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sábado, 20 de dezembro de 2008

AULAS DE GUITARRA - HABILIDADE E VELOCIDADE
Uma coisa que separa os bons guitarristas dos péssimos e ter boa habilidade nos dedos e sons limpos.É importante para o guitarrista iniciante ou intermediário praticar técnicas que irão aumentar a habilidade dos dedos.Abaixo estão algumas técnicas que irão fazer melhorar a habilidade e velocidade dos dedos.
Abaixo está um exercício básico para treino. Ele pode ser um pouquinho entediante.Mas, assegure-se de tocar as notas limpas e no tempo.Comece estudando vagarosamente. O objetivo é dar força na digitação,e você tem que começar devagar para conseguir isto. Aumente a velocidade aos poucos até você conseguir tocar em uma velocidade razoável. Toque descendo e subindo no braço da Guitarra.
---------------------------------------------------------------1-2-3-4-
-----------------------------------------------------1-2-3-4-----------
------------------------------------------1-2-3-4----------------------
----------------------------1-2-3-4------------------------------------
--------------1-2-3-4--------------------------------------------------
-1-2-3-4---------------------------------------------------------------
O próximo exercício é similar, somente tem um desenho diferente. Assegure-se de usar os 4 dedos e que os sons extraídos sejam limpos (sem chiados).
-1-4-2-3----------------------------------------------------------------
------------1-4-2-3-----------------------------------------------------
-------------------------1-4-2-3----------------------------------------
-------------------------------------1-4-2-3----------------------------
---------------------------------------------------1-4-2-3--------------
----------------------------------------------------------------1-4-2-3-
Abaixo está um riff simples para praticar sempre, subindo e descendo na escala da Guitarra.
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---------------------------------------------------------------
----------6-7-9-7-6-----------6-7-9-7-6----------------------
---7-9------------------9-7-9---------------------------------
---------------------------------------------------------------
---------------------------------------------------------------
A partir do momento que você ganhar habilidade nos dedos, você estará preparado para começar a estudar Escalas e Modos. Abaixo um modo simples.
--------------------------------------------------12-13-15---
-------------------------------------12-13-15----------------
----------------------------12-13--------------------------- -
--------------12-14-15---------------------------------------
-12-14-15----------------------------------------------------
--------------------------------------------------------------
Agora vamos brincar um pouco. Perceba o desenho usado. Você pode usá-lo em todas as escalas e modos. Isto funciona para ganhar velocidade e habilidade nos dedos.
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----------------------------------------------------------------------
-------------12----------12-14-----12-14-15--12-14-15-------------
-12-14-15----14-15---------15--------------------------------------
----------------------------------------------------------------------

-----------------------------------------------------------------------
------------------------------------12----------12-13----------------
--12---------12-14-----12-14----12-14----------14------------------
-------14-15-------15-------------------------------------------------
-----------------------------------------------------------------------
-----------------------------------------------------------------------

------------------------------12----------12-13-----12-13-15--------
-12-13-15--12-13-15------13-15----------15-------------------------
-----------------------------------------------------------------------
-----------------------------------------------------------------------
-----------------------------------------------------------------------
-----------------------------------------------------------------------
Você também pode tocar de trás para frente.É bom tocar essa sequência como aquecimento dos dedos. Assegure-se de fazer um aquecimento antes de tocar uma longa "jam session". Faça o aquecimento com os exercícios acima, ou praticando escalas.
Estes exercícios podem trazer grandes benefícios se os mesmos forem praticados corretamente.

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quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

CIFRAS E ACORDES
A) Acorde:
É o conjunto de três ou mais sons ouvidos simultaneamente. No caso do acorde de Dó maior seria:
Dó – mi – sol
B) Acorde arpejado:
É quando as notas de um acorde são tocadas sucessivamente. No violão usa-se dizer, também, acorde dedilhado.
C) Cifras
Cifras são símbolos criados para representar o acorde de uma maneira prática. A cifra é composta de letras, números e símbolos. É o sistema predominantemente usado em músicas popular para qualquer instrumento. Em cifra os nomes lá, si, dó, ré, mi, fá e sol são substituídos pelas sete primeiras letras do alfabeto.
A – lá
B – Si
C – Dó
D – Ré
E – Mi
F – fá
G – sol
Os números e sinais usados na cifra representam os intervalos da escala, a partir da nota fundamental, em que são formados os acordes. Tomemos o exemplo do acorde C7 (#9). C quer dizer Dó. O número 7, o intervalo de sétima menor a partir da nota fundamental Dó. E o # ao lado do 9, a nona aumentada.
O que a cifra estabelece:
1) Tipo dos acordes (maior, menor, 7º da dominante, 7º diminuta, etc)
EX:
C = Dó –Mi – Sol
Cm = Dó – Mib – Sol
C7 = Dó – Mi – Sol – Sib
Cº = Dó – Mib – Solb - Sib

