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Curso de Violão e Guitarra - Extensão e Tessitura do Violão e da Guitarra

segunda-feira, 2 de abril de 2012

             Todo instrumento tem a sua extensão, ou seja, a distância entre a nota mais grave e a mais aguda que consegue atingir. A voz humana, por exemplo, tem várias subdivisões, que são classificadas, de acordo com as características físicas de cada cantor. Um baixo, cantor de voz grave, não pode cantar as mesmas notas que um soprano, voz aguda feminina. No naipe de cordas de uma orquestra, a extensão de um violino é toda em notas agudas. A viola de orquestra tem sua extensão em notas médias, o violoncelo em notas médias e graves e, por fim, o contrabaixo, com sua extensão toda em notas graves. Já a voz humana ou outros instrumentos tem uma região melhor para ser trabalhada, mais confortável e menos difícil.  A essa região damos o nome de tessitura, em que o cantor ou instrumentista irá trabalhar com maior freqüência, sem atingir o seu limite máximo. 
             Tanto o violão, quanto a guitarra com a sua afinação mais comum, vão desde o Mi da 6ª corda solta até o Si da 1ª corda na 19ª casa, numa extensão total de três oitavas e uma quinta. Acontece que após a 12ª casa, é bem mais difícil de posicionar a mão esquerda do violonista, devido a caixa de ressonância do violão tradicional começar no 12º traste. Não que seja impossível de tocar, muito pelo contrário, basta um pouco mais de técnica e treinamento. Seguindo a lógica aplicada a outros instrumentos, se chega ao que chamamos de tessitura do violão, ou seja, a sua extensão não forçada: do mesmo Mi da 6ª corda solta até o Mi da 1ª corda na 12ª casa, perfazendo assim três oitavas. 

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Curso de Violão e Guitarra - Dicas para instalação das cordas

sábado, 10 de setembro de 2011

1 - Esticar com os dedos as cordas após a afinação, é uma técnica para evitar que as cordas tenham que ser afinadas várias vezes.
2 - Ao instalar as cordas tome cuidado para não dobra-las, isto é muito comum acontecer.
3 - Soltar as cordas por igual, para evitar envergar o braço, o correto é soltar uma volta para cada tarracha.
4 - Evite o uso de cordas de aço em violões clássicos, alguns violões são projetados para cordas de náilon, e quando utilizamos cordas de aço nestes violões corremos o risco de empenamento do braço.
5 - Quando o instrumento não for utilizado por um longo período é aconselhável que as cordas sejam afrouxadas.
6 - Mantenha o violão longe do seu rosto e do rosto de outras pessoas enquanto o afina, as cordas quando arrebentam podem causar ferimentos.

Curso de Violão e Guitarra - Técnicas de Guitarra (Parte 01)

quinta-feira, 24 de março de 2011

O Slide é o resultado de se fazer deslizar os dedos ao longo das cordas. Esta técnica é várias vezes utilizada como forma de adicionar emoção e sensibilidade a uma música. (Exemplo: Coloque o indicador na casa 2 da segunda corda, faça soar a nota e sem retirar o indicador do braço, e enquanto a nota soa, faça-o deslizar até a casa 9 da mesma corda). 
Por vezes é também utilizado um acessório, denominado mesmo por Slide ou Bottleneck (gargalo de garrafa), num dos dedos da mão esquerda que produz efeitos originais quando deslizado pelas cordas.

O Vibrato é o efeito que se consegue fazendo oscilar rapidamente e de um lado para o outro a ponta do dedo que prende a corda, provocando uma variação na frequência muito usada como forma de expressão. (Exemplo: Toque uma nota qualquer à sua escolha, e sem retirar o dedo dessa casa, mova a ponta do dedo rapidamente para um lado e para outro). 
As alavancas de tremolo foram originalmente concebidas para produzir o efeito de Vibrato. Os guitarristas cedo se aperceberam da sua potencialidade para executarem também Bending (Bend) até então impossíveis com os métodos convencionais.

