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CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Como Construir Escalas

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010


Escala Musical: Ordenação sucessiva de sons a intervalos não maiores que uma segunda.
Existem diversos tipos de escala, cada uma se prestando a um determinado estilo musical, assim temos escalas de Jazz, deBlues, de música barroca, etc. Mas o nosso interesse aqui não são estas escalas citadas acima e sim a Escala Natural a partir da qual são construídos os acordes.
A Escala Natural é formada de dois tetracordes (acordes de 4 notas) separados por um intervalo de um tom. Cada tetracorde possui os intervalos tom, tom, semiton.
Usaremos a escala de C (lê-se dó). Assim temos C D E F G A B C (lê-se dó ré mi fa sol la si do) que é a escala natural de C. Vejamos porque.
I II III IV V VI VII VIII --> graus
C D E F G A B C --> notas
1 1 1/2 1 1 1 1/2 --> intervalos
obs: as cifras acima não representam acordes e sim notas.
Assim temos o C (lê-se dó) como o primeiro grau da escala e entre C e D (lê-se dó e ré) temos um intervalo de 1 tom (C C# D). Entre D e E, segundo e terceiro graus da escala, temos um intervalo de 1 tom (D D# E). Entre E e F, terceiro e quarto graus da escala temos um intervalo de 1/2 tom (1 semiton) (E F), pois E não possui # (sustenido)
Entre o quarto e quinto graus da escala, de F para G, temos um intervalo de 1 tom separando o primeiro tetracorde do segundo. Entre o quinto e sexto graus temos um intervalo de 1 tom (G G# A). Entre o sexto e sétimo grau temos um intervalo de 1 tom (A A# B). E finalmente entre o sétimo e o oitavo graus temos o intervalo de 1/2 tom (1 semiton) (B C) pois o B não possui sustenido.
Com isto temos que a formula para se construir uma Escala Natural é dois tetracordes de tom, tom, semiton separadospor um intervalo de 1 tom. É por isto que a escala de C não possui acidentes (sustenidos ou bemois), o que não acontece com outras escalas, que possuem os seus acidentes específicos.
Vejamos a escala de D:
I II III IV V VI VII VIII
D E F# G A B C# D
1 1 1/2 1 1 1 1/2

Entre E e F existe apenas 1 semiton, já que E não possui sustenido, por isso foi necessário acrescentar um sustenido em F para que a nossa fórmula se cumpra, ou seja o intervalo deve ser de 1 tom entre o segundo e terceiro graus da escala natural, portanto no caso desta escala específica temos ( E F F#) entre o segundo e terceiro graus da escala.
Entre o terceiro e quarto graus temos um intervalo de 1 semiton, (F# G). Entre o sexto e sétimo graus da escala temos um intervalo de 1 tom, por isto fomos obrigados a acrescentar um sustenido em
C, assim temos (B C C#) entre o sexto e sétimo graus da escala de D.
Entre o sétimo grau e o oitavo temos apenas um semiton, ou seja, (C# D). Nota-se que o primeiro e o oitavo graus são a mesma nota, a diferença entre elas dá-se na altura do som, o oitavo grau está uma oitava acima do primeiro grau portanto mais aguda.
Descobrimos que a escala de D possui dois acidentes, um em F e outro em C e neste caso espcífico ambos são sustenidos. Com estas informações você será capaz de construir todas as escalas naturais dos respectivos tons, prossiga, como exercício
construindo as escalas de E F G A e B (e não se esqueça, lê-se, mi fa sol lá e sí). Descubra por você mesmo quantos acidentes existem em cada tonalidade, quais são (se bemois ou sustenidos), etc. Lembre-se que os acidentes são característicos das suas respectivas tonalidades, pode-se reconhecer uma escala pelo seu número de acidentes e quais são.
É importante destacar também que o primeiro grau é que dá nome a escala.

CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Entendendo o sistema de cifragem

sábado, 20 de fevereiro de 2010

A Cifra Alfabética é a escrita simbólica das notas musicais e dos acordes. As sete letras do alfabeto representam as sete notas musicais.

