Universitario e Romantico, Blues,Funk, Rock,Soul etc...)
Como adquirir velocidade no Slap
Slap Metralhadora (minha autoria)
Técnica Double thumb de Victor Wooten e os melhores exercícios para aprender na hora
Four Fingers
Two Hands
Campo Harmônico Menor Harmônico e Menor Melódica
Oque é Tritono , acordes Sus, e Cadência IIm7 V7 I7M
Como ler partitura e dicas de leitura a primeira vista
Como tirar música de ouvido
Como criar arranjos e solos
Notas mortas, Ghost note e como encaixar no groove e ritmos como samba, forró, swingueira etc...
E Muito mais!
E por Mês eu mando 11 Videos em Dvd + 8 apostilas em Pdf e Word + minha inteira ajuda pelo msn/facebook/skype.
O valor mensal é 50 reais, mais se adquirir 2 meses fica 90 reais, 3 meses fica 130 reais, 4 meses fica 170 reais e 5 meses fica 210 reais, 6 meses fica 260 e 7 meses(curso completo) fica 300 reais . O frete sempre é grátis! E para adquirir as aulas entra em contato comigo no email/msn: andrebaixista123@hotmail.com e deposite na conta:
caixa economica federal, Agencia 0382 , Conta 55534-7 , poupança 013 , nome André Ricardo, com essa conta deposita na lotérica ou caixa, ao depositar me avisar o horário do deposito em meu email e me mandar o endereço completo para entrega das aulas, se quiser adquirir as aulas por Boleto ou Cartão de Crédito pode comprar aqui mesmo pelo blog na opção do Lado Direito onde tem os preços de cada pacote e módulo!
Vale a pena comprar um amplificador valvulado ? - Amplificadores (IV)
domingo, 23 de junho de 2013
Olá !
No post anterior, aprendemos os fatos básicos sobre válvulas, transistores e como funcionam os diversos estágios de um amplificador de guitarras.
Vamos juntar agora o que aprendemos para tirar algumas conclusões importantes na hora de escolhermos nosso amplificador.
Antes porém, vamos falar da simulação digital, que é um desenvolvimento tecnológico recente e está sendo cada vez mais incorporado nos amplificadores de guitarra, até mesmo pelos fabricantes mais tradicionais.
Já sabemos que os modelos valvulados criaram as referências sonoras que moldaram o som do Rock e do Blues aprendemos a amar. Mas estas "sonoridades", nada mais são do que parâmetros sonoros que dependem de tudo o que falamos anteriormente mais outras variáveis, como posicionamento dos microfones e construção da caixa de som. Através de análises matemáticas sofisticadas, os engenheiros conseguem decompor essas referências sonoras em parâmetros e dados, permitindo que algorítimos computacionais (programas) reconstituam a sonoridade original de um determinado amplificador.
Então, a simulação digital nada mais é do que o uso de algorítimos de simulação sonora em computadores para simular o som de um equipamento real. Esses programas podem rodar no nosso computador pessoal, são os chamados "plugins", como o GuitarRig e o Amplitube, podem rodar em um equipamento específico como é o caso do V-Amp e do Pod, podem rodar dentro de pedais e pedaleiras (nesse caso, os algorítimos são utilizados para gerar os efeitos e simular pedais mas as pedaleiras com mais recursos também simulam amplificadores), e, cada vez mais comum, os recursos de simulação já vêm embutidos nos próprios amplificadores, que, nesse caso, costumam ser conhecidos como "híbridos".
Uma pergunta comum: "mas isso funciona, o som gerado é igual ao de um valvulado ?"
Olhe, quem acompanha a evolução destes programas já há alguns anos sabem o tanto que eles melhoram a cada novo lançamento, hoje eu diria que estão muito próximos de suas referências e sua praticidade faz com que sejam cada vez mais utilizados não só em shows mas também em gravações profissionais.
Duas coisas vão determinar essa escolha: a sua disponibilidade financeira e o uso que você vai fazer do amplificador, o que envolve naturalmente o tipo de música que quer tocar.
Uma dica é que se você não tem muito dinheiro disponível, ao invés de comprar um amplificador pequeno e ruim, talvez seja bem mais interessante comprar uma interface tipo "GuitarLink" e tocar "plugado" no seu computador ou notebook. Como isso funciona ? Essas interfaces permitem que você ligue a guitarra em uma porta USB do seu computador e, através do uso de programas tipo GuitarRig e Amplitube simule o som de um amplificador de verdade, sendo que o som da guitarra vai sair nas caixas ou nos fones. Se você tiver caixas de boa qualidade vai conseguir um som excelente, e melhor, vai aprender a usar uma quantidade infinita de timbres e efeitos ! Na verdade, é possível fazer isso mesmo sem a interface USB, plugando a guitarra na entrada de microfone do computador usando um adaptador de plugues mas, nesse caso, o resultado final vai depender da qualidade da sua placa de som. Como uma interface USB custa menos de R$ 100,00, recomendo comprar uma.
No post anterior, aprendemos os fatos básicos sobre válvulas, transistores e como funcionam os diversos estágios de um amplificador de guitarras.