A Alavanca de Tremolo é uma peça mecânica que faz oscilar a ponte da guitarra, alterando a tensão e a altura do som nas cordas. As unidades de tremolo formam colocadas nas guitarras a partir de 1950, quando o seu efeito «Twang» se tornou uma imagem de marca de guitarristas como Duane Eddy, Hank Marvin e Dick Dale. Alguns guitarristas usavam-no para fazerem enormes alterações do som, o que frequentemente levava a que a guitarra ficasse desafinada quando a alavanca de tremolo regressava à sua posição normal. A solução para isso foi o sistema de encaixe para tremolo, desenvolvido pelo guitarrista Floyd Rose. O seu sistema mostrou-se tão eficaz, que as unidades de tremolo alternativas deixaram praticamente de ser usadas.


Curso de Violão e Guitarra - Trocando Cordas

terça-feira, 23 de novembro de 2010

   Quando você for trocar as cordas da sua guitarra tenha em mente o seguinte: as cordas esticadas aplicam um certo esforço no instrumento que forçam o braço a se curvar. Para compensar isso, existe uma barra de metal dentro do instrumento chamado TENSOR que permite que se ajuste a curvatura do braço para mais ou para menos. Esse tipo de ajuste é delicado e o ideal é que esse serviço seja feito por um Luthier especializado. Você deve evitar tirar todas as cordas do instrumento ao mesmo tempo. Se você fizer isso, a curvatura do braço vai se alterar, afetando a regulagem do instrumento. Você pode estar imaginando: mas na hora que eu colocar as cordas de novo, o braço volta para a sua curvatura anterior, certo? Infelizmente não funciona desse jeito. A guitarra é feita basicamente de madeira, que é um material bastante "temperamental " e pode ser afetado por diversos fatores diferentes, como temperatura e umidade por exemplo.
    Se você ainda não ficou convencido faça esse teste: afine uma corda da guitarra e memorize bem o jeito que a tarracha ficou posicionada. Agora, solte a corda dando umas três ou quatro voltas na tarracha. Volte a apertar a corda de modo que a tarracha fique na posição que você tinha memorizado e verifique a afinação da corda. Nove entre dez vezes a corda não vai estar afinada.
    Se for possível, evite também ficar variando de marca de encordoamento .Procure escolher o tipo que mais lhe agrada, leve seu instrumento para uma regulagem em um Luthier de confiança e não mude mais de marca e modelo. Por exemplo: se você prefere usar cordas D Addario XL140, toda vez que for trocá-las compre sempre D Addario XL140. Se você colocar outra marca, aquela regulagem que você pagou uma grana pra fazer, pode não valer mais nada.
     Então quando for trocar as cordas da sua guitarra faça a troca uma corda de cada vez e certifique-se que a corda esteja afinada corretamente antes de trocar a próxima.
    Guitarras com ponte tipo Floyd Rose são problemáticas para trocar as cordas porque o sistema é flutuante. Isso quer dizer que a alavanca não tem um ponto de descanso como nas pontes tipo Fender onde a alavanca fica apoiada na madeira do instrumento quando não está sendo usada. As Floyd tanto podem ser apertadas como puxadas. Quando você solta uma corda, as outras cordas restantes tem que agüentar o esforço a mais gerado pelas molas da alavanca. Então você corre o risco de estourar uma corda durante a troca e dar prejuízo ao seu bolso.
     Uma solução interessante é você colocar um calço na alavanca antes de soltar a corda. Pode ser um pedaço de plástico fino e resistente ou um papelão duro ou então pode fazer como eu fiz: usei uma cartolina dobrada e colada com fita adesiva.

Curso de Violão e Guitarra - Pequeno dicionário de termos usados no estudo da guitarra e música

sábado, 6 de novembro de 2010


A

Ação - Distância entre as cordas e os trastes.
Acento - Nota ou acorde realçado ou tocado em maior volume.
Acidente -Um símbolo usado nos acordes ou notas, que indica se a nota é aumentada em meio tom (#) ou diminuída em meio tom (b).
Acorde - Efeito de duas ou mais notas tocadas ao mesmo tempo.
Acústica, guitarra - Guitarra para execução sem amplificação eletrônica.
ADT - Automatic Double Tracking ("Pista Dupla Automática"). Efeito eletrônico que consiste em reproduzir uma repetição única muito rápida, dando a impressão de que dois instrumentos tocam a mesma parte.
Amplificador - Aparelho eletrônico que majora o som produzido pela guitarra, e captado pelos captadores.
Archtop - Instrumentos que tem o tampo em forma de curva.