*A = Lá
*B = Si
*C = Dó
*D = Ré
*E = Mi
*F = Fá
*G = Sol

Exemplos:

A = Lá
A7 = Lá com 7ª
Am = Lá menor

Tratando-se de notas, o processo é simples: cada letra é uma nota. No caso de acordes, quando uma letra vier sozinha o acorde sempre será maior. Quando vier acompanhada receberá o nome do símbolo que vem junto de si.

A Cifra Numérica também é uma escrita simbólica das notas musicais, sendo que usada mais especificamente para solos instrumentais. Vejamos:
A cada nota do braço do violão faremos representar por um número.

Cordas Soltas

1º corda -- 10
2º corda -- 20
3º corda -- 30
4º corda -- 40
5º corda -- 50
6º corda -- 60

Cordas Presas

Neste caso, contam-se as notas de acordo com a corda e a casa em que se está tocando:
Exemplos:

corda 1,casa 1 = 11
corda 2,casa 3 = 23
corda 5,casa 8 = 58
corda 1,casa 5 = 15
corda 6,casa 4 = 64
ETC...

DICAS E AULAS DE VIOLÃO E GUITARRA - Troca de cordas de violão

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Aprenda a trocar as cordas do seu violao de nylon, video do luthier Henrique Utsch do Mundo das Cordas Luthieria.

CURSO BÁSICO DE VIOLÃO E GUITARRA - Como Estudar

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Lembre-se sempre de que todo e qualquer contato que possa ter com o instrumento será válido, a intimidade que se ganha a cada dia é fundamental para um bom desenvolvimento.
Escolha um dia para dar uma geral em grande parte do que aprendeu e estudou. Como numa sequência, revise escalas, arpejos, acordes, padrões, etc...
Estude sempre com o metrônomo, para ter a segurança do tempo de forma linear, trabalhando intensidade, duração, dinâmica, etc...
Dessa forma, será mais fácil avaliar a evolução no instrumento e, com isso, reconhecer os pontos que precisam ser fortalecidos.

Duração

Quando houver um novo assunto, deve ser dada uma maior atenção para ele. Meia hora por dia com concentração será mais rico e proveitoso do que duas ou três horas dispersas. Como e quanto será absorvido do assunto vai sempre variar de pessoa para pessoa, mas a questão é a forma como é feito o estudo.

Outro ponto importante a citar é a história de que "fulano estuda oito horas por dia!" Esse tipo de estudo, de longa duração, deve ser muito bem organizado. O cuidado com o corpo humano, a nossa máquina, é de suma importância. A atividade repetitiva pode gerar lesões graves, como a tão famosa inflamação nos tendões (tendinite).

Portanto:

1) Alongamentos nos braços e nos dedos antes, durante e depois dos estudos, são essenciais para o condicionamento e, assim, para um melhor aproveitamento do tempo. Caso contrário, você terá de interromper o aprendizado por causa do cansaço. Lembre-se: você é um atleta dos braços e dos dedos.

2) Planejar é importante. Alterne seus objetivos: rapidez, agilidade, tudo o que se refere a solos (escalas, arpejos, técnicas em geral), parte harmônica (acordes), ritmo e teoria.

3) Ouça de tudo. Escute tudo aquilo que possa contribuir para a sua formação como músico. É uma das melhores coisas a se fazer!
Com esses cuidados, você irá planejar seu tempo e criar um ritmo próprio de estudo.

Amadurecimento

Acredito que no equilíbrio entre os objetivos por você desejado e o tempo dedicado para a conquista deles está a maturidade. Cada nota dada deve refletir a mais pura expressão da nossa vida, não apenas o resultado final de uma escala, mas sim ela toda em construção, da primeira à última nota. Por isso, o convívio diário com a música é fundamental.

"Você nunca recebe um desejo sem também receber a capacidade de torná-lo realidade" R. Bach


O estudo com o metrônomo, de modo gradativo, é a essência para uma segurança rítmica. Aos poucos, força e limpeza estarão juntas para fazer com que as famosas palavras pegada e clareza façam parte de seu currículo!

