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CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - A Postura do instrumentista

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Para o violão popular não há uma posição padrão como há no violão clássico. Sentado o violonista apóia o violão sobre a perna esquerda, que devera estar apoiada em banquinho de mais ou menos vinte centímetros. O dedo polegar da mão esquerda deve permanecer sempre que possivel no centro posterior do braço do violão.
Mas devemos observar algumas coisas necessárias a um melhor desempenho futuro. Se por acaso você quiser tocar de pé, será necessário que você adquira uma correia, que você poderá comprar em qualquer casa de venda de instrumentos musicais, esta correia deve ser bem larga para evitar que tenhamos dificuldades em permanecer durante um tempo muito longo com o instrumento pendurado devido a dores no ombro.
Segure o instrumento de forma que sua coluna permaneça reta, ou seja, evite curvar-se para ver as casas no braço do violão, e se você ainda vai realizar compra de um violão, observe que em alguns violões os botões ficam na parte superior do braço justamente para que você localize as casas sem ter que olhar diretamente para as casas. Quando tocar sentado evite se apoiar sob o violão, permaneça com a coluna reta sempre evitando olhar para o braço do violão.

Aulas de Musicalização infantil ! Agende a aula de seu filho !!

Aulas de Bateria ! Marque já sua aula experimental!!

Vendedor de sonhos - Milton Nascimento e James Taylor

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Renato Russo interpreta Lettera



Renato Russo e suas interpretações solo (fora da Legião Urbana). Essa canção faz parte daquela coleção de pérolas gravadas no disco intitulado "Equilibrio Distante" no ano de 1995.

Não sei quem é o bendito compositor. Dei uma pesquisada aqui, mas infelizmente não obtive a informação. Me parece que para os discos solos R. Russo não escreveu nada. Se isso procede, melhor ainda saber, pois nos mostra todo o seu lado intérprete, o que é bem diferente de interpretar criações próprias.

Lettera é uma "historinha", recheada de diferentes emoções. Uma canção muuito boa. Agora, eu não sei destacar o que é mais gostoso de ouvir, a voz do Renato ou a voz da guitarra semi-acústica que rola no meio da música.

Bom, levando em consideração que a melodia realizada pela guitarra semi-acústica é apenas uma imitação da melodia cantada, devo levar a interpretação de R. Russo mais a sério.

Eu não entendo o idioma dos italianos, mas como a "historinha" foi tão bem "narrada", temos aí uma valorização da música pelo maravilhoso arranjo e produção, além da distinta presença do maior cantor roqueiro do nosso Brasil.

Eu preciso dizer que te amo - Cazuza



Ainda bem que este sujeito veio ao mundo. Um grande exemplo de coragem e dignidade humana. Criador de uma obra qualitativa e diversificada.

As pessoas que fazem a mídia nacional deveriam queimar a sua imagem agregada aos danos causados pela doença e em contrapartida, mostrar os grandes feitos desse ser que fez parte de um dos momentos mais brilhantes da nossa arte nacional.


"... QUANDO AGENTE CONVERSA

CONTANDO CASOS, BESTEIRAS

TANTA COISA EM COMUM... EU PRECISO DIZER QUE TE AMO

TE GANHAR OU PERDER, SEM ENGANO ..."


Tenho uma leve impressão, de que sua maior contribuição para esta bela canção está presente em seu texto. Esse discurso é a cara do Cazuza. É muito pessoal, bem direto e objetivo. E como eu amo essas "coisas", o puro e "pelado" violão e voz, recheado com aquele lance de gravação caseira. Ainda bem que alguém roubou isso e nos deu esse presente.

Eu costumo adorar as interpretações do autor, mas quando ouvi o Pedro Camargo Mariano, foi a grande descoberta! O filho da Elis Regina com o maestro César Camargo Mariano, que origem heim?!!!

Vale lembrar que o Cazuza não era auto suficiente, sendo que muitas de suas obras são frutos de (ótimas) parcerias, muitas vezes acompanhadas de arranjos históricos, grandes instrumentistas e produções arrebatadoras.

VIDA LONGA CAZUZA!!!

Concurso Nacional de Piano de ITUIUTABA (MG)

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010



Convido todos os entusiastas do piano a participarem deste que é dos mais importantes concursos de piano do nosso país.

