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TÉCNICAS BÁSICAS DE DE DEDILHADO

domingo, 20 de julho de 2008


Desde o início da década de 60, o dedilhado fingerpicking tem sido sinônimo da música folk americana e de violão de cordas de aço. Mas você não precisa ser fã de folk, nem tocar violão, para se beneficiar dos dedilhados baseados em padrões. Há muitas maneiras de aproveitar a energia suave e rítmica do dedilhado fingerpicking na música contemporânea. O truque é combinar movimentos tradicionais da mão da palheta com aberturas e timbres modernos. Nesta lição, mostramos como fazer isso. Mas, primeiro, faremos uma distinção entre dedilhado fingerstyle e fingerpicking. Toda vez que você ataca as cordas com as pontas dos dedos, em vez de usar uma palheta, você está tocando fingerstyle. O fingerstyle caracteriza uma grande variedade de gêneros musicais, como o erudito e a bossa nova. O fingerpicking possui uma definição mais restrita – é uma técnica baseada em padrões. Os grandes mestres do fingerpicking repetem sequências específicas de dedilhado à medida que atravessam progressões de acordes e músicas. Esta repetição é o que torna o fingerpicking atraente e desafiador. Com modelos básicos, você pode criar ritmos incríveis que darão vitalidade à sua música.


12 anos formando talentos!

TÉCNICAS BÁSICAS DE DEDILHADO
Desde o início da década de 60, o dedilhado fingerpicking tem sido sinônimo da música folk americana e de violão de cordas de aço. Mas você não precisa ser fã de folk, nem tocar violão, para se beneficiar dos dedilhados baseados em padrões. Há muitas maneiras de aproveitar a energia suave e rítmica do dedilhado fingerpicking na música contemporânea. O truque é combinar movimentos tradicionais da mão da palheta com aberturas e timbres modernos. Nesta lição, mostramos como fazer isso. Mas, primeiro, faremos uma distinção entre dedilhado fingerstyle e fingerpicking. Toda vez que você ataca as cordas com as pontas dos dedos, em vez de usar uma palheta, você está tocando fingerstyle. O fingerstyle caracteriza uma grande variedade de gêneros musicais, como o erudito e a bossa nova. O fingerpicking possui uma definição mais restrita – é uma técnica baseada em padrões. Os grandes mestres do fingerpicking repetem sequências específicas de dedilhado à medida que atravessam progressões de acordes e músicas. Esta repetição é o que torna o fingerpicking atraente e desafiador. Com modelos básicos, você pode criar ritmos incríveis que darão vitalidade à sua música.
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quinta-feira, 17 de julho de 2008

COMO SEGURAR A GUITARRA

Posições ao Tocar
Não existe um modo particular certo ou errado de segurar a guitarra, exceto aquele que apresenta o maior nível de conforto.

Em pé
Estando em pé, verifique se a correia da guitarra está fixada firmemente nas roldanas ("prende correia"). Quando a correia é nova, essa operação pode ser um tanto difícil mas, com o tempo e o desgaste, os encaixes nas pontas da correia podem se tornar frouxos. Alguns músicos preferem o instrumento em uma posição alta, outros preferem que fique mais baixo. Como a correia é ajustável, experimente para determinar a posição mais confortável. O ideal é que você possa alcançar todas as partes do braço do instrumento, sem ter que contorcer indevidamente o pulso (da mão que faz a digitação), e sem sentir que falta espaço para o antebraço ou o ombro do braço que faz o dedilhado.