Sinta Equilíbrio

Procure sempre estabelecer relações na música, atrás de um grande solo (melodia) existem grandes acordes (harmonia).
Estes dois itens têm de caminhar lado a lado, pois um age diretamente no desenvolvimento do outro. Quero chamar a atenção diretamente para a harmonia. Estudá-la e conhecê-la é fundamental. Não deixe escapar nada este assunto.

CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Tríades e Tétrades (acordes de 4 vozes)

terça-feira, 24 de novembro de 2009

As Tríades

Chamamos de Tríade as notas 1, 3 e 5 de uma escala. Estas notas quando tocadas em conjunto formam os Acordes Básicos (Acordes formados com tríades).

Chamamos de acorde quando tocamos 2,3 ou mais notas simultâneamente (ao mesmo tempo). Sendo assim , se ilustrarmos esta idéia com a escala de dó maior teríamos:

C D E F G A B
Notas da escala: 1 2 3 4 5 6 7

Tríade.........C E G

Que tocadas ao mesmo tempo formam o Acorde de Dó Maior.

Se fossemos expressar com as "cifras" vistas anteriormente , usaríamos a letra "C" que conforme já vimos significa "Dó" ( Neste caso Dó Maior)
Todos os acorde de três vozes (é assim que São chamados os acordes baseados em tríades) são formados desta mesma maneira.

Acordes De 4 Vozes

Já os acordes de 4 vozes, são formados pela tríade + Uma nota ( ou seja as tres notas da tríade + uma nota).
Acordes de 4 vozes - ( com a sétima )

Como exemplo vejamos o acorde de "dó Maior c/ sétima maior" que expresso em cifras é representado assim: "C7M".

Ele é construído com as notas na tríade + a sétima nota da escala.

Veja exemplo:

Escala de dó maior - Do re mi fa sol la si
Em cifras - C D E F G A B
Notas as Tríade- 1 3 5

Notas da tríade + 7.a nota da escala - 1 3 5 7

Notas que estão no acorde de Dó Maior
Com sétima Maior (C7M)- Do mi sol si

Podemos tocar estas notas como acorde ou como arpejo.

Qual a diferença entre Acorde e Arpejo?
Chamamos de acorde quando tocamos as notas "ao mesmo tempo" e chamamos de arpejo quando as tocamos uma por uma.

Quando é acorde e quando é arpejo?
A diferença entre acorde e arpejo não está portanto nas notas, mas na maneira como as tocamos em nosso instrumento.

www.artmaia.com

CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Breve História da Guitarra

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

A guitarra elétrica é bem mais antiga do que muitos pensam, nasceu em 1930, uma velhinha charmosa de 77 anos (em 2007)! Historicamente é difícil precisar as origens deste instrumento que fascina multidões desde seu surgimento. Para quem pensa que a guitarra é uma simples evolução ou adaptação do violão, engana-se.

Nada muito exato, mas a teoria mais aceita é que a guitarra seja mesmo uma evolução de um instrumento espanhol de nome vihuela que também é evolução de outros instrumentos. Em outras línguas, como o inglês, não há distinção entre violão e guitarra. (Acoustic GUITAR, electric GUITAR) A nossa língua é uma das poucas que os distinguem.

A guitarra, a nascida em 1930, era obviamente muito diferente do que é hoje em dia, seu som não tinha muita expressão, era ruim e baixo... Foi aí que surgiram os captadores eletrônicos. Mas eram rudimentares e produzia um feedback infernal, em grande parte por causa do corpo acústico do instrumento, então entra em cena o grande Les Paul (sim, sua guitarra favorita tem esse nome por causa desse sujeito!) que simplesmente mudou para sempre os rumos da guitarra elétrica introduzindo o corpo maciço de madeira, que é como ela é conhecida até hoje. (Salvo, obviamente os instrumentos específicos construídos em corpo semi-acústico)

Em 1932 a Rickenbacker começa a produção de guitarras, sendo oficialmente a primeira guitarra elétrica comercializada. O nome do modelo era Electro Spanish. Quem nunca sonhou em ter uma Rickenbacker de som cristalino e brilhante?