B

Bigsby - Fabricante de guitarras, conhecido por um modelo de tremolo.
Blues - Termo dado a um estilo musical, predominantemente negro, dos EEUU.
Bottleneck - Literalmente, "gargalo". Técnica de execução de acordes ou notas isoladas pelo deslizamento (sliding) de um tubo demetal ou vidro pelas cordas. O mesmo que Slide.
Bridge - Ponte. Mecanismo onde as cordas da guitarra se fixam no tampo do intrumento.
Bypass - Muitas unidades de efeito, tem um botão que acionado, permite que o sinal, passe direto (o som não é processado), sem sofrer nenhuma alteração.

C

Capo - Dispositivo em forma de garra fixado sobre a escala do braço para possibilitar o uso de acordes de corda solta nos diversos tons ou chaves.
Captador - Transdutor eletromagnético que converte as vibrações das cordas em impulsos elétricos, amplificanso-os.
Cavalete - (Bridge) Dispositivo ajustado ao corpo da guitarra para suportar e conduzir as cordas a seus lugares.
Chorus - Efeito baseado em delay que simula eletronicamente dois ou mais instrumentos tocando o mesmo trecho. As variações na altura ou no tempo são usadas para dar um efeito mais realista.
Clássico - Um clássico, é algo que se perpetua por si só. Como a Les Paul ou a Stratocaster são guitarras clássicas.
Compressão - Efeito eletrônico que reduz o volume das notas agudas e amplia o das mais suaves e graves.
Cravelha - Dispositivo mecânico para controlar a tensão e, por conseguinte, a altura de uma corda.
Cromática - Uma escla cromática, é uma escala completa, incluindo todos as doze notas.

D

Damping - (Abafamento) Técnica usada para silenciar uma corda ou várias. Pode ser usada para impedir que uma nota ou acorde ressoe de modo indesejável, ou como efeito.
Dedeira - Ver Palheta.
Dedilhado - Técnica de execução com a mão direita onde as cordas cão sendo feridas pelos dedos um de cada vez.
Delay - Quando um som se reflete, ouve-se uma repetição atrasada, ou eco. Este efeito costuma ser produzido pela unidade eletrônica digital de delay.
Diatônica - Uma escala diatônica, é aquela composta por 7 notas (maior ou menor).
Distorção - Efeito eletrônico usado no rock, onde o vloume é ampliado pesadamente na pré-amplificação ou por efeito eletrônico.
Dobro - Tipo de guitarra acústica construída com um tampo ressonador metálico para ampliar o volume e o sustain. Também conhecida como ressonador.
Dominante - É a nota do 5.º de uma escala.
Dreadnought - Guitarra acústica de corpo grande e cordas de aço, em geral usada em música country e rock.

E

Efeitos - O resultado de algumas formas de processamento do som.
Efeitos Digitais - Muitos efeitos podem ser produzidos digitalmente. Quando se usa um efeito digital, o sinal da gutarra é convertido em códigod binário, processado e depois convertido a impulsos elétricos.
Eletroacústica, guitarra - Uma guitarra (ou violão) que se pode tocar acusticamente ou ligar a um amplificador..
Equalizador Gráfico - Um equalizador que tem como características, a divisão das freqüências do som (através de uma escla), é possível acrescentar ou diminuir somente uma freqüência, sem interferir em outras.
Expander - É o oposto do Compressor.

F

Feedback - Ver Microfonia.
F-hole - Buraco no tampo de algumas giutarras em forma de f.
Fingerboard - Lugar onde se acomoda os dedos da mão esquerda (parte de cima do braço).
Flanger - Também um efeito baseado no Delay, porém, aqui existe alterações na altura do som (afinação). Originalmente, concebido com fitas magnéticas, hoje é encontrado em unidades digitais.
Flat-top, guitarra - Guitarra de cordas de aço com tampo do corpo plano ou chato.
Freqüências - Número de cilcos por segundo de uma determinada nota.
Fuzz, caixa de - Unidade de pedal para criar distorção ou, mais exatamente, saturação.

