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sexta-feira, 1 de maio de 2015

Don't Cry - Guns N' Roses (aula de guitarra).mp3, Play · Download ... Balada (Tchê Tchê Rere) - Gusttavo Lima (aula de violão completa).mp3, Play ...
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CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Mão Direita e Mão Esquerda

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

A Mão Direita
O dedo polegar. Quase sempre tocará as cordas 6 (mi), 5(la) e 4 (re). Para uma melhor reprodução do som podemos utilizar uma dedeira, que pode ser adquirida em qualquer casa do ramo.
Devemos lembrar que o uso de palhetas evita que tenhamos que deixar as unhas da mão crescer, mas ao mesmo tempo pode-se dizer que a reprodução dos sons que os dedos indicador, médio, anular e mínimo poderá ser melhorada com o uso das unhas compridas.
A mão esquerda
Nesta mão o polegar só trabalha como apoio, o que como o dedo mínimo da mão direita não quer dizer que seja proibido utiliza-lo. Temos conhecimento que alguns guitarristas utilizam este dedo para pressionar as cordas por cima do braço. Já no violão clássico este dedo permanece como apoio e se possivel sempre no centro posterior do braço do violão.

1 Corresponde ao dedo Indicador
2 Corresponde ao dedo Médio
3 Corresponde ao dedo Anular
4 Corresponde ao dedo Mínimo

No início de nossos estudos, pelo fato destes dedos ainda não estarem acostumados , poderemos recorrer as cordas de náilon, para facilitar a reprodução dos sons sem fazer esforços demasiados, mas com o tempo veremos que todas as dificuldades iniciais serão superadas.

CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Exercícios para iniciantes

domingo, 20 de setembro de 2009

Nesta seção irei ensinar alguns exercícios de agilidade, para desenvolver a coordenação motora, habilidade nos dedos, palhetadas e notação das escalas.

No exercício você usará os quatros dedos da mão esquerda (ou direita se for canhoto)

1 – Indicador
2 – Médio
3 – Anular
4 – Mínimo
Use a palheta sempre palhetando para baixo e para cima

Exercício 01

e| - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - 1-2-3-4- - - - -
B| - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -1-2-3-4- - - - - - - - - -
G| - - - - - - - - - - - - - - - - - 1-2-3-4- - - - - - - - - - - - - - -
D| - - - - - - - - - - - -1-2-3-4- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
A| - - - - - - 1-2-3-4- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
E| -1-2-3-4- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -



Exercício 02

e| -4 3-2- 1 - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
B| - - - - - - - 4-3-2-1 - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
G| - - - - - - - - - - - - -4-3-2-1 - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
D| - - - - - - - - - - - - - - - - - - -4-3-2-1 - - - - - - - - - - - - - -
A| - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - 4-3-2-1 - - - - - - - - -
E| - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - 4-3-2-1 - - -



Exercício 03

e| - - - - - - - - - - - - - - - - - 1- 3 - -4- 2 - - - - - - - - - - - - - - - - - -
B| - - - - - - - - - - - - - -1- 3 - - - - - - - -4- 2 - - - - - - - - - - - - - - - -
G| - - - - - - - - - - 1- 3 - - - - - - - - - - - - - - -4- 2 - - - - - - - - - - - -
D| - - - - - - - 1- 3 - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -4- 2 - - - - - - - - -
A| - - - -1- 3 - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - 4- 2 - - - - - -
E| -1- 3 - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -4- 2 - - -



Exercício 04

e| - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - 1 -2 -3 - - -- - - - - -
B| - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -1 -2 -3 - - - - - - - - - - - - - -
G| - - - - - - - - - - - - - - - -1 -2 -3 - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
D| - - - - - - - - - - -1 -2 -3 - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
A| - - - - - -1 -2 -3 - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
E| -1 -2 -3 - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -



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12 anos formando talentos!

CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Temperamento

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Em quantas partes se pode dividir uma oitava? Ou quantas notas se pode ter num intervalo de uma oitava? Historicamente, diversas culturas desenvolveram os seus próprios conceitos e regras para a organização dos sons e a escala sempre esteve presente como a organização das alturas. Na cultura ocidental, o ponto de partida para o desenvolvimento das escalas e para a base teórica foi dado na Grécia Antiga. Pitágoras estudou os modos de vibração de uma corda estendida (instrumento: monocordio) e descobriu a relação matemática entre os harmônicos. Os primeiros sistemas de afinação foram baseados nos fenômenos relacionados com a série harmônica. Eles baseavam a relação das alturas nas razões dos diversos intervalos obtidos na série harmônica.

A cultura ocidental acabou por dividir uma oitava em 12 partes iguais (sistema de temperamento igual), como nos instrumentos digitais. É importante salientar que, na prática, dependendo do instrumento e da técnica instrumental utilizada, não se tem a precisão de dividir minuciosamente a oitava em 12 partes (notas) de igual tamanho, portanto, jogamos sempre com uma “precisão relativa” no que diz respeito ao temperamento.

Instrumentos de afinação fixa ou “temperados” são aqueles em que o menor intervalo é o de 01 semitom. Alguns exemplos: violão, guitarra, cavaquinho, piano, teclado, viola caipira, contrabaixo (com trastes), acordeon, ...

Instrumentos “não temperados” são aqueles que não tem uma afinação fixa e os seus intervalos podem ser menores que 01 semitom. Alguns exemplos: violino, violoncelo, contrabaixo (fretless), flautas doces, cítara (indiana), ...

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CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Tablaturas

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Tablatura é uma representação gráfica do braço do instrumento (violão, guitarra e baixo além de outro tipo diferente para bateria e outro ainda mais diferente e muito mais pobre para gaita) que indica todas as notas e acordes que devem ser efetuados durante a música. Uma partitura é o método mais completo para se escrever e tocar música porque possui a marcação do tempo da música e através de uma partitura é possível tocar-se uma música mesmo sem conhecê-la, o que já não acontece com a tablatura (apesar de algumas também apresentarem marcação de tempo) onde você precisa conhecer o tempo da música para tocá-la, mas a tablatura é uma saída muito eficiente, pois é muito simples e objetiva. Veja a seguir as explicações:
As cordas representadas na tablatura correspondem de cima para baixo às cordas do violão (ou guitarra) da mais fina para a mais grossa, ou seja, a corda mais fina Mi (misinha) é a corda que é representada primeiro na tablatura (no caso do baixo a tablatura começa na corda G).
Já sabemos que cada linha corresponde a uma corda do instrumento, os números que são colocados correspondem à casa que será tocada, como no exemplo abaixo, no acorde Am, toca-se a 1ª corda solta, a 2ª corda na 1ª casa, a 3ª corda na 2ª casa e assim por diante.
Quando as notas (os números) são representadas uma embaixo da outra, significa que devem ser tocadas simultaneamente como no caso dos acordes exemplificados abaixo:
Am E G F C
e-------------0-------0-------3-------1-------0----------------
B-------------1-------0-------3-------1-------1----------------
G-------------2-------1-------0-------2-------0----------------
D-------------2-------2-------0-------3-------2----------------
A-------------0-------2-------2-------3-------3----------------
E-------------X-------0-------3-------1-------X----------------
Note no caso abaixo a representação do movimento alternado (^v ^v ), para cima e para baixo, das palhetadas, onde cada nota é tocada isoladamente, pela ordem de leitura, a 6ª
^ v ^ v ^ v ^ v ^ v ^ v ^ v
e-------------------------------------------------5---8--------
B-----------------------------------------5---8----------------
G-----------------------------5---7---8------------------------
D---------------------5---7------------------------------------
A---------5---6---7--------------------------------------------
E-5---8--------------------------------------------------------

CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Desenhos da escala pentatônica

domingo, 2 de agosto de 2009

A escala pentatônica não retém-se apenas a 1 desenho no braço do instrumento, você pode obter ainda mais quatro formações da mesma penta, basta alterar a sequência das notas de sua formação, vamos tomar por exemplo novamente a pentatônica de Am(lá), cuja a formação é A(lá), C(dó), D(ré), E(mí), G(sol),para obter o segundo desenho basta alterar a sequência das notas, dessa maneira: C(dó), D(ré), E(mí), G(sol), A(lá), fazendo isso você alterá a posição da escala, porém, continuará exercendo a escala de lá só que em outro desenho, vejamos no braço do instrumento:
PS: Para tirar outros desenhos da Penta Maior faça da mesma forma!
-> Segundo desenho Penta Menor de A(lá)
e------------------------------8-10-
B------------------------8-10-------
G-------------------7-9-------------
D-------------7-10------------------
A-------7-10------------------------
E-8-10------------------------------
C D E G A C D E G A C D
repare que onde começa o segundo desenho é exatamente onde acaba o primeiro.