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - ESCALAS EXÓTICAS
Escala Espanhola (T - 2m - 3M - 4J - 5J - 5#- 7m)
Exemplo em C(C C# E F G G# A#)
e----------------------------------------9-12-13-------
B--------------------------------9-11-13---------------
G------------------------9-10-12-----------------------
D----------------8-10-11-------------------------------
A--------8-10-11---------------------------------------
E-8-9-12-----------------------------------------------
Escala Persa (T - 2m - 3M - 4J - 4# - 5# - 7M)
Exemplo em C(C C# E F F# G# B)
e---------------------------------------9-12-13--------
B-------------------------------9-12-13----------------
G-----------------------9-10-11------------------------
D---------------9-10-11--------------------------------
A--------8-9-11----------------------------------------
E-8-9-12-----------------------------------------------
Escala Egipcia (T - 2M - 4J - 5J - 7m)
Exemplo em C(C D F G A#)
e-----------------------------------------8-10-13------
B---------------------------------8-11-13--------------
G-------------------------7-10-12----------------------
D-----------------8-10-12------------------------------
A---------8-10-13--------------------------------------
E-8-10-13----------------------------------------------
Bons estudos e até a próxima!!!
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segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

COMO LER E ESCREVER TABLATURAS (Parte 01)


TAB ou Tablatura é um método de escrever arranjos de música para violão,guitarra ou Baixo, usando símbolos, textos e números. Este método é simples e ideal para ser usado por alunos iniciantes. Contudo a Tablatura não deve ser comparada ou confundida com a Partitura que trás muito mais informações sobre a música e exige um conhecimento mais profundo para ser interpretada. A tablatura mostra as notas que devem ser tocadas nas devidas cordas e casas, também pode informar o tipo de afinação usada na música indicando uso de capotraste para alterar tom da afinação. A tablatura também pode mostrar alguns efeitos que são usados em solos ou em trechos de uma música como Slides, Bends e outros.

A tablatura é muito simples de ser interpretada, começamos com 6 linhas (ou 4 para Baixo) que correspondem as corda do instrumento. As cordas estão ordenadas da mais fina para a mais grossa, as letras no lado esquerdo indicam as notas dadas pelas cordas em sua devida afinação.

e----------------------------------------------------------------
B----------------------------------------------------------------
G----------------------------------------------------------------
D----------------------------------------------------------------
A----------------------------------------------------------------
E----------------------------------------------------------------

Números serão escritos nas linhas indicando a casa no braço do instrumento onde deve ser pressionada com a mão esquerda, note que a tablatura não indica com qual o dedo da mão esquerda que será usado para pressionar a corda.

e--------------------------------------------
B--------------------------------------------
G--------------------------------------------
D--------------------------------------------
A--------------------------------------------
E---0--1--2--3--4----------------------------


Execute o trecho acima, tocado uma nota de cada vez começando pelo número 0 que indica a corda solta, depois o 1 indica a primeira casa, depois o 2 indicando a segunda casa, e assim por diante.

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domingo, 14 de dezembro de 2008

COMO EVITAR PROBLEMAS COM O SEU INSTRUMENTO
Você que toca um instrumento musical ou pretende comprar um, deve dar muita atenção a ele. Até mais do que você pensa. Abaixo estão algumas dicas para que seu violão ou guitarra dure bastante tempo em suas mãos sem ter grandes problemas com o mesmo.
* Nunca deixe seu instrumento musical jogado em um canto qualquer de sua casa. Procure limpá-lo antes de guardar. Guarde de preferência em um case ou numa capa própria para o equipamento. Se você toca todos os dias, compre um apoio próprio para o seu instrumento, assim quando você acabar de tocar, limpe as cordas e coloque seu instrumento neste apoio. Se não tiver apoio, deixe o instrumento de cordas para baixo em uma superfície plana, ou se for encostado em uma parede, deixe as cordas viradas para a parede.
* Nunca deixe seu instrumento no sol, mais precisamente em ambiente que se encontra em altas temperaturas, com muito calor. O calor irá empenar o braço do instrumento.
* Nunca deixe seu instrumento na chuva (se deixar, nunca o seque no sol, como citado acima). A chuva ou até mesmo o sereno irá prejudicar as partes elétricas do instrumento e as cordas. Sabe-se que em regiões com muita umidade, há uma grande dificuldade de afinação.
* Mantenha seu instrumento sempre limpo e nunca deixe derramar nenhum liquido sobre ele.
* Use apenas uma flanela seca e limpa para limpar seu violão; nunca passe nele nenhum produto.
* Use cabos e conectores de qualidade, e nunca pise sobre eles. Ao enrolar os cabos para guardar, siga as formas de enrolamento que vieram quando novos.
* Nunca envolva seu pedal ou pedaleira com plástico, pois com ele, fica impossível a ventilação do equipamento.
* Verifique a voltagem do lugar que for tocar, pois caso esta seja maior do que o seu equipamento suporta este certamente será danificado.
* Tome muito cuidado ao transportar amplificadores valvulados, eles são extremamente sensíveis.
* Nunca coloque nenhum peso ou objeto em cima do violão.
* Nunca deixe seu violão cair ou bater em algum lugar. Quando for transportar tenha muito cuidado.
* Quando for trocar as cordas não tire todas as velhas e recoloque as novas, troque uma por uma.
* Se você comprar um violão que use cordas de nylon NUNCA coloque cordas de aço e vice-versa.

