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sábado, 2 de agosto de 2008


MODOS GREGOS - Parte 02
Agora que já geramos os sete Modos, podemos compará-los e notar a diferença que os mesmos têm entre si, se tratando dos intervalos que compõe cada um deles. Para isso, vamos separá-los em “grupo dos maiores” (que possuem terça maior) e “grupo dos menores” (que possuem terça menor). Como referência do grupo dos maiores, teremos o Jônio, que também pode ser classificado como “Modo Maior” (ou Escala Maior), e teremos o Eólio, como referência do grupo dos menores, que também pode ser classificado como “Modo Menor” (ou Escala Menor Natural). Vocês poderão notar que em relação ao grupo correspondente, cada Modo terá um intervalo diferente em relação ao seu “Modo-referência”, com exceção do Lócrio que terá dois. A esses diferentes intervalos damos a classificação de “Intervalos Característicos”, pois eles são considerados como a principal característica de cada Modo, ou seja, o que faz com que cada um deles tenha uma certa particularidade em relação à sonoridade que os mesmos geram. A seguir veremos os intervalos característicos dos Modos que estarão entre parênteses para melhor visualização.
Obs: Os mesmos estarão divididos em “grupo maior” e “grupo menor” para melhor compreensão.

Jônio (*) T - 2 - 3 - 4 - 5 - 6 - 7M
Lídio T - 2 - 3 - (#4) - 5 - 6 - 7M
Mixolídio T - 2 - 3 - 4 - 5 - 6 - (7)

(*) = Modo Jônio referência, Escala Maior ou “Modo Maior”, (não possui intervalo característico). ( ) = Intervalo característico dos demais Modos entre parênteses.

--------------------------------------------------------------------------------

Eólio (**) T - 2 - b3 - 4 - 5 - b6 - 7
Dórico T - 2 - b3 - 4 - 5 - (6) - 7
Frigio T - (b2) - b3 - 4 - 5 - b6 - 7
Lócrio T - (b2) - b3 - 4 - (b5) - b6 - 7

(**) = Modo Eólio referência, Escala Menor Natural ou “Modo Menor”, (não possui intervalo característico).
( ) = Intervalo característico dos demais modos entre parênteses.

- Como podemos notar acima, no “grupo dos maiores” o intervalo característico do Modo Lídio é a #4 (quarta aumentada), e do Mixolídio é a 7 (sétima menor), sendo que em cada um deles é a única diferença que os mesmos possuem em relação ao Jônio.
- Já no “grupo dos menores” o intervalo característico do Modo Dórico é a 6 (sexta maior), do Frigio é a b2 (segunda menor) e no Lócrio temos dois, a b2 (segunda menor) e a b5 (quinta diminuta). Como havia dito anteriormente o Modo Lócrio é o único que possui dois intervalos característicos, sendo que os demais só possuem um em cada.
Nota: Para resumir, podemos sempre pensar nos Modos sendo gerados através de cada grau de uma Escala Maior qualquer, ou seja, o Jônio correspondendo ao primeiro grau (nota) da escala, o Dórico ao segundo, o Frigio ao terceiro, o Lídio ao quarto, o Mixolídio ao quinto, o Eólio ao sexto e o Lócrio ao sétimo. Isso facilitará o raciocínio até que se tenha prática no assunto.


