
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

01-Considerações iniciais
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Nosso objetivo é transmitir a todos quanto estiverem interessados, aulas sobre teoria musical (PARTITURA) e oportunamente sobre diversos outros instrumentos, para incentivar a prática instrumental.
As matérias serão expostas em uma seqüência cronológica dentro de cada assunto para uma melhor assimilação.
Regras para comentários
O espaço de comentários do blog pode ser moderado. Não serão aceitas as seguintes mensagens:
- Que violem qualquer norma vigente no Brasil, seja municipal, estadual ou federal;
- Com conteúdo calunioso, difamatório, injurioso, racista, de incitação à violência ou a qualquer ilegalidade, ou que desrespeite a privacidade alheia;
- Com conteúdo que possa ser interpretado como de caráter preconceituoso ou discriminatório a pessoa ou grupo de pessoas;
- Com linguagem grosseira, obscena e/ou pornográfica;
- De cunho comercial e/ou pertencentes a correntes ou pirâmides de qualquer espécie;
- Que caracterizem prática de spam;
- Anônimas ou assinadas com e-mail falso;
- Fora do contexto do blog.
O autor deste Blog:
- Não se responsabiliza pelos comentários dos freqüentadores do blog;
- Se reserva o direito de, a qualquer tempo e a seu exclusivo critério, retirar qualquer mensagem que possa ser interpretada contrária a estas Regras ou às normas legais em vigor;
- Não se responsabiliza por qualquer dano supostamente decorrente do uso deste serviço perante usuários ou quaisquer terceiros;
- Se reserva o direito de modificar as regras acima a qualquer momento, a seu exclusivo critério.
Agradeço desde já sua compreensão. Clique aqui e vamos a aula!
Acesse o áudio das aulas
Por isso, os arquivos de áudio das aulas, julgados necessários para ajudar ao aluno a entender melhor como se executam alguns elementos, estão disponíveis para download ou ouvir direto do próprio site onde eles estão armazenados, em outra página, acessada através de um link. Visto que neste blog não há a possibilidade de postar arquivos de áudio.
Abaixo de cada figura em que haja necessidade de se ouvir o som, existem links que irão direcioná-lo(a) a esta nova página, que na verdade é um banco de dados onde está o áudio da aula disponível para o download.
Segue abaixo um tutorial (explicação) ensinando como fazer para baixar e ouvir o áudio das aulas.
- Clique sobre o link do áudio na página do Blog.
- Uma página similar a do exemplo abaixo irá abrir.
- Desça na nova página. Nesta página haverá a possibilidade de baixar ou ouvir o áudio direto do site.
- Caso queira baixar, clique no link de download.
- Se optar por baixar o arquivo, clique em Download Now. Em seguida abrirá a janela Donload de Arquivos.
- Clique em salvar.
- Selecione uma pasta para onde você irá salvar o arquivo noseu computador.
- Após baixar o arquivo, ele estará a sua disposição em seu computador.
- Observação: não precisa se preocupar com a extensão do arquivo, não se trata de virus. Todos são arquivos de áudio e a extenção do arquivo é mp3.
Clique na imagem para ampliar.
22 - Bateria
quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Por não ser um instrumento de som definido, (a bateria não toca notas musicais como do,re,mi...) há uma particularidade em sua escrita na pauta.
Na escrita da partitura para bateria, nas posições da pauta onde antes eram lidas notas musicas, agora serão lidos os tambores e pratos.
Calma! Eu vou explicar.
A figura acima é o exemplo de uma melodia escrita para um instrumento qualquer.DO, SI, RE, FA, LA, MI, SOL, DO.
Agora observe como os tambores e pratos da bateria podem ser escritos na pauta;
Ao invés das notas lemos tambores e pratos.Repare que a clave usada para designar a escrita para Bateria também é diferente.
Embora exista muito material didático voltado para Bateria escrito na clave de fá, é bom que se saiba que esta é a clave usada para inormar ao músico que a pauta esta escrita para bateria, ou ainda algum instrumento de percussão que não toque notas como DO<>
- Não se atenha somente à partitura para estudar Bateria. Procure repetir os ritmos e as viradas que você ouve em seu estilo de música preferido, identificando exatamente em que tambor ou prato o baterista está tocando. Procure perceber e reproduzir o que ele faz. (Toque de ouvido)
- Sempre que possível, estude usando metrônomo. Este é seu fiel amigo. Ajudará a evitar flutuações no andamento e te dar segurança para não atravessar na música, principalmente quando for executar viradas ou solos, sejam eles simples ou mais complexos.
