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terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

VIOLÃO E GUITARRA - ARTICULAÇÃO
Articulação é a maneira de se executar os sons de forma destacada, indicada pelo termo "staccato", ou de forma ligada , indicada pelo termo "legato". O staccato consiste em tocar as notas de maneira que soem separadas umas das outras, intercaladas por pausas, podendo ser estas de diferentes durações. Por outro lado, o legato consiste em tocar as notas de maneira que soem ligadas umas às outras, não havendo interrupções entre elas.
Basicamente, para que isso ocorra, duas coisas são importantes:
1) Digitação - realizada pela mão esquerda
2) Palhetada - realizada pela mão direita.
Para começar a praticar este tipo de ferramenta, pegue uma escala e toque-a palhetando todas as suas notas. Palhete todas as notas de modo a destacar cada som, ou seja, como se existissem pequenas pausas entre eles. Esse é o primeiro passo, se assim podemos dizer.
Procure uma escala que lhe agrade e, no caso de não conhecer alguma escala específica, pratique este exercício em padrões cromáticos verticais que envolvam os 4 dedos da m.e.(mão esquerda).
Exemplo:
1 2 3 4 - corda E (6)
1 2 3 4 - corda A (5)
1 2 3 4 - corda D (4)
1 2 3 4 - corda G (3)
1 2 3 4 - corda B (2)
1 2 3 4 - corda E (1)
Pratique o exercício de forma ascendente e descendente. Esses padrões cromáticos são excelentes ferramentas melódicas no aspecto da improvisação.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

TROCANDO AS CORDAS
Quando você for trocar as cordas da sua guitarra tenha em mente o seguinte: as cordas esticadas aplicam um certo esforço no instrumento que forçam o braço a se curvar. Para compensar isso, existe uma barra de metal dentro do instrumento chamado TENSOR que permite que se ajuste a curvatura do braço para mais ou para menos. Esse tipo de ajuste é delicado e o ideal é que esse serviço seja feito por um Luthier especializado.
Por isso você deve evitar tirar todas as cordas do instrumento ao mesmo tempo. Se você fizer isso, a curvatura do braço vai se alterar, afetando a regulagem do instrumento.
Aí você pode estra imaginando: mas na hora que eu colocar as cordas de novo o braço volta para a sua curvatura anterior, certo? Infelizmente não funciona desse jeito. A guitarra é feita basicamente de madeira, que é um material bastante temperamental e pode ser afetado por diversos fatores diferentes, como temperatura e umidade por exemplo.
Se você ainda não ficou convencido faça esse teste: afine uma corda da guitarra e memorize bem o jeito que a tarracha ficou posicionada. Agora, solte a corda dando umas três ou quatro voltas na tarracha. Volte a apertar a corda de modo que a tarracha fique na posição que você tinha memorizado e verifique a afinação da corda. Nove entre dez vezes a corda não vai estar afinada.
Se for possível, evite também ficar variando de marca de encordoamento .Procure escolher o tipo que mais lhe agrada, leve seu instrumento para uma regulagem em um Luthier de confiança e não mude mais de marca e modelo. Por exemplo: se você prefere usar cordas D Addario XL140, toda vez que for trocá-las compre SEMPRE D Addario XL140. Se você colocar outra marca, aquela regulagem que você pagou uma grana pra fazer pode não valer mais nada.
Então quando for trocar as cordas da sua guitarra faça a troca uma corda de cada vez e certifique-se que a corda esteja afinada corretamente antes de trocar a próxima.
Guitarras com ponte tipo Floyd Rose são problemáticas para trocar as cordas porque o sistema é flutuante. Isso quer dizer que a alavanca não tem um ponto de descanso como nas pontes tipo Fender onde a alavanca fica apoiada na madeira do instrumento quando não está sendo usada. As Floyd tanto podem ser apertadas como puxadas. Quando você solta uma corda, as outras cordas restantes tem que agüentar o esforço a mais gerado pelas molas da alavanca. Então você corre o risco de estourar uma corda durante a troca e dar prejuízo pro seu bolso.
Uma solução interessante é você colocar um calço na alavanca antes de soltar a corda. Pode ser um pedaço de plástico fino e resistente ou um papelão duro ou então pode fazer como eu fiz: usei uma cartolina dobrada e colada com fita adesiva.
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terça-feira, 16 de dezembro de 2008

CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - ESCALAS EXÓTICAS
Escala Espanhola (T - 2m - 3M - 4J - 5J - 5#- 7m)
Exemplo em C(C C# E F G G# A#)
e----------------------------------------9-12-13-------
B--------------------------------9-11-13---------------
G------------------------9-10-12-----------------------
D----------------8-10-11-------------------------------
A--------8-10-11---------------------------------------
E-8-9-12-----------------------------------------------
Escala Persa (T - 2m - 3M - 4J - 4# - 5# - 7M)
Exemplo em C(C C# E F F# G# B)
e---------------------------------------9-12-13--------
B-------------------------------9-12-13----------------
G-----------------------9-10-11------------------------
D---------------9-10-11--------------------------------
A--------8-9-11----------------------------------------
E-8-9-12-----------------------------------------------
Escala Egipcia (T - 2M - 4J - 5J - 7m)
Exemplo em C(C D F G A#)
e-----------------------------------------8-10-13------
B---------------------------------8-11-13--------------
G-------------------------7-10-12----------------------
D-----------------8-10-12------------------------------
A---------8-10-13--------------------------------------
E-8-10-13----------------------------------------------
Bons estudos e até a próxima!!!
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quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

CURSO PRÁTICO DE VIOLÃO - Raphael Maia
O novo livro de Raphael Maia "Curso Prático de Violão", lançamento 2008 já está a venda nas principais livrarias e bancas de revistas do Brasil.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

GUITAR BASIC - CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA EM CDS
APRENDA DEFINITIVAMENTE A TOCAR VIOLÃO E GUITARRA !
CURSO TESTADO E APROVADO NA EUROPA E EUA, SUCESSO DE VENDAS!
AGORA FINALMENTE NO BRASIL, TRADUZIDO E GRAVADO EM PORTUGUÊS!
O Curso de Violão e Guitarra GUITAR BASIC em Cds foi elaborado por Professores de música altamente capacitados visando permitir ao aluno um aprendizado rápido e sem complicações. Esse curso é indicado para quem quer aprender a tocar sem aquelas teorias cansativas, que muitas vezes fazem o aluno desistir logo no início. Com o GUITAR BASIC , você irá aprender de modo divertido, com explicações detalhadas através de livros digitais coloridos, com textos descomplicados, exemplos com fotos, desenhos e gráficos e aulas gravadas com explicações minuciosas do Professor.Você irá aprender tudo que é necessário para tocar Violão e Guitarra rapidamente! o curso foi desenvolvido exclusivamente para os iniciantes, com uma abordagem simples e direta , você irá aprender a desenvolver todo o seu potencial musical.O Curso GUITAR BASIC é extremamente prático, e mesmo que você nunca tenha estudado e não saiba nada, irá tocar a partir das aulas iniciais.
O GUITAR BASIC é formado por 10 CDS Didáticos, Teóricos e Práticos, sendo 8 Cds de aulas, 1 Cd com 8 Livros digitais coloridos, em formato E-books ,que você poderá imprimir quantas vezes quiser, totalizando mais de 450 páginas de aulas teóricas e práticas, com ritmos, exercícios, testes, dicas, curiosidades etc..., e 1 Cd com diversos programas para você estudar e aprender com segurança. Além de tudo isso, adquirindo o GUITAR BASIC você conta com o suporte do PROFESSOR ON-LINE, para esclarecer todas as suas dúvidas, e também recebe uma senha exclusiva de acesso a nossa Área VIP, onde irá encontrar um grande material de apoio aos seus estudos como Vídeos, Songbooks, Músicas cifradas, Métodos etc...
O Curso Básico de Violão e Guitarra GUITAR BASIC é um lançamento exclusivo do GRUPO ARTMAIA MUSIC (http://www.artmaia.com). Você receberá também a CARTEIRA DE ESTUDANTE, e ao final do Curso após o teste de avaliação enviaremos o seu CERTIFICADO DE CONCLUSÃO atestando que você concluiu o curso com êxito.
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segunda-feira, 1 de setembro de 2008

