É muito comum o iniciante no instrumento tocar de forma errada as cordas da guitarra e do violão, não saindo assim o som certo da nota desejada. Às vezes, podemos ouvir alguns trastejamentos, que são ruídos ou zumbidos metálicos, ou as notas de uma forma abafada. Para evitar isso, devemos manter nossos dedos da maneira, mais vertical possível e prender as cordas com os dedos posicionados próximos dos trastes.
Mostrando postagens com marcador cordas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cordas. Mostrar todas as postagens
Curso de Violão e Guitarra - Prendendo as cordas
terça-feira, 12 de junho de 2012
Marcadores:
aprender violao,
artmaia,
aula de violao,
aulas de guitarra,
aulas de violao,
cordas,
curso de guitarra,
curso de violao,
tocar violao,
violão online,
violao popular
Curso de Violão e Guitarra - Dicas para o uso da palheta
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Existem basicamente três vertentes no que diz respeito a mecânica da palhetada. A primeira consiste em centrar os movimentos no pulso, ou seja, o centro de apoio é o próprio pulso. A segunda consiste em utilizar o antebraço, onde o centro de gravidade se dará no cotovelo. A última consiste em fazer movimentos circulares com os dedos. Caso você observe os vídeos de seus guitarristas favoritos, perceberá que há tantas maneiras bem sucedidas de palhetar quanto o número de guitarristas bem sucedidos. Lembre-se que a constituição física e os estilos são muito variados, sendo assim, existem soluções diferentes para cada situação.
Tenha em mente que o tipo de música que você estiver tocando vai determinar a sua postura de palheta, ou seja, você não vai tocar um " groove " de funk com o mesmo enfoque de palhetar um " fast run " do Paul Gilbert .
De qualquer forma seguem aqui algumas normas gerais:
Permaneça relaxado; Pratique sempre a palhetada alternada ( nunca repita a direção da palhetada ); Algumas pessoas apoiam sua mão direita ou antebraço em algum lugar para guiá-las, outras não. Se for utilizar o apoio não o faça de maneira desleixada. Encontre o local certo como a borda da ponte por exemplo. Experimente as posições de palhetar e perceba como estas vão influenciar crucialmente o seu som. Ao palhetar perto da ponte você obterá um som mais "brilhante", já o ataque próximo da escala lhe dará um som mais encorpado, a exemplo de Frank Zappa, cujo estilo peculiar de tocar sobre a escala da guitarra lhe dava um som bem " gordo " , apesar de perder um pouco da sua definição; A forma com que você ataca a corda é muito importante, podendo ser um ataque bem frontal (perpendicular) ou angular; Seja econômico com os movimentos de suas mãos. Quanto menores os movimentos, maior a velocidade e precisão; Você não tem que segurar a palheta com muita força entre seus dedos. Somente uma leve pressão para deixá-la fixa é o suficiente; Palhetas muito finas geralmente não são muito boas para palhetadas rápidas. Elas não voltam à sua forma plana rápido o suficiente depois que uma corda é palhetada. Essas palhetas mais finas (de 0.15 a 1.0) normalmente são usadas para sons acústicos e mais despojados, dando-lhes uma sonoridade mais "brilhante". As palhetas mais grossas (de 1.0 a 3.0) dão uma sonoridade grave e encorpada. Devido à sua firmeza são ideais para técnica e velocidade.
Metacarbonato - Têm boa durabilidade, muito semelhantes com as de plástico comum;
Nylon - Normalmente são finas, produzem um "clique" peculiar ao tocar;
Delrin - Geralmente são mais porosas e desta forma aderem mais aos dedos;
Materiais exóticos - metal, prata, ágata, osso, madeira ,etc.
Não se esqueça que desde a escolha da palheta até a forma de tocar deve ser um processo totalmente pessoal, fazendo com que você alcance seu próprio estilo desde os primeiros estágios.
Marcadores:
aulas de guitarra,
aulas de violao,
cordas,
curso basico de violao,
curso de violao,
dicas guitarra,
dicas para violao,
violao popular
Curso de Violão e Guitarra - Pequeno dicionário de termos usados no estudo da guitarra e música
sábado, 6 de novembro de 2010
A
B
C
D
E
F
G
H
Hammer - Técnica que consiste em "martelar" o braço da guitarra com os dedos da mão esquerda.
Harmonizer - Também comhecido como "pitch shifter", este efeito é capaz de dobrar a nota da guitarra. Programando, quando o guitarrista tocar a nota C (por exemplo), o Harmonizer dobra com a 5.ª (G).
Haste das cravelhas - Parte superior no fim do braço da guitarra, onde ficam as cravelhas e as tarrachas das cordas.
Haste de suporte do braço - Haste de metal que atravessa na longitudinal o braço da guitarra, por trás da escala, reforçando-o contra a tensão das cordas.
Headstock - Parte da guitarra onde se acomodam as tarrachas de afinação.
Humbuckers - Captadores eletrônicos de bobinas duplas, que dão um som mais espesso e "grosso", muito apreciado no rock.
L
Lead, guitar - Termo que designa o guitarrista principal.
Leslie, Gabinetes - O Leslie éum alto falante torativo, feito originalmente para ser usado em órgãos. Em 1960, jimi Hendrix, usou um alto falante Leslie em sua guitarra. Hoje esse efeito é obtido digitalmente.
Luthier - Um construtor de guitarras ou intrumentos musicais.
M
Microfonia - Som produzido quando um captador ou microfone recolhe seu próprio sinal de um alto-falante e o reamplifica. Algumas vezes é usada como técnica em solos de rock.
MIDI - Musical Instrument Digital Interface ("Interface Digital de Instrumentos Mudicias"). Linguagem eletrônica que permite a apare;hos equipados de modo semelhante, como sintetizadores, seqüenciadores, mesas de mixagem e baterias eletrônicas, se intercomunicarem.
Multi Efeitos - São aparelhos capazes de produzir variados tipos de efeitos. Pode se programar um tipo de som, mesclando vários efeitos e armazaná-lo para utilização futura.