- Não seja um mero colecionador de métodos. Aprenda a examinar seu material e a extrair aquilo que realmente lhe fará evoluir.
- Quando estiver tocando, preste atenção ao som que você está extraindo do seu instrumento. Toque seus tambores ou pratos no lugar exato onde eles te dão o melhor som. Seja auto crítico.(sem excessos)
- Esteja atento a intensidade (força) com que você toca. Lembre-se que potência sem controle não é nada. Se você conseguir adquirir velocidade e precisão, controlando a dinâmica, você está no caminho certo.
- Lembre-se sempre que as músicas tem na maioria dos casos, introdução, parte a,b, às vezes c, d, além do refrão. Saiba se colocar na música. Não saia fazendo viradas e solos indiscriminadamente. Aprenda a sustentar ritmo, respeite a proposta da música. Muitos bateristas sequer percebem as nuances nas músicas.
- Não perca seu tempo apenas admirando bateristas famosos. Saiba que tudo o que eles fazem é fruto de muito estudo e condicionamento. Assista, pesquise, vá a workshops, mas procure reter aquilo que lhe for proveitoso e vá a luta. Não se compare a eles agora. Avalie-se a si mesmo. Sua evolução em relação a um momento aterior seu. Quando se der conta, você estará no nível dos profissionais. Basta focar nos estudos.
Hoje existem universidades que possuem bandas de música e que oferecem bolsas de estudos, às vezes integrais, aos músicos, dando-lhes a oportunidade de se formar e crescer profissionalmente.
Além disso, todos os anos são abertos concursos públicos oferecendo vagas para músicos dos mais diversos instrumentos. Seja nas forças armadas, guardas municipais, polícias militares, teatros municipais, enfim, o que não faltam são oportunidades para musicos realmente dedicados.
Tenha sempre um foco e mantenha-se perseverante.
21-Dicionário de acordes
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
HARMONIA
Abaixo está um mapa dos acordes de três e quatro sons, com as notas que os compõem, para que você possa treinar.
Clique na imagem para ampliar
Baixe o arquivo em formato .doc (word)
Os acordes são escritos na partitura desta forma;
No exemplo acima temos três acordes formados por semibreves.
Baixe agora, CLICANDO AQUI, exercícios de digitação para piano.
Próxima aula
20-Tonalidade CONTINUAÇÃO
- Armadura de clave é o nome dado aos sustenidos ou bemóis que aparecem no início da partitura e que servem para indicar em que tom a música está escrita, e deve ser tocada.
- Uma outra forma de representar o tom de uma música é através da cifra. A cifra é mais comummente usada por ser mais fácil de ser aprendida, porém, ela só lhe indica a o tom da música, harmonicamente falando. Trocando em miúdos, significa dizer que a cifra é imcapaz de indicar ao músico executante, exatamente quais notas devem realmente ser tocadas. Ela (a cifra) apenas informa ao músico a harmonia da música, em que tom a música está. Não informa melodia nem ritmo. Mesmo assim ela é muito útil para diversos instrumentos, harmônicos e melódicos.
CIFRA
Cifra, em música, são letras do nosso alfabeto usadas para representar os diferentes tons musicais.
DO=C RE=D MI=E FA=F SOL=G LA=A SI=B
DO#MAIOR escrito usando o sistema de cifras, ficaria assim: C#
LAb MENOR escrito usando o sistema de cifras, ficaria assim: Abm
PRINCIPAIS TONALIDADES E AS NOTAS QUE AS COMPÕEM
- Por uma questão harmônica os tons que possuem exatamente os mesmos sons, começam em notas diferentes.
EX: DÓ maior possui as mesmas notas que o ton de LÁ menor
Em DÓ maior, a sequencia é do re mi fa sol la si do
Em LÁ menor a sequência é LÁ SI DÓ RÉ MI FÁ SOL LÁ
clique na imagem para ampliar
Agora veja os tons maiores e menores com bemóis na armadura de clave e as notas usadas nesses tons.
clique na imagem para ampliar
Lembre-se; o tom de uma música é um conjunto de notas que podem ser usadas nessa música.
O tom da música começa e termina com a nota que dá o nome ao tom. EX: SOL MAIOR deve começar e terminar com a nota SOL, FA MAIOR deve começar e terminar com a nota FA.
19-Tonalidade
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
OUTRO EXEMPLO
Somente essas notas fazem parte do tom de sol maior.