Vamos juntar agora o que aprendemos para tirar algumas conclusões importantes na hora de escolhermos nosso amplificador.
Antes porém, vamos falar da simulação digital, que é um desenvolvimento tecnológico recente e está sendo cada vez mais incorporado nos amplificadores de guitarra, até mesmo pelos fabricantes mais tradicionais.
Simulação Digital de Amplificadores
Então, a simulação digital nada mais é do que o uso de algorítimos de simulação sonora em computadores para simular o som de um equipamento real. Esses programas podem rodar no nosso computador pessoal, são os chamados "plugins", como o GuitarRig e o Amplitube, podem rodar em um equipamento específico como é o caso do V-Amp e do Pod, podem rodar dentro de pedais e pedaleiras (nesse caso, os algorítimos são utilizados para gerar os efeitos e simular pedais mas as pedaleiras com mais recursos também simulam amplificadores), e, cada vez mais comum, os recursos de simulação já vêm embutidos nos próprios amplificadores, que, nesse caso, costumam ser conhecidos como "híbridos".
Uma pergunta comum: "mas isso funciona, o som gerado é igual ao de um valvulado ?"
Olhe, quem acompanha a evolução destes programas já há alguns anos sabem o tanto que eles melhoram a cada novo lançamento, hoje eu diria que estão muito próximos de suas referências e sua praticidade faz com que sejam cada vez mais utilizados não só em shows mas também em gravações profissionais.
Como escolher um Amplificador de Guitarra
Duas coisas vão determinar essa escolha: a sua disponibilidade financeira e o uso que você vai fazer do amplificador, o que envolve naturalmente o tipo de música que quer tocar.
Usando o computador como Amplificador de Guitarra !
Comprando o primeiro Amplificador de Guitarra !
Mas o ideal mesmo é comprar um amplificador, saiba que a partir do momento em que fizer isso pela primeira vez sua vida nunca mais será a mesma, rsrs, porque o karma de nós, guitarristas é viver uma relação de amor e ódio eterna com essas "caixinhas" !
O primeiro amplificador tem a função de ser usado como aprendizado mas o que acontece é que, após 6 meses ou um ano de aprendizado, você vai querer tocar em ensaios com seus amigos ou mesmo tocar em pequenos shows. Se seu amplificador for muito pequeno, não vai rolar. Melhor então comprar um amplificador que atenda a essas necessidades, certo ?
Tamanho do Auto-Falante
A primeira coisa que você deve olhar é o tamanho do falante. O ideal para um guitarrista é um "combo" (equipamento em que a caixa de som e o amplificador já vêm integrados em um mesmo gabinete ) com um auto-falante de 12". Esse único auto-falante será capaz de uma projeção sonora bastante satisfatória. No entanto, um amplificador assim pesa em torno de 20 kg. Parece leve mas não é. O peso depende muito do tamanho do auto-falante, então, caso queira um equipamento mais leve, pode comprar um com auto-falante de 10", se o equipamento for de boa qualidade ainda assim você conseguirá um bom som, mas sem a mesma projeção de um falante de 12". Não recomendo comprar amplificadores com auto-falante abaixo de 8".
Recursos embutidos do Amplificador
Quando começamos a tocar as despesas são muito altas. Temos que comprar a guitarra e pagar as aulas, que são caríssimas. Então, para evitar despesas tendo que comprar também uma pedaleira ou vários pedais, seria interessante que o nosso primeiro amplificador já incorporasse os efeitos mais importantes. Em outras palavras, que tenha recursos suficientes para precisamos apenas do amplificador e da guitarra para tocar. Assim, quando formos comprar um amplificador é importante observar os recursos que ele oferece, seria bastante desejável que ele tivesse dois canais separados um para o som "clean" e outro para o som com "drive" (distorção). É claro que a qualidade do "drive" gerado será um dos fatores determinantes de escolha. Além disso, procure um amplificador que tenha pelo menos os recursos de "reverb" ou "delay", mesmo que esses efeitos sejam gerados digitalmente. Não precisa oferecer os dois, basta um para "molhar" o som ! Como você vai utilizar o equipamento para tocar em casa, é importante também que tenha a saída para fones de ouvido.
Potência do Amplificador
Dentro do conceito anterior de que o amplificador deve servir para o aprendizado, ensaio e pequenos shows, recomendo comprar um em torno de 50W de potência, caso seja transistorizado. Um detalhe é que os amplificadores valvulados, devido a maneira como trabalham as válvulas, possuem uma outra referência em termos de potência. Quero dizer que se você comprar um valvulado de 50W, possivelmente ou ficar surdo ou vai ser expulso do prédio se tocar no volume 2 desse amplificador ! As razões dessa discrepância são várias e ficaria muito extenso explicar isso em um blog para inciantes mas têm vários artigos interessantes na internet, é só pesquisar que acha. Então, caso compre um amplificador valvulado, pense alguma coisa em torno de 15W, que já não são pouca coisa em termos de valvulados.
Mas afinal, vale a pena comprar um amplificador valvulado ?