O
Oitava - Intervalo de 12 semitons.
P
Palheta - Dispositivo, em geral de plástico, usado para ferir as cordas. Um tipo específico é a dedeira, usada em guitarra de folk ou country e na música sertaneja brasileira.
Panning, ou Panpot - É um recurso dos dons emitidos em estéreo, que permite mandar para um só canal o som.
PA, sistema - Sistema de public addres (direcionamento ao público) ou de amplificação eletrônica usado ao vivo.
Pedais ou Pedaleira - Unidades eletrônicas controladas com o pé, instaladas entre a saída da guitarra e a entrada do amplificador, para processar o som de vários modos.
Pentatônica - Uma escala de cinco notas.
Pickguard - Peça em plástico resistente, para proteger o acabamento da guitarra (escudo).
Pickup - O mesmo que captador.
Placa de arranhadura - Placa de plástico para proteger a giutarra das palhetadas.
Plectrum - O mesmo que palheta.
Pré-Amplificador - Ajuda a aumentar o sinal da guitarra antes de entrar no amplificador, propriamente dito. É muito usado para se obter distorções.
R
Reverb - Uma unidade de Reverb, simula o desenvolvimento natural de um som tocado em certo ambiente. Pode simular um grande salão, ou uma pequena sala, variando com a programção.
Riff - Seqüência repetida de notas, que caracterizam a música. Usada regularmente pelos guitarristas de rock.
S
Sinal de tempo - Símbolo composto de dois números no início de uma partitura. Indica o número de tempos e seu valor dentro de cada compasso.
Sintetizador de guitarra - Guitarras projetadas e constrúidas com sistemas instalados para produzir alterações radicais de som, ou as equipadas com MIDI para controlar sintetizadores externos, baterias eletrônicas ou efeitos de processamento de som.
Slide - Ver Bottleneck.
Solid-state - Amplificadores equipados com transistores.
Soundboard ou tampo - Parte da frente do corpo da giutarra sobre a uqal se instala o cavalete (bridge). cortada em separado, como nos violões, é chamado tampo.
T
Tapping de trastes - Técnica de excução em que tanto a mão esquerda como a direita são usadas para apertar as notas contra os trastes. Às vezes é chamada tapping de dedos.
Tempo - Velocidade de uma peça musical.
Tone-Pedal - Ver Wah-Wah.
Traste - Tiras de metal colocadas a intervalos ao longo do braço da guitarra.
Tremolo - É a popular alavanca (ex.: Floid Rose). Mecanismo que permite alterar a afinação da guitarra durante a performance.
V
W
Ação - Distância entre as cordas e os trastes.
Acento - Nota ou acorde realçado ou tocado em maior volume.
Acidente -Um símbolo usado nos acordes ou notas, que indica se a nota é aumentada em meio tom (#) ou diminuída em meio tom (b).
Acorde - Efeito de duas ou mais notas tocadas ao mesmo tempo.
Acústica, guitarra - Guitarra para execução sem amplificação eletrônica.
ADT - Automatic Double Tracking ("Pista Dupla Automática"). Efeito eletrônico que consiste em reproduzir uma repetição única muito rápida, dando a impressão de que dois instrumentos tocam a mesma parte.
Amplificador - Aparelho eletrônico que majora o som produzido pela guitarra, e captado pelos captadores.
Archtop - Instrumentos que tem o tampo em forma de curva.
Acento - Nota ou acorde realçado ou tocado em maior volume.
Acidente -Um símbolo usado nos acordes ou notas, que indica se a nota é aumentada em meio tom (#) ou diminuída em meio tom (b).
Acorde - Efeito de duas ou mais notas tocadas ao mesmo tempo.
Acústica, guitarra - Guitarra para execução sem amplificação eletrônica.
ADT - Automatic Double Tracking ("Pista Dupla Automática"). Efeito eletrônico que consiste em reproduzir uma repetição única muito rápida, dando a impressão de que dois instrumentos tocam a mesma parte.
Amplificador - Aparelho eletrônico que majora o som produzido pela guitarra, e captado pelos captadores.
Archtop - Instrumentos que tem o tampo em forma de curva.
B
Bigsby - Fabricante de guitarras, conhecido por um modelo de tremolo.
Blues - Termo dado a um estilo musical, predominantemente negro, dos EEUU.
Bottleneck - Literalmente, "gargalo". Técnica de execução de acordes ou notas isoladas pelo deslizamento (sliding) de um tubo demetal ou vidro pelas cordas. O mesmo que Slide.
Bridge - Ponte. Mecanismo onde as cordas da guitarra se fixam no tampo do intrumento.
Bypass - Muitas unidades de efeito, tem um botão que acionado, permite que o sinal, passe direto (o som não é processado), sem sofrer nenhuma alteração.
Blues - Termo dado a um estilo musical, predominantemente negro, dos EEUU.
Bottleneck - Literalmente, "gargalo". Técnica de execução de acordes ou notas isoladas pelo deslizamento (sliding) de um tubo demetal ou vidro pelas cordas. O mesmo que Slide.
Bridge - Ponte. Mecanismo onde as cordas da guitarra se fixam no tampo do intrumento.
Bypass - Muitas unidades de efeito, tem um botão que acionado, permite que o sinal, passe direto (o som não é processado), sem sofrer nenhuma alteração.
C
Capo - Dispositivo em forma de garra fixado sobre a escala do braço para possibilitar o uso de acordes de corda solta nos diversos tons ou chaves.
Captador - Transdutor eletromagnético que converte as vibrações das cordas em impulsos elétricos, amplificanso-os.
Cavalete - (Bridge) Dispositivo ajustado ao corpo da guitarra para suportar e conduzir as cordas a seus lugares.
Chorus - Efeito baseado em delay que simula eletronicamente dois ou mais instrumentos tocando o mesmo trecho. As variações na altura ou no tempo são usadas para dar um efeito mais realista.
Clássico - Um clássico, é algo que se perpetua por si só. Como a Les Paul ou a Stratocaster são guitarras clássicas.