O mesmo acontece no Conservatório Estadual de Música "“Dr. José Zóccoli de Andrade”, onde possui uma belíssima sala de apresentação, digna de grandes momentos, um verdadeiro teatro, sendo um dos melhores dos conservatórios e escolas de música do nosso país.

Ituiutaba se encontra na região do Triângulo Mineiro, onde cidades como Araguari, Araxá, Patos de Minas, Uberaba e Uberlândia possuem Conservatórios públicos e importantes séries de concertos, tendo recebido os maiores nomes (nacionais e internacionais) da música de tradição clássica.

O carisma e a receptividade dos ituiutabanos fazem a diferença neste lugar. Espero que aqueles que participarem voltem encantados com esta simpática cidade mineira.



CONCURSO DE PIANO
“PROF. ABRÃO CALIL NETO”

Histórico

Com os objetivos de valorizar o instrumento e divulgar a música para piano, despertar o interesse pela música brasileira, em especial a contemporânea, desenvolver o gosto pela cultura musical, estimular a prática da música em grupo, descobrir novos talentos musicais, promover autoconfiança e socialização, o Concurso de Piano ”Prof. Abrão Calil Neto” foi criado no ano de 1994.
A princípio, os participantes integravam a categoria piano solo. Em 1998, incluiu-se a categoria piano a quatro (04) mãos e em 2001, a categoria música de câmara.
As atividades foram se ampliando com a realização de intensas e ricas atividades educativo-culturais como concertos, oficinas, palestras, masterclasses, dentre outros.
O número de concorrentes e de cidades participantes também se ampliou, levando o concurso do âmbito regional ao âmbito nacional.
Compromissado com a interpretação, apreciação e divulgação da música pianística brasileira, a partir de 1997, o Concurso de Piano passou a destacar um compositor brasileiro a cada ano, trabalhando suas peças e elaborando uma performance em noite de homenagem ao compositor destacado.
O corpo de jurados sempre se primou pela excelência, sendo composto por nomes de reconhecida competência e idoneidade.
O Concurso de Piano”Prof. Abrão Calil Neto” de Ituiutaba, Minas Gerais, é uma realização que conta certamente com a participação, o envolvimento, o compromisso e o esforço de inúmeras pessoas, apaixonadas e dedicadas à música e à arte – educação, em busca de despertar o sensível que habita cada um de nós.
Com esse espírito edificou-se um mundo, o Concurso de piano, que já conta com seus 16 anos em meio aos completos quarenta e três anos da instituição que o abriga, o Conservatório Estadual de Música “Dr. José Zóccoli de Andrade.”.
Com o rico propósito de compromisso com a música e os músicos do Brasil, destacaram-se ao longo desses anos os compositores: Heitor Alimonda (1997), Estércio Marquez Cunha (1998), Cláudio Santoro (1999), César Guerra-Peixe (2000), Osvaldo Lacerda (2001), Oscar Lorenzo Fernândez (2002), Almeida Prado (2003), Calimério Soares (2004), Ronaldo Miranda (2005), Dimitri Cervo (2006), Edino Krieger (2007), Ricardo Tacuchian (2008), e Gilberto Mendes na edição de 2009.
Fica reservado , assim, um espaço primado à música e aos músicos do Brasil, no Concurso de Piano “Prof. Abrão Calil Neto” de Ituiutaba, Minas Gerais.

Fabio Alencar lança Cd com produção de Zaqueu Soares

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

www.fabioalencar.com.br - acesse o site para baixar o cd gratis e va na escola para busca sua capinha do cd é gratis , aguardo sua visita .

www.vitrola.net - acesse site para noticias musicais e veja materia sobre Fabio Alencar

Materia sobre Fabio alencar - acesse site www.vitrola.net

http://www.vitrola.net/arquivo/2010/02/0002.htm

Momento Musical nº 4 - Rachmaninov

domingo, 7 de fevereiro de 2010



Demorei, mas agora estou inspirado nesta postagem!

Não conheço a trajetória e a importância deste brilhante pianista, mas por esta performance, atribuo a ele uma carreira vitoriosa. E por que não espetacular? Claro, esta sonoridade robusta, velocidade incrível, dinâmica primorosa e sensibilidade aguçada são os ingredientes de um concertista internacional, um músico espetacular.