O MELHOR VIOLÃO PARA INICIAR OS ESTUDOS
Existem violões apropriados para cada estilo de música. Os violões MPB, de cordas de nylon e os violões Folk, de corda de aço e braço estreito, são os tipo mais comuns. Voce pode tocar qualquer tipo de música em qualquer tipo de violão. Para aprender, o melhor é o violão MPB, ou seja, os de cordas de nylon, porque são cordas mais suaves para os dedos.
Tão importante quanto a vontade de aprender é a qualidade do instrumento. As marcas consagradas e com preço em conta são Gianinni e Di Giorgio. Porém surgiram muitas marcas novas que também são boas. Instrumentos de má qualidade são mais difíceis de tocar. Se optar por um instrumento usado, coloque cordas novas e mande fazer uma revisão. É interessante você adquirir um afinador eletrônico, para evitar aborrecimentos com a afinação do violão no inicio. Existem bons afinadores no mercado com preços que variam de 50 a 150 reais.
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RAZÕES PARA TOCAR UM INSTRUMENTO MUSICAL
Um estudo recente pela universidade de Califórnia mostrou que após oito meses de lições do teclado os preschoolers mostraram um impulso de 46% em seu raciocínio espacial.
1) Realça o desenvolvimento do cérebro nas crianças que melhoram desse modo o matemática, a leitura, contagens espacial-temporal e mais.
2) Profissionais e estudantes que tocam algum tipo de instrumento como forma de entretenimento reduzem significativamente a sindrome de 'burn-out' e/ou estresses.
3) Estudantes de colegial que estudavam música (tocar e leitura), em pesquisa realizada nos EUA, tiveram melhor desempenho escolar quando comparados aos estudantes que não tinham nenhuma atividade relacionada à música.
4) Tocar algum tipo de instrumento em parceria reativa o bom humor.
5) Hospitais norte americanos apoiam o uso da música como forma de reativar a auto-estima dos pacientes e colaborar para a recuperação de graves doenças.
Fonte: revista Música & Mercado -

USANDO ESCALAS

quarta-feira, 30 de julho de 2008


Quer melhorar a sua digitação? Quer melhorar os seus solos? Se quer, você provalvelmente terá que praticar as escalas. Isto pode soar muito chato, mas praticando escalas você se tornará um bom guitarrista.Ela melhorará sua digitação, dará a você um melhor senso de tempo e o ajudará a entender os fundamentos da música.
Abaixo a mais básica escala de todas:Pentatônica A menor.
---------------------------------------5--8-----
--------------------------------5--8------------
-------------------------5--7-------------------
------------------5--7--------------------------
----------5--7----------------------------------
5--8-------------------------------------------
Esta escala pode ser ouvida em todos os tipos de música, especialmente Blues e Rock. Quando tocar esta escala (ou qualquer outra), use alternar o movimento da palheta, tocando cada nota igualmente. Uma vez que voce tocou a escala, toque a de trás para frente, movimente a escala para cima e para baixo no braço da guitarra, Agora , use bends, pull offs, hammer-ons e slides na escala. Esses exercícios irão ajudá-lo a aprender técnicas para solar. Abaixo exemplos de exercícios:
Este exemplo usa pull offs usando a escala Pentatonica:(ao modo AC/DC's Back in Black)
---3p0---------------------3p0---------------------
-----------3p0-----------------------3p0-----------
--------------------2p0----------------------2p0---
---------------------------------------------------
---------------------------------------------------
---------------------------------------------------

Aqui outro exemplo com bend na casa 7 na corda G subindo uma nota inteira, então deixe as próximas 2 notas soarem.
--------------5-----------------5-----
---------5----------------5----------
---7b/------------7b/-----------------
-------------------------------------
-------------------------------------
--------------------------------------

Esses são apenas 2 exemplos com escalas pentatônicas, invente as suas próprias, então incorpore todas juntas para seus próprios solos.
www.artmaia.com


USANDO ESCALAS
Quer melhorar a sua digitação? Quer melhorar os seus solos? Se quer, você provalvelmente terá que praticar as escalas. Isto pode soar muito chato, mas praticando escalas você se tornará um bom guitarrista.Ela melhorará sua digitação, dará a você um melhor senso de tempo e o ajudará a entender os fundamentos da música.

Abaixo a mais básica escala de todas:Pentatônica A menor.

---------------------------------------5--8-----
--------------------------------5--8------------
-------------------------5--7-------------------
------------------5--7--------------------------
----------5--7----------------------------------
5--8-------------------------------------------

Esta escala pode ser ouvida em todos os tipos de música, especialmente Blues e Rock. Quando tocar esta escala (ou qualquer outra), use alternar o movimento da palheta, tocando cada nota igualmente. Uma vez que voce tocou a escala, toque a de trás para frente, movimente a escala para cima e para baixo no braço da guitarra, Agora , use bends, pull offs, hammer-ons e slides na escala. Esses exercícios irão ajudá-lo a aprender técnicas para solar. Abaixo exemplos de exercícios:

Este exemplo usa pull offs usando a escala Pentatonica:(ao modo AC/DC's Back in Black)

---3p0---------------------3p0--------------------
-----------3p0-----------------------3p0------------
--------------------2p0----------------------2p0----
----------------------------------------------------
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Aqui outro exemplo com bend na casa 7 na corda G subindo uma nota inteira, então deixe as próximas 2 notas soarem.