Para obter o 3º, 4º e 5º desenhos basta continuar alterando a formação das notas, vejamos:
OBS: Repare que em todos eles onde acaba um começa o outro.
-> Terceiro desenho Penta Menor de A(lá)
D(ré), E(mí), G(sol), A(lá) e C(dó)
e-----------------------------------10-12-
B----------------------------10-13--------
G----------------------9-12---------------
D---------------10-12---------------------
A--------10-12----------------------------
E-10-12-----------------------------------

-> Quarto desenho Penta Menor de A(lá)
E(mí), G(sol), A(lá) e C(dó) e D(ré)
e------------------------------------12-15-
B-----------------------------13-15--------
G----------------------12-14---------------
D---------------12-14----------------------
A--------12-15-----------------------------
E-12-15------------------------------------

-> Quinto desenho Penta Menor de A(lá)
G(sol), A(lál), C(dó), D(ré) e E(mí)
e------------------------------------15-17-
B-----------------------------15-17--------
G----------------------14-17---------------
D---------------14-17----------------------
A--------15-17----------------------------
E-15-17------------------------------------

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quarta-feira, 29 de julho de 2009

A música é, sem dúvida, uma das mais interessantes e criativas manifestações do espirito humano. Apesar das diferenças entre uma filarmônica e um show de rock, ambos tem a mesma base: a escala musical. Além da beleza das músicas que pode produzir, a seqüência dó, ré, mí, fá, sol, lá, sí, dó guarda dentro de si as relações matemáticas, associadas ao som correspondente a cada nota musical.

O som é produzido por objetos em vibração como, por exemplo as hastes de um diapasão, o diafragma de um alto-falante ou ainda uma corda esticada e depois dedilhada. Ela vibra e produz um som. Mas nem sempre o que nós ouvimos pode ser considerado um som, ele pode ser assim dividido:

Som - é o resultado de uma freqüência constante, ou seja, uma vibração regular.

Ruído -é o resultado de uma freqüência não constante, ou seja, irregular.

A percepção que nossos ouvidos têm desse som depende do número de vibrações por segundo. Para melhor demonstrar isso, tomaremos um violão! A nota é diferenciada pelo número de vibrações da corda. A esse número de vibrações damos o nome de freqüência ou tom. A escala musical correspondente, na realidade, a um conjunto de freqüências que identificam as diversas notas musicais. Concluindo, todo e qualquer barulho é uma nota, e sua classificação dependerá do número de vibrações.

CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Escalas Pentatônicas

O que é Pentatônica?
- Pentatônica é o nome de uma escala formada por cinco notas, original do blues que, por ser formada de cinco notas leva esse nome.

Para que é usada? Por que estuda-la?
- É usada na criação de solos e riffs nos mais diversos campos do rock, desde o blues até o metal. É interessante você estudar a escala pentatônica pois ela é muito usado hoje em dia, compreendendo essa escala você saberá de onde famosos guitarristas criam os solos e poderá criar seus próprios solos e licks.

Iniciação

Vamos começar a chamar as escalas pentatônicas de "pentas", pois é um termo abreviado e bastante usado, bem para começarmos é necessário saber que existem penta menor e penta maior, porém a mais conhecida e usada é a menor.
Isso já é o necessário para que você comece a estudar a escala pentatônica, é importante salientar que para que esse estudo comece o ideal é o praticante já ter alguma iniciação no instrumento.

Pentatônica Menor

-> Escalas Pentatônicas Menores
Formação das Pentatônicas Menores:
Tonica, 3ªm, 4ªjusta, 5ª e 7ªm.