A TÉCNICA DE SLIDE
Slide é a técnica em que uma nota é tocada e então seu dedo desliza até outra nota. Este é um exercício bem simples. Geralmente você verá na tablatura o símbolo "/" para um slide up (acima) e " \" para um slide down (abaixo).
Slide Up
Na corda A , pressione na casa 5 e então toque-a, então, sem remover o seu dedo, deslize até a casa 7. Não toque novamente.
E-----------------------------------------
B -----------------------------------------
G -----------------------------------------
D -----------------------------------------
A ------------5 / 7-----------------------
E -----------------------------------------
Lembre: Não remova o dedo do braço da guitarra(escala) quando estiver fazendo o sliding. Mantenha o dedo pressionado na escala da guitarra.
Slide Down
Na corda B , pressione na casa 5 e então toque.sem remover o dedo, deslize até a casa 3. Não toque novamente.
E -----------------------------------------
B ---------------5 \ 3--------------------
G -----------------------------------------
D -----------------------------------------
A -----------------------------------------
E -----------------------------------------
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quarta-feira, 27 de agosto de 2008


GUITAR BASIC - Curso de Violão e Guitarra em Cds

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segunda-feira, 25 de agosto de 2008

A ESCALA DE RÉ NATURAL
Vejamos a escala de D:
I___II__III__IV___V__V__VII__ VIII
D__E __F#__G___A__B__C# ___D
__1___1__1/2__1___1___1___1/2
Entre E e F existe apenas 1 semiton, já que E não possui sustenido, por isso foi necessário acrescentar um sustenido em F para que a nossa fórmula se cumpra, ou seja o intervalo deve ser de 1 tom entre o segundo e terceiro graus da escala natural, portanto no caso desta escala específica temos ( E F F#) entre o segundo e terceiro graus da escala. Entre o terceiro e quarto graus temos um intervalo de 1 semiton, (F# G). Entre o sexto e sétimo graus da escala temos um intervalo de 1 tom, por isto fomos obrigados a acrescentar um sustenido em C, assim temos (B C C#) entre o sexto e sétimo graus da escala de D. Entre o sétimo grau e o oitavo temos apenas um semiton, ou seja, (C# D). Nota-se que o primeiro e o oitavo graus são a mesma nota, a diferença entre elas dá-se na altura do som, o oitavo grau está uma oitava acima do primeiro grau portanto mais aguda. Descobrimos que a escala de D possui dois acidentes, um em F e outro em C e neste caso espcífico ambos são sustenidos. Com estas informações você será capaz de construir todas as escalas naturais dos respectivos tons, prossiga, como exercício construindo as escalas de E F G A e B (e não se esqueça, lê-se, mi fa sol lá e sí). Descubra por você mesmo quantos acidentes existem em cada tonalidade, quais são (se bemois ou sustenidos), etc. Lembre-se que os acidentes são característicos das suas respectivas tonalidades, pode-se reconhecer uma escala pelo seu número de acidentes e quais são. É importante frisar também que o primeiro grau é que dá nome a escala.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