Eu conheci esta obra quando ainda era aluno da graduação em música na Federal de Uberlândia. A pessoa que a interpretava era um companheiro de escola, colega de trabalho (Conservatório de Música de Uberlândia), fonte de vídeos de todos os gêneros musicais, companheiro de "roquenrol", entusiasta da performance instrumental, um grande apaixonado pelo violão clássico, um guitarrista de metal, professor de piano e por aí vai... enfim, um amigo - UM GRANDE AMIGO! RODRIGO RIBEIRO.

Posso considerar que meu amor pelo piano se deu ao conhecer esta fantástica figura. Beethoven e Rachmaninov são os compositores pianistas que mais admiro, pois tive o privilégio de conhecer ao vivo e em grande estilo nas mãos deste meu amigo, que hoje está concluindo o seu Mestrado em Performance Musical - Piano, pela Universidade Federal de Goiás.

E sobre esta obra? Verdadeira Obra-prima, curta e SEN SA CIO NAL.

Dois aspectos me chamam a atenção. O primeiro é a expressividade e o outro é a forma.

A mão esquerda realiza um arpejo de execução altamente difícil. Seu discurso não chega a ser sinistro, mas cá entre nós, muitas notas arpejadas bem rapidamente na parte grave do piano não é algo para representar serenidade e alegria contida. Nesse caso, é para preparar, mostrar que algo grandioso está por vir.

Este algo grandioso é a mão direita, realizando uma melodia curta, imponente, cativante, que toca o coração e motiva. Este é o Momento Musical Opus 16 nº 4, escrito por Sergei Rachmaninov e interpretado por Nikolai Lugansky.

A "mão direita" não faz mistério e logo em seu primeiro fôlego, mostra todas as suas intenções. Harmonia e idiomatismo instrumental de dar gosto, mas a grande surpresinha é a suavidade que aparece a diante, concomitantemente ao virtuosismo e força da mão esquerda. Profundamente bem mostrado pelo Lugansky.

Bravo!!! Romantismo `a flor da pele!

O tema inicial é novamente (bem) preparado, e volta com força total. Muita "sonzera", muito efeito, muito bom, fantástico!

BRAVO!!

BRAVO!!

BRAVO!!

How can i go on - FREDDIE MERCURY & MONTSERRAT CABALLÉ



O grande encontro. Duplamente esperado, tanto pelo público, como pelo próprio Fred Mercury. Já ouvi muitas pessoas dizerem: _ Se o Fred Mercury não estudou canto lírico, pelo menos o aprecia bastante!"

Após o surgimento de grandes arranjos vocais realizados pelo Queen e a lendária "Bohemian Rhapsody" (influência operística), sua banda ganhou o status de "Ópera Rock", o que não é para menos, vide o comportamento de palco e os figurinos de Mercury...

Portanto, podemos considerar que para Montserrat Caballé, seu ilustre parceiro de musical a engrandece no espetáculo, por tudo que realizou anteriormente.

E o que esta dupla fez no palco é de encher os olhos e o coração! Magnífico! Que voz esta mulher tem, não é normal. A voz do Fred também é algo que deixou uma grande lacuna para nós, simples mundanos.

A canção How can i go on "in natura" é perfeita e não carece de grandes interpretações. Ao dar início na trova, Caballé disfarça como que se estivesse interpretando uma personagem. A grande verdade é que ela se encantou profundamente com a tão diferenciada exibição de seu companheiro, que por sua vez, vai ao seu encontro e aprecia uma genial performance de sua tão grandiosa parceira.

Na segunda parte, a declamação de Fred é perfeita e os vocalizes finais causam arrepios.

Vale lembrar que, uma canção fraca exige um grande arranjo. Neste caso, a orquestra faz uma introdução digna, e nada mais. Precisa?

Este é um dos grandes capítulos da História da Música Popular Industrializada.

CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Arpejos

Um arpejo é um acorde no qual as notas são tocadas individualmente e em sucessão rápida.O toque do arpejo também é conhecido como sweep devido ao movimento de varredura feita pela palheta quando o movimento é executado. Vamos começar com o acorde de Am mostrado abaixo.
|---0---|
|---1---|
|---2---|
|---2---|
|---0---|

..
Enquanto você mantém o acorde pressionado, as primeiras 5 notas devem ser tocadas com uma palhetada para baixo em uma longa varredura. Então toque as 4 notas restantes com a palheta para cima em uma varredura para cima.
.
E ||---------------0--------------------------||
B ||------------1-----1----------------------||
G ||---------2-----------2-------------------||
D ||------2-----------------2----------------||
A ||---0----------------------0--------------||
E ||-------------------------------------------||
..-----^--^--^--^--^--v--v-v--v-----

Agora, vamos tocar 2 acordes arpejados usando o Am e o C.
.
E ||---------------0----------------------0-----------------||
B ||------------1-----1---------------1-----1-------------||
G ||---------2-----------2---------0-----------0----------||
D ||------2-----------------2---2------------------2------||
A ||---0----------------------3-----------------------3----||
E ||---------------------------------------------------------||
.------^---^-^-^-^---v--v--v--v--^-^-^-^---v--v--v--v .

Se soar familiar é porque é o início da famosa música do grupo Animals chamado House of the Rising Sun. A canção usa vários arpejos fáceis. Se você estiver tocando em uma banda cover, você notará que esta é uma das músicas mais requisitadas por todos.
.
INa lição sobre Formação de Acordes você aprendeu que o acorde é formado de pelo menos 3 notas determinadas por uma regra musical. Um dos acordes que nós construímos foi o acorde de D Menor O acorde de D menor consiste das seguintes notas - D, F , A. Agora , vamos tocar o acorde de D menor arpejado.

E ||---------------13-17-13-------------------------||
B ||------------15------------15----------------------||
G ||---------14-------------------14------------------||
D ||------15-------------------------15---------------||
A ||---17--------------------------------17-----------||
E ||--------------------------------------------------- ||
-------^---^--^--^--^---v--^--v--v--v---v
.
Experimente tocar vários arpejos usando vários acordes. É importante usar palhetadas para baixo e palhetas para cima para conseguir o efeito musical correto.
Quando for praticar estes exercícios, toque a nota, abafe , então toque a próxima nota. Comece praticando devagar e aumente a velocidade aos poucos.


Don Alder - Sayonara

sábado, 6 de fevereiro de 2010



Isto é uma "Harp guitar", ou uma guitarra harpa acústica. Gostei muito da sonoridade dos baixos, ou melhor, do segundo braço, o de cima que canta grave. Certamente a sonoridade dos baixos de cima é mais atrativa, devido à caixa de ressonância acoplada ao corpo do violão (guitarra) original.

Bem que nesta música o sujeito que toca poderia explorar mais, uma vez que é lenta e sem muitas surpresas. Quando ele toca uma nota do braço de cima é sempre legal ouvir.

Música meio fraca, mas muito gostosinha de ouvir. Harmonia intuitiva, porém, atraente. Melodia fraca, ritmo fraco - mas no final o ritmo é variado e fica bem interessante, quebra a longa rotina.

Uai? O que tem de legal aí então? O ambiente sonoro, as sétimas maiores e os acordes de passagem.

A sensação que tenho é daquelas expectativas criadas por músicos que demoooram para "terminar" de afinar o instrumento, e enquanto vão brincando, improvisando algo que já está praticamente pronto, e vai nos enrolando, dá uma paradinha, meche nas tarrachas, toca mais um pouquinho, aí você pergunta " o que é isto?" e ele demora, mas responde: "uma coisinha que estou fazendo, ainda não terminei..." kkk

As sétimas maiores, tanto em acordes maiores como nos menores são fenomenais. Soam sempre muuito bem e apresentam soluções fáceis para qualquer improvisador, é uma riqueza da Sayonara.

Particularmente, acho que não gostei tanto deste violonista porque ele se parece mais um guitarrista, ou multiinstrumentista se aventurando no violão solista. Eu costumo gostar muuuito mais daquele violonista que também toca guitarra. Aí são outros quinhentos... mas isso é uma questão bem pessoal.

Vale ouvir novamente!

Estudos nº3 - Graciano Arantes

No plural mesmo, pois trata-se de uma obra, uma série de Estudos Para Violão Solo do Professor Graciano Arantes.

Me vi obrigado a escrever música para meus alunos dessa linguagem de Violão Clássico.

A literatura didática do violão é rica e numerosa, mas atualmente não preenche as necessidades musicais do iniciante dos dias atuais. Meu intuito é escrever algo que leve meu aluno a estudar o repertório didático tradicional e contemporâneo.