Compressão - Efeito eletrônico que reduz o volume das notas agudas e amplia o das mais suaves e graves.
Cravelha - Dispositivo mecânico para controlar a tensão e, por conseguinte, a altura de uma corda.
Cromática - Uma escla cromática, é uma escala completa, incluindo todos as doze notas.
Captador - Transdutor eletromagnético que converte as vibrações das cordas em impulsos elétricos, amplificanso-os.
Cavalete - (Bridge) Dispositivo ajustado ao corpo da guitarra para suportar e conduzir as cordas a seus lugares.
Chorus - Efeito baseado em delay que simula eletronicamente dois ou mais instrumentos tocando o mesmo trecho. As variações na altura ou no tempo são usadas para dar um efeito mais realista.
Clássico - Um clássico, é algo que se perpetua por si só. Como a Les Paul ou a Stratocaster são guitarras clássicas.
Compressão - Efeito eletrônico que reduz o volume das notas agudas e amplia o das mais suaves e graves.
Cravelha - Dispositivo mecânico para controlar a tensão e, por conseguinte, a altura de uma corda.
Cromática - Uma escla cromática, é uma escala completa, incluindo todos as doze notas.
D
Damping - (Abafamento) Técnica usada para silenciar uma corda ou várias. Pode ser usada para impedir que uma nota ou acorde ressoe de modo indesejável, ou como efeito.
Dedeira - Ver Palheta.
Dedilhado - Técnica de execução com a mão direita onde as cordas cão sendo feridas pelos dedos um de cada vez.
Delay - Quando um som se reflete, ouve-se uma repetição atrasada, ou eco. Este efeito costuma ser produzido pela unidade eletrônica digital de delay.
Diatônica - Uma escala diatônica, é aquela composta por 7 notas (maior ou menor).
Distorção - Efeito eletrônico usado no rock, onde o vloume é ampliado pesadamente na pré-amplificação ou por efeito eletrônico.
Dobro - Tipo de guitarra acústica construída com um tampo ressonador metálico para ampliar o volume e o sustain. Também conhecida como ressonador.
Dominante - É a nota do 5.º de uma escala.
Dreadnought - Guitarra acústica de corpo grande e cordas de aço, em geral usada em música country e rock.
Dedeira - Ver Palheta.
Dedilhado - Técnica de execução com a mão direita onde as cordas cão sendo feridas pelos dedos um de cada vez.
Delay - Quando um som se reflete, ouve-se uma repetição atrasada, ou eco. Este efeito costuma ser produzido pela unidade eletrônica digital de delay.
Diatônica - Uma escala diatônica, é aquela composta por 7 notas (maior ou menor).
Distorção - Efeito eletrônico usado no rock, onde o vloume é ampliado pesadamente na pré-amplificação ou por efeito eletrônico.
Dobro - Tipo de guitarra acústica construída com um tampo ressonador metálico para ampliar o volume e o sustain. Também conhecida como ressonador.
Dominante - É a nota do 5.º de uma escala.
Dreadnought - Guitarra acústica de corpo grande e cordas de aço, em geral usada em música country e rock.
E
Efeitos - O resultado de algumas formas de processamento do som.
Efeitos Digitais - Muitos efeitos podem ser produzidos digitalmente. Quando se usa um efeito digital, o sinal da gutarra é convertido em códigod binário, processado e depois convertido a impulsos elétricos.
Eletroacústica, guitarra - Uma guitarra (ou violão) que se pode tocar acusticamente ou ligar a um amplificador..
Equalizador Gráfico - Um equalizador que tem como características, a divisão das freqüências do som (através de uma escla), é possível acrescentar ou diminuir somente uma freqüência, sem interferir em outras.
Expander - É o oposto do Compressor.
Efeitos Digitais - Muitos efeitos podem ser produzidos digitalmente. Quando se usa um efeito digital, o sinal da gutarra é convertido em códigod binário, processado e depois convertido a impulsos elétricos.
Eletroacústica, guitarra - Uma guitarra (ou violão) que se pode tocar acusticamente ou ligar a um amplificador..
Equalizador Gráfico - Um equalizador que tem como características, a divisão das freqüências do som (através de uma escla), é possível acrescentar ou diminuir somente uma freqüência, sem interferir em outras.
Expander - É o oposto do Compressor.
F
Feedback - Ver Microfonia.
F-hole - Buraco no tampo de algumas giutarras em forma de f.
Fingerboard - Lugar onde se acomoda os dedos da mão esquerda (parte de cima do braço).
Flanger - Também um efeito baseado no Delay, porém, aqui existe alterações na altura do som (afinação). Originalmente, concebido com fitas magnéticas, hoje é encontrado em unidades digitais.
Flat-top, guitarra - Guitarra de cordas de aço com tampo do corpo plano ou chato.
Freqüências - Número de cilcos por segundo de uma determinada nota.
Fuzz, caixa de - Unidade de pedal para criar distorção ou, mais exatamente, saturação.
F-hole - Buraco no tampo de algumas giutarras em forma de f.
Fingerboard - Lugar onde se acomoda os dedos da mão esquerda (parte de cima do braço).
Flanger - Também um efeito baseado no Delay, porém, aqui existe alterações na altura do som (afinação). Originalmente, concebido com fitas magnéticas, hoje é encontrado em unidades digitais.
Flat-top, guitarra - Guitarra de cordas de aço com tampo do corpo plano ou chato.
Freqüências - Número de cilcos por segundo de uma determinada nota.
Fuzz, caixa de - Unidade de pedal para criar distorção ou, mais exatamente, saturação.
G
Guia de cordas - Suporte de osso, plástico ou outro material, para as cordas no final da escala em direção à haste das tarrachas.
H
Hammer - Técnica que consiste em "martelar" o braço da guitarra com os dedos da mão esquerda.
Harmonizer - Também comhecido como "pitch shifter", este efeito é capaz de dobrar a nota da guitarra. Programando, quando o guitarrista tocar a nota C (por exemplo), o Harmonizer dobra com a 5.ª (G).