No post anterior comecei falando da minha fascinação pelas válvulas desde pequeno e reconhecendo a superioridade sonora dos amplificadores valvulados. Tive muitos valvulados e até cheguei a construir alguns. Mas hoje toco ao vivo usando apenas amplificadores transistorizados, com exceção de um pequeno valvulado Fender SuperChamp XD que eu uso para tocar em casa ou em shows em ambientes bem pequenos. O que aconteceu ? O meu problema com os valvulados é a confiabilidade deles. Tive alguns problemas, poucos mas chatos, com valvulados pifando no meio do show. Quando você transporta um equipamento valvulado existe o risco de que a trepidação gere algum problema com as válvulas ou seus soquetes. Valvulados trabalham em temperaturas altas e essa variação de calor às vezes traz problemas. Existe ainda uma questão atroz que são os problemas com a rede elétrica do local onde você vai tocar, se ela não estiver 100% (e geralmente nunca está !) os valvulados podem não gostar... E por fim, não sei explicar bem o por que mas os valvulados são "temperamentais", em uma noite o som está maravilhoso, em outra a mágica não acontece...
Sou ruim para lidar com esses aspectos, quero apenas ligar o amplificador e ter certeza que ela vai funcionar do jeito que eu espero para que eu possa tocar tranquilamente!
A verdade é que os valvulados dão muito mais problemas do que os amplificadores solid state, a manutenção é bastante cara, então, só recomendo a um iniciante comprar um amplificador valvulado se:
- Se tiver na sua cidade assistência técnica ou um bom técnico de manutenção de valvulados
- Caso você tenha pelo menos conhecimentos básicos de eletrônica que te permitam, por exemplo, trocar uma válvula você mesmo com segurança sem ser eletrocutado (não se esqueça que valvulados trabalham com tensão alta, em torno de 400V, possivelmente mortal e perigosa) !
Por fim, vamos lembrar também que grandes guitarristas de vários estilos não usam valvulados e conseguem timbres fantásticos com equipamentos solid state. Lembro aqui do mestre B.B. King e do saudoso Pantera Dimebag Darrel.
Mas não se preocupe, se não for dessa vez que você vai comprar seu valvulado, um dia você terá um, aliás, terá vários, kkkk !
Abraços e até a próxima !
ESCOLA DE MÚSICA FABIO ALENCAR: QUER APRENDER?! É SÓ CHEGAR!!!
sábado, 8 de junho de 2013
Cursos a distância - Aprenda a tocar sem sair de casa!
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Todos os cursos de violão e guitarra do Grupo ArtMaia Music são acompanhados de Módulos de estudos teóricos e práticos coloridos, CDs didáticos, Vídeo aulas selecionadas na área vip, Suporte do Professor On-line via E-mail, 2 afinadores virtuais, programas exclusivos e completos (Dicionário de acordes, Editor de tablaturas, Metrônomo, etc…), Exercícios Musicais Cifrados, Páginas para exercícios e anotações musicais (Tablaturas, acordes e partituras), Repertório Selecionado, Mais de 2000 tablaturas para exercicios, Senha personalizada de acesso ao exclusivo Fórum Vip ArtMaia, onde disponibilizamos um grande material de apoio aos estudos (Vídeos, Exercicios, etc…), Carteira de Estudante e Certificado de Conclusão.
Para aprender a tocar com os cursos do Grupo ArtMaia Music, basta apenas ter um instrumento musical seja ele violão ou guitarra e dispor ao menos de 4 horas semanais para praticar no instrumento e estudar as lições que são explicadas passo a passo. Conheça todos os cursos a distância oferecidos pelo Grupo ArtMaia Music clicando aqui.
Para aprender a tocar com os cursos do Grupo ArtMaia Music, basta apenas ter um instrumento musical seja ele violão ou guitarra e dispor ao menos de 4 horas semanais para praticar no instrumento e estudar as lições que são explicadas passo a passo. Conheça todos os cursos a distância oferecidos pelo Grupo ArtMaia Music clicando aqui.
NOSSOS CURSOS NA MÍDIA
A Revista MP3 World número 04, oferece aos seus leitores no CD que acompanha a edição, o módulo 01 completo do Curso de Violão e Guitarra Guitar Basic do Grupo ArtMaia Music. Este curso abrange o nível básico, com informações e exercicios passo a passo, para que o aluno aprenda a tocar de modo rápido, prático e sem complicações.
Diversas revistas já publicaram módulos de estudos e artigos produzidos pelo Grupo ArtMaia Music. Podemos destacar também a revista MP3 Magazine número 29, que traz o módulo inicial completo do Curso Básico de Violão e Guitarra ArtMaia.
A Editora Universo dos Livros, lançou com grande sucesso de vendas em todo o Brasil os livros “Curso Prático deViolão” e “Curso Avançado de Violão” de autoria de Raphael Maia, Diretor Presidente do Grupo ArtMaia Music.
Estamos preparando muitas novidades! Para conhecer os nossos cursos e produtos acesse a nossa loja www.artmaiashop.com e entre hoje mesmo para o maravilhoso mundo da música!