Vejamos o exemplo da Penta Menor de A(lá):
Tonica: A(lá)
3ªm: C(dó)
4ªjusta: D(ré)
5ª: E(mí)
7ªm: G(sol)
Ficando no braço do instrumento da seguinte forma:

e--------------------------5-8-
B---------------------5-8------
G----------------5-7-----------
D-----------5-7----------------
A------5-7---------------------
E-5-8--------------------------
A C D E G A C D E G A C
OBS: Repare que as notas se repetem até acabar as cordas.



Para achar a penta de outra nota basta repetir o processo.
Vejamos o exemplo da pentatônica de E{mí):
Tonica: E(mí)
3ªm: G(sol)
4ªjusta: A(lá)
5ª: B(sí)
7ªm: D(ré)
Ficando no braço do instrumento da seguinte forma:
e--------------------------0-3-
B---------------------0-2------
G----------------0-2-----------
D-----------0-2----------------
A------0-2---------------------
E-0-3--------------------------
E G A B D E G A B D E G
OBS: Repare que, novamente, as notas se repetem até acabar as cordas.


Pentatônica Maior


As pentatônicas maiores nada mais são do que as pentas menores um tom e meio
mais graves, vejamos o exemplo da penta maior de A(lá):

e--------------------------2-5-
B---------------------2-5------
G----------------2-4-----------
D-----------2-4----------------
A------2-4---------------------
E-2-5--------------------------
F# A B C# E F# A B C# E F# A

Neste Caso Muda a formação:
Tonica: A(lá)
6ªM: F#(fá sustenido)
2ªM: B (sí)
3ªM: C# (dó sustenido)
5ª: E (mí)

quarta-feira, 22 de julho de 2009

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terça-feira, 21 de julho de 2009

Estudar música ou determinada técnica, requer atenção, concentração, paciência e regularidade! O que você acha que te deixaria em forma? Jogar futebol 5 horas seguidas no domingo ou três vezes por semana? Se você respondeu três vezes por semana, você acertou. Com a guitarra é a mesma coisa. Se você quer tocar alguma passagem, solo, ou base, que seja complexa, estude de forma lenta e gradativa. Caso seja um solo, divida-o em varias partes, ou estude-o por frases, até que as mesmas estejam soando da forma correta, pois a sonoridade é muito importante. Tocar o instrumento várias horas por dia, sem disciplina e objetivo, não trará resultado algum, por isso organize seu estudo. Reserve um horário do seu dia para estudar e depois do conteúdo estudado, se divirta com o instrumento. Existem várias formas de deixar o estudo dinâmico e interessante, motivando-nos a estudar com dedicação. Abaixo vão algumas dicas de como organizar seu estudo.
Como estudar?
Para se concentrar, um lugar que seja ventilado, tranqüilo e silencioso é essencial. Organize o conteúdo que você quer estudar (como no exemplo da tabela abaixo). *
Dia da semana: Segunda
Conteúdo Técnico: Palhetada (30 min.), Ligados (30 min.)Demais Itens de Estudo: Repertório (30 min.), Audição (30 min.)
Dia da semana: Terça
Conteúdo Técnico: Vibratos (30 min.), Bends (30 min.)Demais Itens de Estudo: Interpretação (30 min.), Audição (30 min.)
Dia da semana: Quarta
Conteúdo Técnico: Slides (30 min.), Tapping (30 min.)Demais Itens de Estudo: Leitura (30 min.), Audição (30 min.)
Dia da semana: Quinta
Conteúdo Técnico: Sweep Picking (30 min.), Alavancadas (30 min.)Demais Itens de Estudo: Criação (30 min.), Audição (30 min.)
Dia da semana: Sexta
Conteúdo Técnico: String Skiping (30 min.), Harm Artificiais (30 min.)Demais Itens de Estudo: Repertório (30 min.), Audição (30 min.)
Sweep Picking: técnica que utiliza a palheta em uma única direção com a finalidade de produzir uma grande quantidade de notas rapidamente, ou facilitar a passagem de uma corda para outra.
String Skiping: é o salto de cordas, ou seja, ao invés de palhetar ou ligar as notas em cordas seguintes, pulamos a corda. Saltamos da corda si para a corda ré, por exemplo.
Harmônicos Artificiais: temos basicamente 2 tipos. Um é feito através do choque entre o dedo e a palheta sobre a corda, e o outro é conseguido através do toque sobre o traste correspondente a nota oitavada da qual você está tocando.
Repertório: pegue qualquer peça que tenha vontade de tocar e estude-a. Pode ser música, riff, solo, etc.
Interpretação: não importa o que você vai tocar e sim como vai 'interpretar', entendeu!
Criação: crie um riff, solo, exercício com o conteúdo estudado.
Se concentre naquilo que estiver estudando e sempre use um metrônomo, pois assim você tem um parâmetro para medir seu desenvolvimento. Certifique-se de que a sua coluna não esteja torta, que suas mãos estejam nas posições corretas e relaxe, com tensão os resultados não serão alcançados.
Tenha paciência! Aumente a dificuldade e depois passe para outro tópico da lista. Estude cada tópico de 15 a 30 minutos e depois mude, assim você fica menos entediado e cobre um conteúdo muito maior. E por último, estude com regularidade, assim você tocará muito melhor! Eu garanto!!
Obs.: a tabela acima é um roteiro de estudo de 2 horas diárias, que permite ao estudante se concentrar melhor em cada tópico/técnica especifico/a, trazendo resultados muito mais rápidos! Você não precisa seguir este modelo! Crie o seu próprio roteiro de estudo e faça o seu tempo render da forma que achar melhor, o importante é estudar com atenção e dedicação!!

CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA



Campo Harmônico é um conjunto de acordes que forma uma harmonia. Esses acordes são extraídos de uma só escala estrutural, geralmente a escala tônica ou maior. Também pode ser chamado de estrutura tonal visto que o desenvolvimento da harmonia está inteiramente ligado ao aparecimento e desenvolvimento do conceito de tonalidade.

Campo Harmônico Maior

As melodias geralmente são feitas dentro de um contexto em que existe um Centro Tonal indicando uma harmonia e uma escala. Para montar o campo harmônico da escala maior é necessário conhecermos os intervalos e notas pertercentes a ela e depois montamos os acordes em cada intervalo de acordo sobrepondo as terças. O resultado serão 7 acordes, sendo que cada um poderá ser classificado de acordo com os conceitos daharmonia funcional:1º Grau (tônica), 2º Grau (supertônica), 3º Grau (mediante), 4º Grau (subdominante), 5º Grau (dominante), 6º Grau (superdominante) e o 7º Grau (sensível). Os acordes perfeitos (maiores ou menores, consoante a tonalidade em que se inscreve a melodia) que se formam sobre estes graus da escala (que é o fundamento da tonalidade) é que vão definir a estrutura do acompanhamento harmônico que está subjacente à melodia.

Intervalos da escala maior

I - 1 tom - II - 1 tom - III - 1/2 tom - IV - 1 tom - V - 1 tom - VI - 1 tom - VII - 1/2 tom - VIII

Notas da escala Dó maior (C)

C -1 tom- D -1 tom- E -1/2 tom- F -1 tom- G -1 tom- A -1 tom- B -1/2 tom- C

Exemplo de Campo Harmônico de C (dó)

Para formar um acorde com terças inicie com a nota do grau desejado, pule o grau seguinte e adicione a próxima nota sucessivamente até formar um acorde de 3, 4 ou 5 notas:

C => (C, E, G) ou CMaj7 => (C, E, G, B)

Para se formar um acorde maior, como vimos acima, segue também os intervalos entre as notas dos acordes:

2 tons da tônica para a terça (de C para E) 1 tom e meio da terça para a quinta (de E para G) 2 tons da quinta para a sétima (de G para B)

obs:Todos os acordes MAIORES com sétima MAIOR, irão ter os mesmos intervalos.