Haste das cravelhas - Parte superior no fim do braço da guitarra, onde ficam as cravelhas e as tarrachas das cordas.
Haste de suporte do braço - Haste de metal que atravessa na longitudinal o braço da guitarra, por trás da escala, reforçando-o contra a tensão das cordas.
Headstock - Parte da guitarra onde se acomodam as tarrachas de afinação.
Humbuckers - Captadores eletrônicos de bobinas duplas, que dão um som mais espesso e "grosso", muito apreciado no rock.
L
Lead, guitar - Termo que designa o guitarrista principal.
Leslie, Gabinetes - O Leslie éum alto falante torativo, feito originalmente para ser usado em órgãos. Em 1960, jimi Hendrix, usou um alto falante Leslie em sua guitarra. Hoje esse efeito é obtido digitalmente.
Luthier - Um construtor de guitarras ou intrumentos musicais.
M
Microfonia - Som produzido quando um captador ou microfone recolhe seu próprio sinal de um alto-falante e o reamplifica. Algumas vezes é usada como técnica em solos de rock.
MIDI - Musical Instrument Digital Interface ("Interface Digital de Instrumentos Mudicias"). Linguagem eletrônica que permite a apare;hos equipados de modo semelhante, como sintetizadores, seqüenciadores, mesas de mixagem e baterias eletrônicas, se intercomunicarem.
Multi Efeitos - São aparelhos capazes de produzir variados tipos de efeitos. Pode se programar um tipo de som, mesclando vários efeitos e armazaná-lo para utilização futura.
O
Oitava - Intervalo de 12 semitons.
P
Palheta - Dispositivo, em geral de plástico, usado para ferir as cordas. Um tipo específico é a dedeira, usada em guitarra de folk ou country e na música sertaneja brasileira.
Panning, ou Panpot - É um recurso dos dons emitidos em estéreo, que permite mandar para um só canal o som.
PA, sistema - Sistema de public addres (direcionamento ao público) ou de amplificação eletrônica usado ao vivo.
Pedais ou Pedaleira - Unidades eletrônicas controladas com o pé, instaladas entre a saída da guitarra e a entrada do amplificador, para processar o som de vários modos.
Pentatônica - Uma escala de cinco notas.
Pickguard - Peça em plástico resistente, para proteger o acabamento da guitarra (escudo).
Pickup - O mesmo que captador.
Placa de arranhadura - Placa de plástico para proteger a giutarra das palhetadas.
Plectrum - O mesmo que palheta.
Pré-Amplificador - Ajuda a aumentar o sinal da guitarra antes de entrar no amplificador, propriamente dito. É muito usado para se obter distorções.
R
Reverb - Uma unidade de Reverb, simula o desenvolvimento natural de um som tocado em certo ambiente. Pode simular um grande salão, ou uma pequena sala, variando com a programção.
Riff - Seqüência repetida de notas, que caracterizam a música. Usada regularmente pelos guitarristas de rock.
S
Sinal de tempo - Símbolo composto de dois números no início de uma partitura. Indica o número de tempos e seu valor dentro de cada compasso.
Sintetizador de guitarra - Guitarras projetadas e constrúidas com sistemas instalados para produzir alterações radicais de som, ou as equipadas com MIDI para controlar sintetizadores externos, baterias eletrônicas ou efeitos de processamento de som.
Slide - Ver Bottleneck.
Solid-state - Amplificadores equipados com transistores.
Soundboard ou tampo - Parte da frente do corpo da giutarra sobre a uqal se instala o cavalete (bridge). cortada em separado, como nos violões, é chamado tampo.
T
Tapping de trastes - Técnica de excução em que tanto a mão esquerda como a direita são usadas para apertar as notas contra os trastes. Às vezes é chamada tapping de dedos.
Tempo - Velocidade de uma peça musical.
Tone-Pedal - Ver Wah-Wah.
Traste - Tiras de metal colocadas a intervalos ao longo do braço da guitarra.
Tremolo - É a popular alavanca (ex.: Floid Rose). Mecanismo que permite alterar a afinação da guitarra durante a performance.
V
Vávula - Tubo de vidro com um cátodo e um ánod, usado em equipamentos eletrônicos.
Violão - Ver Acústica, guitarra.
Vibrato - Dispositivo mecânico para alterar a altura de uma corda ao ser tocada. Também uma técnica de tocar onde se usam um ou mais dedos da mão esquerda para dar uma oscilação menor na altura do som.
Volume, Pedal de - Pedal que permite a mudança do volume do instrumento, durante a performance. É acionado com os pés.
Violão - Ver Acústica, guitarra.
Vibrato - Dispositivo mecânico para alterar a altura de uma corda ao ser tocada. Também uma técnica de tocar onde se usam um ou mais dedos da mão esquerda para dar uma oscilação menor na altura do som.
Volume, Pedal de - Pedal que permite a mudança do volume do instrumento, durante a performance. É acionado com os pés.
W
Wah wah, pedal - Unidade de acionamento por pedal que pode ser usada como controle de tonalidade ou pressionada para obter o típico som de "wah".
Marcadores:
afinacao,
aprender violao,
aula de violao,
aulas de guitarra,
cordas,
curso de guitarra,
curso de violao,
curso de violao curso de guitarra,
violao popular
Curso de Violão e Guitarra - Tipos de encordoamentos para violão e guitarra
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
0.08= extremamente leve, são recomendáveis apenas a aqueles que não podem fazer muita força / esforço com os dedos. Nos anos 80, este tipo de encordoamento foi muito popular, pois era usado por guitarristas que tocavam heavy-metal, devido à facilidade de tocar rápido, mas que no fim acaba gerando um som de guitarra mais fraco e magrinho….
0.09= possivelmente a mais vendida de todos os tipos. Som razoável, fácil de dar bends, mas também é fácil de quebrá-las…
0.10= em minha opinião, a melhor. O som vem na medida certa, possibilitando graves suficientes… Os bends ainda continuam fáceis, e a corda nova, de boa marca, em uma guitarra bem regulada (ponte, braçø) dificilmente vai quebrar. Se você está procurando um som de guitarra mais cheio, gordo e encorpado, experimente a BLUE STEEL® 0.10/0.46, da empresa Dean-Markley®.