Daniel Neves
Publisher Violão PRO

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

ESTRUTURAS DAS ESCALAS
Escalas são estruturas convencionais e arbitrárias, que diferem de época para época, de cultura para cultura. A escala básica da música ocidental é a diatônica, composta de uma sucessão de tons e semitons dispostos à maxima distância de um intervalo de segunda, como, por exemplo, do-ré, fá sustenido-sol, lá bemol-si, sol sustenido-lá, etc. A escala também pode ser cromática, quando a sucessão de dois ou mais sons se processa através do mesmo grau, havendo entre elas apenas a diferença da alteração, por exemplo: do-do sustenido, fá-fá sustenido, etc.
Na música ocidental além da escala diatônica e da cromática também usa-se a escala de tons inteiros e a pentatônica.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

APRENDA VIOLÃO E GUITARRA ON-LINE!
Aprenda a tocar Violão e Guitarra a distância, com módulos teóricos e práticos, Cds didáticos, Professor On-line, Carteira de Estudante e Certificado de Conclusão. Acesse http://www.artmaia.com e conheça todos os nossos cursos. Somos especializados no ensino musical a distância! Aproveite e faça o seu cadastro gratuito no CLUB ARTMAIA e participe de todas as nossas promoções, você pode ganhar muitos prêmios! Este Mês você poderá levar para casa um Violão Eletro-acústico da marca Eagle sem nenhum custo adicional! http://www.artmaia.com
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quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

CURSO PRÁTICO DE VIOLÃO - Raphael Maia
O novo livro de Raphael Maia "Curso Prático de Violão", lançamento 2008 já está a venda nas principais livrarias e bancas de revistas do Brasil.

CURSO PRÁTICO DE VIOLÃO - Raphael Maia

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terça-feira, 9 de dezembro de 2008

CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - O Básico da afinação
Este é um procedimento um pouco difícil para o principiante, mas é bom que você tente para ir se acostumando. Por favor não arrebente a corda do violão! O violão tem 6 acordas, a saber E B G D A E de baixo para cima. Dependendo de quanto a tarraxa estiver esticada essas cordas podem ter outro som que não os necessários, corda mais folgada som mais baixo e corda mais apertada som mais alto. O que você tem a fazer é esticar convenientemente essas cordas. Afrouxe a 6a corda (E mais grossa) e vá rodando a tarraxa, a corda não pode ficar folgada nem apertada demais. Se o violão já estava mais ou menos afinado deixa-a como está.Coloque um dos dedos na 5a casa da corda E. Afrouxe a tarraxa da corda A e vá apertando aos poucos .O som produzido deve ser igual ao da corda A, já que o E na 5a casa é um A. Repita o processo para a corda D e para a corda G.Faça o mesmo procedimento para a corda B, só que apertando na 4a casa ao invés da 5a, já que para fazer um B devemos apertar na 4a casa. Volte a apertar na 5a casa e afine a E mais fina. Quando estiver afinando repare que por causa de um fenômeno chamado ressonância, quando a corda de baixo estiver afinada a mesma vibrará sem você tocar nela! Toque a primeira corda, escute o som e depois toque a segunda. Ouça se é preciso apertar ou folgar a tarraxa. Com o tempo você perceberá as mínimas diferenças entre os sons. Por enquanto seu ouvido ainda não está acostumado e não existe uma fórmula mágica para fazer isso depressa, por isso não desista nem se encabule se você não conseguir uma afinação satisfatória.