AS GUITARRAS DE CORPO MACIÇO
Um problema básico era a adaptação de captadores eletronicos ao violão acústico. Se o volume do amplificador era muito alto, o som do alto-falante fazia o bojo da guitarra vibrar, criando um ruído de chiado, ou feedback. A solução foi aumentar a massa do corpo do instrumento para reduzir a vibração. Assim, nos anos 40 apareceram as primeiras guitarras elétricas de corpo maciço. Já rolou muita polêmica a respeito de quem produziu a primeira guitarra de corpo maciço. O guitarrista Les Paul criou sua própria guitarra Log, usando p braço de uma Gibson adaptado a uma peça maciça de pinho sobre o qual foram instalados os captadores e o bridge (cavalete das cordas). Paul tocou a Log em diversas gravações de sucesso. Outro pretendente dessa primazia é o engenheiro Paul Bigsby, que fez uma guitarra elétrica de corpo sólido para o guitarrista de country Merle Travis. A forma e a confecção dessa guitarra tiveram influência direta de Leo Fender, que depois se converteria no mais respeitado fabricante de guitarras elétricas de corpo maciço.

AS TRÊS GRANDES GUITARRAS
Em 1950, a empresa de Leo Fender, sediada na Califórnia, lançou a primeira guitarra elétrica de corpo maciço fabricada em massa: a Fender Broadcaster, que logo seria rebatizada de Telecaster. Em 1952 e Gibson lançava a Les Paul de corpo maciço. Essa guitarra tinha elementos em geral ligados à marca Gibson na linha arch top. Em 1954 a Fender lançava a legendária Stratocaster. Apesar de modificações periódicas e ocasionais, estas três guitarras populares são produzidas até hoje. Elas marcaram tanto a música dos últimos quarenta anos que quase todos os guitarristas importantes usaram pelo menos uma delas.
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sexta-feira, 15 de agosto de 2008


TRÍADES E CAMPO HARMÔNICO

Cada nota da escala funciona como a Fundamental de uma Tríade. Todas as Tríades da escala podem ser usadas para harmonizar qualquer melodia baseada nesta escala.

Vamos utilizar as Tríades da Escala de DÓ M,(campo harmônico)como padrão para todas as escalas maiores:

C- Dm- Em- F- G- Am- Bm(b5)

a sequência das tríades é:

M- m- m- M- M- m- m*

Ou seja:

1 Maior

2 menores

2 Maiores

2 menores* (* sendo o último acorde com b5(5a. diminuta)

Essa sequência é a mesma para toda Escala Maior

Tríades de DÓ Maior

I - C

II- Dm

III-Em

IV -F

V -G

VI -Am

VII-Bm(b5)

Tríades de SOL MAIOR

I - G

II- Am

III-Bm

IV -C

V -D

VI -Em

VII-F#m(b5)

Exercício de Fixação: Escrever as tríades formadas a partir de cada nota das escalas maiores. Não esquecer os acidentes! Lembram da ordem dos sustenidos FÁ, DÓ, SOL, RÉ, LÁ, MI, SI? Então o FÁ #(primeiro acidente) está na escala de SOL MAIOR Agora pegamos o FÁ# e o DÓ#( segundo acidente) a escala vai ser RÉ MAIOR .Com FÁ#, DÓ#, e SOL#(terceiro acidente) a escala vai ser LÁ MAIOR e assim por diante.