0.11= pesada. Dificilmente vai conviver bem com uma guitarra com micro-afinação ( a ponte possivelmente vai ficar enclinada…). O som é muito bom, e você pode usar em Satratocasters ® e similares, e Les-Paul’s , além de guitarras semi-acústicas para jazz e R&B.
0.12= extremamente pesada, dura e difícil de dar bends. Dependendo do tipo de guitarra (japonesas e coreanas principalmente), pode-se até mesmo empenar (enclinar demasiadamente) o braço do instrumento, devido à tensão gerada. 0.12 podem conviver bem em uma guitarra com braço grosso, gordo de jazz, como a Gibson® ES- 175, mais cuidado com a tendinite….
Você também deve prestar atenção no número que se segue à estes acima. 0.09, 0.10, etc… correspondem a 1ª corda, a mais aguda (mizinha). Existem no mercado cordas híbridas, que misturam , por exemplo, 0.09 com 0.10, entre outras. As combinações mais populares em todo o mundo são:
0.09 - 0.42
0.09 - 0.46
0.10 - 0.46
0.10 - 0.52
TÍPICA TABELA DE ESCOLHA:
0.09 - 0.46
0.10 - 0.46
0.10 - 0.52
TÍPICA TABELA DE ESCOLHA:
extra-little = 0.08 - 0.38
little = 0.09 - 0.42
custom little = 0.09 - 0.46
regular = 0.10 - 0.46
reg.-medium = 0.10 - 0.52
medium = 0.11 - 0.52
jazz hard = 0.12 - 0.56
Enfim, achar a corda certa para seus dedos e seu instrumento pode levar um certo tempo, mais com certeza vale a pena pesquisar. Aproveite bastante essas dicas!
little = 0.09 - 0.42
custom little = 0.09 - 0.46
regular = 0.10 - 0.46
reg.-medium = 0.10 - 0.52
medium = 0.11 - 0.52
jazz hard = 0.12 - 0.56
Enfim, achar a corda certa para seus dedos e seu instrumento pode levar um certo tempo, mais com certeza vale a pena pesquisar. Aproveite bastante essas dicas!
Marcadores:
aprender violao,
artmaia,
aula de violao,
aulas de guitarra,
aulas de violao,
cordas,
curso de guitarra,
curso de violao,
tocar violao,
violao popular
Curso de Violão e Guitarra - Manutenção do Encordoamento
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Com o passar do tempo, as cordas do violão perdem um pouco da qualidade do som. É necessário trocá-las de acordo com um princípio simples: uma (corda velha) por uma (corda nova). Nunca retire todo o encordoamento do instrumento, isso fará a caixa acústica do violão sofrer com a falta de pressão antes exercida pelas cordas. Este fato é observado, quando são colocadas novas cordas. A afinação ira demorar mais do que o normal para se manter inalterada. O tempo útil de cada encordoamento vária de acordo com a qualidade da corda, uso, limpeza, clima favorável, alem de outros fatores.
Importante
Nunca deixe cordas enferrujadas em sua guitarra, a ferrugem pode atingir outras partes metálicas do instrumento como os captadores.
Marcadores:
aula de violao,
aulas de guitarra,
aulas de violao,
cordas,
curso de guitarra,
curso de violao,
dicas para violao,
guitarra,
violao popular
Curso de Violão - Curiosidades sobre o Violão
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Em outros países que não falam a língua portuguesa, o nome do Violão é guitarra, em inglês diz-se Guitar, em francês Guitare, em alemão Gitarre, em italiano Chitarra e, em espanhol Guitarra.No Brasil, quando fala a palavra guitarra, estamos nos referindo a um instrumento elétrico chamado guitarra elétrica, isto porque os portugueses que introduziram esse instrumento no Brasil possuem um instrumento que se assemelha muito ao violão e que equivale á nossa “Viola Caipira”.
Os portugueses possuem um instrumento que possui as mesmas formas e características do Violão, sendo apenas pouco menor, denominado de viola portuguesa, quando os portugueses viram a guitarra espanhola, que era igual a sua viola (apenas um pouco maior), colocaram o nome do instrumento no aumentativo, de viola para violão.
Marcadores:
aprender violao,
artmaia,
aula de violao,
aulas de violao,
cordas,
curso de violao,
dicas para violao,
guitarra,
tocar violao,
violao guitarra brasil,
violao popular
Curso de Violão e Guitarra - Dicas e Truques
quarta-feira, 31 de março de 2010
A música é um processo principalmente mental, usamos os músculos para produzir os sons que queremos apreciar. É importante ter músculos bem treinados na arte musical para que obedeçam docilmente aos mais sutis comandos da mente, mas também é essencial que se tenha uma mente bem treinada nesse universo sonoro que nos rodeia. A grande vantagem é que a mente se desenvolve muito mais depressa do que os músculos e, como não tem limites físicos, pode crescer infinitamente.A mente, a imaginação e a fantasia fazem parte do lado mais bonito da música. Podemos "ouvir" mentalmente qualquer som ou canção que conheçamos, mas podemos também imaginar, criar mentalmente qualquer som ou canção que nunca ouvimos antes. É assim que muitos compositores trabalham para fazer as suas músicas. Conheça duas aplicações práticas de como usar isso a seu favor , desenvolvendo sua "MENTE MUSICAL " :
1) - Durante o treino de uma nova peça, um estudo ou uma apresentação ao vivo deve-se passar e repassar cada detalhe, cada movimento cada execução cada nota só com a mente, só depois que não há mais dúvidas na cabeça é que os músculos do corpo obedecem precisamente. Como resultado, o tempo de treino diminui e aumenta muito a qualidade eliminam-se os erros, sem falar que aumentamos muito a segurança de nossa performance.