Claro que não podemos esquecer de mencionar o senhor Clarence Leo Fender, responsável por criações memoráveis e eternas como a legendária Fender Stratocaster. Ícone absoluto. Talvez o modelo mais adotado por todos os guitar heros de várias gerações, de Jimi Hendrix a Eric Clapton, de Jeff Beck a Yngwie Malmsteen. Quem aqui não tem na cabeça com todos os detalhes a famosíssima cena de Hendrix ateando fogo em sua Strato?

Nosso instrumento ficou mais popular depois da segunda guerra e depois disso caiu na graça do povo nos anos 50 e 60. Hoje em dia, como disse um músico: “A guitarra é um acessório de moda.” Será?

Não sei, mas o clichê de dizer que guitarra é sinônimo de rebeldia, atitude e força musical são é pura verdade. Não tem outra não! Ou você acha que um DJ impressiona mais que um guitarrista debulhando uma simples pentatônica?.

CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Teoria Básica

terça-feira, 1 de setembro de 2009

ESCALA = é uma série de sons ascendentes ou descendentes na qual o último som será a repetição do primeiro.
INTERVALO = é a distância entre dois sons.
SEMITOM (ou 1/2 tom)= é o menor intervalo entre dois sons
TOM = é o intervalo formado por dois semitons.
SUSTENIDO (#) = eleva o som em um semitom.
BEMOL (b) = abaixa o som em um semitom.
MÚSICA = é uma arte cuja a matéria fundamental é o som, que através dele formamos a melodia, harmonia e o ritmo.
SOM = é o choque entre dois objetos sonoros, possui quatro qualidade básicas: altura, intensidade, timbre e duração.
ALTURA = é a propriedade que podemos distinguir os sons graves, médios e agudos.
INTENSIDADE = é a força empregada na execução dos sons. As músicas poderão ser tocadas forte, fraco etc.
TIMBRE = é a qualidade pela qual podemos distinguir o corpo sonoro (instrumentos).
DURAÇÃO = é a qualidade pela qual podemos distinguir o prolongamento das notas.

CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Introdução ao Blues

domingo, 9 de agosto de 2009

Muito se tem escrito e falado sobre a origem do Blues que, evidentemente, permanecerá incerta para sempre. Não obstante é possível traçar algumas de suas mais significativas influências, quais sejam, os cantos de trabalho e os "hollers" (lamentos).
Os cantos de trabalhos eram tipicamente utilizados por negros trabalhando em grupos no sul dos Estados Unidos, particularmente no Mississipi e Louisiana. Um solista cantava frases curtas que eram então repetidas pelo conjunto dos demais trabalhadores. Estas frases eram emitidas de forma mais ou menos lenta e ritmadas, na verdade no ritmo em que se desenvolvia o trabalho. Você provavelmente já deve ter visto isso em algum filme (especialmente aqueles que apresentam um grupo de presos trabalhando na beira de alguma estrada do Mississipi).
Os "hollers", por outro lado, eram produzidos por indivíduos normalmente sozinhos e, por isto, os cantos eram bem mais altos. As atuais canções que se ouve nas igrejas negras protestantes do Estados Unidos ("spirituals") são claramente inspiradas neste estilo.
Na musica africana, aonde evidentemente encontram-se as raízes do Blues, a escala musical é pentatônica, ou seja, constituída por apenas 5 notas musicais. Escalas pentatônicas são ainda hoje, principalmente devido a sua relativa simplicidade, utilizadas por músicos dos mais diversos, inclusive no estilo Blues.
Quando se interpretavam as canções de trabalho, ou os "hollers", sem acompanhamento instrumental, como deve ter acontecido no principio quando os negros as cantavam no campo, a diferença entre a escala africana (pentatônica) e a escala européia, que contem 7 notas musicais (a chamada escala diatônica, que poderia ser também denominada heptatônica), não trazia consigo qualquer problema. Entretanto, quando se tentava acompanhar estas mesmas canções com instrumentos musicais europeus, construídos para a escala diatônica, o conflito era inevitável. Tal conflito gerou o que hoje se conhece por blue notes, que são consideradas uma tentativa dos músicos afro-americanos de tocar exatamente aquilo que cantavam. Estas “blue notes” são normalmente a III e a VII da escala, que são tocadas com aumento ou descida de meio tom.
Outro aspecto interessante é a de que no Blues normalmente não se encontram canções inteiramente no modo menor. Não obstante, os solos podem ser amiúde realizados numa escala menor, o que contribui para dar a este estilo musical uma conotação dúbia ou incerta. Uma conotação Blues, diriam os mais puristas.