Existem muitas tonalidades diferentes. Algumas são meramente teóricas.Por isso explicaremos somente a forma prática de identificar, a maneira de descobrir quais as notas que podem ou não ser usadas em cada tom, e como identificar na partitura o tom de uma música.
Pois como já foi dito, existem muitos tons diferentes, além do que, na prática, dois tons de nomes diferentes podem ter as mesmas notas.
Seria uma explicação pouco proveitosa, e deixaria muitas dúvidas. Então vejamos primeiro como saber que notas podem serusadas no tom.
VEJA O EXEMPLO
Esta partitura pode estar escrita no tom de Sol maior ou Mi menor. Os dois tons tem exatamente as mesmas notas, mas existe uma diferença fundamental entre eles. Explicar essa pequena diferença entre estes dois tons, agora, já daria "pano pra manga". O que dá para adiantar é que eles são também chamados tons relativos.
Acima você viu que no tom de SOL MAIOR o FÁ é sustenido.
Repare que na partitura do exemplo acima existe um sinal de # (sustenido) extamente na posição da nota FÁ. Isso quer dizer que até que haja indicação contrária, a nota FÁ não será tocada e sim a nota FÁ#.
VEJA MAIS UM EXEMPLO
Repare que agora existem três sustenidos no início da partitura.
O primeiro está na posição da nota FÁ, o segundo na posição da nota DÒ, e o terceiro na posição da nota SOL .
Isso quer dizer que até que haja indicação contrária no decorrer da partitura, as notas FÁ,DÓ e SOL, não devem ser tocadas. E sim FÁ#, DÓ# e SOL#.
AGORA UM EXEMPLO COM OS BEMÓIS
A partitura está em LÁb Maior ou FÁ Menor
Repare que os bemóis ocupam a posição das notas SI, MI, LÁ e RÉ .O que quer dizer que essas notas devem ser substituídas por SIb, MIb LÁb e RÉb.
18-Dinâmica
A Dinâmica na prática.
Clique na imagem para ampliar.
17-Adamento
Andamento
- Andamentos lentos
- Andamentos médios
- Andamentos rápidos
No início do século 18 compositores italianos usavam palavras para representar os diferentes andamentos. Ex: Lento, Moderatto, Allegro, Alegríssimo.
Veja agora a relação aproximada entre as Batidas por minuto do metônomo e cada uma das expressões italianas usadas para representar as diferentes velocidades de uma música.
- Lentíssimo - O mais lento possível
- Grave - 40 Bpm
- Largo - 44 a 48 Bpm
- lento - 50 a 54 Bpm
- Adágio - 54 a 58 Bpm
- Larghetto - 60 a 63 Bpm
- Andante - 63 a 72 Bpm
- Andantino - 69 a 80 Bpm
- Sostenuto - 76 a 84 Bpm
- Maestoso - 84 a 88 Bpm
- Moderato - 88 a 92 Bpm
- Allegretto - 104 a 108 Bpm
- Animato -120 Bpm
- Allegro - 132 Bpm
- Vivace ou vivo - 160 Bpm
- Presto - 184 Bpm
- Prestíssimo - 208 Bpm
- Alegríssimo - O mais depressa posível.
Podem ser usadas as palavras em italiano, as indicações de Bpm, ou ainda as duas indicações juntas.
Vale lembrar que cada pulsação, ou batida por minuto marcada no metrônomo, em princípio equivale a cada um dos tempos de um compasso.
16-Quiáltera
- Quando houver uma quiáltera dentro de um compasso, haverá sobre o grupo de notas que formam essa quiáltera, um número indicando quantas notas compõem o grupo das quiálteras.
No exemplo acima pode-se ver como a quiáltera se diferencia em nº de figuras em um compasso.
Embora as quiálteras possuam uma quantidade de notas maior do que a normal, as notas que compõem a quiáltera devem ser executadas no tempo em que se executaria um grupo normal de notas.Ou seja; Se em um tempo executamos duas colcheias.(primeiro compasso) Também em um tempo são executadas as quiálteras de colcheia.(segundo compasso)
Por exemplo se (como no exemplo acima) a quantidade de figuras da quiáltera altera para mais a quantidade normal de notas, a quiáltera é clasificada como aumentativa .
Se a quiáltera altera para menos a quantiade normal de figuras, ela é classificada como quiáltera diminutiva.
Existem ainda outras classificações possíveis a serem dadas a quiáltera, porém nenhuma dessas classificações modifica a maneira de executar esse grupo especial de notas.