2) - Quando se afina um instrumento de cordas, normalmente se aperta uma corda em determinada casa do instrumento, então, toca-se a outra corda solta e fazemos os ajustes, após ouvir as duas cordas tocando simultaneamente.
TENTE O SEGUINTE :
A) Aperte na casa que tem que apertar
B) Toque o primeiro som
C) Repita esse som mentalmente, até decorar
D) Afine a outra corda " DE MEMÓRIA " .
OS RESULTADOS SÃO SURPREENDENTES! ESSE É UM EXCELENTE EXERCÍCIO PARA DESENVOLVER O OUVIDO. ALIÁS, TER BOM OUVIDO SIGNIFICA TER A MENTE AFINADA.
Obs: Os trechos acima foram extraidos da apostila "Dicas, Truques e exercícios' de Walter Rocha marques.
Marcadores:
aprender violao,
artmaia,
aulas de guitarra,
aulas de violao,
cordas,
curso de guitarra,
curso de violao,
dicas guitarra,
dicas para violao,
musica,
violao online,
violão online
CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Como Construir Escalas
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Escala Musical: Ordenação sucessiva de sons a intervalos não maiores que uma segunda.
Existem diversos tipos de escala, cada uma se prestando a um determinado estilo musical, assim temos escalas de Jazz, deBlues, de música barroca, etc. Mas o nosso interesse aqui não são estas escalas citadas acima e sim a Escala Natural a partir da qual são construídos os acordes.
A Escala Natural é formada de dois tetracordes (acordes de 4 notas) separados por um intervalo de um tom. Cada tetracorde possui os intervalos tom, tom, semiton.
Usaremos a escala de C (lê-se dó). Assim temos C D E F G A B C (lê-se dó ré mi fa sol la si do) que é a escala natural de C. Vejamos porque.
I II III IV V VI VII VIII --> graus
C D E F G A B C --> notas
1 1 1/2 1 1 1 1/2 --> intervalos
obs: as cifras acima não representam acordes e sim notas.
Assim temos o C (lê-se dó) como o primeiro grau da escala e entre C e D (lê-se dó e ré) temos um intervalo de 1 tom (C C# D). Entre D e E, segundo e terceiro graus da escala, temos um intervalo de 1 tom (D D# E). Entre E e F, terceiro e quarto graus da escala temos um intervalo de 1/2 tom (1 semiton) (E F), pois E não possui # (sustenido)
Entre o quarto e quinto graus da escala, de F para G, temos um intervalo de 1 tom separando o primeiro tetracorde do segundo. Entre o quinto e sexto graus temos um intervalo de 1 tom (G G# A). Entre o sexto e sétimo grau temos um intervalo de 1 tom (A A# B). E finalmente entre o sétimo e o oitavo graus temos o intervalo de 1/2 tom (1 semiton) (B C) pois o B não possui sustenido.
Com isto temos que a formula para se construir uma Escala Natural é dois tetracordes de tom, tom, semiton separadospor um intervalo de 1 tom. É por isto que a escala de C não possui acidentes (sustenidos ou bemois), o que não acontece com outras escalas, que possuem os seus acidentes específicos.
Vejamos a escala de D:
I II III IV V VI VII VIII
D E F# G A B C# D
1 1 1/2 1 1 1 1/2
Entre E e F existe apenas 1 semiton, já que E não possui sustenido, por isso foi necessário acrescentar um sustenido em F para que a nossa fórmula se cumpra, ou seja o intervalo deve ser de 1 tom entre o segundo e terceiro graus da escala natural, portanto no caso desta escala específica temos ( E F F#) entre o segundo e terceiro graus da escala.
Entre o terceiro e quarto graus temos um intervalo de 1 semiton, (F# G). Entre o sexto e sétimo graus da escala temos um intervalo de 1 tom, por isto fomos obrigados a acrescentar um sustenido em
C, assim temos (B C C#) entre o sexto e sétimo graus da escala de D.
Entre o sétimo grau e o oitavo temos apenas um semiton, ou seja, (C# D). Nota-se que o primeiro e o oitavo graus são a mesma nota, a diferença entre elas dá-se na altura do som, o oitavo grau está uma oitava acima do primeiro grau portanto mais aguda.
Descobrimos que a escala de D possui dois acidentes, um em F e outro em C e neste caso espcífico ambos são sustenidos. Com estas informações você será capaz de construir todas as escalas naturais dos respectivos tons, prossiga, como exercício
construindo as escalas de E F G A e B (e não se esqueça, lê-se, mi fa sol lá e sí). Descubra por você mesmo quantos acidentes existem em cada tonalidade, quais são (se bemois ou sustenidos), etc. Lembre-se que os acidentes são característicos das suas respectivas tonalidades, pode-se reconhecer uma escala pelo seu número de acidentes e quais são.
É importante destacar também que o primeiro grau é que dá nome a escala.
A Escala Natural é formada de dois tetracordes (acordes de 4 notas) separados por um intervalo de um tom. Cada tetracorde possui os intervalos tom, tom, semiton.
Usaremos a escala de C (lê-se dó). Assim temos C D E F G A B C (lê-se dó ré mi fa sol la si do) que é a escala natural de C. Vejamos porque.
I II III IV V VI VII VIII --> graus
C D E F G A B C --> notas
1 1 1/2 1 1 1 1/2 --> intervalos
obs: as cifras acima não representam acordes e sim notas.
Assim temos o C (lê-se dó) como o primeiro grau da escala e entre C e D (lê-se dó e ré) temos um intervalo de 1 tom (C C# D). Entre D e E, segundo e terceiro graus da escala, temos um intervalo de 1 tom (D D# E). Entre E e F, terceiro e quarto graus da escala temos um intervalo de 1/2 tom (1 semiton) (E F), pois E não possui # (sustenido)
Entre o quarto e quinto graus da escala, de F para G, temos um intervalo de 1 tom separando o primeiro tetracorde do segundo. Entre o quinto e sexto graus temos um intervalo de 1 tom (G G# A). Entre o sexto e sétimo grau temos um intervalo de 1 tom (A A# B). E finalmente entre o sétimo e o oitavo graus temos o intervalo de 1/2 tom (1 semiton) (B C) pois o B não possui sustenido.