GUITARRA - PROBLEMAS E SOLUÇÕES
REGULAGENS DE PONTES
Uma outra dúvida comum existente refere-se à regulagem da ponte da guitarra, mais especificamente as Floyd Rose com "back box", pequena abertura na parte de trás da ponte, que possibilita "alavancar" para cima. As pontes são sustentadas pôr molas, que podem deixar a alavanca mais macia ou dura, como também a regulam para diferentes afinações e tensões de corda. As pontes do tipo Fender são mais simples para regular. Desejando a alavanca mais macia basta retirar uma mola. Nesse caso, deve-se apertar aqueles dois parafusos que sustentam as molas, pois a ponte tem que estar sempre alinhada ao braço. Com relação às pontes floyd Rose com back box, o problema é mais complicado. Se a ponte estiver desalinhada, dois fatores podem concorrer para isso: afinação e tipo de corda. Hoje em dia é muito comum bandas de rock tocarem meio-tom abaixo da afinação tradicional (440 hz - d# g# c# f# a# d#). Além do peso de certa maneira é até mais cômodo para tocar. As guitarras vêm sempre de fábrica afinadas em 440 hz. Para regulá-la meio tom abaixo o procedimento é o seguinte: soltar os parafusos da ponte (mas não muito), dar umas 4/5 voltas e afinar. No final a ponte tem que estar alinhada. Para o processo inverso, ou seja, afinar em 440hz guitarras reguladas meio tom abaixo, aperte os parafusos, ao invés de soltá-los. Vale a pena dizer que bandas tipo Sepultura tocam até 2 tons abaixo!! Com relação ao encordoamento, o problema surge quando se quer trocar de tipo de corda. Por exemplo, para passar de de 0.9 para 0.10 ou o contrário. O procedimento é semelhante ao anterior: para afinações ou tensões altas, aperte os parafusos, para baixas, solte-os, sempre igualmente. Para encerrar, gostaria de dar um toque sobre regulagem de "oitava". Nas pontes, existem pequenos parafusos, que servem para se avançar ou recuar o rastilho pôr onde passam as cordas. Com um afinador, toque a corda solta e, em seguida, na casa 12. Se der diferença, solte o parafuso e recue o rastilho ou avance até chegar no ponto. Esse procedimento é importante poque quando as "oitavas" não estão reguladas você poderá estar fazendo um solo é ter aquela sensação de coisa na trave apesar dos acordes estarem perfeitos.
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quarta-feira, 13 de agosto de 2008


EXERCÍCIOS PARA MÃOS E PUNHOS
Nesse capítulo faremos uma abordagem sobre um assunto bastante importante para dar elasticidade as suas mãos e ao mesmo tempo fazer com que elas fiquem relaxadas e não force tanto os nervos a fim de que possa vir futuramente a ter problemas musculares. Muitas vezes, quem está começando agora e não tem experiência necessária pra dosar, acaba desistindo devido as fortes dores que as mãos e punhos sofrem com as pestanas e solos. Então, fique ligado nessas dicas. Vamos a elas:
1. Abra as mãos e encoste as palmas em "posição de orar". Com os dedos juntos, flexione os punhos e comprima uma mão contra a outra (frente do peito).

2. Aperte dedo contra dedo, alongando-os - polegar contra polegar- indicador contra indicador- médio contra médio- anular contra anular- mínimo contra mínimo. Obs: este exercício pode ser feito com todos os dedos ao mesmo tempo.

3. Aperte o dedo polegar contra o indicador e estique (mesma mão). Ainda com o polegar, faça o mesmo contra os dedos: médio, anular e mínimo.

4. Cruze dedo com dedo e puxe (gancho) - polegar com polegar- indicador com indicador- médio com médio- anular com anular- mínimo com mínimo.

5. Cruze dedo com dedo em gancho, alternando-os. Ex: polegar com médio, anular com mínimo Obs: A variedade fica por conta de cada um

6. Feche bem a mão, como se estivesse segurando algo com força. Estique bem os dedos. (lembre-se: para um melhor resultado, cada exercício deve ser treinado rigorosamente.

7. Abra bem os dedos, afastando-os o máximo possível. Feche os dedos, apertando-os com a mão esticada (ligeiro apoi na mesa).