Sentado
De modo semelhante, quando sentado, você verá que o contorno da guitarra encaixa-se perfeitamente sobre uma perna, deixando suas mãos em uma posição confortável. Note que, quando você toca sentado, seu pulso assume automaticamente uma posição diferente em torno do braço da guitarra.
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GUITAR BASIC - CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA EM CDS



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O Curso de Violão e Guitarra GUITAR BASIC em CDS foi elaborado por Professores de música altamente capacitados visando permitir ao aluno um aprendizado rápido e sem complicações. Esse curso é indicado para quem quer aprender a tocar sem aquelas teorias cansativas, que muitas vezes fazem o aluno desistir logo no início. Com o GUITAR BASIC , você irá aprender de modo divertido, com explicações detalhadas através de livros digitais coloridos, com textos descomplicados, exemplos com fotos, desenhos e gráficos e aulas gravadas com explicações minuciosas do Professor.
Para maiores informações acesse: http://www.artmaia.com


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quarta-feira, 16 de julho de 2008


GUITARRA - EXERCÍCIOS PARA DESENVOLVER VELOCIDADE


Toque com Palheta e prenda as cordas com a seguinte sequencia de dedos 1 2 3 4 3 2


e-----------------------------------------------------------
B-----------------------------------------------------------
G-----------------------------------------------------------
D--------------------------------------9-10-11-12-11-10------
A--------------------9-10-11-12-11-10------------------------
E--9-10-11-12-11-10-----------------------------------------


e-------------------------------------9-10-11-12-11-10-----
B--------------------9-10-11-12-11-10----------------------
G--9-10-11-12-11-10-----------------------------------------
D-----------------------------------------------------------
A-----------------------------------------------------------
E-----------------------------------------------------------

GUITARRA - EXERCÍCIOS PARA DESENVOLVER VELOCIDADE


Toque com Palheta e prenda as cordas com a seguinte sequencia de dedos 1 2 3 4 3 2

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B-----------------------------------------------------------
G-----------------------------------------------------------
D--------------------------------------9-10-11-12-11-10------
A--------------------9-10-11-12-11-10------------------------
E--9-10-11-12-11-10-----------------------------------------


e-------------------------------------9-10-11-12-11-10------
B--------------------9-10-11-12-11-10-----------------------
G--9-10-11-12-11-10-----------------------------------------
D-----------------------------------------------------------
A-----------------------------------------------------------
E-----------------------------------------------------------

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IMPROVISAÇÃO NA GUITARRA - Parte 01

terça-feira, 15 de julho de 2008


O termo "improvisação" é largamente utilizado: ele pode ser aplicado tanto a um instrumentista fluente, imaginativo e realmente criativo, quanto a outro que tem um arsenal de clichês ensaiados, memorizados e que passa a combiná-los. Até certo ponto, a maioria dos guitarristas é um pouco de cada.
Tocar um solo para preencher um número pré-estabelecido de compassos, em algum ponto da música, não é o mesmo que tocar infinitamente até se esgotar. No primeiro caso, o melhor é analisar a melodia existente para obter inspiração. Geralmente depende-se de algum tipo de estrutura, para assegurar o efeito desejado e terminar o solo no lugar certo. No segundo caso, existem poucas restrições além da habilidade de criar continuamente novas idéias.
"Eu não tenho nenhum desejo particular de tocar solos de dez minutos. Para mim eles nunca foram válidos, nunca. Eu os considerei sempre uma maneira fácil de acumular uma tensão no público... Um solo deve criar alguma coisa e não agir como um simples cosmético. Ele deve possuir algum objetivo, levar a melodia a algum lugar. Não estou dizendo que consigo, mas ao menos tento levar a melodia a algum lugar" (JEFF BECK)


IMPROVISAÇÃO NA GUITARRA - Parte 01

O termo "improvisação" é largamente utilizado: ele pode ser aplicado tanto a um instrumentista fluente, imaginativo e realmente criativo, quanto a outro que tem um arsenal de clichês ensaiados, memorizados e que passa a combiná-los. Até certo ponto, a maioria dos guitarristas é um pouco de cada.
Tocar um solo para preencher um número pré-estabelecido de compassos, em algum ponto da música, não é o mesmo que tocar infinitamente até se esgotar. No primeiro caso, o melhor é analisar a melodia existente para obter inspiração. Geralmente depende-se de algum tipo de estrutura, para assegurar o efeito desejado e terminar o solo no lugar certo. No segundo caso, existem poucas restrições além da habilidade de criar continuamente novas idéias.
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ESCALAS E SOLOS - Parte 02