Já consegui resultados satisfatórios com os Estudos 1 e 2.

Sobre o Estudos 3 é algo fantástico! Acertei! O casamento entre o interesse didático e musical é perfeito.

Em breve postarei gravações de alunos interpretando estas pequenas peças.

Mateus Francisco e prof Fabio Alencar - estudo - A casa - voz de esquilo

Concerto em D para Alaúde e Orquestra – Antônio Vivaldi

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010



Um ótimo diálogo entre o alaúde (solista) e a orquestra de cordas. No tempo de Vivaldi não haviam amplificadores de som. Hummm ! Nem telefone... nem internet, ai ai ai...

Então, para uma perfeita sintonia entre o instrumento solista e orquestra é necessário que (quase) nunca existam momentos de união entre as partes, de modo em que a orquestra seja uma imensa barreira para o coitado do solista, o que é inevitável.

Ainda bem que estas obras sobreviveram aos tempos e hoje em dia podemos usufruir de verdadeiras maravilhas tecnológicas.

1º Movimento
Alegria, anúncio da festa dançante, e pelo incrível que pareça eu gostaria de tocar o baixo nesta orquestra. Mas nada como solar esta obra!!

2º Movimento
Lento, reflexivo e muito fácil de tocar. Difícil de equilibrar os timbres e dar expressão sem se passar por um brega e pretensioso.

3º Movimento
Para quem está tocando é euforia total! Existe uma consonância harmônica perfeita entre os violinos e o alaúde que é algo fantástico.

Vídeo muito bom. A orquestra é muito boa e o alaudista perfeito.

PREFIRO AO VIOLÃO!!!

CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Técnicas

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Slide
O slide consiste em tocar uma nota e imediatamente após "escorregar" o dedo para outra casa. O som das notas de transição de uma casa para outra serão quase inaudíveis, a não ser que seja proposital fazer soá-los.

Exemplo

E--------------------
B--------------------
G----------2s5-------
D--5s7--7-------5s7--
A--------------------
E--------------------



Bend
Consiste em tocar uma nota e move-la junto ao braço fazendo com soe com o som mais agudo, caracterizando o som de outra nota. O bend pode ser de 1/4 de tom, 1/2 tom, 1 tom, 1 tom e 1/2, 2 tons, 2 tons e 1/2 ou 3 tons.
Nas cordas agudas puxa-se a corda pra cima, nas graves para baixo.

Exemplo

E--------------------
B--------------------
G-----5b----5b-------
D--5b----5b----7-----
A--------------------
E--------------------

Neste caso o "b" representa um bend de 1/2 tom, a nota dó da casa 5 ao sofrer o bend soou como um dó sustenido.



Pré-Bend
Consiste em puxar uma nota para alcançar o som que se queira e após isso executar a nota, a diferença do pré-bend pro bend é que no bend primeiro você toca a nota do traste que está marcando e depois ergue a corda e no pré-bend você primeiro ergue a corda e depois toca, omitindo a nota de origem. Também vai de 1/4 de tom à 3 tons.

Exemplo

E--------------------
B--------------------
G-----b5----b5-------
D--b5----b5----7-----
A--------------------
E--------------------

Neste caso, um pré-bend de 1/2 tom, a nota de origem, o dó, não soa, apenas o dó sustenido.



Release
Consiste em "baixar" a corda após um bend ou de um pré-bend.

Exemplo

E--------------------
B--------------------
G--------5br5--------
D--5br5--------7-----
A--------------------
E--------------------



Ligado
O ligado nada mais é do que tocar uma e "martelar" uma casa mais aguda, ou "desmarcar" a nota que foi tocada para uma outra casa mais grave soar. Esse recurso é muito utilizado para licks velozes, pois dispensa o uso de palheta.

O ligado ascendente quando você "martela" uma casa mais aguda também é chamado de hammer on.
O liga descendente quando você "desmarca" a nota atual para soar uma mais grave também é chamado de pull off.

Exemplo

E--------------------
B--------------------
G--------5h7p5-------
D--5h7p5-------7-----
A--------------------
E--------------------



Vibrato
Consiste em fazer leves bends para baixo e para cima seqüencialmente.