8. Faça "ondas" com os dedos.

9. Gire os punhos em círculo, com as mão soltas no sentido horário e anti-horário.
10. Balance as mãos.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008


TIPOS DE CORDAS PARA VIOLÃO E GUITARRA
0.08= extremamente leve, são recomendáveis apenas a aqueles que não podem fazer muita força / esforço com os dedos. Nos anos 80, este tipo de encordoamento foi muito popular, pois era usado por guitarristas que tocavam heavy-metal, devido à facilidade de tocar rápido, mas que no fim acaba gerando um som de guitarra mais fraco e magrinho....
0.09= possivelmente a mais vendida de todos os tipos. Som razoável, fácil de dar bends, mas também é fácil de quebrá-las...
0.10= em minha opinião, a melhor. O som vem na medida certa, possibilitando graves suficientes... Os bends ainda continuam fáceis, e a corda nova, de boa marca, em uma guitarra bem regulada (ponte, braçø) dificilmente vai quebrar. Se você está procurando um som de guitarra mais cheio, gordo e encorpado, experimente a BLUE STEEL® 0.10/0.46, da empresa Dean-Markley®.
0.11= pesada. Dificilmente vai conviver bem com uma guitarra com micro-afinação ( a ponte possivelmente vai ficar enclinada...). O som é muito bom, e você pode usar em Stratocasters ® e similares, e Les-Paul's , além de guitarras semi-acústicas para jazz e R&B.
0.12= extremamente pesada, dura e difícil de dar bends. Dependendo do tipo de guitarra (japonesas e coreanas principalmente), pode-se até mesmo empenar (enclinar demasiadamente) o braço do instrumento, devido à tensão gerada. 0.12 podem conviver bem em uma guitarra com braço grosso, gordo de jazz, como a Gibson® ES- 175, mais cuidado com a tendinite....
Você também deve prestar atenção no número que se segue à estes acima. 0.09, 0.10, etc... correspondem a 1ª corda, a mais aguda (mizinha). Existem no mercado cordas híbridas, que misturam , por exemplo, 0.09 com 0.10, entre outras. As combinações mais populares em todo o mundo são:
0.09 - 0.42
0.09 - 0.46
.10 - 0.46
0.10 - 0.52
TÍPICA TABELA DE ESCOLHA:
extra-little
= 0.08 - 0.38
little = 0.09 - 0.42
custom little = 0.09 - 0.46
regular = 0.10 - 0.46
reg.-medium = 0.10 - 0.52
medium = 0.11 - 0.52
jazz hard = 0.12 - 0.56
Enfim, achar a corda certa para seus dedos e seu instrumento pode levar um certo tempo, mais com certeza vale a pena pesquisar. Aproveite bastante essas dicas!
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sábado, 2 de agosto de 2008


MODOS GREGOS - Parte 02
Agora que já geramos os sete Modos, podemos compará-los e notar a diferença que os mesmos têm entre si, se tratando dos intervalos que compõe cada um deles. Para isso, vamos separá-los em “grupo dos maiores” (que possuem terça maior) e “grupo dos menores” (que possuem terça menor). Como referência do grupo dos maiores, teremos o Jônio, que também pode ser classificado como “Modo Maior” (ou Escala Maior), e teremos o Eólio, como referência do grupo dos menores, que também pode ser classificado como “Modo Menor” (ou Escala Menor Natural). Vocês poderão notar que em relação ao grupo correspondente, cada Modo terá um intervalo diferente em relação ao seu “Modo-referência”, com exceção do Lócrio que terá dois. A esses diferentes intervalos damos a classificação de “Intervalos Característicos”, pois eles são considerados como a principal característica de cada Modo, ou seja, o que faz com que cada um deles tenha uma certa particularidade em relação à sonoridade que os mesmos geram. A seguir veremos os intervalos característicos dos Modos que estarão entre parênteses para melhor visualização.
Obs: Os mesmos estarão divididos em “grupo maior” e “grupo menor” para melhor compreensão.

Jônio (*) T - 2 - 3 - 4 - 5 - 6 - 7M
Lídio T - 2 - 3 - (#4) - 5 - 6 - 7M
Mixolídio T - 2 - 3 - 4 - 5 - 6 - (7)

(*) = Modo Jônio referência, Escala Maior ou “Modo Maior”, (não possui intervalo característico). ( ) = Intervalo característico dos demais Modos entre parênteses.