G

Guia de cordas - Suporte de osso, plástico ou outro material, para as cordas no final da escala em direção à haste das tarrachas.

H

Hammer - Técnica que consiste em "martelar" o braço da guitarra com os dedos da mão esquerda.
Harmonizer - Também comhecido como "pitch shifter", este efeito é capaz de dobrar a nota da guitarra. Programando, quando o guitarrista tocar a nota C (por exemplo), o Harmonizer dobra com a 5.ª (G).
Haste das cravelhas - Parte superior no fim do braço da guitarra, onde ficam as cravelhas e as tarrachas das cordas.
Haste de suporte do braço - Haste de metal que atravessa na longitudinal o braço da guitarra, por trás da escala, reforçando-o contra a tensão das cordas.
Headstock - Parte da guitarra onde se acomodam as tarrachas de afinação.
Humbuckers - Captadores eletrônicos de bobinas duplas, que dão um som mais espesso e "grosso", muito apreciado no rock.


L

Lead, guitar - Termo que designa o guitarrista principal.
Leslie, Gabinetes - O Leslie éum alto falante torativo, feito originalmente para ser usado em órgãos. Em 1960, jimi Hendrix, usou um alto falante Leslie em sua guitarra. Hoje esse efeito é obtido digitalmente.
Luthier - Um construtor de guitarras ou intrumentos musicais.

M

Microfonia - Som produzido quando um captador ou microfone recolhe seu próprio sinal de um alto-falante e o reamplifica. Algumas vezes é usada como técnica em solos de rock.
MIDI - Musical Instrument Digital Interface ("Interface Digital de Instrumentos Mudicias"). Linguagem eletrônica que permite a apare;hos equipados de modo semelhante, como sintetizadores, seqüenciadores, mesas de mixagem e baterias eletrônicas, se intercomunicarem.
Multi Efeitos - São aparelhos capazes de produzir variados tipos de efeitos. Pode se programar um tipo de som, mesclando vários efeitos e armazaná-lo para utilização futura.


O

Oitava - Intervalo de 12 semitons.

P

Palheta - Dispositivo, em geral de plástico, usado para ferir as cordas. Um tipo específico é a dedeira, usada em guitarra de folk ou country e na música sertaneja brasileira.
Panning, ou Panpot - É um recurso dos dons emitidos em estéreo, que permite mandar para um só canal o som.
PA, sistema - Sistema de public addres (direcionamento ao público) ou de amplificação eletrônica usado ao vivo.
Pedais ou Pedaleira - Unidades eletrônicas controladas com o pé, instaladas entre a saída da guitarra e a entrada do amplificador, para processar o som de vários modos.
Pentatônica - Uma escala de cinco notas.
Pickguard - Peça em plástico resistente, para proteger o acabamento da guitarra (escudo).
Pickup - O mesmo que captador.
Placa de arranhadura - Placa de plástico para proteger a giutarra das palhetadas.
Plectrum - O mesmo que palheta.
Pré-Amplificador - Ajuda a aumentar o sinal da guitarra antes de entrar no amplificador, propriamente dito. É muito usado para se obter distorções.


R

Reverb - Uma unidade de Reverb, simula o desenvolvimento natural de um som tocado em certo ambiente. Pode simular um grande salão, ou uma pequena sala, variando com a programção.
Riff - Seqüência repetida de notas, que caracterizam a música. Usada regularmente pelos guitarristas de rock.

S

Sinal de tempo - Símbolo composto de dois números no início de uma partitura. Indica o número de tempos e seu valor dentro de cada compasso.
Sintetizador de guitarra - Guitarras projetadas e constrúidas com sistemas instalados para produzir alterações radicais de som, ou as equipadas com MIDI para controlar sintetizadores externos, baterias eletrônicas ou efeitos de processamento de som.
Slide - Ver Bottleneck.
Solid-state - Amplificadores equipados com transistores.
Soundboard ou tampo - Parte da frente do corpo da giutarra sobre a uqal se instala o cavalete (bridge). cortada em separado, como nos violões, é chamado tampo.