--------------5-----------------5-----
---------5----------------5----------
---7b/------------7b/-----------------
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Esses são apenas 2 exemplos com escalas pentatônicas, invente as suas próprias, então incorpore todas juntas para seus próprios solos.


MODOS GREGOS - Parte 01
Para originarmos os Modos Gregos, podemos imaginá-los sendo gerados a partir da Escala Maior, que também é conhecida como Maior Natural. Para obtermos os Modos, devemos imaginar que cada uma das notas (ou graus) da Escala Maior irá assumir o papel de Tônica sobre o grau que estas mesmas são correspondentes. Tomando como exemplo a escala de Dó maior teremos as seguintes notas: C - D - E - F - G - A - B, gerando respectivamente os intervalos de T - 2 - 3 - 4 - 5 - 6 - 7M. Ao imaginar cada grau da Escala Maior sendo a tônica de uma nova escala, os intervalos vão ter sempre uma configuração diferente, pelo fato de haver deslocamentos entre os tons e semitons que existem entre essas notas. Teremos um total de sete Modos, ou seja, um para cada nota correspondendo aos sete graus da Escala Maior. Partindo desse raciocínio, vamos à formação de cada um deles.
Os nomes dos sete Modos na ordem natural são: Jônio, Dórico, Frigio, Lídio, Mixolídio, Eólio e Lócrio. A seguir teremos a seqüência de todos eles partindo da escala de Dó maior como referência, juntamente com os seus respectivos intervalos entre parênteses.
Jônio C - D - E - F - G - A - B Intervalos gerados - (T - 2 - 3 - 4 - 5 - 6 - 7M)
Dórico D - E - F - G - A - B - C Intervalos gerados - (T - 2 - b3 - 4 - 5 - 6 - 7)
Frigio E - F - G - A - B - C - D Intervalos gerados - (T - b2 - b3 - 4 - 5 - b6 - 7)
Lídio F - G - A - B - C - D - E Intervalos gerados - (T - 2 - 3 - #4 - 5 - 6 - 7M)
Mixolídio G - A - B - C - D - E - F Intervalos gerados - (T - 2 - 3 - 4 - 5 - 6 - 7)
Eólio A - B - C - D - E - F - G Intervalos gerados - (T - 2 - b3 - 4 - 5 - b6 - 7)
Lócrio B - C - D - E - F - G - A Intervalos gerados - (T - b2 - b3 - 4 - b5 - b6 - 7)

MODOS GREGOS - Parte 01


Para originarmos os Modos Gregos, podemos imaginá-los sendo gerados a partir da Escala Maior, que também é conhecida como Maior Natural. Para obtermos os Modos, devemos imaginar que cada uma das notas (ou graus) da Escala Maior irá assumir o papel de Tônica sobre o grau que estas mesmas são correspondentes. Tomando como exemplo a escala de Dó maior teremos as seguintes notas: C - D - E - F - G - A - B, gerando respectivamente os intervalos de T - 2 - 3 - 4 - 5 - 6 - 7M. Ao imaginar cada grau da Escala Maior sendo a tônica de uma nova escala, os intervalos vão ter sempre uma configuração diferente, pelo fato de haver deslocamentos entre os tons e semitons que existem entre essas notas. Teremos um total de sete Modos, ou seja, um para cada nota correspondendo aos sete graus da Escala Maior. Partindo desse raciocínio, vamos à formação de cada um deles.

Os nomes dos sete Modos na ordem natural são: Jônio, Dórico, Frigio, Lídio, Mixolídio, Eólio e Lócrio. A seguir teremos a seqüência de todos eles partindo da escala de Dó maior como referência, juntamente com os seus respectivos intervalos entre parênteses.