--------------------------------------------------------------------------------

Eólio (**) T - 2 - b3 - 4 - 5 - b6 - 7
Dórico T - 2 - b3 - 4 - 5 - (6) - 7
Frigio T - (b2) - b3 - 4 - 5 - b6 - 7
Lócrio T - (b2) - b3 - 4 - (b5) - b6 - 7

(**) = Modo Eólio referência, Escala Menor Natural ou “Modo Menor”, (não possui intervalo característico).
( ) = Intervalo característico dos demais modos entre parênteses.

- Como podemos notar acima, no “grupo dos maiores” o intervalo característico do Modo Lídio é a #4 (quarta aumentada), e do Mixolídio é a 7 (sétima menor), sendo que em cada um deles é a única diferença que os mesmos possuem em relação ao Jônio.
- Já no “grupo dos menores” o intervalo característico do Modo Dórico é a 6 (sexta maior), do Frigio é a b2 (segunda menor) e no Lócrio temos dois, a b2 (segunda menor) e a b5 (quinta diminuta). Como havia dito anteriormente o Modo Lócrio é o único que possui dois intervalos característicos, sendo que os demais só possuem um em cada.
Nota: Para resumir, podemos sempre pensar nos Modos sendo gerados através de cada grau de uma Escala Maior qualquer, ou seja, o Jônio correspondendo ao primeiro grau (nota) da escala, o Dórico ao segundo, o Frigio ao terceiro, o Lídio ao quarto, o Mixolídio ao quinto, o Eólio ao sexto e o Lócrio ao sétimo. Isso facilitará o raciocínio até que se tenha prática no assunto.


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RAZÕES PARA TOCAR UM INSTRUMENTO MUSICAL
Um estudo recente pela universidade de Califórnia mostrou que após oito meses de lições do teclado os preschoolers mostraram um impulso de 46% em seu raciocínio espacial.
1) Realça o desenvolvimento do cérebro nas crianças que melhoram desse modo o matemática, a leitura, contagens espacial-temporal e mais.
2) Profissionais e estudantes que tocam algum tipo de instrumento como forma de entretenimento reduzem significativamente a sindrome de 'burn-out' e/ou estresses.
3) Estudantes de colegial que estudavam música (tocar e leitura), em pesquisa realizada nos EUA, tiveram melhor desempenho escolar quando comparados aos estudantes que não tinham nenhuma atividade relacionada à música.
4) Tocar algum tipo de instrumento em parceria reativa o bom humor.
5) Hospitais norte americanos apoiam o uso da música como forma de reativar a auto-estima dos pacientes e colaborar para a recuperação de graves doenças.
Fonte: revista Música & Mercado -

quarta-feira, 30 de julho de 2008


USANDO ESCALAS
Quer melhorar a sua digitação? Quer melhorar os seus solos? Se quer, você provalvelmente terá que praticar as escalas. Isto pode soar muito chato, mas praticando escalas você se tornará um bom guitarrista.Ela melhorará sua digitação, dará a você um melhor senso de tempo e o ajudará a entender os fundamentos da música.

Abaixo a mais básica escala de todas:Pentatônica A menor.

---------------------------------------5--8-----
--------------------------------5--8------------
-------------------------5--7-------------------
------------------5--7--------------------------
----------5--7----------------------------------
5--8-------------------------------------------

Esta escala pode ser ouvida em todos os tipos de música, especialmente Blues e Rock. Quando tocar esta escala (ou qualquer outra), use alternar o movimento da palheta, tocando cada nota igualmente. Uma vez que voce tocou a escala, toque a de trás para frente, movimente a escala para cima e para baixo no braço da guitarra, Agora , use bends, pull offs, hammer-ons e slides na escala. Esses exercícios irão ajudá-lo a aprender técnicas para solar. Abaixo exemplos de exercícios:

Este exemplo usa pull offs usando a escala Pentatonica:(ao modo AC/DC's Back in Black)

---3p0---------------------3p0--------------------
-----------3p0-----------------------3p0------------
--------------------2p0----------------------2p0----
----------------------------------------------------
----------------------------------------------------
----------------------------------------------------

Aqui outro exemplo com bend na casa 7 na corda G subindo uma nota inteira, então deixe as próximas 2 notas soarem.