sexta-feira, 11 de julho de 2008



Ao aprender e praticar escalas , você deverá sempre tocá-las no maior número possível de posições e utilizando diferentes dedilhados. É preciso começar tocando devagar, e acelerar o andamento apenas quando se é capaz de fazer soar cada uma das notas com clareza. O maior recurso que um solista pode ter é saber tocar escalas diferentes, em posições diferentes, com dedilhados diferentes. A importância das escalas vai além da simples técnica. Elas aumentam a capacidade de "ouvir" acordes e ajudam a identificar a melhor opção para executar certos intervalos da escala. São esses elementos que desenvolvem a habilidade de criar melodias e improvisar linhas de solos originais, bem como transitar livremente entre os diferentes acordes de uma estrutura harmônica.
O Guitarrista Americano Al Di Meola enfatiza: "Aprendi a conhecer o braço da guitarra há muito tempo, praticando todas as escalas em todas as posições... É preciso aprender isso, não há como escapar. Agora troco de posições com tanta facilidade que nem preciso pensar muito... Eu sugeriria que se começasse aprendendo escalas maiores e menores, passando depois para diminutas, aumentadas e escalas de tons inteiros. A seguir, dependendo do tipo de música que se quer tocar, é preciso aprender os modos. Minha teoria a esse respeito é que se deve aprender tudo. Sabendo disso, você deverá tocar o que quiser, e obterá uma forma mais avançada de tocar e um conhecimento maior do instrumento".
(http://www.artmaia.com)

ESCALAS E SOLOS - Parte 01



Muitos violonistas e guitarristas, especialmente os autodidatas, mantêm um certo preconceito em relação às escalas, considerando-as desnecessárias e sem atrativos. Isso não é verdade. Apesar de alguns músicos conseguirem realizar bem seu trabalho sem saber o que realmente tocam, existem quatro razões para se aprender escalas:
1) As escalas permitem conhecer melhor o braço do instrumento, de forma a saber a localização das notas ao longo das cordas.
2) Elas constituem o melhor "treino para o ouvido".
3)Mais do que qualquer outra técnica, tocar escalas melhora a velocidade, a fluência e a precisão.
4) O conhecimento de escalas é a base para o entendimento de acordes, de sua construção e de como se inter-relacionam.



ESCALAS E SOLOS - Parte 02

Ao aprender e praticar escalas , você deverá sempre tocá-las no maior número possível de posições e utilizando diferentes dedilhados. É preciso começar tocando devagar, e acelerar o andamento apenas quando se é capaz de fazer soar cada uma das notas com clareza. O maior recurso que um solista pode ter é saber tocar escalas diferentes, em posições diferentes, com dedilhados diferentes. A importância das escalas vai além da simples técnica. Elas aumentam a capacidade de "ouvir" acordes e ajudam a identificar a melhor opção para executar certos intervalos da escala. São esses elementos que desenvolvem a habilidade de criar melodias e improvisar linhas de solos originais, bem como transitar livremente entre os diferentes acordes de uma estrutura harmônica.
O Guitarrista Americano Al Di Meola enfatiza: "Aprendi a conhecer o braço da guitarra há muito tempo, praticando todas as escalas em todas as posições... É preciso aprender isso, não há como escapar. Agora troco de posições com tanta facilidade que nem preciso pensar muito... Eu sugeriria que se começasse aprendendo escalas maiores e menores, passando depois para diminutas, aumentadas e escalas de tons inteiros. A seguir, dependendo do tipo de música que se quer tocar, é preciso aprender os modos. Minha teoria a esse respeito é que se deve aprender tudo. Sabendo disso, você deverá tocar o que quiser, e obterá uma forma mais avançada de tocar e um conhecimento maior do instrumento".
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ESCALAS E SOLOS - Parte 01