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Curso de violão e guitarra - Como classificar os intervalos
terça-feira, 4 de junho de 2013
Chama-se intervalo a diferença em altura entre duas notas musicais. O intervalo é o mesmo tanto quando as notas soam juntas (intervalo harmônico) como quando soam uma após outra (intervalo melódico). Os intervalos no caso de duas notas com a mesma altura são chamados de uníssonos. No caso de duas notas com uma oitava de distancia são chamados de oitavas. Os intervalos podem ser identificados por sua posição na escala diatônica. O mais fundamental de todos os intervalos é o de oitava; ele determina a primeira e a ultima nota da escala.
Todos os outros intervalos são então, nomeados de acordo com sua distancia da primeira nota da escala. São chamados então, de segundas, terças, quartas, quintas, sextas e sétimas. Esse sistema cobre as oito notas da escala maior diatônica (incluindo a oitava). A oitava é dividida em doze semitons produzindo treze notas diferentes incluindo a oitava. Há um sistema que define cada intervalo como sendo justo, maior, menor, aumentado e diminuto.
Entre os intervalos diatônicos o termo justo aplica-se á quarta, á quinta e a oitava. Os intervalos de segunda, terça, sexta e sétima podem ser tanto maiores como menores. O intervalo formado entre a tônica e a nota situada entre a quarta e a quinta pode ser chamado tanto de quarta aumentada como de quinta diminuta.
CLASSIFICAÇÃO DOS INTERVALOS
Os intervalos são assim classificados:
Quando abaixado em um semitom (1 casa), um intervalo maior torna-se menor.
Quando elevado em um semitom (1 casa), um intervalo menor torna-se maior.
Quando elevado em um semitom (1 casa), um intervalo maior torna-se aumentado.
Quando abaixado em um semitom (1 casa), um intervalo menor torna-se diminuto.
Quando elevado em um semitom (1 casa), um intervalo justo torna-se aumentado.
Quando abaixado em um semitom (1 casa), um intervalo justo torna-se diminuto.
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Curso Básico de Violão e Guitarra - Acordes e Cifras
segunda-feira, 3 de junho de 2013
A) Acorde:
É o conjunto de três ou mais sons ouvidos simultaneamente. No caso do acorde de Dó maior seria:
Dó – mi – sol
B) Acorde arpejado:
É quando as notas de um acorde são tocadas sucessivamente. No violão usa-se dizer, também, acorde dedilhado.
Cifras
Cifras são símbolos criados para representar o acorde de uma maneira prática. A cifra é composta de letras, números e símbolos. É o sistema predominantemente usado em músicas popular para qualquer instrumento.
Em cifra os nomes lá, si, dó, ré, mi, fá e sol são substituídos pelas sete primeiras letras do alfabeto.
A – lá
B – Si
C – Dó
D – Ré
E – Mi
F – fá
G – sol
Os números e sinais usados na cifra representam os intervalos da escala, a partir da nota fundamental, em que são formados os acordes.
Tomemos o exemplo do acorde C7 (#9)
C quer dizer Dó. O número 7, o intervalo de sétima menor a partir da nota fundamental Dó. E o # ao lado do 9, a nona aumentada.
O que a cifra estabelece:
1) Tipo dos acordes (maior, menor, 7º da dominante, 7º diminuta, etc...)
EX:
C = Dó –Mi – Sol
Cm = Dó – Mib – Sol
C7 = Dó – Mi – Sol – Sib
Cº = Dó – Mib – Solb - Sib
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MÊS DOS NAMORADOS: ESCOLA DE MÚSICA FABIO ALENCAR:
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Homenagem a um gênio: Georges Moustaki
sábado, 25 de maio de 2013
Nessa semana triste em que perdemos Ray Manzarek, morreu também um grande nome da música universal, infelizmente pouco conhecido das novas gerações, Georges Moustaki, essa pessoa maravilhosa que passou a vida cantando a liberdade, a alegria de viver e as coisas belas do mundo, que ficou mais triste sem o grande poeta mediterrâneo, fruto de tantas culturas diferentes, soube expressar o melhor de cada uma e se tornar cidadão do mundo, símbolo da paz e da tolerância, merci Georges, au revoir !
Vale a pena comprar um amplificador valvulado ? - Amplificadores (III)
domingo, 19 de maio de 2013
Sua majestade, a Válvula !
Meu fascínio com as válvulas começou ainda na infância. Cheguei a pegar o tempo em que as TVs eram valvuladas. Ficava fascinado quando a TV quebrava e o técnico chegava para consertar, abrindo aquele aparelho misterioso e fazendo medidas com o multímetro. Que conhecimento fabuloso aquele homem deveria ter, eu pensava ! E no final, eram sempre as válvulas as culpadas pelo defeito, bastava trocá-las e tudo voltava à normalidade, elas podiam tudo... E, é claro, eu sempre pedia para ficar com as válvulas substituídas para minha coleção !
Haviam também as chamadas "radiolas", um móvel de madeira em que a parte debaixo acomodava os falantes e em cima ficava um radio/amplificador valvulado que pegava estações do mundo inteiro e o toca discos. A qualidade do som era fantasticamente boa, infinitamente melhor do que esses 3 em 1 modernos, você sentia os graves retumbar dentro do peito, esse foi o meu primeiro contato com a "porrada" do som das válvulas. Infelizmente, essas ótimas radiolas costumavam ser impiedosamente atacadas pelos cupins !!!