domingo, 30 de novembro de 2008


CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA PARA INICIANTES

(Apostilas, Cds, Dvd, Professor On-line e Certificado)
Para receber o material de estudos em seu endereço acesse:


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sexta-feira, 28 de novembro de 2008

COMO ESTUDAR VIOLÃO E GUITARRA
Estudar música ou determinada técnica, requer atenção, concentração, paciência e regularidade! O que você acha que te deixaria em forma? Jogar futebol 5 horas seguidas no domingo ou três vezes por semana? Se você respondeu três vezes por semana, você acertou. Com a guitarra é a mesma coisa. Se você quer tocar alguma passagem, solo, ou base, que seja complexa, estude de forma lenta e gradativa. Caso seja um solo, divida-o em varias partes, ou estude-o por frases, até que as mesmas estejam soando da forma correta, pois a sonoridade é muito importante. Tocar o instrumento várias horas por dia, sem disciplina e objetivo, não trará resultado algum, por isso organize seu estudo. Reserve um horário do seu dia para estudar e depois do conteúdo estudado, se divirta com o instrumento. Existem várias formas de deixar o estudo dinâmico e interessante, motivando-nos a estudar com dedicação. Abaixo vão algumas dicas de como organizar seu estudo.
Como estudar?
Para se concentrar, um lugar que seja ventilado, tranqüilo e silencioso é essencial. Organize o conteúdo que você quer estudar (como no exemplo da tabela abaixo). *

Dia da semana: Segunda
Conteúdo Técnico: Palhetada (30 min.), Ligados (30 min.)Demais Itens de Estudo: Repertório (30 min.), Audição (30 min.)
Dia da semana: Terça
Conteúdo Técnico: Vibratos (30 min.), Bends (30 min.)Demais Itens de Estudo: Interpretação (30 min.), Audição (30 min.)
Dia da semana: Quarta
Conteúdo Técnico: Slides (30 min.), Tapping (30 min.)Demais Itens de Estudo: Leitura (30 min.), Audição (30 min.)
Dia da semana: Quinta
Conteúdo Técnico: Sweep Picking (30 min.), Alavancadas (30 min.)Demais Itens de Estudo: Criação (30 min.), Audição (30 min.)
Dia da semana: Sexta
Conteúdo Técnico: String Skiping (30 min.), Harm Artificiais (30 min.)Demais Itens de Estudo: Repertório (30 min.), Audição (30 min.)
Sweep Picking: técnica que utiliza a palheta em uma única direção com a finalidade de produzir uma grande quantidade de notas rapidamente, ou facilitar a passagem de uma corda para outra.
String Skiping: é o salto de cordas, ou seja, ao invés de palhetar ou ligar as notas em cordas seguintes, pulamos a corda. Saltamos da corda si para a corda ré, por exemplo.
Harmônicos Artificiais: temos basicamente 2 tipos. Um é feito através do choque entre o dedo e a palheta sobre a corda, e o outro é conseguido através do toque sobre o traste correspondente a nota oitavada da qual você está tocando.
Repertório: pegue qualquer peça que tenha vontade de tocar e estude-a. Pode ser música, riff, solo, etc.
Interpretação: não importa o que você vai tocar e sim como vai 'interpretar', entendeu!
Criação: crie um riff, solo, exercício com o conteúdo estudado.
Se concentre naquilo que estiver estudando e sempre use um metrônomo, pois assim você tem um parâmetro para medir seu desenvolvimento. Certifique-se de que a sua coluna não esteja torta, que suas mãos estejam nas posições corretas e relaxe, com tensão os resultados não serão alcançados.
Tenha paciência! Aumente a dificuldade e depois passe para outro tópico da lista. Estude cada tópico de 15 a 30 minutos e depois mude, assim você fica menos entediado e cobre um conteúdo muito maior. E por último, estude com regularidade, assim você tocará muito melhor! Eu garanto!!
Obs.: a tabela acima é um roteiro de estudo de 2 horas diárias, que permite ao estudante se concentrar melhor em cada tópico/técnica especifico/a, trazendo resultados muito mais rápidos! Você não precisa seguir este modelo! Crie o seu próprio roteiro de estudo e faça o seu tempo render da forma que achar melhor, o importante é estudar com atenção e dedicação!!
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VIOLÃO E GUITARRA - O Básico da Afinação