Clique na imagem para ampliar.
Baixe e ouça o áudio da imagem.
Existem infinitas formas de escrever as quiálteras, com diferentes quantidades de notas e muitas outras combinações das diferentes figuras de som e pausa.
Os links baixo remeterá você a uma página de download contendo arquivos no formato .pdf e .mp3
O arquivo pdf traz alguns exemplos das diferentes possibilidades de quiálteras, e o arquivo mp3 traz o áudio desses exemplos em pdf.
Baixe os arquivos e familiarize-se com as quiálteras.
Link para exemplos de quiálteras em pdf
Link para áudio dos exemplos de quiálteras em mp3
15-Compassos compostos
Não é muito difícil entender o que venha ser, e nem como é a execução dos compassos compostos.
Eles são uma derivação dos compassos simples.
Os compassos simples são denominados assim porque suas figuras de som são divisíveis por dois, como mostrado no (capítulo 04).
Para obtermos um compasso composto a partir de um compasso simples é bem fácil.
- Pegamos a fração de compasso de um compasso binário simples, 2/4.
- Multiplicamos o numerador (número de cima) por 3 e o denominador (número de baixo) por 2.
- O resultado será uma outra fração de compasso, 6/8. Ela nos indica que em cada compasso terá 6 colcheias.
- Esta nova fração, 6/8, é a fração de compasso do compasso binário composto.
Para obtermos as frações dos compassos ternários compostos e quaternários composto, é só pegar os numeradores dessas frações e multiplicar por três e seus denominadores multiplicar por dois, como fizemos com a fração 2/4.
Como se executam os compassos compostos?
Este é um compasso binário simples. Sua execução nos já conhecemos.
Já o compasso a seguir, é um compasso binário composto. Cada um de seus DOIS tempos se subdivide em três terços de tempo.
Baixe o áudio com a execução do compasso binário composto.
O importante na execução de qualquer tipo de compasso é sempre respeitar a duração das notas . E mais; compasso composto é tão fácil como o compasso simples.
Exemplos de compassos compostos, binários ternérios e quaternários com áudio.
Compasso Binário composto. (clique na imagem para ampliar)
Descuple o transtorno, o áudio desta figura está corrompido. Tão logo seja possível irei recuperá-lo
14-Clave de fá e linhas suplementares
Clave é o símbolo gráfico usado no início da pauta que nos serve de referência para darmos nomes às notas musicais escritas na pauta (lembra?).
Pois bem! Existem três diferentes claves que podem ser escritas em 7 diferentes posições na pauta.
A clave de SOL, só pode ser escrita na segunda linha da pauta, a clave de DÓ pode ser escrita na 1ª, 2ª, 3ª e 4ª linhas da pauta e a clave de FÁ pode ser escrita na 3ª e 4ª linhas da pauta, perfazendo um total de sete posições diferentes em que as claves podem ser escritas.
Mas, antes de falarmos sobre a clave de FÁ na 4ª linha, falaremos um pouco sobre as vozes humanas.
Vozes humanas são classificadas de acordo com sua altura( agudas médias ou graves), e timbre. Nessa classificação elas recebem diferentes nomes que vão designar sua altura na "Escala geral" (conjunto de todos os sons que o ouvido humano pode classificar e analisar. São no total 97 sons incluindo os sustenidos/bemóis).
As vozes masculinas, são classificadas e recebem os seguintes nomes: Voz aguda Tenor.Voz média Barítono. Voz grave Baixo.
Já as vozes femininas são classificadas em: Voz aguda Soprano. Voz média Meio soprano. Voz grave Contralto.
Antigamente, para designar cada tipo de voz, usava-se uma clave distinta. Por exemplo: o soprano era escrito na clave de DÓ na 1ª linha. Já o tenor era escrito na clave de DÓ na quarta linha, e assim por diante, cada voz tinha sua clave.
Como isso, ao longo do tempo, demonstrou ser algo pouco funcional, vêm deixando de ser usado.
Hoje, por ser mais prático, tornou-se comum utilizar apenas duas claves. A clave de SOL, para os sons mais agudos e a clave de FÁ na 4ª linha para os sons mais graves.
Por isso falaremos apenas dessas duas claves.
Já vimos a clave de SOL no Capítulo 03 . Neste capítulo veremos a clave de FÁ na 4ª linha.