As origens
Mas o que podemos aprender com todo esse saudosismo ?! Simples, as válvulas chegaram primeiro e quem chega primeiro ocupa o lugar ! É fato, a guitarra elétrica começou a marcar a história da música a partir da década de 50, então todas as nossas referências sonoras que recebemos de forma direta ou indireta desse instrumento foram moldadas pelos estilos musicais que se desenvolveram nos EUA a partir dessa época. O Blues, o Jazz, o rhythm & blues , a Soul Music, o Country e o Rockabilly eram estilos musicais que usavam a guitarra elétrica e nós recebemos essas influências, indiretamente, através do Rock. E todos esses sons maravilhosos de guitarra foram gravados com amplificadores valvulados !
Next Generation
A partir do final da década de 50, os dispositivos de estado sólido ("solid state"), que incluem os transistores e diodos semicondutores chegaram para revolucionar a eletrônica e o mundo. Mas nessa altura, as referências sonoras da guitarra elétrica já estavam formadas. Isso quer o dizer o seguinte, a imensa maioria dos guitarristas vai sempre concordar que o som do amplificadores valvulados é melhor e vai querer esse som na sua música.
Como a maior parte os equipamentos eletrônicos foram sendo migrados da tecnologia valvulada para o solid state, os amplificadores de instrumentos musicais não foram exceção. Porém, essa migração foi projetada para tentar reproduzir da forma mais fiel possível o som das válvulas.
E é que começam nossos problemas, não é fácil reproduzir o som das válvulas, principalmente por causa, digamos, das "imperfeições" delas e outros detalhes. Mas para entender isso, vamos precisar entender um pouco como funciona um amplificador de guitarra.
Diagrama em blocos de um Amplificador de Guitarra
De uma maneira bem simplificada, um amplificador de guitarra tem os seguintes módulos:
Não necessariamente um amplificador vai ter todo esses blocos mas é importante compreender as funções de cada um:
- O Pré-Amplificador corresponde ao primeiro estágio de amplificação do pequeno sinal elétrico gerado pelos captadores das guitarras. Esse pequeno sinal, da ordem de milivolts é amplificado pelo Preamp até um nível onde o sinal possa ser "trabalhado" em suas características para chegar a uma modelagem de timbre desejada.
- O Power (amplificador de potência) vai pegar o sinal gerado pelo Preamp, modelado pelos circuito de tonalidade e efeitos e vai amplificá-lo até o nível onde exista potência suficiente para excitar o auto-falante nos volumes desejados.
- O Transformador de Saída (Trafo) existe pela necessidade de fazer um "casamento" entre a alta impedância de saída do Power valvulado e a baixa impedância do Auto-Falante. Apesar de ser um elemento passivo, ele é muito importante para o timbre final do amplificador. Amplificadores transistorizados não precisam de trafos, já que a impedância de saída dos transistores é baixa e pode ser casada com os falantes através de outros componentes. Isso vai baratear o custo do amplificador transistorizado mas é uma das razões pelas quais existe diferença sonora entre amplificadores valvulados e transistorizados.
- O Alto-Falante (ou Auto-Falante, também não é errado !) transforma o sinal elétrico em ondas sonoras.
- O Loop de Efeitos é um circuito especial que permite que se introduza uma cadeia de efeitos externa (pedais) de uma maneira melhor do que simplesmente ligá-los entre a guitarra e o amplificador. Amplificadores mais baratos não costumam ter loop de efeitos ou se têm, usam circuitos bem simples. São muito úteis para quem gosta de pedaleira.
- O Reverb é um recurso que se incorporou nos amplificadores valvulados e acabou se tornando uma referência sonora clássica. Ele dá aquela "ambiência", aquele som de "eco" curto que ouvimos quando falamos em uma igreja ou uma sala grande vazia. Existem reverbs construídos a partir de uma peça mecânica (uma mola esticada, com transdutores elétricos nas extremidades), os chamados "tanques de reverb" e existem também os reverbs gerados puramente por circuitos eletrônicos.
- Os Efeitos Sonoros em um amplificador de guitarra tradicional se resumem no Reverb e nos controles de "drive" (distorção, saturação, ganho). No entanto, amplificadores mais modernos ou sofisticados costumam oferecer também outros recursos de efeitos sonoros, como o "Chorus" e o "Delay"."
- A Fonte de Alimentação tem o papel de converter a corrente alternada existente na tomada elétrica para a corrente contínua que os componentes eletrônicos precisam para trabalhar. Este processo é conhecido como "retificação". No entanto, ela também é importante para o timbre final do amplificador, como veremos adiante.
A questão Válvula x Transistor !
Muito bem, já sabemos que as válvulas vieram primeiro e já compreendemos os módulos básicos de um amplificador de guitarras. Vamos estudar agora uma coisa muito importante para entender a diferença entre essas duas tecnologias e quais as implicações no som que vamos obter.
Um amplificador de áudio ideal seria aquele que amplificaria o sinal de entrada de maneira perfeita, ou seja, o sinal seria reproduzido sem nenhuma distorção ou alteração em seu timbre original.