domingo, 23 de novembro de 2008

Este é um procedimento um pouco difícil para o principiante, mas é bom que você tente para ir se acostumando. Por favor não arrebente a corda do violão! O violão tem 6 acordas, a saber E B G D A E de baixo para cima. Dependendo de quanto a tarraxa estiver esticada essas cordas podem ter outro som que não os necessários, corda mais folgada som mais baixo e corda mais apertada som mais alto. O que você tem a fazer é esticar convenientemente essas cordas. Afrouxe a 6a corda (E mais grossa) e vá rodando a tarraxa, a corda não pode ficar folgada nem apertada demais. Se o violão já estava mais ou menos afinado deixa-a como está.
Coloque um dos dedos na 5a casa da corda E. Afrouxe a tarraxa da corda A e vá apertando aos poucos .O som produzido deve ser igual ao da corda A, já que o E na 5a casa é um A. Repita o processo para a corda D e para a corda G.
Faça o mesmo procedimento para a corda B, só que apertando na 4a casa ao invés da 5a, já que para fazer um B devemos apertar na 4a casa. Volte a apertar na 5a casa e afine a E mais fina. Quando estiver afinando repare que por causa de um fenômeno chamado ressonância, quando a corda de baixo estiver afinada a mesma vibrará sem você toca nela! Toque a primeira corda, escute o som e depois toque a segunda. Ouça se é preciso apertar ou folgar a tarraxa. Com o tempo você perceberá as mínimas diferenças entre os sons. Por enquanto seu ouvido ainda não está acostumado e não existe uma fórmula mágica para fazer isso depressa, por isso não desista nem se encabule se você não conseguir uma afinação satisfatória.

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DICAS DE AFINAÇÃO


Se você possui um piano ou outro teclado, poderá afinar as cordas do seu violão ou de sua guitarra com as seis teclas indicadas no desenho (MI-Lá-Ré-SOL-SI-MI), dependendo sempre da sua capacidade auditiva.
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sexta-feira, 21 de novembro de 2008


CURSO DE VIOLÃO POPULAR
Tudo que você precisa saber para tocar Violão está nesse curso, que foi elaborado por professores altamente qualificados e com anos de experiência no ensino musical a distância!
Para maiores informações e matrículas acesse:

O VIOLÃO NO BRASIL

A VIOLA, instrumento de dez cordas ou 5 cordas duplas, precursor do violão e popularíssima em Portugal, foi introduzida no Brasil pelos jesuítas portugueses, que a utilizavam na catequese. Já no século XVII, referências são feitas á viola em São Paulo, uma delas colhida por Mário de Andrade: “Em 1688 surge uma certa viola avaliada em dois mil réis, preço enorme para o tempo.
E, caso curioso, esta guitarra pertenceu a um dos mais notáveis bandeirantes do século XVII: Sebastião Paes de Barros.”
Ainda na mesma obra, Mário de Andrade cita Cornélio Pires, para quem a viola é um dos instrumentos que acompanha as danças populares de São Paulo. A confusão entre a viola e violão começa em meados do século XIX, quando a viola é usada com uma afinação própria do violão, isto é, lá, ré, sol, si, mi.
A confusão no uso do termo viola/violão, continua nessa época como atesta Manuel Antônio de Almeida, autor da Memórias de um Sargento de Milícias (1854-55), quando se refere muitas vezes com terminologia da época do final da colônia, á viola em vez de violão ou guitarra sempre que trata de designar o instrumento urbano com o qual se acompanhava as modinhas.
A viola, hoje, tornou-se a viola-caipira, instrumento típico do interior do país, e o violão, depois de ter sua forma atual estabelecida no final do século XIX, tornou-se um instrumento essencialmente urbano no Brasil. O violão também tornou-se o instrumento favorito para o acompanhamento da voz, como no caso das modinhas, e, na música instrumental, juntamente com a flauta e o cavaquinho, formou a base do conjunto do choro.
Por ser usado basicamente na música popular e pelo povo, o violão adquiriu má fama, instrumento de boêmios, presente entre seresteiros, chorões, tornandos-se sinônimo de vagabundagem. Assim o violão foi considerado durante anos.
Os primeiros a cultivar o instrumento de uma maneira séria foram considerados verdadeiros heróis.
O engenheiro Clementino Lisboa foi o primeiro a se apresentar em público tocando violão, especialmente no Clube Mozart, o centro musical da elite carioca fin-de-siècle. Ainda algumas figuras proeminentes da sociedade carioca dedicaram-se ao instrumento na tentativa de reerguê-lo, tal é o caso do desembargador Itabaiana, do escritor Melo Morais e dos professores Ernani Figueiredo e Alfredo Imenes.
Um dos precursores do violão moderno no Brasil foi Joaquim Santos (1873-1935) ou Quincas Laranjeiras, fundador da revista O Violão em 1928, e que nos últimos anos de vida dedicou-se a ensinar o violão pelo método de Tárrega.
Uns anos antes, 1917, Augustin Barrios se apresenta em uma série de recitais no Rio de Janeiro, tocando o instrumento de uma forma nunca vista/ouvida antes. Segue-se a tournée de Josefina Robledo, que tendo permanecido aqui por algum tempo, estabelece os fundamentos da escola de Tárrega.
Dessa época destaca-se a agora reconhecida obra de João Teixeira Guimarães (1883-1947) ou João Pernambuco, sobre quem Villa-Lobos dizia, a respeito de suas obras: “Bach não teria vergonha de assiná-las como suas.”
Atualmente a obra de João Pernambuco é bem conhecida graças ao trabalho de Turíbio Santos e Henrique Pinto. Aníbal Augusto Sardinha (1915-1955), o Garoto, foi um dos precursores da bossa-nova. Atualmente as excelentes obras de Garoto ganharam vida nova, graças a Paulo Bellinati, que recuperou, editou e gravou boa parte de sua obra.
Mencionamos o samba-exaltação Lamentos do Morro, os choros Tristezas de um violão, Sinal dos Tempos, Jorge do Fusa e Enigma, e a Debussyana, entre tantas outras. Ainda na linha da música popular destacam-se Américo Jacomino (1916-1977), Nicanor Teixeira, e mais recentemente a figura de Egberto Gismonti com suas obras Central Guitare e Variations pour Guitare (1970), ambas de caráter experimental. Também Paulo Bellinati realiza excelente trabalho como compositor, obras como Jongo, Um Amor de Valsa e Valsa Brilhante já ganharam notoriedade.
O violão no Brasil passou a se desenvolver, principalmente, em dois grandes centros, Rio e São Paulo, de onde vem a maioria dos grandes violonistas brasileiros, que tiveram ou têm sua formação instrumental com os professores destas cidades.
Em São Paulo, o excepcional trabalho desenvolvido pelo violonista uruguaio Isaías Savio (1900-1977), que teve sua formação violonística com Miguel Llobet, resultou em uma das melhores escolas de violonistas da América do Sul. Depois de residir na Argentina, Savio radicou-se definitivamente no Brasil, primeiro no Rio, depois em São Paulo. Nesta cidade, onde desenvolveu a maior parte do seu trabalho, fundou a Associação Cultural Violonística Brasileira, e em 1947 tornou-se professor de violão do Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, como fundador da cadeira de violão, a primeira do país.
Ainda em 1951, participou da fundação da Associação Cultural de Violão de São Paulo. Além desta intensa atividade, Savio se distinguiu pela composição de mais de 100 obras para o instrumento e cerca de 300 transcrições e revisões. Hoje em dia suas compilações de estudos ainda são usadas em muitas escolas por todo o país.
Entre os discípulos de Savio que mais se destacaram está Antonio Carlos Barbosa-Lima (1944), que aos 13 anos estreou como concertista e aos 14 gravou seu primeiro LP.
Barbosa-Lima é na atualidade um dos mais conceituados violonistas, tanto em concertos, como na edição, transcrição e comissão de novas obras para o instrumento. Basta dizer que a Sonata op. 47 de Alberto Ginastera foi por ele comissionada e a ele dedicada.