Exemplo

E--------------------
B--------------------
G--------5~~~~-------
D--5~~~~-------7-----
A--------------------
E--------------------



Tapping
É usar a mão da palheta para "martelar" uma casa. Esse recurso é usado para alcançar rapidamente regiões mais agudas do braço do instrumento.

Exemplo

E--------------------
B--------------------
G--------5-t17-------
D--5-t17------7------
A--------------------
E--------------------



Sonata Patética – L. V. Beethoven, 2º Movimento (lento)

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010



Das mais conhecidas obras de piano solo. Das melhores também. Esta, atravessa todas as fronteiras estéticas. Música da alma. Até o mais ignorante dos seres vivos se encantam ao apreciar esta maravilha que foi criada pelo grande compositor alemão Ludwig Van Beethoven (1770 – 1827).

Esta obra traz a calma e tranquilidade que nem mesmo o próprio Beethoven sonhou em conhecer.
Homem de personalidade marcante e protagonista de uma vida agitada. Viveu as piores sensações, e as mais nobres, algumas vezes se fizeram presente em sua atordoada existência.
O que não conseguiu realizar, também foi representado em sua música. É o caso desta extrema CALMA e TRANQUILIDADE expressas nesta sonata, mais conhecida como “Patética”.

A obra foi composta em 1799, quando o autor sentira os primeiros sinais da surdez.

Fica a pergunta: _ Esta música traz sentimento de solidão? Vamos debater!

Ah! Parabéns ao chinês aí que interpretou com tamanha expressão. Adorei sua sonoridade. Dinâmica perfeita!

Luciano Pavarotti engrandece Nessun Dorma



Não gosto nem costumo rotular esse ou aquele como o maior do mundo, mas dá uma vontade...

Com certeza esse cara do vídeo escreveu o seu nome para a posteridade.

Se eu pudesse, não mudaria nada em sua interpretação.

Se eu pudesse, estaria lá naquele momento.

Se eu pudesse, eu faria o acompanhamento ao violão para vivenciarmos momentos inesquecíveis.

Se eu pudesse mostraria este vídeo para todos os seres vivos que pisam no chão terrestre...

"... Eu nunca mais vou te esquecer..."

Estas canções são o principal e quase único motivo para que as pessoas frequentassem as óperas no passado. Poucos estavam afim de ler os libretos, as histórias e depois assistirem ao espetáculo (filme).

Hoje não é diferente.

Didn`t we almost have it all na voz de Whitney Houston

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010



Que Bela Voz!!! Que presença!!!

Os americanos do norte recriaram o mundo da arte no século XX. Muitas maravilhas musicais do nosso tempo têm raízes bem definidas e desenvolvidas lá naquela terra, onde muitos povos se juntaram formando um verdadeiro continente. De baladas românticas às big bands eles imprimiram sua marca e o mundo artístico, nunca mais foi mesmo.

Esta canção não precisa de uma grande intérprete para atravessar o Atlântico. Também não merece tanta "pompa" como neste vídeo. Mas cá entre nós, quem não se emocionou ouvindo "isso" na adolescência? E que melodia é essa? Emoção à flor da pele!!! A poesia também é especial!

"Nós quase tivemos tudo

Você se lembra quando nós esperávamos na chuva
As noites em que quase nos perdemos mais uma vez
Nós podemos levar a noite para o amanhã
Vivendo nos sentimentos
Ao tocar você eu sinto tudo novamente

Coro:

Nós quase tivemos tudo
Quando o amor era tudo que tinhamos de valor pra dar
A corrida com você valia a queda meu amigo
Amar você faz com que a vida valha a pena ser vivida
Nós quase tivemos tudo
As noites que duravam até a manhã
Você sabe que nunca amará desta forma novamente
Nós quase tivemos tudo

O jeito que você costumava me tocar me fazia bem
Nós mantínhamos nossos corações juntos pelo caminho
Um momento na alma pode durar para sempre
Confortar e manter-nos
Me ajude a trazer esse sentimento de volta

Repete coro

Nós tivemos os melhores momentos
Quando o amor era jovem e novo
Poderíamos procurar por dentro e achar
O mundo para eu e você
Nós nunca perderemos novamente
Porque quando você sabe o que é amor
Você nunca o deixa acabar

Repete coro

Nós quase tivemos tudo"