Entendido isso ?!
Pois bem, esse amplificador de áudio ideal nunca existiu e nos primórdios da amplificação eletrônica, os amplificadores eram baseados em válvulas que eram bastante "imperfeitas" e alteravam sobremaneira o sinal original.
O problema é o nosso ouvido aprendeu a amar essas imperfeições, já que as nossas referências sonoras foram gravadas com amplificadores valvulados !
Então aquilo que deveria ser um grande problema (a distorção e a compressão do sinal sonoro) se tornou o grande objetivo da maioria dos amplificadores de guitarra !
Nesse ponto, vamos ver de onde se origina a distorção do som (e também a compressão do sinal, já que uma coisa é consequência da outra) em um amplificador valvulado:
- Válvulas: quando amplificam o sinal as válvulas produzem uma espécie de "achatamento" nos vales e picos das ondas sonoras, isso acontece tanto no Pré-Amplificador quanto no Power. Dependendo do circuito usado, pode até mesmo acontecer o chamado "ceifamento" da onda. Isso resulta em um sinal sonoro mais ricos em harmônicos, como mostra o Teorema de Fourrier.
- Transformador de Saída: devido aos efeitos dos materiais eletromagnéticos, o transformador de saída também introduz distorções no sinal de potência que vai ser direcionado para o Alto-Falante.
- Alto-Falante: não existe Alto-Falante perfeito, todo Alto-Falante distorce o som, não bastasse isso, os Engenheiros Eletrônicos, para satisfazer o gosto dos músicos por distorção, ainda projetam Alto-Falantes que distorcem ainda mais, ou ainda, projetos onde os Alto-Falantes trabalham "forçados", recebendo um sinal maior do que aquele que deveriam suportar !
- Fonte: as fontes valvuladas são um tanto ineficientes na sua capacidade fornecer a corrente contínua necessária ao funcionamento do amplificador. No entanto, essa "ineficiência" também é benvinda para efeitos de gerar distorção.
Olhem só, estamos vendo até aqui que a distorção em um amplificador valvulado se origina do Pré, do Power, do Trafo, da Fonte e do Alto-Falante ! Então, será que adianta você comprar um amplificador que tenha apenas o pré valvulado, ou ainda uma pedaleira que venha com uma válvula para "esquentar o som" para conseguir o "som do valvulado" ??? ! Pouco provável, né ? E agora você sabe o por quê !
(Paro aqui, vou publicar a segunda parte do artigo só na semana que vem para que ele não fique grande demais, certo ? Até lá e abraços !)
Curso de Violão e Guitarra - Como prender as notas
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Adquirir hábitos corretos ao apertar as cordas contra os trastes é importante. Ao prender uma nota, a ponta do dedo deve ficar logo atrás ou depois do traste. Se você apertar distante dele, a corda deverá trastejar,isto é, emitir zumbidos ou ruídos, se apertá-la bem sobre o traste, a corda soará abafada. É comum em iniciantes na prática de violão ou guitarra, silenciar sem querer outras cordas além das que se prendem. Isso é evitado mantendo os dedos na posição mais vertical possível.
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BASE BLUES EM d - IMPROVISO GUITARRA .- guitar - lesson - fabio alencar
terça-feira, 14 de maio de 2013
Aulas de Violão e Guitarra - Escalas e Modos Gregos
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Introdução
Para completo entendimento desse assunto é necessário que os desenhos dos Modos Gregos e Pentatônicas, estejam bem decorados, por isso, treine bastante as escalas até que estejam perfeitamente memorizadas. Nessa seção iremos abordar sobre vários assuntos relacionados às escalas, tentarei descomplicar o estudo, você aprenderá a entender as escalas e aplica-las baseando-se no campo harmônico. Darei varias dicas importantes, assim como explicações esclarecedoras, mas vale salientar que é muito importante a completa memorização dos desenhos, pois agora estamos entrando em um estudo mais avançado.
Explicação
É muito importante, antes de nos aprofundarmos no assunto, esclarecermos certos pontos relacionados às escalas. Os Modos Gregos são compostos de 5 desenhos,mas na verdade são 7 escalas, pois Lôcrio/Jônio e Frígio/Lídio na verdade são 2 escalas "embutidas" em 1 desenho.
As escalas estão escritas no que eu chamo de posição natural, onde você estará tocando somente notas naturais, ou seja, sem “Sustenidos’ e “Bemóis”, essa vai ser nossa área de estudo”. Cada escala corresponde a uma nota tônica, vamos a elas:
MIXOLÍDIO: G
EÓLIA: A
LÔCRIO: B
JÔNIO: C
DÓRICO: D
FRÍGIO: E
LÍDIO: F
Veja porquê Lôcrio/Jônio e Frígio/Lídio são formados por um desenho mas na verdade são, na teoria, escalas diferentes, Lôcrio/Jônio são correspondentes as escalas de B/C, notas que você anda ½ tom, assim como o FrÍgio/Lídio correspondem a E/F notas que também andam ½ tom. Agora vamos descomplicar o pensamento em relação as escalas! Todos os modos são formados pelas mesmas notas, sendo, por exemplo, a escala Mixolidio formada pelas notas:
G/A/B/C/D/E/F/G/ETC
E a Eólia formada pelas notas:
A/B/C/D/E/F/G/ETC
E assim por diante, as únicas coisas que mudam de uma escala para outra são: o desenho, e a nota de saída da escala, sendo o desenvolvimento dela igual em todas as outras escalas. Se todas as escalas têm as mesmas notas, elas seriam iguais então? Na teoria não, mas na pratica sim! Todas elas têm a mesma importância, em um solo todas elas podem ser encaixadas perfeitamente, porque como vimos, em matéria de notas, não há diferença entre elas.