T

Tapping de trastes - Técnica de excução em que tanto a mão esquerda como a direita são usadas para apertar as notas contra os trastes. Às vezes é chamada tapping de dedos.
Tempo - Velocidade de uma peça musical.
Tone-Pedal - Ver Wah-Wah.
Traste - Tiras de metal colocadas a intervalos ao longo do braço da guitarra.
Tremolo - É a popular alavanca (ex.: Floid Rose). Mecanismo que permite alterar a afinação da guitarra durante a performance.


V
Vávula - Tubo de vidro com um cátodo e um ánod, usado em equipamentos eletrônicos.
Violão - Ver Acústica, guitarra.
Vibrato - Dispositivo mecânico para alterar a altura de uma corda ao ser tocada. Também uma técnica de tocar onde se usam um ou mais dedos da mão esquerda para dar uma oscilação menor na altura do som.
Volume, Pedal de - Pedal que permite a mudança do volume do instrumento, durante a performance. É acionado com os pés.


W
Wah wah, pedal - Unidade de acionamento por pedal que pode ser usada como controle de tonalidade ou pressionada para obter o típico som de "wah".

CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Dicas para facilitar a afinação do violão e da guitarra

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Para afinar mais facilmente e corretamente o instrumento siga os seguintes passos:

a) Caso você possua micro-afinação (guitarras com ponte flutuante tipo floyd rose ou similares) coloque a micro afinação de cada corda na posição intermediária e solte as travas de afinação do braço.

b) Estando o instrumento totalmente desafinado, ao afinar uma corda, as outras normalmente desafinam, em virtude do aumento de tensão da primeira. Sendo assim inicialmente afine grosseiramente todas as cordas.

c) Se o encordoamento tiver sido recém colocado estique cada corda puxando com os dedos (não muito pouco que não surta efeito e nem tanto que quebre a
corda) a fim de eliminar as folgas iniciais nas tarrachas. Não fazendo isto a afinação irá se perder rapidamente (até que afinando diversas vezes as cordas tenham se ajustado).

d) Faça a afinação cuidadosa em todas as cordas tantas vezes quantas necessárias até que todas estejam perfeitamente afinadas (normalmente uma ou duas vezes são necessárias).


e) Caso você possua travas de afinação, use-as e faça a micro-afinação.

DICAS E AULAS DE VIOLÃO E GUITARRA - Troca de cordas de violão

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Aprenda a trocar as cordas do seu violao de nylon, video do luthier Henrique Utsch do Mundo das Cordas Luthieria.

CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Fabricação do Violão

CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Tocando com a Palheta

quinta-feira, 13 de agosto de 2009


A palheta (pick) é um acessório obrigatório para a maioria dos guitarristas, baixistas e até violonistas modernos. Seu som é característico, claro, e seu uso com técnica apurada fornece velocidade e precisão indiscutíveis. São poucos os grandes guitarristas se utilizam somente dos dedos para tocar e solar (Mark Knopfler, do Dire Straits é um grande exemplo).


As palhetas são encontradas em diversos formatos, tamanhos e espessuras. Para começar, escolha uma palheta de formato regular (quase triangular, com os cantos arredondados), de espessura média. Após acostumar-se com seu movimento, você pode experimentar outras espessuras e tamanhos.

O posicionamento da MD para tocar com a palheta é o seguinte: ela deve ser segurada entre a polpa do dedo polegar e o nó da última articulação do dedo indicador, com a ponta voltada para as cordas do instrumento. Os outros dedos da MD devem ficar curvados para dentro da palma. NÃO se deve apoiar qualquer dedo no instrumento, NEM a mão sobre a ponte ou cavalete. Estes maus-hábitos devem ser cortados desde o início, pois são dificílimos de abandonar depois de instalados.