Muitos violonistas e guitarristas, especialmente os autodidatas, mantêm um certo preconceito em relação às escalas, considerando-as desnecessárias e sem atrativos. Isso não é verdade. Apesar de alguns músicos conseguirem realizar bem seu trabalho sem saber o que realmente tocam, existem quatro razões para se aprender escalas:
1) As escalas permitem conhecer melhor o braço do instrumento, de forma a saber a localização das notas ao longo das cordas.
2) Elas constituem o melhor "treino para o ouvido".
3)Mais do que qualquer outra técnica, tocar escalas melhora a velocidade, a fluência e a precisão.
4) O conhecimento de escalas é a base para o entendimento de acordes, de sua construção e de como se inter-relacionam.


quarta-feira, 18 de junho de 2008

COMO TROCAR OS ACORDES

Um problema que 100% dos iniciantes enfrentam é que, para tocar o acompanhamento de uma música, no caso do violão, a mão esquerda fica parada em uma posição ( também chamada de acorde ) , e a mão direita fica "batucando " o ritmo , até trocar a posição da mão esquerda e assim por diante. Acontece que a mão esquerda demora demais até ficar ágil e habilidosa o suficiente para trocar na hora certa sem "atrasar " o ritmo . Ou seja: enquanto estamos no mesmo acorde, tudo bem, só a mão direita trabalha. Na hora de mudar de posição, que sufoco ! se descuidar , acaba "atrasando " ou "cruzando " o ritmo. Há uma solução que encontrei em vários livros sobre violão que colocarei aqui:

Escolha três acordes bem diferentes entre si.


Numere cada um ( 1, 2, e 3 )

Monte o acorde 1 e toque uma vez só.

Monte o acorde 2 e toque uma vez só

Monte o acorde 3 e toque uma vez só

Vá repetindo ( 1, 2, 3... ) em seqüência cada vez mais depressa, mais depressa, até não precisar mais pensar antes de tocar qualquer um dos três, isto é : a mão vai "sozinha".

com quatro acordes, depois com cinco, etc...


Experimente também, passar a seqüência dos acordes de uma música, (uma nova canção, ou uma que é difícil de tocar).

Muitos violonistas e guitarristas precisam saber que os melhores e mais rápidos instrumentistas do mundo praticam seus exercícios de velocidade, em um violão comum, acústico, sem amplificadores. Isso porque o "peso " das cordas do violão é perfeito para um rápido desenvolvimento muscular dos dedos.Em uma guitarra elétrica, por causa das cordas macias e da amplificação, leva-se mais tempo, e dá muito mais trabalho até se atingir o mesmo progresso. Porque os músculos não são forçados,não se exercitam e não se desenvolvem tão bem. Por tanto preste sempre atenção para esse detalhe!!!