CURSO DE VIOLÃO - Tríades e Tétrades

segunda-feira, 27 de abril de 2009


As Tríades

Chamamos de Tríade as notas 1, 3 e 5 de uma escala. Estas notas quando tocadas em conjunto formam os Acordes Básicos (Acordes formados com tríades).
Chamamos de acorde quando tocamos 2,3 ou mais notas simultâneamente (ao mesmo tempo).
Sendo assim , se ilustrarmos esta idéia com a escala de dó maior teríamos:

C D E F G A B
Notas da escala: 1 2 3 4 5 6 7

Tríade.........C E G

Que tocadas ao mesmo tempo: C E G (formam o Acorde C de Dó Maior).

Se fossemos expressar com as "cifras" vistas anteriormente , usaríamos a letra "C" que conforme já vimos significa "Dó" ( Neste caso Dó Maior).
Todos os acorde de três vozes (é assim que São chamados os acordes baseados em tríades) são formados desta mesma maneira.

Acordes De 4 Vozes (Tétrades)

Já os acordes de 4 vozes, são formados pela tríade + uma nota ( ou seja as tres notas da tríade + uma nota).
Acordes de 4 vozes - ( com a sétima )

Como exemplo vejamos o acorde de "dó Maior c/ sétima maior" que expresso em cifras é representado assim: "C7M".

Ele é construído com as notas na tríade + a sétima nota da escala.

Veja exemplo:

Escala de dó maior - Do Re Mi Fa Sol La Si
Em cifras - C D E F G A B
Notas da Tríade- 1 3 5

Notas da tríade + 7.a nota da escala - 1 3 5 7

Notas que estão no acorde de Dó Maior
SCom sétima Maior (C7M)- Do Mi Sol Si

Podemos tocar estas notas como acorde ou como arpejo. E qual a diferença entre acorde e arpejo? Chamamos de acorde quando tocamos as notas "ao mesmo tempo" e chamamos de arpejo quando as tocamos uma por uma.

Quando é acorde e quando é arpejo?
A diferença entre acorde e arpejo não está portanto nas notas, mas na maneira como as tocamos em nosso instrumento.

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Curso de Violão e Guitarra - Modos Gregos

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009


Nessa sessão eu irei abordar a construção dos modos gregos. Existem 7 tipos de modos:
1) Jônico
2) Dórico
3) Frígio
4) Lídio
5) Mixolídio
6) Eólio
7) Lócrio
Acima, eu coloquei os graus que voce irá colocar no início da escala. Cada modo grego corresponde a uma escala alterada. Para você construir um modo grego você deve fazer o seguinte:
Pegue a escala de Dó:
C D E F G A B C
Troque o inicio da escala pela nota da frente, exemplo:
D E F G A B C D
Pronto! Você descobriu como construir o modo dórico D. (Olhe na tabela acima os graus das trocas das tônicas e seus respectivos nomes).
Outro exemplo:
Eu quero descobrir o modo mixolídio de A.
Pego sua escala natural:
A B C# D E F# G# A
Como eu sei que o modo mixólidio começa a partir do 5º grau da escala, eu vou colocar na tônica a nota E:
E F# G# A B C# D E
Pronto, repita os procedimentos nos outros modos e você estará praticamente pronto para improvisar!