Jônio C - D - E - F - G - A - B Intervalos gerados - (T - 2 - 3 - 4 - 5 - 6 - 7M)

Dórico D - E - F - G - A - B - C Intervalos gerados - (T - 2 - b3 - 4 - 5 - 6 - 7)

Frigio E - F - G - A - B - C - D Intervalos gerados - (T - b2 - b3 - 4 - 5 - b6 - 7)

Lídio F - G - A - B - C - D - E Intervalos gerados - (T - 2 - 3 - #4 - 5 - 6 - 7M)

Mixolídio G - A - B - C - D - E - F Intervalos gerados - (T - 2 - 3 - 4 - 5 - 6 - 7)

Eólio A - B - C - D - E - F - G Intervalos gerados - (T - 2 - b3 - 4 - 5 - b6 - 7)

Lócrio B - C - D - E - F - G - A Intervalos gerados - (T - b2 - b3 - 4 - b5 - b6 - 7)

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O QUE É EXATAMENTE UMA ESCALA?

segunda-feira, 28 de julho de 2008


A escala é uma série de notas que são usadas para se construir acordes. São também usadas para melhorar a digitação, construir solos, melhorar o timing e ajudá-lo a escrever uma canção. Cada nota da escala é chamada de "grau". O primeiro grau (ou nota)em uma escala é chamado de "root". A escala irá começar e terminar na nota root. Por exemplo, se a escala começa em um C, C é o root, a escala irá terminar em um C. A escala então será uma Escala de C Maior, o acorde construído a partir desta escala será C maior. A escala de C maior tem 8 notas: C,D,E,F,G,A,B,C. . . Cada nota é separada por um tom inteiro, exceto quando vamos do B para C, e do E para o F. Como abaixo:
A (1) B (1/2) C (1) D (1) E (1/2) F (1) G (1) A .


O QUE É EXATAMENTE UMA ESCALA?
A escala é uma série de notas que são usadas para se construir acordes. São também usadas para melhorar a digitação, construir solos, melhorar o timing e ajudá-lo a escrever uma canção. Cada nota da escala é chamada de "grau". O primeiro grau (ou nota)em uma escala é chamado de "root". A escala irá começar e terminar na nota root. Por exemplo, se a escala começa em um C, C é o root, a escala irá terminar em um C. A escala então será uma Escala de C Maior, o acorde construído a partir desta escala será C maior. A escala de C maior tem 8 notas: C,D,E,F,G,A,B,C. . . Cada nota é separada por um tom inteiro, exceto quando vamos do B para C, e do E para o F. Como abaixo:
A (1) B (1/2) C (1) D (1) E (1/2) F (1) G (1) A .

sexta-feira, 25 de julho de 2008

A POSIÇÃO TIPO E (MI MAIOR) AO LONGO DO BRAÇO
A tônica de todas as posições de E é dada pela nota da 6ª corda. No acorde básico de E maior, a 6ª corda é solta e o E é a tônica do acorde. No F maior com pestana, a 6ª corda é tocada no primeiro traste, que dá a nota F, a tônica de F maior.
Isso significa que a cada traste o acorde aumenta um semitom. Deslocando a posição de F com pestana para o traste seguinte, obteremos um F# maior; no próximo, G maior, e assim por diante. No 12º traste, o acorde será novamente E maior (uma posição em que só é possível em instrumentos em que o braço se junta ao corpo acima do 12º traste).

TESTANDO A AFINAÇÃO

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Sempre teste a afinação do seu instrumento. Siga a seguinte instrução:
A corda 6 pressionada na casa 5 deve ter o mesmo som da corda 5 solta;
A corda 5 pressionada na casa 5 deve ter o mesmo som da corda 4 solta;
A corda 4 pressionada na casa 5 deve ter o mesmo som da corda 3 solta:
A corda 3 pressionada na casa 4 deve ter o mesmo som da corda 2 solta;
A corda 2 pressionada na casa 5 deve ter o mesmo som da corda 1 solta:
As cordas 6 e 1 soltas devem ter o mesmo som, pois as duas são MI, mesmo que a 6ª corda seja bem grave e a 1ª bem aguda, o som deverá ser o mesmo.
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TESTANDO A AFINAÇÃO
Sempre teste a afinação do seu instrumento. Siga a seguinte instrução:
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A corda5 pressionada na casa5 deve ter o mesmo som da corda4 solta;
A corda4 pressionada na casa5 deve ter o mesmo som da corda3 solta:
A corda3 pressionada na casa4 deve ter o mesmo som da corda2 solta;
A corda2 pressionada na casa5 deve ter o mesmo som da corda1 solta:
As cordas 6 e 1 soltas devem ter o mesmo som, pois as duas são MI, mesmo que a 6ª corda seja bem grave e a 1ª bem aguda, o som deverá ser o mesmo.
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terça-feira, 22 de julho de 2008