Dm => (D, F, A) ou Dm7 => (D, F, A, C)

Veja o Campo Harmônico de C MAIOR:

C Dm Em F G Am Bm7(b5) ou BØ

Os acordes formados no campo harmônico maior sempre seguirão uma regra, que é a seguinte:

1º grau: sempre maior. ex: C

2º grau: sempre menor. ex: Dm

3º grau: sempre menor. ex: Em

4º grau: sempre maior. ex: F

5º grau: sempre maior com sétima. ex: G7 ou G

6º grau: sempre menor. ex: Am

7º grau: sempre meio diminuto. ex: Bm7(b5) ou BØ ou Bdim


sexta-feira, 17 de julho de 2009


CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA
CAMPO HARMÔNICO MAIOR


Campo Harmônico é um conjunto de acordes que forma uma harmonia. Esses acordes são extraídos de uma só escala estrutural, geralmente a escala tônica ou maior. Também pode ser chamado de estrutura tonal visto que o desenvolvimento da harmonia está inteiramente ligado ao aparecimento e desenvolvimento do conceito de tonalidade.

Campo Harmônico Maior

As melodias geralmente são feitas dentro de um contexto em que existe um Centro Tonal indicando uma harmonia e uma escala. Para montar o campo harmônico da escala maior é necessário conhecermos os intervalos e notas pertercentes a ela e depois montamos os acordes em cada intervalo de acordo sobrepondo as terças. O resultado serão 7 acordes, sendo que cada um poderá ser classificado de acordo com os conceitos daharmonia funcional:1º Grau (tônica), 2º Grau (supertônica), 3º Grau (mediante), 4º Grau (subdominante), 5º Grau (dominante), 6º Grau (superdominante) e o 7º Grau (sensível). Os acordes perfeitos (maiores ou menores, consoante a tonalidade em que se inscreve a melodia) que se formam sobre estes graus da escala (que é o fundamento da tonalidade) é que vão definir a estrutura do acompanhamento harmônico que está subjacente à melodia.

Intervalos da escala maior

I - 1 tom - II - 1 tom - III - 1/2 tom - IV - 1 tom - V - 1 tom - VI - 1 tom - VII - 1/2 tom - VIII

Notas da escala Dó maior (C)

C -1 tom- D -1 tom- E -1/2 tom- F -1 tom- G -1 tom- A -1 tom- B -1/2 tom- C

Exemplo de Campo Harmônico de C (dó)

Para formar um acorde com terças inicie com a nota do grau desejado, pule o grau seguinte e adicione a próxima nota sucessivamente até formar um acorde de 3, 4 ou 5 notas:

C => (C, E, G) ou CMaj7 => (C, E, G, B)

Para se formar um acorde maior, como vimos acima, segue também os intervalos entre as notas dos acordes:

2 tons da tônica para a terça (de C para E) 1 tom e meio da terça para a quinta (de E para G) 2 tons da quinta para a sétima (de G para B)

obs:Todos os acordes MAIORES com sétima MAIOR, irão ter os mesmos intervalos.

Dm => (D, F, A) ou Dm7 => (D, F, A, C)

Veja o Campo Harmônico de C MAIOR:

C Dm Em F G Am Bm7(b5) ou BØ

Os acordes formados no campo harmônico maior sempre seguirão uma regra, que é a seguinte:

1º grau: sempre maior. ex: C

2º grau: sempre menor. ex: Dm

3º grau: sempre menor. ex: Em

4º grau: sempre maior. ex: F

5º grau: sempre maior com sétima. ex: G7 ou G

6º grau: sempre menor. ex: Am

7º grau: sempre meio diminuto. ex: Bm7(b5) ou BØ ou Bdim


CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Escala Cromática

segunda-feira, 13 de julho de 2009


ESCALA CROMÁTICA - É uma escala onde as notas sucedem-se única e exclusivamente por semitons.

Exemplo: Dó, Dó#, Ré, Ré#, Mi, Fá, Fá#, Sol, Sol#, Lá, Lá#, Si. Dó.

Válido também na ordem decrescente:

Dó, Si, Sib, Lá, Láb, Sol, Solb, Fá, Mi, Mib, Ré, Réb, Dó.

sábado, 4 de julho de 2009


CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA

COMO ENTENDER O PROCESSO DE CIFRAGEM DOS ACORDES

O processo de cifragem dos acordes é baseado nas letras maiúsculas que representa o nome das notas em inglês (A=Lá, B=Si, C=Dó, D=Ré, E=Mi, F=Fá e G=Sol), seguido de um complemento representado por sinais, letras ou números, que indica a estrutura do acorde como: intervalos formado entre a nota fundamental e cada uma das outras notas e se o acorde é fundamental ou invertido.