É muito importante deixar isso bem claro, porque muitos alunos tinham uma visão burocrática da escala, por exemplo, sobre escala maior e escala menor. Na verdade, na pratica não existe escala maior ou menor, ora todas as escalas são iguais, porque haveria de existir escala maior ou menor, o quê na verdade seria correto dizer é que existe escala com desenho maior e desenho menor.
Note que todas os desenhos se encaixam entre si, a ideia seria; onde termina uma escala já é o começo da outra, então elas têm uma sequencia lógica, o que é claro, facilita o estudo de visualização. No assunto campo harmônico foi dito que escalas e acordes estão juntos, embutidos em uma coisa só, por exemplo, a escala Eólia começa em A; que acorde, maior ou menor casaria com a escala?
A ou Am? Visualizando, você verá que é o Am porque não há "sustenidos" nesse acorde, portanto a Eólia têm um desenho menor, mas isso não quer dizer que é uma escala menor porque na Jônio por exemplo, se encaixa um acorde de C, então ela seria uma escala com desenho maior, mas na Eólia, assim como na Jônio, nós temos as mesmas notas, então não há diferença em nenhuma das duas, você poderá usar qualquer escala, em qualquer base, é claro com certos critérios que serão citados aqui. No campo harmônico os graus são relacionados às escalas sendo:
Primeiro grau: Jônio
Segundo grau: Dórico
Terceiro grau: Frígio
Quarto grau: Lídio
Quinto grau: Mixolidio
Sexto grau: Eólia
Sétimo grau: Lôcrio
Para que você possa entender melhor o assunto explicado procure estudar mais sobre Campo Harmônico. Agora você tem que sempre pensar nas escalas como uma unidade, temos os desenhos, mas todo o bloco é importante. O que vai acontecer muito com escalas é a mudança de região, mas tudo é feito matematicamente. Temos o campo harmônico original, onde seria a área de estudo e onde você não encontrará sustenidos, mas veja por exemplo, o campo harmônico de G.
G é claro está no primeiro grau que é da escala Jônio, então faça a escala Jônio sair da nota G na 6ª corda, e pronto você fez a transposição correta! E as outras escalas vão andar proporcionalmente. No campo já estarão escritas as posições, mas você pode fazer isso usando a lógica, onde termina uma, começa a outra e assim por diante! As escalas não mudam de ordem, elas mudam de região, tudo matematicamente. Sempre depois da Jônio virá a Dórico e depois da Dórico, Frígio e assim por diante! Por isso é muito importante decorar as escalas muito bem, para ter opções de vários desenhos. As trilhas, por exemplo, são nada mais nada menos que formas prontas de duas ou mais escalas juntas e são importantes para conhecer novas formas.
As Pentatônicas são um resumo dos Modos Gregos, "Penta" significa 5, elas são as 5 tônicas dos Modos Gregos, e cada Modo Grego têm a sua Pentatônica correspondente, e só dar uma olhada nos desenhos, e para usá-las é a mesma coisa, elas acompanham os Modos. Existe um truque para solar em "Blues", que seria o seguinte: o "Blues" tem uma sonoridade muito característica, para seguir adiante temos que entender a sonoridade, o quê torna o "Blues" tão peculiar.
O "Blues" basicamente é construído por acordes maiores, mais especificamente é só pegar os acordes do Primeiro/Quarto/Quinto graus, esses graus são todos maiores, e em qualquer campo harmônico tocando essa sequencia você terá uma "cadência Blues"!
A particularidade do "Blues" vem de um efeito harmônico muito interessante, o "Blues" então é criado basicamente por acordes maiores, o quê caracteriza se um acorde é maior ou menor (consulte formação de acordes) seria o intervalo de terça, e temos a terça maior para acordes maiores e a terça menor para acordes menores, para ter um efeito "Blues", é tocado junto com o acorde maior a terça menor desse acorde, por exemplo, vamos pegar a tônica de um "Blues" em um campo harmônico natural, o de estudo, a tônica do "Blues" estaria no primeiro grau, C, o acorde de C (Dó maior) é formado pela terça maior que é a nota E, toque junto a nota Eb, que é a terça menor, pronto esse é o efeito "Blues"( Blue Note). Note que na Penta Blues, a nota a mais que ela tem é exatamente o Eb!!
Mas ainda não é só isso, o que os guitarristas de "Blues" fazem é mais radical; por exemplo: um "Blues" no campo harmônico natural seria basicamente C/F/G, você de cara pode solar em, Modos gregos, Pentatônicas e Penta blues na posição original sem problemas, vai ficar bem legal.