COMO ESTUDAR VIOLÃO E GUITARRA - Parte 02
Amadurecimento
Acredito que no equilíbrio entre os objetivos por você desejado e o tempo dedicado para a conquista deles está a maturidade. Cada nota dada deve refletir a mais pura expressão da nossa vida, não apenas o resultado final de uma escala, mas sim ela toda em construção, da primeira à última nota. Por isso, o convívio diário com a música é fundamental. "Você nunca recebe um desejo sem também receber a capacidade de torná-lo realidade" R. Bach
O estudo com o metrônomo, de modo gradativo, é a essência para uma segurança rítmica. Aos poucos, força e limpeza estarão juntas para fazer com que as famosas palavras pegada e clareza façam parte de seu currículo!
Sinta Equilíbrio
Procure sempre estabelecer relações na música, atrás de um grande solo (melodia) existem grandes acordes (harmonia). Estes dois itens têm de caminhar lado a lado, pois um age diretamente no desenvolvimento do outro. Quero chamar a atenção diretamente para a harmonia. Estudá-la e conhecê-la é fundamental. Não deixe escapar nada deste assunto.(http://www.artmaia.com)

COMO ESTUDAR VIOLÃO E GUITARRA - Parte 02

Amadurecimento
Acredito que no equilíbrio entre os objetivos por você desejado e o tempo dedicado para a conquista deles está a maturidade. Cada nota dada deve refletir a mais pura expressão da nossa vida, não apenas o resultado final de uma escala, mas sim ela toda em construção, da primeira à última nota. Por isso, o convívio diário com a música é fundamental. "Você nunca recebe um desejo sem também receber a capacidade de torná-lo realidade" R. Bach

O estudo com o metrônomo, de modo gradativo, é a essência para uma segurança rítmica. Aos poucos, força e limpeza estarão juntas para fazer com que as famosas palavras pegada e clareza façam parte de seu currículo!

Sinta Equilíbrio
Procure sempre estabelecer relações na música, atrás de um grande solo (melodia) existem grandes acordes (harmonia). Estes dois itens têm de caminhar lado a lado, pois um age diretamente no desenvolvimento do outro. Quero chamar a atenção diretamente para a harmonia. Estudá-la e conhecê-la é fundamental. Não deixe escapar nada deste assunto.(http://www.artmaia.com)

COMO ESTUDAR VIOLÃO E GUITARRA

domingo, 20 de julho de 2008



Lembre-se sempre de que todo e qualquer contato que possa ter com o instrumento será válido, a intimidade que se ganha a cada dia é fundamental para um bom desenvolvimento.

Escolha um dia para dar uma geral em grande parte do que aprendeu e estudou. Como numa sequência, revise escalas, arpejos, acordes, padrões, etc...

Estude sempre com o metrônomo, para ter a segurança do tempo de forma linear, trabalhando intensidade, duração, dinâmica, etc...

Dessa forma, será mais fácil avaliar a evolução no instrumento e, com isso, reconhecer os pontos que precisam ser fortalecidos.
Duração

Quando houver um novo assunto, deve ser dada uma maior atenção para ele. Meia hora por dia com concentração será mais rico e proveitoso do que duas ou três horas dispersas. Como e quanto será absorvido do assunto vai sempre variar de pessoa para pessoa, mas a questão é a forma como é feito o estudo. Outro ponto importante a citar é a história de que "fulano estuda oito horas por dia!" Esse tipo de estudo, de longa duração, deve ser muito bem organizado. O cuidado com o corpo humano, a nossa máquina, é de suma importância. A atividade repetitiva pode gerar lesões graves, como a tão famosa inflamação nos tendões (tendinite).
Portanto:

1) Alongamentos nos braços e nos dedos antes, durante e depois dos estudos, são essenciais para o condicionamento e, assim, para um melhor aproveitamento do tempo. Caso contrário, você terá de interromper o aprendizado por causa do cansaço. Lembre-se: você é um atleta dos braços e dos dedos.