A letra maiúcula inicial indica a nota fundamental, a partir de onde o acorde será construído, ou seja, a sua nota tônica, que também será a nota mais grave. Quando esta nota for alterada, o sinal de alteração deve aparecer logo ao seu lado direito
(Ex.: A#, Bb).

O processo inicial de cifragem é baseado nas estruturas das tríades.

- A letra maiúscula sozinha, ou seja, sem o complemento representa a tríade maior (T 3M 5j).

Ex.: A = Lá Maior
F# = Fá Sustenido Maior

- A letra maiúscula seguida do complemento m (minúsculo), representa a tríade menor (T 3m 5j).

Ex.: Am = Lá Menor
Bbm = Si Bemol Menor

- A Letra maiúscula seguida dos sinais dim ou °, representa a tríade diminuta (T 3m 5dim).
Ex.: Cdim ou C° = Dó Diminuta
Dbdim ou Db° = Ré Bemol Diminuta

- A Letra maiúscula seguida do sinal + , aum, ou #5, representa a tríade aumentada (T 3M #5).

Ex.: E+ ou Eaum ou E(#5) = Mi Aumentado
C#+ ou C#aum ou C#(#5) = Dó Sustenido Aumentado

Os exemplos que vimos acima é a representação das tríades em sua formação fundamental, ou seja, com a sua tônica no baixo. Para representarmos que a nota mais grave não será a tônica usamos colocar uma barra após a cifra do acorde e indicamos que nota será o baixo do acorde.

Exemplos:

C/E = Dó Maior com baixo em Mi
F#m/C# = Fá Sustenido Menor com baixo em Dó sustenido
G+/D# = Sol Aumentada com baixo em Ré Sustenido

segunda-feira, 22 de junho de 2009


As escalas maior e menor natural são formadas pelas mesmas notas, mas com tônicas diferentes, daí serem relativas uma da outra.

Exemplo em Dó maior e Lá menor natural

DÓ - RE - MI - FÁ - SOL - LÁ - SI - DÓ

LÁ - SI - DÓ - RÉ - MI - FÁ - SOL - LÁ


Exemplo em Sol maior e Mi menor natural:

SOL - LÁ - SI - DÓ - RÉ - MI - FÁ# - SOL

MI - FÁ# - SOL - LÁ - SI - DÓ - RÉ - MI


Como se vê no exemplo em Sol, as escalas relativas têm o mesmo acidente (FÁ#). Sendo assim, a armadura de clave indica sempre a tonalidade maior ou menor relativa e vice-e-versa. O contexto harmônico é que vai indicar a tonalidade maior ou menor da música.


APRENDA A TOCAR VIOLÃO E GUITARRA COM QUEM ENTENDE DO ASSUNTO!

quarta-feira, 20 de maio de 2009

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CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Nível Básico

segunda-feira, 18 de maio de 2009


CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Exercícios Básicos
Estes são exercicios simples e é de fundamental importância alternar a palhetada, na descida uma pra baixo outra pra cima, e na subida uma pra cima outra pra baixo.

Exercício 1 - Esse é o mais simples de todos, apenas toque as cordas alternando as palhetadas como dito acima.

Exercício 2
E-------------------------------1-2---2-1-------------------------------
B-------------------------1-2--------------2-1--------------------------
G-------------------1-2--------------------------2-1--------------------
D-------------1-2--------------------------------------2-1--------------
A-------1-2--------------------------------------------------2-1--------
E--1-2--------------------------------------------------------------2-1-

Exercício 3
E-------------------------------1-3---3-1-------------------------------
B-------------------------1-3--------------3-1--------------------------
G-------------------1-3--------------------------3-1--------------------
D-------------1-3--------------------------------------3-1--------------
A-------1-3--------------------------------------------------3-1--------
E--1-3--------------------------------------------------------------3-1-

Exercício 4
E-------------------------------1-4---4-1-------------------------------
B-------------------------1-4--------------4-1--------------------------
G-------------------1-4--------------------------4-1--------------------
D-------------1-4--------------------------------------4-1--------------
A-------1-4--------------------------------------------------4-1--------
E--1-4--------------------------------------------------------------4-1-
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quarta-feira, 6 de maio de 2009


Curso de Violão - Escalas

Escala, como já vimos anteriormente, é o conjunto de notas organizadas em ordem gradual de altura ascendente ou descendeste.