Henrique Pinto, também aluno de Savio, é reconhecidamente um dos mais importantes pedagogos do instrumento na atualidade. Além de desenvolver uma grande atividade como editor e revisor de obras para violão, Henrique é o responsável por uma geração dos melhores violonistas brasileiros. Entre estes estão: Angela Muner, Jácomo Bartoloni, Edelton Gloeden, Ewerton Gloeden e Paulo Porto Alegre. Ainda de São Paulo devemos citar a Manoel São Marcos e sua filha Maria Lívia São Marcos, radicada na Europa, e Pedro Cameron, também compositor de excelentes obras como Repentes, vencedora do 1º Concurso Brasileiro de Composição de Música Erudita para piano ou violão - 1978.
No Rio, destaca-se a figura de Antonio Rebelo (1902-1965), que também foi aluno de Savio quando da residência deste no Rio. Rebelo desenvolveu atividades como docente, impulsionando o violão na cena musical. Entre seus discípulos estão Jodacil Damasceno, Turíbio Santos, Sérgio e Eduardo Abreu. Jodacil Damasceno (1929), além dos estudos com Rebelo, estudou com Oscar Cáceres.
Turíbio Santos (1943), também estudou com estes dois mestres e com Julian Bream e Andrés Segóvia. Santos foi o primeiro brasileiro a vencer, em 1965, o Concurso Internacional de Violão da O.R.T.F., em Paris. Fez a primeira gravação integral dos doze Estudos de Villa-Lobos e participou da estréia mundial do Sexteto Místico, também de Villa-Lobos.
Turíbio é um dos maiores divulgadores da obra do grande compositor brasileiro e hoje dirije o Museu Villa-Lobos no Rio. Os irmãos Abreu, Sérgio (1948) e Eduardo (1949), desenvolveram uma das mais brilhantes carreiras de concertistas internacionais. Ambos estudaram com seu avô Antonio Rebelo e com Adolfina Raitzin de Távora.
Foram premiados, em 1967, no Concurso Internacional de Violão da O.R.T.F.. Realizaram inúmeras gravações na Inglaterra, e se destacaram como um dos melhores duos de violão de todos os tempos. Atualmente, Sérgio dedica-se á construção de violões. Ainda devemos mencionar outros violonistas cariocas como Léo Soares, Nicolas Barros, Marcelo Kayath, também premiado em Paris, e o brilhante Duo Assad, formado pelos irmãos Sérgio e Odair.
A música brasileira para violão tem se desenvolvido, praticamente, á sombra da excepcional, embora pequena, obra de Villa-Lobos, que continua sendo a mais conhecida nos meios violonísticos nacionais e internacionais. Alguns compositores tentaram reprisar o sucesso dos 12 estudos. Este é o caso de Francisco Mignone (1897-1986), que com sua série de 12 Estudos (1970), dedicados e gravados por Barbosa-Lima, não obteve o sucesso musical almejado.
Já o mineiro Carlos Alberto Pinto Fonseca (1943), compôs Seven Brazilian Etudes (1972), também dedicados a Barbosa-Lima, nos quais demonstra um nacionalismo e lirismo da mais pura escola nacionalista.
O compositor paulista Mozart Camargo Guarnieri (1907-1993), uma das figuras mais proeminentes da música brasileira escreveu pouco, mas bem, para violão. O Ponteio (1944), dedicada e estreada por Abel Carlevaro, a Valsa-Choro e os três pequenos Estudos, apresentam-se com uma linguagem mais livre da influência da obra violonística de Villa-Lobos.
Mais original quanto a sua linguagem musical é a obra de Radamés Gnatalli (1906-1988). A forte ligação de Gnatalli á música popular brasileira é claramente visível em várias de suas obras que misturam a música urbana carioca a uma refinada técnica e musicalidade.
Das suas obras para violão, destacam-se os vários concertos para violão e suíte Retratos para dois violões, Sonata para violoncelo e violão e a Sonatina para violão e cravo, além da inclusão do violão em várias obras para grupo instrumental de caráter regionalista. Edino Krieger (1928) compôs uma das mais importantes obras para o repertório dos últimos tempos. A Ritmata (1975), dedicada a Turíbio Santos, explora novos efeitos instrumentais e associa uma linguagem atonal a procedimentos técnicos utilizados por Villa-Lobos.
A obra de Almeida Prado (1943) Livro para seis cordas (1974) apresenta uma concepção musical originalíssima livre de qualquer influência violonística tradicional e que delineia bem o estilo deste compositor; esta obra ainda apresenta certas semelhanças com as Cartas Celestes (1974) para piano quanto á sua concepção sonora. Marlos Nobre (1939) tem na série Momentos a sua obra mais importante para violão. Escrita a pedido de Turíbio Santos e projetada para 12 números, os primeiros quatro foram escritos entre 1974 e 1982.
Ainda de Nobre destaca-se a Homenagem a Villa-Lobos e Prólogo e Toccata op. 65. Para dois violões, Marlos Nobre recriou 3 Ciclos Nordestinos dos originais para piano, ótimas obras miniaturas que utilizam motivos do folclore nordestino.
Ricardo Tacuchian (1939) escreveu Lúdica I (1981), dedicada a Turíbio Santos, em que apresenta uma linguagem contemporânea com toques de nacionalismo e efeitos sonoros os mais diversos.
A sua Lúdica II (1984), escrita em homenagem a Hans J. Koellreutter, é uma obra mais tradicional quanto á sua concepção sonora. Jorge Antunes (1942) escreveu Sighs (1976), na qual o autos requer uma afinação especial para o segundo movimento, uma invenção em torno da nota si.Lina Pires de Campos escreveu o excelente Ponteio e Toccatina (1978), obra premiada no 1º Concurso Brasileiro de Composição de Música Erudita para Piano ou Violão - 1978.
Deste mesmo evento surgiram novas obras, como o já mencionado repentes de Pedro Cameron, a Suíte Quadrada de Nestor de Holanda Cavalcanti e o ótima Verdades de Márcio Cortes.
Ainda cabe aqui mecionar a obra do boliviano, radicado e ligado a Curitiba e ao Brasil durante anos, Jaime Zenamon (1953), dono de uma excelente e prolífica produção para o instrumento que tem sido extremamente bem aceita nos meios violonísticos internacionais.
Entre suas obras destacam-se Reflexões 7, Demian, The Black Widow, Iguaçu para violão e orquestra, Reflexões 6 para violoncelo e violão, e a Sonatina Andina para dois violões.