2) Planejar é importante. Alterne seus objetivos: rapidez, agilidade, tudo o que se refere a solos (escalas, arpejos, técnicas em geral), parte harmônica (acordes), ritmo e teoria.

3) Ouça de tudo. Escute tudo aquilo que possa contribuir para a sua formação como músico. É uma das melhores coisas a se fazer! Com esses cuidados, você irá planejar seu tempo e criar um ritmo próprio de estudo.
www.artmaia.com


COMO ESTUDAR VIOLÃO E GUITARRA
Lembre-se sempre de que todo e qualquer contato que possa ter com o instrumento será válido, a intimidade que se ganha a cada dia é fundamental para um bom desenvolvimento.
Escolha um dia para dar uma geral em grande parte do que aprendeu e estudou. Como numa sequência, revise escalas, arpejos, acordes, padrões, etc...
Estude sempre com o metrônomo, para ter a segurança do tempo de forma linear, trabalhando intensidade, duração, dinâmica, etc...
Dessa forma, será mais fácil avaliar a evolução no instrumento e, com isso, reconhecer os pontos que precisam ser fortalecidos.

Duração
Quando houver um novo assunto, deve ser dada uma maior atenção para ele. Meia hora por dia com concentração será mais rico e proveitoso do que duas ou três horas dispersas. Como e quanto será absorvido do assunto vai sempre variar de pessoa para pessoa, mas a questão é a forma como é feito o estudo. Outro ponto importante a citar é a história de que "fulano estuda oito horas por dia!" Esse tipo de estudo, de longa duração, deve ser muito bem organizado. O cuidado com o corpo humano, a nossa máquina, é de suma importância. A atividade repetitiva pode gerar lesões graves, como a tão famosa inflamação nos tendões (tendinite).

Portanto:
1) Alongamentos nos braços e nos dedos antes, durante e depois dos estudos, são essenciais para o condicionamento e, assim, para um melhor aproveitamento do tempo. Caso contrário, você terá de interromper o aprendizado por causa do cansaço. Lembre-se: você é um atleta dos braços e dos dedos.
2) Planejar é importante. Alterne seus objetivos: rapidez, agilidade, tudo o que se refere a solos (escalas, arpejos, técnicas em geral), parte harmônica (acordes), ritmo e teoria.
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CURSOS DE VIOLÃO E GUITARRA A DISTÂNCIA

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TÉCNICAS BÁSICAS DE DE DEDILHADO


Desde o início da década de 60, o dedilhado fingerpicking tem sido sinônimo da música folk americana e de violão de cordas de aço. Mas você não precisa ser fã de folk, nem tocar violão, para se beneficiar dos dedilhados baseados em padrões. Há muitas maneiras de aproveitar a energia suave e rítmica do dedilhado fingerpicking na música contemporânea. O truque é combinar movimentos tradicionais da mão da palheta com aberturas e timbres modernos. Nesta lição, mostramos como fazer isso. Mas, primeiro, faremos uma distinção entre dedilhado fingerstyle e fingerpicking. Toda vez que você ataca as cordas com as pontas dos dedos, em vez de usar uma palheta, você está tocando fingerstyle. O fingerstyle caracteriza uma grande variedade de gêneros musicais, como o erudito e a bossa nova. O fingerpicking possui uma definição mais restrita – é uma técnica baseada em padrões. Os grandes mestres do fingerpicking repetem sequências específicas de dedilhado à medida que atravessam progressões de acordes e músicas. Esta repetição é o que torna o fingerpicking atraente e desafiador. Com modelos básicos, você pode criar ritmos incríveis que darão vitalidade à sua música.


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