O INSTRUMENTISTA COMPLETO

Um guitarrista está sempre aprendendo (ou pelo menos deveria!). Quanto mais você tocar, maior será seu aperfeiçoamento. Existe uma infinidade de diferentes dicas, truques, exercícios, métodos e mais métodos de estudo – mas nenhum atalho. É como eu disse antes, o seu maior ídolo com certeza não nasceu sabendo. Se você quiser se tornar um guitarrista completo (e mais uma vez, você deveria querer), em todos os sentidos, deve pensar em aperfeiçoar-se em três direções – técnica, teoria e “bom gosto”. A técnica é a parte mecânica do ato de tocar guitarra. Ela diz respeito, essencialmente, ao modo de conseguir com que os dedos façam aquilo que você deseja. Trata-se, parcialmente, de uma questão de desenvolver coordenação motora, força e independência entre os dedos das mãos e, em parte, da memorização de padrões de acordes e suas digitações. A teoria é a parte intelectual do ato de tocar o instrumento. Ela se refere a compreensão do que é a música e seu funcionamento. Todo instrumentista acumula alguma teoria com o tempo, mesmo que ele não pense nisto nesses termos. Ainda assim, existe uma certa mística envolvendo a teoria musical, de tal modo que muitos guitarristas se convenceram de que ela é muito complexa e difícil. Na verdade, a teoria musical é mais fácil do que parece. Tente estudar e entender os princípios básicos. Uma vez assimilados, eles lhe permitirão decifrar conceitos aparentemente complexos, como acordes estendidos e alterados, substituição, modulação, teoria de escalas e por ai vai. “Existem livros e métodos educativos que dizem ao estudante, direta ou indiretamente, que há literalmente centenas de músicas a serem aprendidas. O que eles não dizem é que essas centenas de músicas são construídas com os mesmos velhos acordes, seqüências, escalas e intervalos. É constantemente sugerido ao principiante que ele terá de aprender mil coisas – o que não é verdade”. Howard Roberts Em muitas áreas da teoria musical há uma intersecção entre o intelectual e o instrumentivo. Assim que seu “ouvido” musical for se desenvolvendo, você terá uma idéia instintiva daquilo que soará vem e daquilo que não dará certo. Toda a teoria musical pode ser considerada como um método para analisar aquilo que o ouvido nos diz estar correto ou não. O gosto é o aspecto mais difícil de se definir no ato de tocar qualquer instrumento. Ele diz respeito àquilo que você decide tocar. Quando se participa de um conjunto, o que soará adequado num certo contexto não pode ser alcançado por nenhuma indicação prévia. Depende-se de se desenvolver uma intuição para o que os outros músicos estão tocando. Você deve ouvir criticamente o que está tocando. “As partes que o guitarrista pode tocar são aquelas que não podem ser ditas – por isso é a guitarra que as diz... A peça que está sendo tocada determina muito mais aquilo que você toca que seu próprio estilo – como nos velhos blues, em que o slide ‘falava’... Para mim, não há muito sentido em se executar um solo só pelo som em si: ele deve se moldar naturalmente ao contexto”. Mark Knopfler Isso nos faz dar meia-volta e retroceder até a importância da prática. Lembre-se de que por mais que existam os tais milhares de métodos diferentes, ainda não inventaram um método melhor que tocar, tocar e tocar mais ainda. “Quando faço exercícios, geralmente coloco um disco bem quente na vitrola, aumento o volume e toco junto com ele. Isso me dá a sensação de estar tocando junto com a banda, mantém a adrenalina fluindo” Albert Lee

texto tirado do livro A Guitar Handbook de Dorling Kindersley, lançado pela Dorling Kindersley Limited, London.
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quarta-feira, 11 de junho de 2008


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TRÍADES MAIORES


Uma tríade é maior(M) quando, da tônica ou fundamental (T) para a terça (3) ela tem 2 tons, e da terça (3) para a quinta (5) ela tem 1 tom e meio. Simplificando, uma tríade é maior quando tem uma terça maior (3M) + uma terça menor (3m). As tríades maiores têm um som alegre, ensolarado.

Exemplo:

Tríade maior de C: C – E – G . T 3 5

Analisando:

De C a E temos dois tons, ou uma terça maior (C pra D, 1 tom. D pra E, mais 1 tom.) De E pra G temos um tom e meio, ou uma terça menor (E pra F, meio-tom. F pra G, 1 tom)

TRÍADES


Tríades são acordes formados por três notas. São acordes consonantes, perfeitos, definidos, a base para todos os estudos mais avançados de acordes e dissonâncias. Acordes consonantes, perfeitos, são os que não tem nenhuma dissonância, nenhuma nota que está ‘fora’ do som básico do acorde, quando tocados em sua forma fundamental. Estudando as tríades e suas inversões por todo o braço da guitarra serão conhecidas as principais fontes para improvisar, acompanhar, estudar escalas; além de, posteriormente, as mesmas tríades que são consonantes e perfeitas tornarem-se grandes auxiliares no improviso dissonante, através de estudos como propostos no quadro de utilização das tríades. As tríades são formadas por três notas, como já foi dito anteriormente, e as combinações destas notas, dependendo da distribuição dos seus intervalos, formam quatro “famílias” de tríades.

Obs.: As tríades são montadas a partir do empilhamento de terças.

*: A terça (3) é quem determina se o acorde é maior (3) ou menor (3m)

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