Com isto temos que a formula para se construir uma Escala Natural é dois tetracordes de tom, tom, semiton separadospor um intervalo de 1 tom. É por isto que a escala de C não possui acidentes (sustenidos ou bemois), o que não acontece com outras escalas, que possuem os seus acidentes específicos.
Vejamos a escala de D:
I II III IV V VI VII VIII
D E F# G A B C# D
1 1 1/2 1 1 1 1/2
Entre E e F existe apenas 1 semiton, já que E não possui sustenido, por isso foi necessário acrescentar um sustenido em F para que a nossa fórmula se cumpra, ou seja o intervalo deve ser de 1 tom entre o segundo e terceiro graus da escala natural, portanto no caso desta escala específica temos ( E F F#) entre o segundo e terceiro graus da escala.
Entre o terceiro e quarto graus temos um intervalo de 1 semiton, (F# G). Entre o sexto e sétimo graus da escala temos um intervalo de 1 tom, por isto fomos obrigados a acrescentar um sustenido em
C, assim temos (B C C#) entre o sexto e sétimo graus da escala de D.
Entre o sétimo grau e o oitavo temos apenas um semiton, ou seja, (C# D). Nota-se que o primeiro e o oitavo graus são a mesma nota, a diferença entre elas dá-se na altura do som, o oitavo grau está uma oitava acima do primeiro grau portanto mais aguda.
Descobrimos que a escala de D possui dois acidentes, um em F e outro em C e neste caso espcífico ambos são sustenidos. Com estas informações você será capaz de construir todas as escalas naturais dos respectivos tons, prossiga, como exercício
construindo as escalas de E F G A e B (e não se esqueça, lê-se, mi fa sol lá e sí). Descubra por você mesmo quantos acidentes existem em cada tonalidade, quais são (se bemois ou sustenidos), etc. Lembre-se que os acidentes são característicos das suas respectivas tonalidades, pode-se reconhecer uma escala pelo seu número de acidentes e quais são.
É importante destacar também que o primeiro grau é que dá nome a escala.
Marcadores:
apostila de violao,
aprender violao,
aulas de guitarra,
aulas de violao,
cifras,
cordas,
curso de guitarra,
curso de violao,
musica,
notas,
violao gratis,
violao popular
CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Entendendo o sistema de cifragem
sábado, 20 de fevereiro de 2010
A Cifra Alfabética é a escrita simbólica das notas musicais e dos acordes. As sete letras do alfabeto representam as sete notas musicais.*A = Lá
*B = Si
*C = Dó
*D = Ré
*E = Mi
*F = Fá
*G = Sol
Exemplos:
A = Lá
A7 = Lá com 7ª
Am = Lá menor
Tratando-se de notas, o processo é simples: cada letra é uma nota. No caso de acordes, quando uma letra vier sozinha o acorde sempre será maior. Quando vier acompanhada receberá o nome do símbolo que vem junto de si.
A Cifra Numérica também é uma escrita simbólica das notas musicais, sendo que usada mais especificamente para solos instrumentais. Vejamos:
A cada nota do braço do violão faremos representar por um número.
Cordas Soltas
1º corda -- 10
2º corda -- 20
3º corda -- 30
4º corda -- 40
5º corda -- 50
6º corda -- 60
Cordas Presas
Neste caso, contam-se as notas de acordo com a corda e a casa em que se está tocando:
Exemplos:
corda 1,casa 1 = 11
corda 2,casa 3 = 23
corda 5,casa 8 = 58
corda 1,casa 5 = 15
corda 6,casa 4 = 64
ETC...
Marcadores:
artmaia,
aula de violao,
aulas de guitarra,
aulas de violao,
cifras,
cordas,
curso de guitarra,
curso de violao,
guitarra,
notas,
violao,
violao gratis,
violao online,
violao popular
CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Técnicas
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
SlideO slide consiste em tocar uma nota e imediatamente após "escorregar" o dedo para outra casa. O som das notas de transição de uma casa para outra serão quase inaudíveis, a não ser que seja proposital fazer soá-los.
Exemplo
E--------------------
B--------------------
G----------2s5-------
D--5s7--7-------5s7--
A--------------------
E--------------------
Bend
Consiste em tocar uma nota e move-la junto ao braço fazendo com soe com o som mais agudo, caracterizando o som de outra nota. O bend pode ser de 1/4 de tom, 1/2 tom, 1 tom, 1 tom e 1/2, 2 tons, 2 tons e 1/2 ou 3 tons.
Nas cordas agudas puxa-se a corda pra cima, nas graves para baixo.
Exemplo
E--------------------
B--------------------
G-----5b----5b-------
D--5b----5b----7-----
A--------------------
E--------------------
Neste caso o "b" representa um bend de 1/2 tom, a nota dó da casa 5 ao sofrer o bend soou como um dó sustenido.
Pré-Bend
Consiste em puxar uma nota para alcançar o som que se queira e após isso executar a nota, a diferença do pré-bend pro bend é que no bend primeiro você toca a nota do traste que está marcando e depois ergue a corda e no pré-bend você primeiro ergue a corda e depois toca, omitindo a nota de origem. Também vai de 1/4 de tom à 3 tons.
Exemplo
E--------------------
B--------------------
G-----b5----b5-------
D--b5----b5----7-----
A--------------------
E--------------------
Neste caso, um pré-bend de 1/2 tom, a nota de origem, o dó, não soa, apenas o dó sustenido.
Release
Consiste em "baixar" a corda após um bend ou de um pré-bend.
Exemplo
E--------------------
B--------------------
G--------5br5--------
D--5br5--------7-----
A--------------------
E--------------------
Ligado
O ligado nada mais é do que tocar uma e "martelar" uma casa mais aguda, ou "desmarcar" a nota que foi tocada para uma outra casa mais grave soar. Esse recurso é muito utilizado para licks velozes, pois dispensa o uso de palheta.