Existem muitos tipos de escalas usadas na nossa música tais como: Exóticas, Bebop, Símétricas, Pentatônicas, Blues, etc... Entre muitas outras existentes em outras culturas musicas.

As principais escalas e bases para o nosso estudo de tonalidade são as Diatônicas e Cromáticas.

Escala Cromática

A escala cromática é composta por intervalos de semitons, ou seja de meio em meio tom (como vimos na aula anterior), podendo ser temperada (em instrumentos de afinação no sistema temperado) ou harmônica ( em instrumentos de som não fixos).

Escala Diatônica

A Escala Diatônica é composta por intervalos de tons e semitons diatônicos. É a escala da tonalidade, por exemplo a escala diatônica de Dó maior é a escala no tom de Dó maior. É mais comum ser chamada apenas de escala maior (Tonalidade Maior) ou escala menor (Tonalidade Menor).

As Escalas Diatônicas podem ser: Maior, Menor (primitiva), Menor Harmônica e Menor Melódica.

Escalas Relativas

As Escalas Relativas são aquelas que possuem o mesmo conjunto de notas. Sempre uma maior será relativa de uma menor e vice-versa. Por exemplo: Dó maior é relativo de Lá menor e Lá menor é relativo de Dó Maior, porque estas duas escalas possuem as mesmas notas.

Exemplo:
Notas da escala de Dó Maior: Dó Ré Mi Fá Sol Lá Si
Notas da escala de Lá Menor: Lá Si Dó Ré Mi Fá Sol

Veja abaixo as escalas relativas:

Dó Maior <===> Lá Menor
Ré b Maior <===> Si b Menor
Ré Maior <===> Si Menor
Mi b Maior <===> Dó Menor
Mi Maior <===> Do # Menor
Fá Maior <===> Ré Menor
Sol b Maior <===> Mi b Menor
Sol Maior <===> Mi Menor
Lá b Maior <===> Fá Menor
Lá Maior <===> Fá # Menor
Si b Maior <===> Sol Menor
Si Maior <===> Sol # Menor

Escalas Homônimas

Escalas Homônimas são aquelas que possuem o mesmo nome, ou seja, possuem a mesma tônica.
Exemplo: Dó Maior é homônima de Dó Menor

Escalas Enarmônicas
Escalas Enarmônicas são aquelas que possuem o mesmo som, mas com notação diferente. Exemplo:
Escala de Fá # Maior - Fá # - Sol # - Lá # - Si - Dó # - Ré # - Mi #
Escala de Sol b Maior - Sol b - Lá b - Si b - Dó b - Ré b - Mi b - Fá

terça-feira, 5 de maio de 2009


Dando prosseguimento ao nosso curso de violão popular, veremos nesta aula, as partes que formam o violão:01 - Cabeça, mão ou paleta
02 - Pestana
03 - Tarrachas ou cravelhas
04 - Trastes


07 - Braço
08 - Tróculo (Junta do braço)
09 - Corpo
12 - Cavalete
14 - Fundo
15 - Tampo
16 - Lateral ou faixas
17 - Abertura ou boca
18 - Cordas
19 - Rastilho
20 - Escala

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Curso de Violão - Nomenclatura (As partes do violão)

segunda-feira, 4 de maio de 2009

01 - Cabeça, mão ou paleta
02 - Pestana
03 - Tarrachas ou cravelhas
04 - Trastes


07 - Braço
08 - Tróculo (Junta do braço)
09 - Corpo
12 - Cavalete
14 - Fundo
15 - Tampo
16 - Lateral ou faixas
17 - Abertura ou boca
18 - Cordas
19 - Rastilho
20 - Escala