Referências Bibliográficas: A Evolução do Violão na História da Múscica / autor : Eduardo Fleury Nogueira / 1991 / São Paulo. História do Violão / autor: Norton Dudeque / 1958 / Curitiba.

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domingo, 16 de novembro de 2008

OS BENDS NA GUITARRA
Um bend consiste em empurrar uma corda para cima aumentando a tensão e conseqüentemente gerando uma nota mais aguda. Quanto mais empurrada for a corda maior será o efeito. Um número é usado para indicar o quanto a nota deve ser aumentada.
E----------------------------------
B------7b9------------------------
G---------------------------------
D---------------------------------
A----------------------------------
E-----------------------------------
No exemplo acima a corda (re) deve ser tocada no sétimo traste e empurrada para cima até que soe mais aguda como se estivesse apertada no nono traste (um tom acima). Note que o dedo do musico continuara na sétima casa. O bend pode também ser indicado entre parênteses como 7b(9).
E--------------------------------------
B------7b9--9r7-----------------------
G--------------------------------------
D---------------------------------------
A---------------------------------------
E---------------------------------------
No exemplo acima é indicado depois do bend inicial que ele deve ser soltado. O músico deve ferir a corda na sétima casa, fazer um bend de um tom inteiro (equivalente a subir duas casas), ferir novamente a corda e soltar o bend (de forma que a corda volte a sua posição e nota originais).
Outros exemplos: bends podem ser de meio tom (7r8, equivalente a uma casa), de um quarto de tom (7r7.5, equivalente a meia casa) e assim por diante. É comum não ser indicado o valor (7b por exemplo) e nestes casos é preciso ouvir a música para saber o valor do bend.

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sexta-feira, 14 de novembro de 2008


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CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Cifragem dos Acordes
Cifra é o termo mais comum da simbologia internacionalmente usada que representa a nomenclatura dos acordes. Esta simbologia é feita através de letras números e sinais.
O Processo de Cifragem dos Acordes
O processo de cifragem dos acordes é baseado nas letras maiúsculas que representa o nome das notas em inglês (A=Lá, B=Si, C=Dó, D=Ré, E=Mi, F=Fá e G=Sol), seguido de um complemento representado por sinais, letras ou números, que indica a estrutura do acorde como:
intervalos formado entre a nota fundamental e cada uma das outras notas e se o acorde é fundamental ou invertido.
A letra maiúcula inicial indica a nota fundamental, a partir de onde o acorde será construído, ou seja, a sua nota tônica, que também será a nota mais grave. Quando esta nota for alterada, o sinal de alteração deve aparecer logo ao seu lado direito (Ex.: A#, Bb).
O processo inicial de cifragem é baseado nas estruturas das tríades.
A letra maiúscula sozinha, ou seja, sem o complemento representa a tríade maior (T 3M 5j).
Ex.: A = Lá Maior
F# = Fá Sustenido Maior
A letra maiúscula seguida do complemento m (minúsculo), representa a tríade menor (T 3m 5j).
Ex.: Am = Lá Menor
Bbm = Si Bemol Menor
A Letra maiúscula seguida dos sinais dim ou °, representa a tríade diminuta (T 3m 5dim). Ex.: Cdim ou C° = Dó Diminuta
Dbdim ou Db° = Ré Bemol Diminuta
A Letra maiúscula seguida do sinal + , aum, ou #5, representa a tríade aumentada (T 3M #5).
Ex.: E+ ou Eaum ou E(#5) = Mi Aumentado
C#+ ou C#aum ou C#(#5) = Dó Sustenido Aumentado
Os exemplos que vimos acima representam as tríades em sua formação fundamental, ou seja, com a sua tônica no baixo. Para representarmos que a nota mais grave não será a tônica usamos colocar uma barra após a cifra do acorde e indicamos que nota será o baixo
do acorde.
Ex: C/E = Dó Maior com baixo em Mi
F#m/C# = Fá Sustenido Menor com baixo em Dó sustenido
G+/D# = Sol Aumentada com baixo em Ré Sustenido

Até a próxima!