Da mesma maneira que a clave de sol marca o lugar da nota sol, e a partir desta nota sol respeitando a sequencia ascendente sol, la, si, dó, re, mi, fa, sol, la, si, .... ou a sequência descendente sol, fa, mi, re, dó, si, la, sol, fa, .... conseguimos descobrir partindo da clave de Sol os nomes das notas escritas na pauta, assim também acontece com a clave de FÁ escrita na 4ª linha.
Toda nota que aparecer escrita na 4ª linha (linha esta onde está escrita a clave de FÁ), terá o mesmo nome da clave. FÁ.
Observe!
Esta é a clave de FÁ escrita na 4ª linha.
Clique na imagem para ampliar.
Não é simples?!
Linhas suplementares inferior e superior.
Linhas suplementares inferiores: Pequenos traços colocados abaixo da pauta, suficientes em tamanho para escerver a cabeça da nota, usados como continuação da pauta para escrever notas musicais cuja sua altura(afinação) não seja comportada pelas 5 linhas da pauta. No caso das linhas suplementares inferiores as notas escritas nelas serão mais graves do que as escritas na pauta de onde elas se originarem. Nas linhas suplementares, tanto inferiores quanto superiores,escrevem-se as notas tanto nas linhas quanto nos espaços formados entre elas. As linhas suplementares inferiores são contadas de cima para baixo, a partir da linha inferior da pauta. a quantidade recomendada de linhas suplementares a ser grafadas é de no máximo 5 linhas para evitar congestionar a pauta. Isso não quer dizer que seja necessário escrever sempre as 5 linhas. Você deve escrever apenas a quantidade de linhas suficientes para que se possa escrever a nota desejada.
linha suplementar superior :Pequenos traços colocados acima da pauta, suficientes em tamanho para escerver a cabeça da nota, usados como continuação da pauta para escrever notas musicais cuja sua altura(afinação) não seja comportada pelas 5 linhas da pauta. No caso das linhas suplementares superiores as notas escritas nelas serão mais agudas do que as escritas na pauta de onde elas se originarem. Nas linhas suplementares, tanto superiores quanto inferiores, escrevem-se as notas tanto nas linhas quanto nos espaços formados entre elas. As linhas suplementares superiores são contadas de baixo para cima, a partir da linha superior da pauta. A quantidade recomendada de linhas suplementares a ser grafadas é de no máximo 5 linhas para evitar congestionar a pauta. Isso não quer dizer que seja necessário escrever sempre as 5 linhas. Você deve escrever apenas a quantidade de linhas suficientes para que se possa escrever a nota desejada. As linhas suplementares superiores são contadas de baixo para cima.
Há uma curiosidade bem interessante a ser observada. As notas nas claves de Sol e fá na 4ª linha são continuação umas das outra.
A nota Dó escrita na primeira linha suplementar inferior da pauta,na clave de SOL, é exatamente a mesma nota DÓ escrita na primeira linha suplementar superior da pauta na clave de FÁ..
Veja:
Clique na imagem para ampliar.
Esta nota DÓ recebe o nome de Dó central, ou DÓ 3 por estar localizada exatamente no meio da Escala geral, aquela dos 97 sons.
Esta escala geral começa na nota DÓ-2 (super grave) e termina na nota DÓ7 (super aguda). Ela possui 9 notas DÓ. Se contarmos de baixo para cima ou de cima para baixo, este mesmo Dó que está localizado entre as claves de SOL e FÁ será o 5º DÓ da sequência, por isso é chamado Dó central.
Veja!
1-----2------3-----4------5-----4-----3------2-----1
DÓ-2, DÓ-1, DÓ1, DÓ2, Dó3, DÓ4, DÓ5, DÓ6, DÓ7.
Não entendeu? vagnerbatera@msn.com
13-Divisão rítmica (exercício)
Para que você não tenha dificuldades de entender e executar os exercícios de leitura rítmica aqui propostos, aqui vai uma breve explicação sobre como interpretar as diferentes combinações de figuras de som.
O que quero dizer com isso é que pra você ter mais fluência na leitura dos ritmos, você precisa tratar figuras de som como se fossem letras, e as combinações dessas figuras como se fossem sílabas, cada uma com seu som.
Abaixo, estão alguns exemplos de diferentes combinações de figuras de som e sob cada uma delas, um link para você poder baixar o áudio e ouvir a execução de cada (sílaba).
Agora que já ouviu a execução de algumas células rítmicas (sílabas), faça os exercícios abaixo até que você adquira fluência na leitura.























