A área de contato entre palheta/corda é de, no máximo, 1mm. A superfície da palheta deverá ficar paralela à corda, e não transversal. Embora alguns espertos acreditem que esta técnica dá mais velocidade, o som obtido não é claro. Existem músicos que utilizam a técnica da palhetada inclinada para obter um timbre diferente em uma ou outra música, mas não é um padrão a se seguir. Você deverá buscar precisão e velocidade com a técnica correta. A palheta deve ser segura de maneira firme: não com força, mas suficientemente segura para não cair durante seu uso.
O movimento da palheta é obtido de duas maneiras: com o movimento dos dedos ou com o movimento do pulso.

O movimento de dedos é conseguido pelo movimento do polegar para frente e para trás ou para cima e para baixo, sobre a palheta, como se fosse uma gangorra, usando o dedo indicador como suporte. O curso da palheta deverá ser mínimo, para que se consiga um movimento uniforme e rápido.

O movimento da palheta através do pulso é obtido ou com a rotação do pulso ou com o deslocamento do pulso para os lados. Vamos exagerar: para perceber a rotação, segure a palheta do modo correto. Agora, vire sua palma da mão para cima, e depois para baixo. Isto é rotação do pulso. É claro que este movimento deverá ser mínimo, quase imperceptível. Vamos ao deslocamento lateral. Segure a palheta do modo correto. Sem mexer o braço direito, posicione a palheta na direção da 6ª corda, depois, na direção da 1a. Notou como sua mão desloca-se lateralmente em relação ao pulso?

Você viu que, na verdade, as 2 maneiras podem ser efetuadas de 4 jeitos. Tente todas, para ver qual se adapta melhor a você. Uma dica: não faça o movimento vir do cotovelo. Além de descontrolado, este movimento ocasiona cansaço e dores, além de problemas ortopédicos futuros, pela tensão exagerada que é utilizada. Faça o seguinte: se o movimento através dos dedos é difícil para você, faça os movimentos vindos do pulso, mas concentre-se nos dedos. Parece ridículo, mas o esforço direcionado para os dedos pára no pulso, e evita o movimento do cotovelo.


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CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Sustenido e Bemol

sábado, 28 de março de 2009

O que é o Sustenido?

O sustenido (que é representado por este sinal # ),aumenta a nota que estiver colocada á frente do sinal em meio tom.
Conforme vimos ,de Dó à Re há 1 tom de distância. Portanto com a presença do sustenido à frente de Re , formando Dó à Re# -( Do à Re sustenido )- , teremos 1 tom e meio de distância entre estas duas notas. ( Este meio tom "a mais" provocado pelo sustenido - # )
O SUSTENIDO PODE SER COLOCADO Á FRENTE DE QUALQUER NOTA QUE SE QUEIRA AUMENTAR MEIO TOM.

O que é Bemol?

O bemol ( que é representado pelo sinal "b") , tem efeito contrário ao sustenido, isto é, ele diminui a nota que estiver colocada á frente dele em meio tom.
Então, conforme vimos, de Dó à Re há 1 tom de distância. Portanto com a presença do bemol (b) à frente de Re, formando Do a Reb -(Dó á Re Bemol) - teremos meio tom de distância entre estas duas notas (este meio tom "a menos"foi provocado pelo uso do bemol (b) à frente de Re.

Curso de Violão e Guitarra - Modos Gregos

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009


Nessa sessão eu irei abordar a construção dos modos gregos. Existem 7 tipos de modos:
1) Jônico
2) Dórico
3) Frígio
4) Lídio
5) Mixolídio
6) Eólio
7) Lócrio
Acima, eu coloquei os graus que voce irá colocar no início da escala. Cada modo grego corresponde a uma escala alterada. Para você construir um modo grego você deve fazer o seguinte:
Pegue a escala de Dó:
C D E F G A B C
Troque o inicio da escala pela nota da frente, exemplo:
D E F G A B C D
Pronto! Você descobriu como construir o modo dórico D. (Olhe na tabela acima os graus das trocas das tônicas e seus respectivos nomes).
Outro exemplo:
Eu quero descobrir o modo mixolídio de A.
Pego sua escala natural:
A B C# D E F# G# A
Como eu sei que o modo mixólidio começa a partir do 5º grau da escala, eu vou colocar na tônica a nota E:
E F# G# A B C# D E
Pronto, repita os procedimentos nos outros modos e você estará praticamente pronto para improvisar!