O ligado ascendente quando você "martela" uma casa mais aguda também é chamado de hammer on.
O liga descendente quando você "desmarca" a nota atual para soar uma mais grave também é chamado de pull off.
Exemplo
E--------------------
B--------------------
G--------5h7p5-------
D--5h7p5-------7-----
A--------------------
E--------------------
Vibrato
Consiste em fazer leves bends para baixo e para cima seqüencialmente.
Exemplo
E--------------------
B--------------------
G--------5~~~~-------
D--5~~~~-------7-----
A--------------------
E--------------------
Tapping
É usar a mão da palheta para "martelar" uma casa. Esse recurso é usado para alcançar rapidamente regiões mais agudas do braço do instrumento.
Exemplo
E--------------------
B--------------------
G--------5-t17-------
D--5-t17------7------
A--------------------
E--------------------
Marcadores:
apostila de violao,
aprender violao,
aula de violao,
aulas,
aulas de guitarra,
aulas de violao,
cordas,
curso de guitarra,
curso de violao,
musica,
tocar,
violao gratis,
violao online,
violao popular
DICAS E AULAS DE VIOLÃO E GUITARRA - Como trocar as cordas de sua guitarra
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Vídeo produzido por Lucas Fagundes, onde o guitarrista da dicas para você trocar as cordas da sua guitarra.
Marcadores:
aulas de guitarra,
aulas de violao,
cordas,
curso de guitarra,
curso de violao,
violão online,
violao popular
DICAS E AULAS DE VIOLÃO E GUITARRA - Troca de cordas de violão
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Aprenda a trocar as cordas do seu violao de nylon, video do luthier Henrique Utsch do Mundo das Cordas Luthieria.
Marcadores:
afinacao,
artmaia,
aulas de guitarra,
aulas de violao,
cordas,
notas,
violão online,
violao popular
DICAS E AULAS DE VIOLÃO E GUITARRA - Limpando a escala do violão
O luthier Ricardo Dias ensina como limpar a escala do violão com bombril.
Marcadores:
aprender violao,
aulas de violao,
cordas,
curso de guitarra,
curso de violao,
violão online,
violao popular
CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Mão Direita e Mão Esquerda
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
A Mão Direita O dedo polegar. Quase sempre tocará as cordas 6 (mi), 5(la) e 4 (re). Para uma melhor reprodução do som podemos utilizar uma dedeira, que pode ser adquirida em qualquer casa do ramo.
Devemos lembrar que o uso de palhetas evita que tenhamos que deixar as unhas da mão crescer, mas ao mesmo tempo pode-se dizer que a reprodução dos sons que os dedos indicador, médio, anular e mínimo poderá ser melhorada com o uso das unhas compridas.
A mão esquerda
Nesta mão o polegar só trabalha como apoio, o que como o dedo mínimo da mão direita não quer dizer que seja proibido utiliza-lo. Temos conhecimento que alguns guitarristas utilizam este dedo para pressionar as cordas por cima do braço. Já no violão clássico este dedo permanece como apoio e se possivel sempre no centro posterior do braço do violão.
1 Corresponde ao dedo Indicador
2 Corresponde ao dedo Médio
3 Corresponde ao dedo Anular
4 Corresponde ao dedo Mínimo
2 Corresponde ao dedo Médio
3 Corresponde ao dedo Anular
4 Corresponde ao dedo Mínimo
No início de nossos estudos, pelo fato destes dedos ainda não estarem acostumados , poderemos recorrer as cordas de náilon, para facilitar a reprodução dos sons sem fazer esforços demasiados, mas com o tempo veremos que todas as dificuldades iniciais serão superadas.
Marcadores:
aula de violao,
aulas de guitarra,
aulas de violao,
cifras,
cordas,
curso basico de violao,
curso completo,
curso de guitarra,
curso de violao,
download,
metodo de violao,
musica,
violao popular
CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Escala Cromática
segunda-feira, 13 de julho de 2009

Exemplo: Dó, Dó#, Ré, Ré#, Mi, Fá, Fá#, Sol, Sol#, Lá, Lá#, Si. Dó.
Válido também na ordem decrescente:
Dó, Si, Sib, Lá, Láb, Sol, Solb, Fá, Mi, Mib, Ré, Réb, Dó.
Marcadores:
apostila de violao,
aprender violao,
artmaia,
aula de violao,
aulas de guitarra,
aulas de violao,
cifras,
cordas,
curso de guitarra,
curso de violao,
download,
musica,
violão online,
violao popular
Curso de Violão e Guitarra - Modos Gregos
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Nessa sessão eu irei abordar a construção dos modos gregos. Existem 7 tipos de modos:
1) Jônico
2) Dórico
3) Frígio
4) Lídio
5) Mixolídio
6) Eólio
7) Lócrio
Acima, eu coloquei os graus que voce irá colocar no início da escala. Cada modo grego corresponde a uma escala alterada. Para você construir um modo grego você deve fazer o seguinte:
Pegue a escala de Dó:
C D E F G A B C
Troque o inicio da escala pela nota da frente, exemplo:
D E F G A B C D
Pronto! Você descobriu como construir o modo dórico D. (Olhe na tabela acima os graus das trocas das tônicas e seus respectivos nomes).
Outro exemplo:
Eu quero descobrir o modo mixolídio de A.
Pego sua escala natural:
A B C# D E F# G# A
Como eu sei que o modo mixólidio começa a partir do 5º grau da escala, eu vou colocar na tônica a nota E:
E F# G# A B C# D E
Pronto, repita os procedimentos nos outros modos e você estará praticamente pronto para improvisar!
Pronto, repita os procedimentos nos outros modos e você estará praticamente pronto para improvisar!
Marcadores:
afinacao,
aprender violao,
aula de violao,
aulas de violao,
cordas,
curso de guitarra,
curso de violao,
download,
musica,
notas,
tocar,
violao gratis,
violao online
Assinar:
Postagens (Atom)