Mas para ter o efeito "Blues" realmente, pegue somente a Pentâtonica e a Penta blues e faça andarem 1 tom e ½ à frente da posição original! Agora sim você estará solando com a sonoridade "Blues"! Mas o quê foi feito na verdade?
A idéia "Blues" é você tocar em cima de acordes maiores a terça menor da tônica do "Blues" certo? Agora vejamos, o tom do "Blues" natural é C, que escala faz parte desse tom? A escala Jônio, que é claro uma escala com desenho maior, andando todos os desenhos 1 tom e ½ a frente, que escala está agora em C? Seria a Eólia que é uma escala com desenho menor.Ou seja a idéia básica, que era tocar em cima de um acorde maior a terça menor, se estendeu para onde havia uma escala com desenho maior para agora uma com desenho menor, não é demais?
O quê é muito importante dizer é que quando você desloca as escalas 1 tom e ½ à frente, só use Pentas e Penta blues e esse efeito é só para "Blues", ou para músicas que usem o primeiro, quarto e quinto graus do campo harmônico. Então veja que linha de raciocínio simples que você pode seguir agora! Imagine um "Blues" em E. A tônica de um "Blues" é sempre um acorde do primeiro grau. ENTÃO ESTE SERIA O CAMPO HARMÔNICO DE E. Um Blues nessa tonalidade seria formado basicamente por, E/A/B, (primeiro grau/quarto e quinto) a tônica do "Blues" é sempre o acorde do primeiro grau.
Você poderia usar a Jônio saindo de E, Modos gregos /Pentatônicas, e poderia também usar a Penta da Eólia em E, o que daria o efeito "Blues"! É o mesmo raciocínio para todos os campos. LEMBRANDO QUE, QUANDO VOCÊ PEGA A PENTA DA EÓLIA E ANDA 1TOM E ½ A FRENTE, TODOS OS OUTROS DESENHOS ANDARAM PROPORCIONALMENTE. A IDEIA DE PEGAR A EÓLIA E SÓ PARA FACILITAR O RACIOCINIO.
Conclusão
Todos os desenhos de escalas são importantes. As escalas são formadas pelas mesmas notas, sendo a Jônio, Lídio e Mixolídio, desenhos "maiores" e, a Eólia, Dórico, Frígio, desenhos "menores". Lócrio desenho meio diminuto ou 5+. Efeito "Blues" é conseguido pelo deslocamento das Pentatônicas, Penta blues 1 tom e ½ a frente. Faça um estudo para decorar seqüências de acordes de diversos campos harmônicos, assim você poderá identificar mais rapidamente que campo está sendo usado por determinada musica.
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Aprenda Violão e Guitarra - Tipos de Cordas
terça-feira, 7 de maio de 2013
O tipo de cordas que você usa, afeta tanto o som como a capacidade de execução fluente da guitarra ou violão. Tanto as guitarras quanto os violões elétricos usam cordas de aço. Para melhores resultados, você deve usar cordas submetidas a “enrolamentos” de bronze, latão, ou outras ligas. O bronze produz um som mais claro, com timbre parecido ao de um sino. O calibre, ou espessura, de uma corda também é muito importante. As cordas mais leves são mais fáceis de tocar e de flexionar em bendings,mas dão menos volume e desafinam mais.
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Curso de violão e guitarra - As unhas no estudo do instrumento
Apertar uma nota corretamente próxima do traste do violão ou da guitarra, será mais difícil se as unhas da mão esquerda estiverem muito longas. Um bom teste é esticar a ponta dos dedos e apertá-las para baixo sobre uma superfície horizontal. Se alguma das unhas atingir a superfície antes da polpa do dedo, com certeza a unha precisa ser aparada. Violonistas e guitarristas que fazem dedilhados costumam ter as unhas da mão direita compridas o suficiente para tocar.
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CANAL DA ESCOLA NO YOUTUBE
segunda-feira, 6 de maio de 2013
Video aula de ingles para negocios
quinta-feira, 2 de maio de 2013
CURSO DE VIOLÃO COM PROMOÇÃO ESPECIAL!!
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Curso de violão e guitarra - O violão de doze cordas
O violão de doze cordas é muito usado no country entre outros ritmos. Seu som cheio nada tem a ver com o de duas guitarras comuns em uníssono. Cada corda é dupla, num conjunto de seis pares. Vários intérpretes usam afinações diferentes. No geral, os dois primeiros pares mais agudos são dobrados em uníssono, e nos outros quatro a segunda corda é afinada uma oitava acima da principal.
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Curso de violão e guitarra - A guitarra ou violão clássico
A guitarra convencional de seis cordas teve origem na Itália, por volta de 1780. Em meados do século XIX, o fabricante de guitarras espanhol Antonio de Torres produziu um instrumento maior, cujas dimensões e estrutura são ainda usados hoje. No final do século XIX, Francisco Tárrega definiu grande parte do que se considera hoje como as técnicas clássicas padrão de execução. Contudo coube talvez ao virtuose Andrés Segovia, mais do que qualquer outro, a responsabilidade pela aceitação da guitarra ou violão como instrumento clássico.
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