--------------5-----------------5-----
---------5----------------5----------
---7b/------------7b/-----------------
-------------------------------------
-------------------------------------
--------------------------------------
Esses são apenas 2 exemplos com escalas pentatônicas, invente as suas próprias, então incorpore todas juntas para seus próprios solos.


MODOS GREGOS - Parte 01
Para originarmos os Modos Gregos, podemos imaginá-los sendo gerados a partir da Escala Maior, que também é conhecida como Maior Natural. Para obtermos os Modos, devemos imaginar que cada uma das notas (ou graus) da Escala Maior irá assumir o papel de Tônica sobre o grau que estas mesmas são correspondentes. Tomando como exemplo a escala de Dó maior teremos as seguintes notas: C - D - E - F - G - A - B, gerando respectivamente os intervalos de T - 2 - 3 - 4 - 5 - 6 - 7M. Ao imaginar cada grau da Escala Maior sendo a tônica de uma nova escala, os intervalos vão ter sempre uma configuração diferente, pelo fato de haver deslocamentos entre os tons e semitons que existem entre essas notas. Teremos um total de sete Modos, ou seja, um para cada nota correspondendo aos sete graus da Escala Maior. Partindo desse raciocínio, vamos à formação de cada um deles.
Os nomes dos sete Modos na ordem natural são: Jônio, Dórico, Frigio, Lídio, Mixolídio, Eólio e Lócrio. A seguir teremos a seqüência de todos eles partindo da escala de Dó maior como referência, juntamente com os seus respectivos intervalos entre parênteses.
Jônio C - D - E - F - G - A - B Intervalos gerados - (T - 2 - 3 - 4 - 5 - 6 - 7M)
Dórico D - E - F - G - A - B - C Intervalos gerados - (T - 2 - b3 - 4 - 5 - 6 - 7)
Frigio E - F - G - A - B - C - D Intervalos gerados - (T - b2 - b3 - 4 - 5 - b6 - 7)
Lídio F - G - A - B - C - D - E Intervalos gerados - (T - 2 - 3 - #4 - 5 - 6 - 7M)
Mixolídio G - A - B - C - D - E - F Intervalos gerados - (T - 2 - 3 - 4 - 5 - 6 - 7)
Eólio A - B - C - D - E - F - G Intervalos gerados - (T - 2 - b3 - 4 - 5 - b6 - 7)
Lócrio B - C - D - E - F - G - A Intervalos gerados - (T - b2 - b3 - 4 - b5 - b6 - 7)

segunda-feira, 28 de julho de 2008


O QUE É EXATAMENTE UMA ESCALA?
A escala é uma série de notas que são usadas para se construir acordes. São também usadas para melhorar a digitação, construir solos, melhorar o timing e ajudá-lo a escrever uma canção. Cada nota da escala é chamada de "grau". O primeiro grau (ou nota)em uma escala é chamado de "root". A escala irá começar e terminar na nota root. Por exemplo, se a escala começa em um C, C é o root, a escala irá terminar em um C. A escala então será uma Escala de C Maior, o acorde construído a partir desta escala será C maior. A escala de C maior tem 8 notas: C,D,E,F,G,A,B,C. . . Cada nota é separada por um tom inteiro, exceto quando vamos do B para C, e do E para o F. Como abaixo:
A (1) B (1/2) C (1) D (1) E (1/2) F (1) G (1) A .